Saiba como implementar uma cultura de inovação na sua empresa 1 1286

Pessoas conversando e pensando em inovações

Implementar uma cultura de inovação pode trazer muitos resultados, visto que essa iniciativa aproveita melhor o potencial dos colaboradores e abre espaço para novas ideias, fazendo com que a empresa se destaque mais facilmente no mercado.

Mas para entender como é possível implementar esse conceito é preciso, antes de tudo, entender o que ele realmente significa. Chamamos de cultura de inovação a determinação que os negócios e seus agentes têm de surgir com novas ideias ou com novas aplicações para as que já existem, mas que jamais foram testadas em um nicho de mercado ou em uma escala em particular.

Cultura de inovação, portanto, não é o espaço no qual se destacam apenas as mentes mais brilhantes — ela pode ser fomentada em todas as empresas e trazer benefícios para todos os formatos de negócios.

Neste texto, você vai entender melhor o que é preciso para implementar uma cultura de inovação em um negócio, quais são as vantagens de se investir nesse conceito e como fazê-lo. Confira!

O que é preciso para implementar uma cultura de inovação?

O primeiro passo para implementar uma cultura de inovação é entender melhor a natureza do negócio. É apenas na posse desse conhecimento que os parceiros ou os funcionários poderão começar a trabalhar esse conceito.

São os insights obtidos na fase de descoberta que permitem que sejam construídas mudanças e determinadas oportunidades de inovação. Informações mais detalhadas sobre o mercado, os clientes, a concorrência e a forma de trabalhar do negócio são fundamentais para que aconteça essa mudança de paradigma.

Quais são as vantagens da cultura de inovação?

Há muitos benefícios ao se incentivar uma cultura de inovação. Mas quem colhe os frutos dessa mudança: os clientes, os funcionários ou a empresa? Podemos dizer que, em se tratando de uma implementação adequada, todos verão vantagem na sua adoção.

A cultura de inovação tende a melhorar o relacionamento que o cliente tem com o negócio. Ou seja, ela começa criando valor para o consumidor e desafiando a concorrência a inovar também. Isso faz com que seja melhor adquirir produtos em um determinado nicho de mercado, pois as chances de se comprar um bem de alto valor ficam muito maiores.

Em segundo lugar, ela enriquece as interações entre os membros da equipe. Ela dá a eles mais liberdade para compartilharem suas ideias e faz com que se sintam motivados e instigados no trabalho que realizam todos os dias.

Por último, a cultura de inovação é positiva para a empresa porque aquele valor agregado que o cliente encontra nos produtos se reflete no preço deles nas prateleiras. Além disso, os gestores podem esperar um ambiente de trabalho menos estressante, já que eles não serão os únicos responsáveis por ter novas ideias.

Listamos abaixo três outras vantagens:

Resolver problemas complexos

Todas as empresas têm aqueles desafios que as acompanham por muito tempo — são eles que fazem com que seja necessário o trabalho constante na otimização dos processos e das operações. Porém, com uma cultura de inovação é mais fácil resolvê-los.

A partir do momento em que o time deixa de se preocupar com oferecer qualquer solução e passa a pensar fora da caixa, as chances de alcançar uma alternativa criativa aumentam.

Aumentar a produtividade do negócio

A cultura de inovação também faz bem para a produtividade dos negócios. Afinal, ela aponta novos processos e mudanças que podem reduzir significativamente o esforço dos funcionários. Criar e testar novas ideias é o único caminho para esse tipo de melhoria em longo prazo.

Vencer a concorrência com inovação

Por último, não há melhor motivo para investir em cultura de inovação senão a possibilidade de vencer os concorrentes. Clientes tendem a preferir negócios que entregam produtos melhores, com uma boa relação de custo-benefício e um serviço de excelência. A inovação pode ajudá-lo em todos esses aspectos.

Como implementar a cultura de inovação?

Implementá-la fica mais fácil quando você é introduzido às principais ferramentas utilizadas para se inovar. Hoje, temos três delas como principais: olhar para o negócio como um empreendedor, contar com a ajuda de parceiros criativos e não ter medo das mudanças.

Explicamos, a seguir, como cada uma dessas ferramentas pode ajudar.

1. Olhe para o negócio como empreendedor

É comum pensar que a cultura de inovação só tem potencial para afetar a vida dos funcionários. Mas é apenas olhando para o negócio como empreendedor que ela poderá ser implementada, e isso deve acontecer desde a gerência até as áreas menores da companhia.

Se cada profissional olhar para aquilo que faz como se fosse um elo independente do negócio, ficará mais fácil assumir responsabilidades. Isso favorece a geração de ideias avançadas, agressivas e diferenciadas.

2. Conte com parceiros criativos

Na inovação, como em outros aspectos dos negócios, não é preciso fazer tudo sozinho. Há especialistas no mercado cuja única função é ajudar as empresas a se tornarem mais inovadoras — contar com a ajuda deles é uma boa ideia.

Há muitas companhias e gestores que não estão habituados à inovação, portanto, precisam de um empurrãozinho externo para fazê-la. Parceiros criativos e especializados podem trazer soluções inovadoras para todos os tipos de negócios.

3. Não tenha medo de mudanças

Finalmente, não há como implementar uma cultura de inovação tendo medo das mudanças que vêm por aí. Todas elas só serão feitas se puderem trazer conhecimento e agregar valor ao negócio no futuro. Mas, ainda assim, elas podem aparecer como um desafio para aqueles gestores mais tradicionais.

Portanto, é preciso mudar a maneira como você visualiza os aspectos do negócio e os pontos específicos da rotina de trabalho. Dar início à adoção de uma cultura de inovação sem aprender antes a lidar com a mudança pode fazer com que o processo seja muito mais difícil.

A cultura de inovação não é algo que se resume a como os funcionários vão trabalhar a partir de agora. Ela é muito mais eficiente quando os profissionais que ocupam posições gerenciais também a adotam. Por isso, podemos dizer que ela é uma mudança de paradigma, acima de tudo.

Uma das certezas que temos é que o futuro está cheio de mudanças. E elas serão cada vez maiores e mais frequentes. Inovação é também aprender coisas novas e acostumar-se a lidar com as transições que acarretam.

Sabendo se beneficiar dela, a cultura de inovação pode ser o que faltava para que a sua empresa seja um sucesso.

Gostou de aprender mais sobre a cultura de inovação? Converse agora mesmo com um dos nossos especialistas e descubra como implementá-la em seu negócio!

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Tendências para o varejo em 2020 0 1401

Para ficar por dentro do que está em tendência e apostar no varejo, vamos pontuar a nossa visão acima dos temas mais relevantes apresentados na NRF Retail’s Big Show deste ano, a principal feira do setor. Iremos falar sobre o que estamos acompanhando e vendo dar certo no varejo no Brasil e no mundo. 

Um assunto que nunca sai de moda é como entender o perfil do consumidor e o que está por trás disso. E para traçar o perfil do seu consumidor real, com o objetivo de converter as suas vendas, o melhor passo é a captação de dados

Gerar e analisar os dados

Adote esta regra: dados em primeiro lugar. Captar dados no varejo não se restringe apenas ao ecommerce. Investir em tecnologia no PDV, hoje, é algo super rentável que pode ser a base das suas estratégias de vendas. 

Com a interação via sensores, capazes de mensurar, por exemplo, o tempo de permanência de uma pessoa em frente à gôndola, conseguimos ver na prática a relação: fluxo x conversão. Os dados gerados a partir dos sensores, quando bem posicionados em pontos estratégicos, indicam uma série de informações precisas e únicas. Basta que você saiba trabalhar em cima desses dados para alcançar seus objetivos. 

Gôndola TRESemmé, por Alice Wonders
Holografia de gôndola TRESemmé, realizado por Alice Wonders. Obteve 180 mil interações e mais de 25 mil pessoas impactadas.

A inovadora holografia no PDV da TRESemmé com sensores, permitiu extrair dados indicando resultados de cerca de 3600 interações por dia, além de chamar a atenção de mais de 25 mil pessoas por mais de 5 segundos na frente da holografia. A nossa tecnologia cria a possibilidade de transmitir vídeos similares a campanhas de TV, que passa todas as informações necessárias e ainda promove a sensação dos produtos estarem flutuando em frente aos consumidores, resultando experiência única e diferencial.

Criar experiências únicas

Engajar o consumidor e conectá-lo a um nível emocional é uma excelente estratégia. Apesar de não ser mais novidade, essa pauta voltou a chamar atenção este ano na NRF, o que reforça a ideia de continuar apostando em gerar experiências únicas ao consumidor. 

Você já deve ter percebido que a tecnologia está cada vez mais integrando aspectos humanos, justamente para levar emoções e sensações às pessoas. É o que chamam de “varejo humanológico”, ou seja, a tecnologia a favor da humanização nas relações de compra, venda e experiência. 

Se você conseguir criar uma memória no seu consumidor através da experiência, você já conseguiu uma retenção. 

Colocar produtos à prova 

Oferecer testes do seu produto tem a ver, também, com levar experiências ao consumidor. Como as lojas pop-ups que distribuem amostras grátis, degustação ou até mesmo disponibilizam um produto como provador. Ter essa oportunidade é algo imensurável para os clientes, que retribuem com feedbacks construtivos para a sua marca e eleva o nível de satisfação. 

Além disso, a sua loja física pode oferecer produtos exclusivos, ou sob medida. Quanto mais se sentir único e especial, mais chances tem desse consumidor de se fidelizar com a sua marca. Outra vantagem de produzir produtos exclusivos, é diminuir a quantidade de estoques. Pense nisso!

Personalização dos espaços 

Investimento no espaço e em novos equipamentos – seja na decoração da loja ou em tecnologia – costuma ser um investimento de capital a longo prazo (de dez a quinze anos). Em um outro post aqui no nosso blog falamos sobre a importância da personalização dos espaços físicos e como um ambiente interfere na experiência do cliente. Confira!

“A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte”.

Vitrine infinita Di Santini, projeto criado por Alice Wonders.
Vitrine infinita Di Santini, criada por Alice Wonders. Projeto que une experiências digitais e espaços físicos.

Curtiu as dicas e já quer aplicar as tendências na sua marca? Entre em contato conosco para ajudá-lo a realizar projetos incríveis. 

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Flagship KitKat Chocolatory 0 1320

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

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