O que é um planograma? Repense seu espaço e a exposição dos produtos 0 1891

mulher buscando roupas na loja dentro do planograma

O que é planograma? Conhecidos como “planos de gôndola”, planogramas são um recurso de visualização para entender a disposição dos produtos no ambiente e otimizar o trade marketing. Eles fazem com que seja muito mais simples entender quantos itens de cada marca há em uma prateleira, o quão fáceis eles estão de se visualizar e acessar e que impacto isso tem nos consumidores.

Planogramas são essenciais para varejistas porque são estudos para criação de layouts mais eficientes e designs de loja que favorecem o aumento das vendas.

No artigo de hoje você entenderá o que é preciso fazer para criar um planograma e como cada uma dessas ações é vantajosa para a sua empresa. Pronto para aprender? Então vamos lá!

Coloque produtos mais lucrativos na frente da loja

O ponto principal de um planograma é avaliar como dispor de um produto para que ele seja visualizado por todos que entram na sua loja. É por causa disso que eles funcionam como ferramentas para alavancar os resultados com trade marketing, já que priorizam os itens de parceiros. Entretanto, não basta apenas colocar aquelas peças que integram essa estratégia, já que elas podem ser muitas e nem sempre oferecem a mesma lucratividade para a empresa.

O ideal é que o plano de gôndola aumente a visibilidade daqueles produtos que trazem mais retorno para a sua marca. Fazer com que essa organização funcione, portanto, vai exigir que você tenha um relacionamento muito bom com o fornecedor.

Embora atualizar as prateleiras seja um ato frequente, é muito melhor ter estoque disponível para mantê-las sempre cheias com os produtos que trazem mais rendimento para a empresa e para o parceiro.

Temos que diferenciar os produtos mais lucrativos dos líderes de audiência. Aqueles itens que boa parte do seu público vai procurar toda vez que visita a loja precisam estar mais distantes da entrada dela, pois são essenciais. Eles servirão como um motivador para que o cliente passeie pelo espaço e veja outros produtos que podem lhe interessar.

Siga uma lógica na organização dos preços

Um recurso que não pode faltar no PDV é a psicologia dos preços. Esse termo se refere às alterações na percepção de custo de um produto que são proporcionadas pela forma como organizamos a disposição deles. Uma forma de impulsionar o ticket médio é criar a sensação de preço psicológico, um tipo de compra por impulso.

Ao organizar as gôndolas, distribuir os preços que parecem oportunidades nos espaços mais visíveis aumentará a venda dos produtos selecionados.

Gerencie os produtos da loja por categoria

O gerenciamento por categoria é peça chave para o trade marketing porque utiliza dados para guiar a configuração da loja. Números como o valor do varejo, o número de venda, marketshare, preço e concorrência vão orientar a disposição de produtos em um estabelecimento de acordo com categorias. São eles que definirão que itens precisam ocupar mais espaço e quais não precisam mais estar na cartela de produtos da loja, por exemplo.

As categorias indicarão oportunidades de venda e apontarão em que espaços da loja a experiência de compra pode ser otimizada ao se aplicar estratégias como a adjacência — inclusão de produtos similares perto uns dos outros.

Distribua promoções em locais estratégicos

Já parou para pensar que o espaço em que se localizam as promoções na sua loja influencia no desempenho delas? Pontas de gôndolas são os locais mais indicados para a inclusão de ofertas porque oferecem a melhor visualização para quem transita pelo ambiente. As ilhas também são bastante utilizadas nos planogramas para oferecer um efeito similar, visto que são pontos centrais nos corredores das lojas.

Para que as promoções cheguem mesmo aos visitantes que não planejavam comprar determinado produto é necessário avaliar o quanto cada uma delas oferece de lucro para a loja. As mais rentáveis sempre devem estar em posição mais proeminente do que as menos lucrativas.

Acompanhe o comportamento do cliente

A tecnologia tem papel muito importante na criação dos planogramas. Softwares são frequentemente utilizados para entender como cada um deles funciona e favorece um negócio, todavia, é a captação de dados que faz com que eles sejam eficientes. Acompanhar como um consumidor navega pela loja vai informar melhor os sistemas quanto ao que é preciso fazer para criar um bom plano de gôndola.

Sensores de movimento são uma ótima pedida para obter informações precisas sobre como o cliente se movimenta no PDV. Eles geram dados que são alimentados nas soluções para que elas entendam exatamente como se beneficiar dessa movimentação espontânea.

Empresas que não contam com sensores, porém, não ficam sem dados para basear seus planogramas, apenas precisam aferi-los de maneira diferente. Será a opinião de funcionários e a observação de imagens em câmeras que informará a confecção dos planos de gôndola e apontará comportamentos específicos do shopper.

Faça o mapeamento físico dos produtos

Todas as lojas têm pontos frios e quentes (e eles nada têm a ver com as geladeiras que estão presentes em um supermercado). Chamamos de pontos frios aqueles que têm menos movimento e atraem menos pessoas, enquanto os pontos quentes são o oposto.

É necessário mapear esses pontos se quiser explorar todo o potencial da sua loja. Aqui, a observação do comportamento do consumidor vai lhe ajudar, contudo, a tentativa e erro pode ser ainda mais efetiva. É comum que as pessoas se acostumem a circular por uma loja da mesma forma como sempre fizeram, portanto, mover os seus produtos periodicamente lhe permitirá entender se aquela disposição era a melhor ou apenas a habitual.

Observe os resultados que obtiver com cada uma dessas alterações para criar o planograma ideal.

Desenvolver um planograma não é tarefa fácil. Especialistas podem ajudá-lo a entender melhor como cada um desses pontos influencia na experiência de compra e beneficia os resultados no seu estabelecimento.

Consultar-se com uma equipe que entende do assunto e tem muitos anos de mercado vai garantir planos de gôndola eficazes para o seu PDV.

E aí, conseguiu entender o que é planograma e como começar a criar o da sua loja? Acesse a página da AliceWonders e conheça nossos cases de sucesso no varejo!

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Flagship KitKat Chocolatory 0 549

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 989

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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