Como e por que utilizar a inovação no ponto de venda? 8 4024

pessoa tocando tablet como inovação no ponto de venda

No mundo dos negócios, é comum ouvirmos as pessoas falarem da importância de inovar. E você, já parou para pensar em inovação no ponto de venda (PDV)? As novas tecnologias podem ser suas grandes parceiras na hora de procurar uma diferente maneira de olhar para o que já existe por aí.

Afinal, mesmo em tempos de crise econômica, os consumidores querem ser encantados pelas marcas. E, para isso, é indispensável compreender como eles se comportam e, principalmente, o papel das inovações digitais em seu processo de compra.

A verdade é que não dá mais para rotular um cliente como só de loja física ou só do online, porque ele está presente em todos os ambientes. A sua intenção é gerar uma boa experiência de compra não importa em que lugar, certo?

O aumento das vendas na web não significa que você deve prestar menos atenção às lojas. Elas podem (e devem) funcionar como espaços para potencializar vendas em qualquer canal, na própria loja e online. Além de oferecer um bom atendimento, que tal instalar estações digitais para que o consumidor conheça a linha completa de seus produtos? Incentive o cadastro para que ele receba informações exclusivas e invista em uma relação de longo prazo.

No post de hoje, veja como e por que utilizar a inovação no ponto de venda. Boa leitura!

Como utilizar a inovação no ponto de venda?

A maioria dos consumidores curte as novas tecnologias. Basta ver o sucesso que faz um smartphone recém-lançado ou uma tela de televisão mais moderna. Então, que tal utilizá-las no PDV para tornar o seu produto mais atraente e vender mais? Tais novidades transformam a sua loja em um chamariz na disputa pela satisfação do cliente.

Confira, a seguir, como adotá-las em sua estratégia de marketing de varejo:

  • painéis eletrônicos interativos;
  • machine learning (algoritmos que coletam dados e aprendem com eles);
  • hologramas (assistentes holográficos que interagem com o público);
  • geolocalização (mapas que oferecem instruções de como chegar à loja);
  • visitas virtuais (estandes virtuais que podem ser acessados por clientes de qualquer lugar);
  • realidade aumentada (objetos projetados que se integram ao real e criam experiência imersiva);
  • softwares para auxiliar a geração de insights (análise de métricas e entrega de dados relevantes para tomada de decisão).

Por que fazer isso?

Encante o cliente

Todo consumidor quer ser bem atendido e a experiência de compra deve ir além da aquisição do produto. E, claro, esse processo ganha uma outra dimensão quando são utilizadas soluções interativas, concorda?

Na realidade, o objetivo é tornar a compra uma vivência personalizada, capaz de emocionar o cliente. Dessa forma, o indivíduo desenvolve uma afinidade com a marca. Não se esqueça de que é muito importante saber respeitar o seu estágio de compra e não forçar a barra para que a conversão aconteça precipitadamente.

Diferencie sua empresa da concorrência

Embora as tecnologias possam proporcionar novas vivências, grande parte das empresas ainda adota formas convencionais de divulgação como folders e cartazes. Por isso, quem investe em vídeos, plataformas interativas e games sai na frente da concorrência e se diferencia em um mercado cada vez mais profissional.

Reforce a imagem da marca

Quando empregadas com inteligência no PDV, as tecnologias impactam as pessoas e reforçam a imagem da marca. Você sabia que se a experiência na loja física for positiva, o consumidor vai visitá-la mesmo que não esteja procurando algum produto?

Então, a dica é instigá-lo para que suas ações sejam vistas como notáveis. Com certeza, isso requer criatividade, planejamento e atenção na execução de cada etapa.

Que ganhos o cliente tem?

O investimento em aperfeiçoar a experiência de compra do seu cliente acaba por tornar o seu PDV mais flexível. Como já dissemos, você terá que conhecer mais a fundo o comportamento do seu público e suas especificidades. Para isso, é preciso ter acesso a dados confiáveis e tais informações devem ser classificadas segundo critérios como perfis que buscam preços baixos ou produtos diferenciados.

O interessante é que, embora o seu negócio tenha se preparado para atender grupos de clientes, um trabalho bem executado possibilita que cada um deles se identifique com a sua marca e se sinta exclusivo. Quando a pessoa vive uma experiência imersiva, aumentam as chances de ela fechar a compra e, também, de se tornar uma evangelizadora.

Para acompanhar a tendência da customização em massa, vale a pena utilizar o Big Data e os sistemas de inteligência artificial no PDV, a fim de entender e reagir ao consumidor em tempo real e de maneira automatizada. Dessa forma, sua empresa consegue mapear hábitos de consumo de cada consumidor e criar promoções direcionadas.

Quais cases de sucesso merecem destaque?

Um dos cases da Alice Wonders que merece ser citado é o do Museu Tecnológico Gafisa, que contou a história da cidade de São Paulo, do bairro Ipiranga e de seus moradores icônicos.

A instalação interativa foi montada em 2016 no estande do empreendimento imobiliário Square Ipiranga. Em uma sala escura de 80 metros quadrados, telas, sons e imagens levavam os visitantes a uma viagem no tempo. O resultado foi 80% do lançamento vendido em apenas cinco semanas.

Outro case interessante é o do assistente holográfico no PDV interativo para o lançamento de um novo creme dental Sensodyne em 2012. Um dentista renomado respondia perguntas sobre sensibilidade nos dentes em uma ilha interativa dentro de um supermercado. A ação podia ser compartilhada no Facebook por meio de um QR Code. As vendas aumentaram 300% no primeiro dia da campanha. No ano seguinte, a estratégia foi repetida e a média de crescimento se manteve.

Se você leu até aqui, já deve estar convencido da importância da inovação no ponto de venda. Então, que tal ressignificar o seu PDV com o uso inteligente das novas tecnologias? Invista em espaços interativos e na captura de dados para transformar a experiência de compra do seu cliente em algo memorável!

Gostou desse post sobre como e por que utilizar a inovação no ponto de venda? Então, aproveite a visita e entre em contato conosco para conhecer nossos serviços!

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Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 321

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 203

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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