Saiba como a experiência de compra do cliente pode destacar a sua empresa! 17 16662

ilustração mostrando avaliação de experiência de compra

Em um mercado cada vez mais profissionalizado e competitivo, oferecer uma experiência de compra positiva para o cliente deixa de ser um diferencial e passa a ser uma obrigação.

Aquelas empresas que não oferecem tratamento personalizado e surpreendente para o consumidor fatalmente verão os seus números reduzirem e perderão espaço para a concorrência.

Mas calma! Neste artigo mostraremos a importância da experiência de compra e o que deve ser feito para melhorá-la — com o objetivo de aumentar suas conversões. Além disso, apresentaremos algumas tendências e inovações que podem aprimorar a sua estratégia.

Quer ter clientes encantados com a sua empresa? Então, siga com a leitura!

O que é a experiência de compra?

Você já reparou como somos impactados por milhões de informações todos os dias? Fica difícil absorver tantos “compre”, “ouça”, “clique”, “assine” etc. E, no fim do dia, o que retemos é somente aquilo que foi importante ou nos emocionou.

Exatamente por isso, é cada vez mais desafiador para as empresas conseguir tocar esse consumidor sedento por novas experiências.

E por falar em experiências, devemos esclarecer que é ela que faz com que o cliente sinta emoção ou tenha o desejo de adquirir um produto. Percebe como tudo está relacionado?

Portanto, a experiência de compra pode ser definida como uma estratégia do varejo — com ênfase na atração e retenção — que coloca o cliente no centro das atenções, tornando a compra cada vez mais personalizada, intuitiva e emocionante!

Em outras palavras, a experiência de compra pode ser interpretada como um conceito que vai muito além da simples transação comercial. Na verdade, o objetivo é fazer o consumidor se emocionar e criar afinidade com a marca.

Para não haver confusão, veja o que não é experiência de compra:

  • trabalhar somente o aspecto sensorial (odor, degustação, música e outros) não é experiência de compra;
  • a simples percepção que o cliente tem da marca não é experiência de compra.

Embora o objetivo da empresa seja entregar sempre o melhor para o cliente, a experiência negativa existe — o cliente não encontrou o que procurava, foi mal atendido, teve o carro arranhado no estacionamento etc. — e também é uma forma de experiência de compra.

Portanto, essa estratégia é um dos componentes do brand equity que precisa funcionar de ponta a ponta para ser boa: desde o estacionamento sem problemas na sinalização até o estoque bem gerenciado.

Assim, podemos dizer que todo tipo interface (boa ou ruim) do cliente com a empresa ajuda a criar a sua percepção sobre a experiência de compra. Veja alguns dos elementos positivos que influenciam nesse processo:

  • ambiente do PDV;
  • aspectos visuais e arquitetura;
  • relacionamento do cliente com os produtos e a equipe;
  • interações sensoriais;
  • preço e variedades de produtos de acordo com as expectativas;
  • diversão durante a compra;
  • operação sem falhas;
  • inovação;
  • atendentes treinados, cativantes e motivados.

A seguir, falaremos sobre as três características que definem uma experiência positivamente marcante para o cliente:

Experiência significativa

Se o cliente foi embora e, pouco tempo depois, já se esqueceu de quem é você ou qual a sua empresa, é sinal de que algo precisa ser revisto. É importante que esse consumidor saia falando para seus amigos da boa experiência que viveu na sua organização.

Tudo bem: nem sempre as pessoas gostam de compartilhar o que vivenciam. Contudo, é fundamental que o momento seja marcado de alguma forma: seja pelo bom atendimento, pela simpatia, atenção, o comprometimento com a satisfação ou até mesmo esforços que você teve para solucionar um problema que a pessoa tinha antes de passar pela sua porta.

Outro ponto que é bastante valorizado pelos clientes é o fato de a empresa saber respeitar o seu momento de compra. Tenha em mente que o processo de vendas tem alguns estágios. Tentar acelerar a conversão de maneira forçada pode trazer um resultado oposto ao esperado.

Isso porque a grande maioria das vendas só acontece quando existe confiança nas duas pontas da relação. Assim, para conseguir a confiança do cliente, é preciso falar a mesma língua que ele em cada um dos estágios e oferecer soluções que realmente se encaixam nas suas necessidades para o momento.

Imagine, por exemplo, um cliente que entrou em contato com a empresa no passado e não teve as suas dúvidas esclarecidas. Ao contrário disso, o vendedor ficou tentando “empurrar” algum produto nele. Você acha que uma nova abordagem a esse cliente resultará em vendas? Muito dificilmente a negociação será efetivada.

Portanto, ao conhecer e respeitar o estágio de compra do cliente, o vendedor poderá oferecer uma experiência significativa alinhada à sua expectativa. A partir daí, ele ganhará a confiança do cliente e, consequentemente, a venda será facilitada.

Experiência memorável

Prometer mundos e fundos ao cliente não é uma postura ética e nem garantirá a venda. Uma experiência memorável não tem nada a ver com promessas de felicidade eterna e perfeição.

Em vez disso, ela está relacionada a um tratamento educado, atencioso, digno e sincero. Portanto, é importante saber ouvir o cliente até o fim para, depois, prometer algo que realmente solucione os seus problemas — esse é o caminho certo para surpreendê-lo!

Experiência positiva

Uma experiência positiva é algo que impressiona e garante que o cliente vai querer vivê-la novamente. Ou seja, é a empresa ter uma preocupação constante em identificar o nível de satisfação do cliente e buscar melhorá-la a cada novo contato.

Se a sua empresa tem um histórico do cliente, revise-o sempre. Se, em algum momento, você tiver a sensação de que ficou faltando algo no tratamento ou atendimento, reverta isso imediatamente.

Por que sua empresa deveria se importar?

Vencer as objeções dos clientes dá trabalho. No entanto, quando a experiência de compra é bem trabalhada, ela deixa uma marca indelével na mente do consumidor, e o relacionamento se torna algo valioso. A partir daí, a compra será algo natural e divertido.

Falando assim, parece um tanto simples e óbvio. Mas saiba que muitas empresas negligenciam a experiência de compra. E o motivo é mais simples ainda: criar experiências inesquecíveis requer planejamento, criatividade, prudência e execução. Além de ter que dar treinamentos aos colaboradores.

O resultado disso é que essas empresas continuam oferecendo uma experiência medíocre ao cliente no PDV. E perdem uma oportunidade para o negócio se destacar.

Se você ainda não se convenceu da importância da experiência de compra para a sua empresa, a seguir daremos mais dois motivos para você oferecer um tratamento customizado ao cliente!

O PDV se torna mais flexível

Para oferecer uma experiência de compra personalizada no ponto de venda, é necessário interpretar melhor as ramificações do público — observar o seu comportamento, sua cultura, classe social e fatores regionais. Esse processo exige que a empresa se adapte à expectativa do público. Logo, ela se torna mais flexível.

No entanto, essa análise precisa ser baseada em dois pontos fundamentais:

  1. o conhecimento deve ser obtido por meio de dados confiáveis;
  2. as métricas precisam ser analisadas e agrupadas de acordo com os padrões de comportamento (perfis que buscam produtos diferenciados, preço baixo, comodidade etc.).

Assim, uma pequena adaptação do PDV possibilita que a empresa atenda os desejos de um público comum de maneira personalizada.

O cliente se sente satisfeito

A experiência de compra personalizada apresenta uma característica interessante: embora a empresa tenha se adaptado para atender a um grupo de clientes, cada indivíduo sente como se a loja tivesse se moldado para atender às suas necessidades exclusivas.

Isso ocorre porque a adaptação leva em consideração a demanda por produtos ou diferenciais específicos de uma região ou grupo de clientes. Assim, esse público sentirá uma identificação com a empresa. Ou seja, o PDV consegue atender as necessidades de muitos consumidores de uma só vez.

O resultado disso é que o cliente se sente contemplado, e a empresa cria uma atmosfera positiva que contribui na fidelização daquele grupo de consumidores.

E então, se convenceu de que a experiência de compra é importante para a sua empresa? Então veja a seguir como e porque melhorá-la!

Como e por que melhorar a experiência de compra?

No tópico anterior, falamos porque a sua empresa deveria se importar com a experiência de compra. Agora, vamos apresentar alguns números:

Esses dados deixam claro que, embora o consumidor esteja cada vez mais conectado aos multicanais e faça diversas pesquisas para conhecer as melhores opções para resolver o seu problema, a experiência de compra no PDV continua exercendo uma forte influência na sua decisão final. Exatamente por isso, ela precisa ser melhorada constantemente. A seguir, veja o que você pode fazer para atingir esse objetivo:

Crie empatia com os seus clientes

Antes de iniciar qualquer estratégia, você precisa se colocar no lugar do seu público. Ou seja, imagine que tipo de produtos, serviços e processos o seu cliente procura.

Para cada etapa da experiência de compra, assuma a ótica do seu consumidor para imaginar como ele reagiria às suas ações. Feito isso, é importante averiguar com a equipe de vendas se algum passo foi esquecido ou ignorado.

Seja eficiente nas interações

Uma interação eficiente é aquela que se antecipa às etapas do processo de compra. Para isso, você pode criar materiais que auxiliem a apresentação do seu produto ou serviço e explique como ele pode ser útil para o seu consumidor. Isso ajuda a sanar as dúvidas do cliente que antes procrastinavam a negociação.

Ouça o seu cliente

Nós já falamos aqui sobre a importância de ouvir o seu cliente para oferecer soluções que realmente façam sentido para ele — em vez de fazer falsas promessas. No entanto, é importante reforçarmos esse aspecto, porque ele é fundamental para a sua empresa conseguir entregar uma boa experiência de compra para os consumidores.

Assim, quando um cliente manifestar a sua opinião, necessidade, dúvida, reclamação ou sugestão, tenha uma equipe disposta a escutá-lo. Mesmo que seja impossível resolver todas as demandas naquele momento, elas podem trazer insights para melhorias futuras na experiência de compra.

Não se descuide do PDV

Existem algumas falhas comuns que você deve evitar no seu ponto de vendas. Entre elas, podemos destacar:

  • não ter um bom planejamento;
  • não considerar o tipo de público atendido;
  • ter uma vitrine pouco atraente;
  • não ter cuidado com a iluminação ideal;
  • não ter uma temperatura agradável;
  • dispor os produtos de maneira desordenada;
  • descuidar do estoque;
  • não treinar a equipe.

Tome cuidado com essas falhas e corrija-as, quando detectadas.

Surpreenda o seu cliente

Se você acompanhou todas as dicas até aqui, é porque deseja tornar a experiência do cliente memorável, não é mesmo? Para isso, o melhor caminho é emocioná-lo e surpreendê-lo. Ou seja, a sua empresa precisa entregar valores ou benefícios que o cliente não exigiu ou não esperava — um serviço extra, brindes ou até mesmo um agradecimento personalizado no pós-venda são bons exemplos.

A seguir, veja o que pode ser feito para melhorar a experiência de compra e surpreender o seu cliente:

  • satisfazer ou até superar as expectativas do consumidor — isso exige uma reflexão profunda sobre a identidade do cliente;
  • entregar uma experiência sem estresse e sem esforço para o consumidor — aqui é importante fazer um planejamento minucioso;
  • oferecer diferenciais e ações com forte apelo — o engajamento social é uma boa oportunidade, nos dias atuais;
  • personalizar o atendimento — o cliente precisa estar no controle e se sentir bem tratado.

Por fim, cabe reforçarmos a importância de emocionar o consumidor, sempre!

Por que acompanhar as inovações nessa área?

Inovações no PDV abrem um novo mundo de possibilidades para a sua empresa encantar e impactar o cliente. Falando assim, até parece clichê, não é mesmo? Mas veja a seguir algumas possibilidades e entenda o que a sua empresa ganha com isso:

Aumenta a interatividade

Quando o cliente vive uma experiência imersiva, ele cria laços com a empresa e se sente mais propenso a efetuar a compra e se tornar um evangeilizador da marca.

Para empresas que trabalham com vending machines, por exemplo, temos um case fantástico de uma máquina de biscoitos que destrava automaticamente por meio de um tapete interativo — isso tudo no meio da rua.

Esse tipo de experiência encanta o consumidor e fortalece o relacionamento.

Realidade aumentada: cria um novo mundo diante dos olhos do cliente

A realidade aumentada é uma inovação que utiliza a tecnologia agregada à realidade. Ou seja, diversos objetos são projetados e se integram ao real.

Um bom exemplo de ação assim é a que foi desenvolvida pela Alice Wonders para a Monsanto Brasil, com o objetivo de mostrar toda a tecnologia disponível para o mercado agro.

Assim, as pessoas conseguiam interagir com “tratores virtuais” e outras novidades do setor. O resultado foi uma experiência imersiva e impactante que, certamente, ficará na mente do consumidor por muito tempo.

Permite visitas virtuais

O cliente não pode comparecer presencialmente à sua empresa? A visita virtual resolve!

Imagine uma feira a que você gostaria muito de ir, mas ela acontece em outra cidade. Ou ainda, você até está perto, mas ficou em dúvida se compensa ir lá. Para o cliente que vive esses momentos, a visita virtual é uma excelente experiência.

No Salão do Automóvel de 2016, por exemplo, um projeto muito legal foi criado pela Alice Wonders para a Volkswagen. Nele, o cliente podia fazer visitas virtuais no estande da montadora (sem precisar ir até lá).

O resultado da ação foi que o estande “recebeu” muito mais pessoas (tanto presencialmente, quanto virtualmente).

Ajuda no gerenciamento de estoque

Se o cliente chega na sua empresa e não encontra o que procura, ele sairá insatisfeito. Da mesma forma, se a entrega sofre atraso porque o item estava indisponível, você acabou de oferecer uma péssima experiência de compra.

Para evitar esses problemas, é preciso gerenciar corretamente o estoque. Algumas inovações muito interessantes nessa área são os softwares e as soluções integradas que permitem gerir o estoque adequadamente, avisando quando um produto está com os níveis baixos e evitando que ele seja vendido quando estiver em falta.

Apoia a personalização

Embora a personalização pareça desafiadora por ter que levar em consideração os valores e interesses específicos de cada cliente, ela pode ser facilitada por uma nova tendência do mercado, conhecida por “customização em massa”. Esse conceito é uma forma de equilibrar a expectativa dos consumidores com as contas da empresa e, assim, oferecer uma experiência de compra customizada.

Para isso, é preciso utilizar a tecnologia, relatórios de inteligência de dados e plataformas que disponibilizam informações sobre o mercado, público-alvo e concorrência.

Sistemas de inteligência artificial e Big Data no PDV ajudam a entender, predizer e reagir ao comportamento do consumidor de forma automatizada e em tempo real. Logo, a sua empresa poderá mapear os hábitos de consumo de cada cliente para antecipar as necessidades e criar promoções direcionadas.

A empresa analisa esses dados para compreender alguns padrões de comportamento dos consumidores. Como, por exemplo, o crescimento do interesse por produtos naturais, cervejas artesanais ou outras categorias de artigos.

Um exemplo disso é o software da Alice Wonders que realiza a parametrização de interações e geração de insights. Para tanto, ele analisa os KPI’s (métricas) para entregar dados reais e relevantes da interação.

Por meio dessa inovação, a empresa consegue criar setores específicos, promover experiências sensoriais que estimulam a compra de certos itens e até mesmo reconfigurar o PDV de uma forma que destaque produtos específicos.

Possibilita a criação de vitrines digitais

Painéis eletrônicos colocados na vitrine, caixa, prateleira, balcão ou outro local do PDV podem apresentar as características dos produtos (como preço, aspectos técnicos, modelos, formas de pagamento, etc.). Essa ação ajuda a destacar as mercadorias e faz com que os clientes aumentem o desejo por eles.

Pesquisas apontam que 76% dos consumidores entrariam em uma loja baseados simplesmente na atratividade da sua fachada.

Um exemplo é a Adidas, que teve um aumento de 40% nas vendas depois de implementar o sistema de sinalização digital em suas vitrines.

Dá vida ao PDV

Você se lembra daqueles filmes futuristas dos anos 1990 em que as pessoas conversavam com hologramas? Pois saiba que o futuro já chegou! Por meio da tecnologia, inovação e interatividade, já é possível criar assistentes holográficos para o PDV.

Um case de sucesso é o da Sensodyne, desenvolvido pela Alice Wonders. O objetivo do trabalho era dar vida e interatividade ao PDV para impulsionar o lançamento do Sensodyne Repair e Protect. Assim, um dentista holográfico apresentava o produto.

O resultado disso foi um aumento de 300% nas vendas já no primeiro dia. E o sucesso foi tanto, que a ação foi repetida no ano seguinte e obteve os mesmos números — já com um novo dentista.

Como vimos, a experiência de compra, quando positiva, faz com que o cliente tenha uma nova percepção sobre a marca. E o resultado disso é que ele se sente mais propenso a comprar produtos ou contratar serviços da empresa.

Além disso, as inovações e estratégias de marketing possibilitam uma infinidade de ações que podem trazer um retorno fantástico para a empresa. No entanto, a criação e a execução exige um trabalho incessante, desafiador e exaustivo. Assim, a empresa contratada precisa ser especializada em experiências digitais no varejo para potencializar o sellout.

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Salas Imersivas: venda mais com experiências sensoriais 0 186

Propor experiências em PDV tem se tornado um desafio para as lojas. Competir com o digital é uma realidade dura, mas é inegável que a presença física proporciona explorar oportunidades únicas. Uma delas são as salas imersivas, que baseiam interações com o público por meio da imersão sensorial.

Você já deve ter visto algumas dessas experiências em exposições, ativações de marcas e ações de marketing feitas em shoppings e em grandes lojas. A ideia é simples: envolver o consumidor em uma relação mais aprofundada do que somente olhar uma vitrine ou assistir a um comercial. O resultado dessa interação vai afetar diretamente o engajamento e o desejo de consumo.

Vamos tratar ao longo deste conteúdo o poder das salas imersivas, o que faz com que elas sejam especiais e como podem ser utilizadas em diversos segmentos de negócio.

O que são salas imersivas?

As salas imersivas são espaços em que os visitantes podem interagir e participar de alguma ação de marketing nas quais estão profundamente envolvidos com a proposta da campanha. Nessas salas, são explorados todos os sentidos: audição, tato, olfato, paladar e visão, juntos ou com apenas alguns desses em combinação.

Nessas salas, a imersão acontece quando o consumidor é exposto a diversos estímulos e oportunidades de interação sem nenhuma interrupção por um fator externo. Justamente para possibilitar isso, as experiências são conduzidas em salas especiais, em que há o foco em se concentrar nas sensações propostas pelas campanhas.

É importante destacar que a base das salas imersivas é um conceito amplamente conhecido e utilizado: o marketing sensorial. Essa prática consiste em gerar engajamento, identificação e uma percepção positiva em relação a marcas por meio de vídeos, cheiros, músicas, gostos e experiências de toque.

Quais tipos de experiências as salas imersivas podem proporcionar?

As salas imersivas podem ter vários tipos de experiências do tipo. Algumas focam apenas em linhas sensoriais específicas, enquanto outras mesclam as possibilidades para gerar momentos ainda mais impactantes a quem participa dessas ações. Entenda algumas dessas possibilidades de imersão sensorial a seguir.

Projeções Mapeadas

As projeções mapeadas dentro de salas podem gerar a sensação de que o consumidor está em alguma paisagem ou ao lado de pessoas que, na verdade, estão sendo projetadas. Da mesma forma, é possível projetar elementos menores, como produtos.

A ideia com as projeções é fazer uma reprodução fiel, geralmente nas paredes e no teto da sala em questão, gerando assim a sensação de imersão na pessoa que está lá dentro. É uma ótima possibilidade para transportar pessoas para cenários, por exemplo.

Playlists

As playlists ajudam a tornar essa experiência da sala imersiva ainda mais sensorial. Afinal, a música é um dos elementos mais ricos dentro da projeção de uma ideia de marca. Não à toa as empresas têm seus jingles e escolhem trilhas sonoras para suas ações.

Uma boa playlist pode ajudar a gerar essa sensação de imersão ainda maior, gerando ainda uma associação posterior à marca, quando o consumidor escutar novamente determinada música.

Telões 360º

Os telões em 360º ocupam as paredes dessas salas com a missão de reproduzir vídeos e animações que tornem a experiência mais ilustrada e viva. Por ser uma tela contínua, a experiência com esse mecanismo obriga as pessoas a girarem para consumir todo o conteúdo.

Esse estímulo à movimentação, ainda que seja natural por conta da disposição dos telões, é uma forma de fazer o consumidor participar e interagir com a sala. É uma oportunidade de projetar sua marca de maneira enriquecedora e interessante.

Painéis interativos

Os painéis interativos podem ser combinados com telões e outros tipos de mecanismos sensoriais dentro das salas imersivas. O foco desse recurso é dar ao consumidor a autonomia de executar a experiência da maneira que bem entender.

Com esses painéis, as pessoas podem projetar imagens, buscar informações e selecionar detalhes relacionados à experiência em que estão imersas. Isso gera um engajamento maior e, no fim das contas, torna a oportunidade ainda mais interessante para quem está dentro da sala imersiva.

Realidade aumentada e virtual

A realidade virtual é um recurso muito visto em games, mas que já está sendo utilizado em experiências sensoriais diversas. Nas salas, muitas vezes, as pessoas são conduzidas apenas para aproveitarem um espaço vazio em que possam se movimentar para explorar o universo e possibilidades que é transmitido no visor de VR.

Já a realidade aumentada é uma tecnologia que permite projetar reproduções 3D, com o uso de periféricos como smartphone (e sua câmera) para simular objetos virtuais em ambientes físicos, por exemplo. Este é um recurso que já vem sendo usado há anos em diversas indústrias e também pode ser aplicado em salas imersivas.

Quais mercados podem fazer uso das salas imersivas?

As salas podem ser pensadas para os mais variados mercados, desde que a experiência sensorial em si seja realmente relevante. É fundamental que as interações e o que é mostrado a quem participa dessas atividades tenha relação direta com o produto e a marca, gerando a real sensação de participação e exploração.

Alguns mercados se destacam nas possibilidade de uso das salas imersivas, mais especificamente estes:

  • imobiliário: salas que projetam um apartamento mobiliado que possa ser explorado por cada cômodo;
  • automotivo: salas que simulam a experiência de dirigir um carro;
  • gastronômico: uma ótima ideia de sala imersiva é um local em que o consumidor entra, pode assistir uma receita ser preparada e ainda seja estimulado por uma experiência olfativa em que sinta o cheiro da comida em questão;
  • museus: as salas podem permitir que o visitante seja imerso em uma determinada época ou em algum cenário histórico explorado em uma exposição;
  • moda e beleza: com totens interativos ou uso de realidade aumentada, por exemplo, os clientes podem provar peças digitalmente e ainda saber mais sobre as especificidades de cada produto.  

As salas imersivas propõem um mundo de possibilidades para projetar experiências incríveis nos mais variados setores de mercado. Ao aliar a ideia de interação e ativação de marca com a tecnologia correta, os resultados de engajamento e vendas naturalmente terão uma subida satisfatória.

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É o fim das lojas físicas? Confira 7 tendências para o futuro do varejo 0 2052

Especialistas ao redor do mundo afirmam que a pandemia do COVID-19 acelerou transformações digitais (e físicas) talvez esperadas apenas para a próxima década. Um exemplo disso foi o trabalho remoto que, segundo um estudo da McKinsey, levaria pouco mais de um ano para ser incrementado em tempos “normais”. Só que, com o decreto da quarentena em março de 2020, vimos escritórios inteiros migrarem para a casa de seus colaboradores em um período um pouco menor que o de 12 dias.

Parece insano, mas sabemos que essa não foi a única aceleração que a crise provocou na relação das pessoas com o mundo digital e físico. Os consumidores têm desenvolvido diferentes necessidades e comportamentos de consumo digital, que devem ser observados e absorvidos por grandes marcas nos próximos anos.

Logo, pode-se dizer que será o fim das lojas como conhecemos?

Confira a seguir 07 tendências que devem nortear o futuro do varejo físico, baseadas em pesquisas da NRF Retail’s Big Show 2021 e do 2020 Costumer Expectations Report.

1. Lojas pensadas para
produtos pessoas

Com o boom do e-commerce após o isolamento social, adquirir um produto ou serviço de sua loja favorita ficou a literalmente 1 clique de distância. Logo, as lojas físicas que desejam sobreviver ao pós-pandemia devem abrigar em seus estabelecimentos mais do que prateleiras infinitas e produtos de cores mil. 

Hoje, os consumidores buscam encontrar nas lojas espaços de experiência, convivência, interatividade e criação de memórias, rompendo as tradicionais relações de compra e venda que antes conhecíamos. 

A Kit Kat Chocolatory da Nestlé, localizada no Morumbi Shopping, é um perfeito exemplo de loja criada a partir do Experience Economy. Flagship desenvolvida pela agência inglesa FITCH, a Alice Wonders ficou responsável por desenvolver metade dos pontos de contato digitais e implementar 100% dos pontos de contato digitais da loja que embarca experiências como content wall, parede interativa, impressão de foto em um Kit Kat, Prateleira Infinita, cardápio digital, realidade virtual e mais, colocando o Brasil à frente de outros países em termos de tecnologia e inovação no PDV.

Mas isso significa que as lojas deixarão de ser locais voltados à vendas? Não necessariamente. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, 84% dos consumidores afirmam que tendem a gastar mais em lojas que ofereçam experiências de compra marcantes sejam elas recreativas, relaxantes, encantadoras ou informativas.

2. Tecnologias aliadas à experiência no PDV

Com consumidores cada vez mais digitais e hiperconectados, aliar tecnologia ao ponto de venda, além de impulsionar o visual merchandising da sua marca, ajuda a reter a atenção dos shoppers – que passam a ter não só os olhos, mas o tempo  cada vez mais disputado por lojas, apps, marcas concorrentes ou não.

Com o uso de Realidade Aumentada atrelada à experiências no varejo, por exemplo, é possível que os clientes experimentem roupas ou calçados de forma virtual, montem looks e até finalizem suas compras direto do provador. 

Outra tendência já utilizada por grandes empresas e startups ao redor do mundo é o uso de Inteligência Artificial para otimização do processo de compras, aperfeiçoamento do armazenamento e histórico de produtos, melhorias na gestão de estoque e estratégias baseadas em comportamento. 

Essas e outras tecnologias para ponto de venda não surgem para substituir as conexões humanas por completo, mas, sim, para somar na construção de experiências cada vez mais inovadoras, personalizadas e únicas.

3. Menos interrupções, mais “Do it yourself”

No varejo do futuro, os pontos de atrito entre lojas e consumidores parecem estar com os dias contados. 

Com a utilização de Bots, Apps, Telas e tecnologias como Scan-and-Show, as empresas agora apostam na diminuição de atritos entre vendedores e clientes, outorgando autonomia aos shoppers durante processos de atendimento, dúvidas e até mesmo de pagamento. 

Nesse último, conceitos como o cashless (menos dinheiro) e cardless (menos cartões) já vem sendo utilizados por marketplaces como Uber e Apple Pay, por exemplo. O modelo consiste em vincular os dados de pagamento ao gadget do consumidor, não sendo necessário apresentar o valor em espécie ou o cartão físico. Essa já é uma realidade também crescente em supermercados do Brasil, bastando ter o celular em mãos para debitar o valor de suas compras na saída.

4. Customer Centric: marcas atentas às preferências do consumidor

Empresas que seguem a tendência do Customer Centric, isto é, clientes no centro das decisões de negócio, buscam elaborar seu planejamento estratégico focado na melhor experiência dos usuários.

Suponhamos que você deseje abrir o primeiro ponto de atendimento da sua loja que, até então, era somente digital. Aplicando o conceito Customer Centric, você teria uma série de opções: desde avaliar a localização média de seus consumidores, até a elaboração de uma pesquisa com seus atuais clientes para sondar locais de suas preferências. Isso tornaria sua escolha muito mais acertada, baseando-se, sobretudo, na necessidade e vontade do seu consumidor.

O conceito já até tem sido percebido e bem avaliado pelos usuários. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, cerca de 79% dos consumidores dizem que as empresas que colocam os clientes como o centro do negócio destacam-se mais do que as que apenas geram marketing personalizado.

5. Logística 4.0: aceleração de entregas

Com a pandemia, além de atentar-se às medidas protetivas nas lojas físicas, os comércios precisaram também se adaptar ao crescimento exponencial do e-commerce. 

Em alguns setores, as vendas online cresceram entre 30% e 40% ao longo de 2020, demandando novos esforços e adaptações logísticas entre grandes varejistas e empresas transportadoras. 

A tendência é que o perfil de consumidor – cada vez mais exigente e seletivo –, exija entregas cada vez mais rápidas, bem como o acompanhamento de todas as etapas de distribuição em tempo real

A falta de inteligência tecnológica nos projetos de distribuição pode acarretar em inadequação de estoques, gerenciamento manual ineficaz, baixa transparência e  falta de flexibilidade em logística. Mais um reforço sobre a importância do uso de dados no varejo do futuro.

5. Marcas aliadas a responsabilidade social

Intensificado pela crise global, o olhar dos consumidores agora passa a ser ainda mais atraído por marcas que compartilham valores ligados à sustentabilidade, transparência e responsabilidade.

Um exemplo de posicionamento estrategicamente conectado ao tema de negócio é a AMA, projeto da AMBEV que apostou na expertise da Alice Wonders para dar corpo e vida à iniciativa através de uma Vending Machine Interativa

Na aquisição de cada garrafa de água AMA, 100% do lucro é revertido para construção de poços artesianos em bairros e comunidades que sofrem com a falta de água. Logo, além de destacar a marca com tecnologia e inovação, a máquina lançava um convite à reflexão social, demonstrando seu impacto positivo enquanto entretia e encantava o consumidor no ato de compra.

7Data-Driven: empresas e marcas regidas por dados

Com o crescimento exponencial do conceito Data-Driven, ou seja, empresas e organizações guiadas estrategicamente por dados, sobressaem-se as marcas que sabem desmistificar o big data para compreender o comportamento do consumidor seja no e-commerce ou varejo físico. 

Um exemplo de marca que bem representa essa tendência é a Intel. Junto a Alice Wonders, desenvolveu uma Smart Store Interativa que revolucionou o varejo de laptops no Brasil.

Em um totem, os shoppers respondiam suas preferências e necessidades na hora de escolher um notebook. Ao final do questionário, por meio de luzes coloridas, eram direcionados aos modelos das categorias que mais possuíam sinergia com suas escolhas. Além de toda a coleta de dados que favorecia as recomendações adequadas, a Intel ainda mapeava o comportamento do cliente na loja, acessando insights poderosos como quais modelos foram os mais procurados, qual a média de tempo e distância em cada laptop, quais dias e horas da semana receberam mais movimento (e muito mais!). 

Viu só o poder dos dados na hora de tomar decisões estratégicas para aumentar engajamento e volume de vendas no seu PDV? É justamente essa a funcionalidade do Granometrics.io, tecnologia exclusiva da Alice Wonders que mapeia comportamento em espaços físicos, gerando insights que resultam em vendas qualificadas.

Qual dessas tendências você acredita ser a mais revolucionária para o setor varejista? Compartilhe sua opinião nos comentários! 

E se você também deseja inovar e destacar sua marca com Experiências Digitais no PDV,  entre em contato conosco e conheça nossas soluções personalizadas! 

 

 

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