Saiba como a experiência de compra do cliente pode destacar a sua empresa! 17 10129

ilustração mostrando avaliação de experiência de compra

Em um mercado cada vez mais profissionalizado e competitivo, oferecer uma experiência de compra positiva para o cliente deixa de ser um diferencial e passa a ser uma obrigação.

Aquelas empresas que não oferecem tratamento personalizado e surpreendente para o consumidor fatalmente verão os seus números reduzirem e perderão espaço para a concorrência.

Mas calma! Neste artigo mostraremos a importância da experiência de compra e o que deve ser feito para melhorá-la — com o objetivo de aumentar suas conversões. Além disso, apresentaremos algumas tendências e inovações que podem aprimorar a sua estratégia.

Quer ter clientes encantados com a sua empresa? Então, siga com a leitura!

O que é a experiência de compra?

Você já reparou como somos impactados por milhões de informações todos os dias? Fica difícil absorver tantos “compre”, “ouça”, “clique”, “assine” etc. E, no fim do dia, o que retemos é somente aquilo que foi importante ou nos emocionou.

Exatamente por isso, é cada vez mais desafiador para as empresas conseguir tocar esse consumidor sedento por novas experiências.

E por falar em experiências, devemos esclarecer que é ela que faz com que o cliente sinta emoção ou tenha o desejo de adquirir um produto. Percebe como tudo está relacionado?

Portanto, a experiência de compra pode ser definida como uma estratégia do varejo — com ênfase na atração e retenção — que coloca o cliente no centro das atenções, tornando a compra cada vez mais personalizada, intuitiva e emocionante!

Em outras palavras, a experiência de compra pode ser interpretada como um conceito que vai muito além da simples transação comercial. Na verdade, o objetivo é fazer o consumidor se emocionar e criar afinidade com a marca.

Para não haver confusão, veja o que não é experiência de compra:

  • trabalhar somente o aspecto sensorial (odor, degustação, música e outros) não é experiência de compra;
  • a simples percepção que o cliente tem da marca não é experiência de compra.

Embora o objetivo da empresa seja entregar sempre o melhor para o cliente, a experiência negativa existe — o cliente não encontrou o que procurava, foi mal atendido, teve o carro arranhado no estacionamento etc. — e também é uma forma de experiência de compra.

Portanto, essa estratégia é um dos componentes do brand equity que precisa funcionar de ponta a ponta para ser boa: desde o estacionamento sem problemas na sinalização até o estoque bem gerenciado.

Assim, podemos dizer que todo tipo interface (boa ou ruim) do cliente com a empresa ajuda a criar a sua percepção sobre a experiência de compra. Veja alguns dos elementos positivos que influenciam nesse processo:

  • ambiente do PDV;
  • aspectos visuais e arquitetura;
  • relacionamento do cliente com os produtos e a equipe;
  • interações sensoriais;
  • preço e variedades de produtos de acordo com as expectativas;
  • diversão durante a compra;
  • operação sem falhas;
  • inovação;
  • atendentes treinados, cativantes e motivados.

A seguir, falaremos sobre as três características que definem uma experiência positivamente marcante para o cliente:

Experiência significativa

Se o cliente foi embora e, pouco tempo depois, já se esqueceu de quem é você ou qual a sua empresa, é sinal de que algo precisa ser revisto. É importante que esse consumidor saia falando para seus amigos da boa experiência que viveu na sua organização.

Tudo bem: nem sempre as pessoas gostam de compartilhar o que vivenciam. Contudo, é fundamental que o momento seja marcado de alguma forma: seja pelo bom atendimento, pela simpatia, atenção, o comprometimento com a satisfação ou até mesmo esforços que você teve para solucionar um problema que a pessoa tinha antes de passar pela sua porta.

Outro ponto que é bastante valorizado pelos clientes é o fato de a empresa saber respeitar o seu momento de compra. Tenha em mente que o processo de vendas tem alguns estágios. Tentar acelerar a conversão de maneira forçada pode trazer um resultado oposto ao esperado.

Isso porque a grande maioria das vendas só acontece quando existe confiança nas duas pontas da relação. Assim, para conseguir a confiança do cliente, é preciso falar a mesma língua que ele em cada um dos estágios e oferecer soluções que realmente se encaixam nas suas necessidades para o momento.

Imagine, por exemplo, um cliente que entrou em contato com a empresa no passado e não teve as suas dúvidas esclarecidas. Ao contrário disso, o vendedor ficou tentando “empurrar” algum produto nele. Você acha que uma nova abordagem a esse cliente resultará em vendas? Muito dificilmente a negociação será efetivada.

Portanto, ao conhecer e respeitar o estágio de compra do cliente, o vendedor poderá oferecer uma experiência significativa alinhada à sua expectativa. A partir daí, ele ganhará a confiança do cliente e, consequentemente, a venda será facilitada.

Experiência memorável

Prometer mundos e fundos ao cliente não é uma postura ética e nem garantirá a venda. Uma experiência memorável não tem nada a ver com promessas de felicidade eterna e perfeição.

Em vez disso, ela está relacionada a um tratamento educado, atencioso, digno e sincero. Portanto, é importante saber ouvir o cliente até o fim para, depois, prometer algo que realmente solucione os seus problemas — esse é o caminho certo para surpreendê-lo!

Experiência positiva

Uma experiência positiva é algo que impressiona e garante que o cliente vai querer vivê-la novamente. Ou seja, é a empresa ter uma preocupação constante em identificar o nível de satisfação do cliente e buscar melhorá-la a cada novo contato.

Se a sua empresa tem um histórico do cliente, revise-o sempre. Se, em algum momento, você tiver a sensação de que ficou faltando algo no tratamento ou atendimento, reverta isso imediatamente.

Por que sua empresa deveria se importar?

Vencer as objeções dos clientes dá trabalho. No entanto, quando a experiência de compra é bem trabalhada, ela deixa uma marca indelével na mente do consumidor, e o relacionamento se torna algo valioso. A partir daí, a compra será algo natural e divertido.

Falando assim, parece um tanto simples e óbvio. Mas saiba que muitas empresas negligenciam a experiência de compra. E o motivo é mais simples ainda: criar experiências inesquecíveis requer planejamento, criatividade, prudência e execução. Além de ter que dar treinamentos aos colaboradores.

O resultado disso é que essas empresas continuam oferecendo uma experiência medíocre ao cliente no PDV. E perdem uma oportunidade para o negócio se destacar.

Se você ainda não se convenceu da importância da experiência de compra para a sua empresa, a seguir daremos mais dois motivos para você oferecer um tratamento customizado ao cliente!

O PDV se torna mais flexível

Para oferecer uma experiência de compra personalizada no ponto de venda, é necessário interpretar melhor as ramificações do público — observar o seu comportamento, sua cultura, classe social e fatores regionais. Esse processo exige que a empresa se adapte à expectativa do público. Logo, ela se torna mais flexível.

No entanto, essa análise precisa ser baseada em dois pontos fundamentais:

  1. o conhecimento deve ser obtido por meio de dados confiáveis;
  2. as métricas precisam ser analisadas e agrupadas de acordo com os padrões de comportamento (perfis que buscam produtos diferenciados, preço baixo, comodidade etc.).

Assim, uma pequena adaptação do PDV possibilita que a empresa atenda os desejos de um público comum de maneira personalizada.

O cliente se sente satisfeito

A experiência de compra personalizada apresenta uma característica interessante: embora a empresa tenha se adaptado para atender a um grupo de clientes, cada indivíduo sente como se a loja tivesse se moldado para atender às suas necessidades exclusivas.

Isso ocorre porque a adaptação leva em consideração a demanda por produtos ou diferenciais específicos de uma região ou grupo de clientes. Assim, esse público sentirá uma identificação com a empresa. Ou seja, o PDV consegue atender as necessidades de muitos consumidores de uma só vez.

O resultado disso é que o cliente se sente contemplado, e a empresa cria uma atmosfera positiva que contribui na fidelização daquele grupo de consumidores.

E então, se convenceu de que a experiência de compra é importante para a sua empresa? Então veja a seguir como e porque melhorá-la!

Como e por que melhorar a experiência de compra?

No tópico anterior, falamos porque a sua empresa deveria se importar com a experiência de compra. Agora, vamos apresentar alguns números:

Esses dados deixam claro que, embora o consumidor esteja cada vez mais conectado aos multicanais e faça diversas pesquisas para conhecer as melhores opções para resolver o seu problema, a experiência de compra no PDV continua exercendo uma forte influência na sua decisão final. Exatamente por isso, ela precisa ser melhorada constantemente. A seguir, veja o que você pode fazer para atingir esse objetivo:

Crie empatia com os seus clientes

Antes de iniciar qualquer estratégia, você precisa se colocar no lugar do seu público. Ou seja, imagine que tipo de produtos, serviços e processos o seu cliente procura.

Para cada etapa da experiência de compra, assuma a ótica do seu consumidor para imaginar como ele reagiria às suas ações. Feito isso, é importante averiguar com a equipe de vendas se algum passo foi esquecido ou ignorado.

Seja eficiente nas interações

Uma interação eficiente é aquela que se antecipa às etapas do processo de compra. Para isso, você pode criar materiais que auxiliem a apresentação do seu produto ou serviço e explique como ele pode ser útil para o seu consumidor. Isso ajuda a sanar as dúvidas do cliente que antes procrastinavam a negociação.

Ouça o seu cliente

Nós já falamos aqui sobre a importância de ouvir o seu cliente para oferecer soluções que realmente façam sentido para ele — em vez de fazer falsas promessas. No entanto, é importante reforçarmos esse aspecto, porque ele é fundamental para a sua empresa conseguir entregar uma boa experiência de compra para os consumidores.

Assim, quando um cliente manifestar a sua opinião, necessidade, dúvida, reclamação ou sugestão, tenha uma equipe disposta a escutá-lo. Mesmo que seja impossível resolver todas as demandas naquele momento, elas podem trazer insights para melhorias futuras na experiência de compra.

Não se descuide do PDV

Existem algumas falhas comuns que você deve evitar no seu ponto de vendas. Entre elas, podemos destacar:

  • não ter um bom planejamento;
  • não considerar o tipo de público atendido;
  • ter uma vitrine pouco atraente;
  • não ter cuidado com a iluminação ideal;
  • não ter uma temperatura agradável;
  • dispor os produtos de maneira desordenada;
  • descuidar do estoque;
  • não treinar a equipe.

Tome cuidado com essas falhas e corrija-as, quando detectadas.

Surpreenda o seu cliente

Se você acompanhou todas as dicas até aqui, é porque deseja tornar a experiência do cliente memorável, não é mesmo? Para isso, o melhor caminho é emocioná-lo e surpreendê-lo. Ou seja, a sua empresa precisa entregar valores ou benefícios que o cliente não exigiu ou não esperava — um serviço extra, brindes ou até mesmo um agradecimento personalizado no pós-venda são bons exemplos.

A seguir, veja o que pode ser feito para melhorar a experiência de compra e surpreender o seu cliente:

  • satisfazer ou até superar as expectativas do consumidor — isso exige uma reflexão profunda sobre a identidade do cliente;
  • entregar uma experiência sem estresse e sem esforço para o consumidor — aqui é importante fazer um planejamento minucioso;
  • oferecer diferenciais e ações com forte apelo — o engajamento social é uma boa oportunidade, nos dias atuais;
  • personalizar o atendimento — o cliente precisa estar no controle e se sentir bem tratado.

Por fim, cabe reforçarmos a importância de emocionar o consumidor, sempre!

Por que acompanhar as inovações nessa área?

Inovações no PDV abrem um novo mundo de possibilidades para a sua empresa encantar e impactar o cliente. Falando assim, até parece clichê, não é mesmo? Mas veja a seguir algumas possibilidades e entenda o que a sua empresa ganha com isso:

Aumenta a interatividade

Quando o cliente vive uma experiência imersiva, ele cria laços com a empresa e se sente mais propenso a efetuar a compra e se tornar um evangeilizador da marca.

Para empresas que trabalham com vending machines, por exemplo, temos um case fantástico de uma máquina de biscoitos que destrava automaticamente por meio de um tapete interativo — isso tudo no meio da rua.

Esse tipo de experiência encanta o consumidor e fortalece o relacionamento.

Realidade aumentada: cria um novo mundo diante dos olhos do cliente

A realidade aumentada é uma inovação que utiliza a tecnologia agregada à realidade. Ou seja, diversos objetos são projetados e se integram ao real.

Um bom exemplo de ação assim é a que foi desenvolvida pela Alice Wonders para a Monsanto Brasil, com o objetivo de mostrar toda a tecnologia disponível para o mercado agro.

Assim, as pessoas conseguiam interagir com “tratores virtuais” e outras novidades do setor. O resultado foi uma experiência imersiva e impactante que, certamente, ficará na mente do consumidor por muito tempo.

Permite visitas virtuais

O cliente não pode comparecer presencialmente à sua empresa? A visita virtual resolve!

Imagine uma feira a que você gostaria muito de ir, mas ela acontece em outra cidade. Ou ainda, você até está perto, mas ficou em dúvida se compensa ir lá. Para o cliente que vive esses momentos, a visita virtual é uma excelente experiência.

No Salão do Automóvel de 2016, por exemplo, um projeto muito legal foi criado pela Alice Wonders para a Volkswagen. Nele, o cliente podia fazer visitas virtuais no estande da montadora (sem precisar ir até lá).

O resultado da ação foi que o estande “recebeu” muito mais pessoas (tanto presencialmente, quanto virtualmente).

Ajuda no gerenciamento de estoque

Se o cliente chega na sua empresa e não encontra o que procura, ele sairá insatisfeito. Da mesma forma, se a entrega sofre atraso porque o item estava indisponível, você acabou de oferecer uma péssima experiência de compra.

Para evitar esses problemas, é preciso gerenciar corretamente o estoque. Algumas inovações muito interessantes nessa área são os softwares e as soluções integradas que permitem gerir o estoque adequadamente, avisando quando um produto está com os níveis baixos e evitando que ele seja vendido quando estiver em falta.

Apoia a personalização

Embora a personalização pareça desafiadora por ter que levar em consideração os valores e interesses específicos de cada cliente, ela pode ser facilitada por uma nova tendência do mercado, conhecida por “customização em massa”. Esse conceito é uma forma de equilibrar a expectativa dos consumidores com as contas da empresa e, assim, oferecer uma experiência de compra customizada.

Para isso, é preciso utilizar a tecnologia, relatórios de inteligência de dados e plataformas que disponibilizam informações sobre o mercado, público-alvo e concorrência.

Sistemas de inteligência artificial e Big Data no PDV ajudam a entender, predizer e reagir ao comportamento do consumidor de forma automatizada e em tempo real. Logo, a sua empresa poderá mapear os hábitos de consumo de cada cliente para antecipar as necessidades e criar promoções direcionadas.

A empresa analisa esses dados para compreender alguns padrões de comportamento dos consumidores. Como, por exemplo, o crescimento do interesse por produtos naturais, cervejas artesanais ou outras categorias de artigos.

Um exemplo disso é o software da Alice Wonders que realiza a parametrização de interações e geração de insights. Para tanto, ele analisa os KPI’s (métricas) para entregar dados reais e relevantes da interação.

Por meio dessa inovação, a empresa consegue criar setores específicos, promover experiências sensoriais que estimulam a compra de certos itens e até mesmo reconfigurar o PDV de uma forma que destaque produtos específicos.

Possibilita a criação de vitrines digitais

Painéis eletrônicos colocados na vitrine, caixa, prateleira, balcão ou outro local do PDV podem apresentar as características dos produtos (como preço, aspectos técnicos, modelos, formas de pagamento, etc.). Essa ação ajuda a destacar as mercadorias e faz com que os clientes aumentem o desejo por eles.

Pesquisas apontam que 76% dos consumidores entrariam em uma loja baseados simplesmente na atratividade da sua fachada.

Um exemplo é a Adidas, que teve um aumento de 40% nas vendas depois de implementar o sistema de sinalização digital em suas vitrines.

Dá vida ao PDV

Você se lembra daqueles filmes futuristas dos anos 1990 em que as pessoas conversavam com hologramas? Pois saiba que o futuro já chegou! Por meio da tecnologia, inovação e interatividade, já é possível criar assistentes holográficos para o PDV.

Um case de sucesso é o da Sensodyne, desenvolvido pela Alice Wonders. O objetivo do trabalho era dar vida e interatividade ao PDV para impulsionar o lançamento do Sensodyne Repair e Protect. Assim, um dentista holográfico apresentava o produto.

O resultado disso foi um aumento de 300% nas vendas já no primeiro dia. E o sucesso foi tanto, que a ação foi repetida no ano seguinte e obteve os mesmos números — já com um novo dentista.

Como vimos, a experiência de compra, quando positiva, faz com que o cliente tenha uma nova percepção sobre a marca. E o resultado disso é que ele se sente mais propenso a comprar produtos ou contratar serviços da empresa.

Além disso, as inovações e estratégias de marketing possibilitam uma infinidade de ações que podem trazer um retorno fantástico para a empresa. No entanto, a criação e a execução exige um trabalho incessante, desafiador e exaustivo. Assim, a empresa contratada precisa ser especializada em experiências digitais no varejo para potencializar o sellout.

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Flagship KitKat Chocolatory 0 552

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 993

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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