Resultados da estratégia digital: o que analisar e como medir? 1 2338

Mulher planejando e analisando resultados

Medir os resultados da estratégia digital é um dos aspectos mais importantes para que ela possa funcionar. E é muito fácil entender o motivo disso. Como o marketing na web é um campo extremamente responsivo, se não ficarmos de olho no impacto das nossas iniciativas podemos facilmente perder grandes oportunidades.

Felizmente, a maneira como são estruturadas as mídias digitais torna medir os resultado da estratégia digital uma tarefa mais simples. Se as compararmos com, por exemplo, canais tradicionais como a TV e os jornais, logo perceberemos que nenhuma oferece a chance de entendermos o comportamento do nosso usuário como a web. Mas isso não necessariamente significa que fazer essa medição será algo descomplicado.

Muitas vezes, utilizar apenas as ferramentas que as próprias redes disponibilizam como padrão pode deixá-lo longe de ver os resultados reais de sua estratégia online. Por isso, com o passar dos anos, foram criadas inúmeras ferramentas que podem ser utilizadas por pessoas como você, para entender a fundo como se comporta (e o que busca) o seu consumidor.

Hoje você conhecerá algumas métricas importantes para avaliar investimentos, tomar decisões e conhecer melhor a sua audiência. E conhecerá algumas soluções de software que podem ajudá-lo nessa jornada. Vamos lá?

Quais são as métricas para medir resultados da estratégia digital?

Este primeiro tópico começa com uma série de questionamentos no lugar de uma resposta imediata. Isso porque medir a eficácia de uma estratégia digital nunca é a mesma coisa de projeto para projeto. O que queremos dizer com isso é que há particularidades em cada campanha que você executa online e elas devem ser respeitadas na hora de escolher as métricas certas para fazer o seu acompanhamento.

Há campanhas cujo principal objetivo é aumentar a consciência de marca, enquanto também convivemos com aquelas que pressionam o consumidor diretamente a realizar uma decisão. Enquanto nas primeiras analisar o impacto e o alcance das suas atividades nas redes sociais é prioritário, nas segundas você deve se focar em métricas de conversão.

Por isso, a primeira coisa que devemos questionar ao realizar a medição de uma campanha online é seu objetivo.

O que é que você pretende alcançar com uma determinada peça publicitária? Por que ela é importante para o seu negócio? Como ela realiza o seu papel?

Uma landing page tem como seu principal objetivo gerar conversões. Sua função é impelir usuários a tomarem uma decisão e conhecerem melhor um produto ou serviço, dando um passo decisivo na jornada do cliente.

Mas uma campanha de rede display, por outro lado, pode querer apenas que as pessoas tomem conhecimento da existência da sua marca. Ou ainda querer endereçar problemas específicos, conduzindo leitores ao seu blog e fazendo com que eles deem início a descoberta de seu problema.

Entende onde queremos chegar? Avaliar investimentos, conhecer seu público e tomar decisões só é possível quando você tem as métricas adequadas. Falaremos de algumas delas a seguir. Confira!

Quais são as principais métricas existentes?

Hoje, as principais métricas que os profissionais de marketing avaliam no seu dia a dia podem ser agrupadas em três conjuntos diferentes. Falamos, especificamente, de métricas de tráfego, conversão e renda.

Em geral, toda campanha precisa estar disposta a avaliar esses três aspectos simultaneamente. Porque eles alimentam uns aos outros. Sem a geração de tráfego não pode haver um número de conversões significativas e, sem conversões, a renda do seu negócio pode sair prejudicada.

Temos então algumas maneiras de medir a eficácia de cada uma dessas áreas. Quando o assunto é tráfego, por exemplo, a maneira mais comum de avaliar a performance de um negócio é compreender quantas visitas ele está agregando ao seu portfólio, dentro de um período.

Todavia há outros pontos a se analisar: fontes de tráfego, quantos usuários utilizam dispositivos móveis para acessar seu conteúdo, o custo por clique na aquisição, a taxa de cliques que um determinado material possui, entre outros.

Já se falarmos em conversões, o ideal costuma ser verificar a taxa bruta delas. Ela é o suficiente para nos indicar quantas pessoas passaram de visitantes a consumidores.

Porém, para fazer uma análise complexa das suas campanhas, o melhor é incluir também o custo de cada lead, o bounce rate dos visitantes de sua página, a quantidade de material que eles consomem a cada visita e com que frequência eles retornam ao seu website.

Se o tema é métricas de renda as coisas quase sempre podem ser analisadas a partir do ROI — ou retorno sobre investimento. Essa métrica é o suficiente para entender quanto a sua empresa gastou para conquistar um número X de rendimentos.

Entretanto, você pode ganhar muito conhecimento analisando também fatores como o custo de aquisição. Essa medida determina quanto do seu ROI foi necessário para atrair um único cliente e ajuda você a otimizar campanhas ao longo de um período de tempo. Diminuir o custo de aquisição torna seu departamento de marketing ótimo.

Mas há muito mais que pode ser analisado dentro de uma campanha de marketing para medir a sua eficiência. Pense, por exemplo, que a landing page da sua campanha apresenta um botão de CTA e, simultaneamente, opções de contato.

Entender qual dessas opções o seu usuário prefere pode ajudá-lo a chegar a resultados mais impressionantes no futuro. Por isso, conhecer as ferramentas capazes de medir essas particularidades é fundamental.

Quais ferramentas de análise da estratégia digital existem?

É seguro dizer que aqui não conseguiremos abordar todas as ferramentas de análise da estratégia digital que existem. Mas podemos contemplar algumas delas que farão toda a diferença na maneira como o seu negócio adquire e mantém clientes.

Hoje, no mercado, você encontra recursos de software capazes de parametrizar as interações que o seu consumidor tem com as páginas do seu website. E, em alguns casos, outras que vão bastante além disso.

Soluções capazes de medir os níveis de interação dos clientes em sua loja, por exemplo, são cada vez mais comuns. E elas são algo que pode realmente causar uma revolução no seu marketing, pois trazem informações antes restritas ao mundo digital para a vida offline.

Pense, por exemplo, que existem recursos por aí capazes de funcionar como vigilantes do seu conteúdo. Eles verificam quanto tempo um usuário passa numa determinada página, em que botões ele clica e que tipo de conteúdo mais chama sua atenção.

São alternativas como essas que podem alavancar a maneira como a sua empresa olha para os dados e oferecer relatórios completos do comportamento e desejos do seu usuário, a fim de otimizar a sua tomada de decisão e entregar dados reais de interação.

Quer aprender a medir os resultados da estratégia digital como um especialista? Entre em contato com a Alice Wonders e conheça as nossas soluções.

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Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 395

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 261

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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