Saiba como a experiência de compra do cliente pode destacar a sua empresa! 17 21081

ilustração mostrando avaliação de experiência de compra

Em um mercado cada vez mais profissionalizado e competitivo, oferecer uma experiência de compra positiva para o cliente deixa de ser um diferencial e passa a ser uma obrigação.

Aquelas empresas que não oferecem tratamento personalizado e surpreendente para o consumidor fatalmente verão os seus números reduzirem e perderão espaço para a concorrência.

Mas calma! Neste artigo mostraremos a importância da experiência de compra e o que deve ser feito para melhorá-la — com o objetivo de aumentar suas conversões. Além disso, apresentaremos algumas tendências e inovações que podem aprimorar a sua estratégia.

Quer ter clientes encantados com a sua empresa? Então, siga com a leitura!

O que é a experiência de compra?

Você já reparou como somos impactados por milhões de informações todos os dias? Fica difícil absorver tantos “compre”, “ouça”, “clique”, “assine” etc. E, no fim do dia, o que retemos é somente aquilo que foi importante ou nos emocionou.

Exatamente por isso, é cada vez mais desafiador para as empresas conseguir tocar esse consumidor sedento por novas experiências.

E por falar em experiências, devemos esclarecer que é ela que faz com que o cliente sinta emoção ou tenha o desejo de adquirir um produto. Percebe como tudo está relacionado?

Portanto, a experiência de compra pode ser definida como uma estratégia do varejo — com ênfase na atração e retenção — que coloca o cliente no centro das atenções, tornando a compra cada vez mais personalizada, intuitiva e emocionante!

Em outras palavras, a experiência de compra pode ser interpretada como um conceito que vai muito além da simples transação comercial. Na verdade, o objetivo é fazer o consumidor se emocionar e criar afinidade com a marca.

Para não haver confusão, veja o que não é experiência de compra:

  • trabalhar somente o aspecto sensorial (odor, degustação, música e outros) não é experiência de compra;
  • a simples percepção que o cliente tem da marca não é experiência de compra.

Embora o objetivo da empresa seja entregar sempre o melhor para o cliente, a experiência negativa existe — o cliente não encontrou o que procurava, foi mal atendido, teve o carro arranhado no estacionamento etc. — e também é uma forma de experiência de compra.

Portanto, essa estratégia é um dos componentes do brand equity que precisa funcionar de ponta a ponta para ser boa: desde o estacionamento sem problemas na sinalização até o estoque bem gerenciado.

Assim, podemos dizer que todo tipo interface (boa ou ruim) do cliente com a empresa ajuda a criar a sua percepção sobre a experiência de compra. Veja alguns dos elementos positivos que influenciam nesse processo:

  • ambiente do PDV;
  • aspectos visuais e arquitetura;
  • relacionamento do cliente com os produtos e a equipe;
  • interações sensoriais;
  • preço e variedades de produtos de acordo com as expectativas;
  • diversão durante a compra;
  • operação sem falhas;
  • inovação;
  • atendentes treinados, cativantes e motivados.

A seguir, falaremos sobre as três características que definem uma experiência positivamente marcante para o cliente:

Experiência significativa

Se o cliente foi embora e, pouco tempo depois, já se esqueceu de quem é você ou qual a sua empresa, é sinal de que algo precisa ser revisto. É importante que esse consumidor saia falando para seus amigos da boa experiência que viveu na sua organização.

Tudo bem: nem sempre as pessoas gostam de compartilhar o que vivenciam. Contudo, é fundamental que o momento seja marcado de alguma forma: seja pelo bom atendimento, pela simpatia, atenção, o comprometimento com a satisfação ou até mesmo esforços que você teve para solucionar um problema que a pessoa tinha antes de passar pela sua porta.

Outro ponto que é bastante valorizado pelos clientes é o fato de a empresa saber respeitar o seu momento de compra. Tenha em mente que o processo de vendas tem alguns estágios. Tentar acelerar a conversão de maneira forçada pode trazer um resultado oposto ao esperado.

Isso porque a grande maioria das vendas só acontece quando existe confiança nas duas pontas da relação. Assim, para conseguir a confiança do cliente, é preciso falar a mesma língua que ele em cada um dos estágios e oferecer soluções que realmente se encaixam nas suas necessidades para o momento.

Imagine, por exemplo, um cliente que entrou em contato com a empresa no passado e não teve as suas dúvidas esclarecidas. Ao contrário disso, o vendedor ficou tentando “empurrar” algum produto nele. Você acha que uma nova abordagem a esse cliente resultará em vendas? Muito dificilmente a negociação será efetivada.

Portanto, ao conhecer e respeitar o estágio de compra do cliente, o vendedor poderá oferecer uma experiência significativa alinhada à sua expectativa. A partir daí, ele ganhará a confiança do cliente e, consequentemente, a venda será facilitada.

Experiência memorável

Prometer mundos e fundos ao cliente não é uma postura ética e nem garantirá a venda. Uma experiência memorável não tem nada a ver com promessas de felicidade eterna e perfeição.

Em vez disso, ela está relacionada a um tratamento educado, atencioso, digno e sincero. Portanto, é importante saber ouvir o cliente até o fim para, depois, prometer algo que realmente solucione os seus problemas — esse é o caminho certo para surpreendê-lo!

Experiência positiva

Uma experiência positiva é algo que impressiona e garante que o cliente vai querer vivê-la novamente. Ou seja, é a empresa ter uma preocupação constante em identificar o nível de satisfação do cliente e buscar melhorá-la a cada novo contato.

Se a sua empresa tem um histórico do cliente, revise-o sempre. Se, em algum momento, você tiver a sensação de que ficou faltando algo no tratamento ou atendimento, reverta isso imediatamente.

Por que sua empresa deveria se importar?

Vencer as objeções dos clientes dá trabalho. No entanto, quando a experiência de compra é bem trabalhada, ela deixa uma marca indelével na mente do consumidor, e o relacionamento se torna algo valioso. A partir daí, a compra será algo natural e divertido.

Falando assim, parece um tanto simples e óbvio. Mas saiba que muitas empresas negligenciam a experiência de compra. E o motivo é mais simples ainda: criar experiências inesquecíveis requer planejamento, criatividade, prudência e execução. Além de ter que dar treinamentos aos colaboradores.

O resultado disso é que essas empresas continuam oferecendo uma experiência medíocre ao cliente no PDV. E perdem uma oportunidade para o negócio se destacar.

Se você ainda não se convenceu da importância da experiência de compra para a sua empresa, a seguir daremos mais dois motivos para você oferecer um tratamento customizado ao cliente!

O PDV se torna mais flexível

Para oferecer uma experiência de compra personalizada no ponto de venda, é necessário interpretar melhor as ramificações do público — observar o seu comportamento, sua cultura, classe social e fatores regionais. Esse processo exige que a empresa se adapte à expectativa do público. Logo, ela se torna mais flexível.

No entanto, essa análise precisa ser baseada em dois pontos fundamentais:

  1. o conhecimento deve ser obtido por meio de dados confiáveis;
  2. as métricas precisam ser analisadas e agrupadas de acordo com os padrões de comportamento (perfis que buscam produtos diferenciados, preço baixo, comodidade etc.).

Assim, uma pequena adaptação do PDV possibilita que a empresa atenda os desejos de um público comum de maneira personalizada.

O cliente se sente satisfeito

A experiência de compra personalizada apresenta uma característica interessante: embora a empresa tenha se adaptado para atender a um grupo de clientes, cada indivíduo sente como se a loja tivesse se moldado para atender às suas necessidades exclusivas.

Isso ocorre porque a adaptação leva em consideração a demanda por produtos ou diferenciais específicos de uma região ou grupo de clientes. Assim, esse público sentirá uma identificação com a empresa. Ou seja, o PDV consegue atender as necessidades de muitos consumidores de uma só vez.

O resultado disso é que o cliente se sente contemplado, e a empresa cria uma atmosfera positiva que contribui na fidelização daquele grupo de consumidores.

E então, se convenceu de que a experiência de compra é importante para a sua empresa? Então veja a seguir como e porque melhorá-la!

Como e por que melhorar a experiência de compra?

No tópico anterior, falamos porque a sua empresa deveria se importar com a experiência de compra. Agora, vamos apresentar alguns números:

Esses dados deixam claro que, embora o consumidor esteja cada vez mais conectado aos multicanais e faça diversas pesquisas para conhecer as melhores opções para resolver o seu problema, a experiência de compra no PDV continua exercendo uma forte influência na sua decisão final. Exatamente por isso, ela precisa ser melhorada constantemente. A seguir, veja o que você pode fazer para atingir esse objetivo:

Crie empatia com os seus clientes

Antes de iniciar qualquer estratégia, você precisa se colocar no lugar do seu público. Ou seja, imagine que tipo de produtos, serviços e processos o seu cliente procura.

Para cada etapa da experiência de compra, assuma a ótica do seu consumidor para imaginar como ele reagiria às suas ações. Feito isso, é importante averiguar com a equipe de vendas se algum passo foi esquecido ou ignorado.

Seja eficiente nas interações

Uma interação eficiente é aquela que se antecipa às etapas do processo de compra. Para isso, você pode criar materiais que auxiliem a apresentação do seu produto ou serviço e explique como ele pode ser útil para o seu consumidor. Isso ajuda a sanar as dúvidas do cliente que antes procrastinavam a negociação.

Ouça o seu cliente

Nós já falamos aqui sobre a importância de ouvir o seu cliente para oferecer soluções que realmente façam sentido para ele — em vez de fazer falsas promessas. No entanto, é importante reforçarmos esse aspecto, porque ele é fundamental para a sua empresa conseguir entregar uma boa experiência de compra para os consumidores.

Assim, quando um cliente manifestar a sua opinião, necessidade, dúvida, reclamação ou sugestão, tenha uma equipe disposta a escutá-lo. Mesmo que seja impossível resolver todas as demandas naquele momento, elas podem trazer insights para melhorias futuras na experiência de compra.

Não se descuide do PDV

Existem algumas falhas comuns que você deve evitar no seu ponto de vendas. Entre elas, podemos destacar:

  • não ter um bom planejamento;
  • não considerar o tipo de público atendido;
  • ter uma vitrine pouco atraente;
  • não ter cuidado com a iluminação ideal;
  • não ter uma temperatura agradável;
  • dispor os produtos de maneira desordenada;
  • descuidar do estoque;
  • não treinar a equipe.

Tome cuidado com essas falhas e corrija-as, quando detectadas.

Surpreenda o seu cliente

Se você acompanhou todas as dicas até aqui, é porque deseja tornar a experiência do cliente memorável, não é mesmo? Para isso, o melhor caminho é emocioná-lo e surpreendê-lo. Ou seja, a sua empresa precisa entregar valores ou benefícios que o cliente não exigiu ou não esperava — um serviço extra, brindes ou até mesmo um agradecimento personalizado no pós-venda são bons exemplos.

A seguir, veja o que pode ser feito para melhorar a experiência de compra e surpreender o seu cliente:

  • satisfazer ou até superar as expectativas do consumidor — isso exige uma reflexão profunda sobre a identidade do cliente;
  • entregar uma experiência sem estresse e sem esforço para o consumidor — aqui é importante fazer um planejamento minucioso;
  • oferecer diferenciais e ações com forte apelo — o engajamento social é uma boa oportunidade, nos dias atuais;
  • personalizar o atendimento — o cliente precisa estar no controle e se sentir bem tratado.

Por fim, cabe reforçarmos a importância de emocionar o consumidor, sempre!

Por que acompanhar as inovações nessa área?

Inovações no PDV abrem um novo mundo de possibilidades para a sua empresa encantar e impactar o cliente. Falando assim, até parece clichê, não é mesmo? Mas veja a seguir algumas possibilidades e entenda o que a sua empresa ganha com isso:

Aumenta a interatividade

Quando o cliente vive uma experiência imersiva, ele cria laços com a empresa e se sente mais propenso a efetuar a compra e se tornar um evangeilizador da marca.

Para empresas que trabalham com vending machines, por exemplo, temos um case fantástico de uma máquina de biscoitos que destrava automaticamente por meio de um tapete interativo — isso tudo no meio da rua.

Esse tipo de experiência encanta o consumidor e fortalece o relacionamento.

Realidade aumentada: cria um novo mundo diante dos olhos do cliente

A realidade aumentada é uma inovação que utiliza a tecnologia agregada à realidade. Ou seja, diversos objetos são projetados e se integram ao real.

Um bom exemplo de ação assim é a que foi desenvolvida pela Alice Wonders para a Monsanto Brasil, com o objetivo de mostrar toda a tecnologia disponível para o mercado agro.

Assim, as pessoas conseguiam interagir com “tratores virtuais” e outras novidades do setor. O resultado foi uma experiência imersiva e impactante que, certamente, ficará na mente do consumidor por muito tempo.

Permite visitas virtuais

O cliente não pode comparecer presencialmente à sua empresa? A visita virtual resolve!

Imagine uma feira a que você gostaria muito de ir, mas ela acontece em outra cidade. Ou ainda, você até está perto, mas ficou em dúvida se compensa ir lá. Para o cliente que vive esses momentos, a visita virtual é uma excelente experiência.

No Salão do Automóvel de 2016, por exemplo, um projeto muito legal foi criado pela Alice Wonders para a Volkswagen. Nele, o cliente podia fazer visitas virtuais no estande da montadora (sem precisar ir até lá).

O resultado da ação foi que o estande “recebeu” muito mais pessoas (tanto presencialmente, quanto virtualmente).

Ajuda no gerenciamento de estoque

Se o cliente chega na sua empresa e não encontra o que procura, ele sairá insatisfeito. Da mesma forma, se a entrega sofre atraso porque o item estava indisponível, você acabou de oferecer uma péssima experiência de compra.

Para evitar esses problemas, é preciso gerenciar corretamente o estoque. Algumas inovações muito interessantes nessa área são os softwares e as soluções integradas que permitem gerir o estoque adequadamente, avisando quando um produto está com os níveis baixos e evitando que ele seja vendido quando estiver em falta.

Apoia a personalização

Embora a personalização pareça desafiadora por ter que levar em consideração os valores e interesses específicos de cada cliente, ela pode ser facilitada por uma nova tendência do mercado, conhecida por “customização em massa”. Esse conceito é uma forma de equilibrar a expectativa dos consumidores com as contas da empresa e, assim, oferecer uma experiência de compra customizada.

Para isso, é preciso utilizar a tecnologia, relatórios de inteligência de dados e plataformas que disponibilizam informações sobre o mercado, público-alvo e concorrência.

Sistemas de inteligência artificial e Big Data no PDV ajudam a entender, predizer e reagir ao comportamento do consumidor de forma automatizada e em tempo real. Logo, a sua empresa poderá mapear os hábitos de consumo de cada cliente para antecipar as necessidades e criar promoções direcionadas.

A empresa analisa esses dados para compreender alguns padrões de comportamento dos consumidores. Como, por exemplo, o crescimento do interesse por produtos naturais, cervejas artesanais ou outras categorias de artigos.

Um exemplo disso é o software da Alice Wonders que realiza a parametrização de interações e geração de insights. Para tanto, ele analisa os KPI’s (métricas) para entregar dados reais e relevantes da interação.

Por meio dessa inovação, a empresa consegue criar setores específicos, promover experiências sensoriais que estimulam a compra de certos itens e até mesmo reconfigurar o PDV de uma forma que destaque produtos específicos.

Possibilita a criação de vitrines digitais

Painéis eletrônicos colocados na vitrine, caixa, prateleira, balcão ou outro local do PDV podem apresentar as características dos produtos (como preço, aspectos técnicos, modelos, formas de pagamento, etc.). Essa ação ajuda a destacar as mercadorias e faz com que os clientes aumentem o desejo por eles.

Pesquisas apontam que 76% dos consumidores entrariam em uma loja baseados simplesmente na atratividade da sua fachada.

Um exemplo é a Adidas, que teve um aumento de 40% nas vendas depois de implementar o sistema de sinalização digital em suas vitrines.

Dá vida ao PDV

Você se lembra daqueles filmes futuristas dos anos 1990 em que as pessoas conversavam com hologramas? Pois saiba que o futuro já chegou! Por meio da tecnologia, inovação e interatividade, já é possível criar assistentes holográficos para o PDV.

Um case de sucesso é o da Sensodyne, desenvolvido pela Alice Wonders. O objetivo do trabalho era dar vida e interatividade ao PDV para impulsionar o lançamento do Sensodyne Repair e Protect. Assim, um dentista holográfico apresentava o produto.

O resultado disso foi um aumento de 300% nas vendas já no primeiro dia. E o sucesso foi tanto, que a ação foi repetida no ano seguinte e obteve os mesmos números — já com um novo dentista.

Como vimos, a experiência de compra, quando positiva, faz com que o cliente tenha uma nova percepção sobre a marca. E o resultado disso é que ele se sente mais propenso a comprar produtos ou contratar serviços da empresa.

Além disso, as inovações e estratégias de marketing possibilitam uma infinidade de ações que podem trazer um retorno fantástico para a empresa. No entanto, a criação e a execução exige um trabalho incessante, desafiador e exaustivo. Assim, a empresa contratada precisa ser especializada em experiências digitais no varejo para potencializar o sellout.

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Inovações no Varejo: 8 exemplos que estão revolucionando a experiência nas lojas físicas 0 733

O cenário do varejo está em constante evolução e a inovação desempenha um papel crucial nesse processo. Aqui, apresentamos oito exemplos de inovações que estão transformando a experiência de compra no varejo digital e físico.

1. A Ascensão do Comércio Eletrônico: Alto Nível de Personalização

O e-commerce colocou a capacidade de comprar praticamente qualquer coisa na ponta dos dedos dos consumidores. Com apenas alguns cliques, os clientes podem pesquisar e selecionar entre uma variedade infinita de produtos sem sair do conforto de suas casas.

A evolução contínua das inovações do varejo eletrônico permitiu uma personalização cada vez maior da experiência de compra online.

Algoritmos avançados agora podem analisar o histórico de compras dos seus clientes para prever o que eles desejam comprar a seguir. Este nível de personalização leva a recomendações de produtos mais precisos, ofertas direcionadas e uma experiência de compra global mais satisfatória.

2. Automação de Check-out: Mais Conveniência, Menos Filas 

Se há uma coisa que todos os clientes detestam, são longas filas no caixa. A automação do check-out surge como a resposta para este problema.

Com inovações no varejo, como scanners de código de barras automatizados e sistemas de pagamento sem contato, o processo de check-out tornou-se mais rápido e conveniente do que nunca.

Os clientes agora podem simplesmente escanear seus itens, pagar e sair da loja em questão de segundos.

3. O Poder dos Dados: Conheça Seu Cliente Como Nunca Antes

Com a capacidade de rastrear e analisar o comportamento de compra dos consumidores, você pode personalizar suas ofertas para atender às necessidades específicas de cada cliente.

Os dados do cliente podem revelar insights valiosos sobre suas preferências de produto, hábitos de compra e muito mais, permitindo identificar tendências emergentes, otimizar suas estratégias de marketing e fornecer uma experiência de varejo personalizada para cada cliente.

Conheça o Granometrics.io 

O Granometrics.io é uma plataforma exclusiva da Alice Wonders que utiliza múltiplos sensores para mapear a loja física e fornecer insights valiosos para tomada de decisões.

Com ele, você pode obter insights imprescindíveis para otimizar seu PDV e aumentar exponencialmente suas vendas, como:

• Interesse (Tempo de permanência na área de cobertura de cada sensor);
• Impacto (Distância, Melhores Dias, Melhores Horários);
• Volume (Fluxo de passagens na área de cobertura de cada sensor).

Clique aqui e entre em contato conosco para saber mais.

4. Realidade Aumentada e Virtual: Uma Mescla do Digital Com o Físico 

Quando falamos de inovações no varejo, a Realidade Aumentada (AR) e a Realidade Virtual (VR) certamente se destacam. Essas tecnologias têm o potencial de transformar completamente a experiência de compra, trazendo a loja para a casa do cliente.

A VR, por exemplo, pode permitir que os clientes “experimentem” roupas virtualmente antes de comprá-las. A AR, por outro lado, pode permitir que os clientes visualizem como um móvel ou eletrodoméstico ficaria em sua casa antes de fazer a compra.

Isso não apenas enriquece a experiência de compra, mas também ajuda a minimizar as devoluções, um problema persistente no setor de varejo.

Veja, no exemplo abaixo, uma experiência em AR desenvolvida pela Alice Wonders que promoveu um tour digital pelos empreendimentos da Incorporadora Trisul:

5. Inteligência Artificial: O Braço Direito do Varejo

A Inteligência Artificial (IA) é uma das inovações no varejo importantes que está mudando a cara dos pontos de venda..

A IA tem uma ampla gama de aplicações, desde chatbots que fornecem atendimento ao cliente 24/7 até sistemas de recomendação de produtos que utilizam o aprendizado de máquina para personalizar a experiência de compra.

A IA também pode ser usada para prever tendências de vendas, otimizar a gestão de estoque e melhorar a eficiência operacional. Por exemplo, com a IA, você pode analisar dados de vendas em tempo real para identificar quais produtos estão vendendo mais rápido.

6. O Crescimento do Varejo Móvel: Compras ao Alcance da Mão

Com a crescente popularidade dos smartphones, o varejo móvel tornou-se uma parte essencial da experiência de compra.

Os clientes agora esperam ser capazes de fazer compras a qualquer hora, em qualquer lugar, e os aplicativos tornaram isso possível.

Eles oferecem uma infinidade de recursos para melhorar a experiência de compra, desde a capacidade de comprar produtos com um único toque até receber notificações em tempo real sobre ofertas e promoções.

Além disso, muitos aplicativos agora incorporam tecnologias como AR e IA para proporcionar uma experiência de compra ainda mais personalizada e envolvente.

Veja, no exemplo abaixo, uma experiência em dispositivo móvel desenvolvida pela Alice Wonders para o lançamento da Lu, influenciadora digital da Magalu:

7. Internet das Coisas: Conectando o Varejo como Nunca Antes

A Internet das Coisas (IoT) tem o potencial de revolucionar o varejo de maneiras que apenas começamos a entender.

Os dispositivos IoT permitem que você rastreie o comportamento do consumidor em tempo real, gerencie inventários de forma mais eficiente e melhore a eficiência operacional.

Por exemplo, os beacons IoT podem enviar mensagens personalizadas para os smartphones dos clientes quando eles entram em uma loja, melhorando a experiência de compra. As prateleiras inteligentes podem monitorar os níveis de estoque e reabastecer automaticamente quando os níveis ficam baixos.

8. Experiências Personalizadas: Cada Cliente é Único

A personalização em massa é outra inovação importante no varejo. Em vez de oferecer produtos padronizados, você pode personalizar produtos para atender às necessidades e desejos específicos de cada cliente.

Com a ajuda de tecnologias é possível produzir produtos personalizados em grande escala. Isso não apenas melhora a experiência de compra, mas também ajuda a se diferenciar em um mercado cada vez mais competitivo.

Um exemplo de marca que bem representa essa tendência é a Intel. Junto a Alice Wonders, desenvolveu uma Smart Store Interativa que revolucionou o varejo de laptops no Brasil.

Em um totem, os shoppers respondiam suas preferências e necessidades na hora de escolher um notebook. Ao final do questionário, por meio de luzes coloridas, eram direcionados aos modelos das categorias que mais possuíam sinergia com suas escolhas.

Além de toda a coleta de dados que favorecia as recomendações adequadas, a Intel ainda mapeava o comportamento do cliente na loja, acessando insights poderosos como quais modelos foram os mais procurados, qual a média de tempo e distância em cada laptop, quais dias e horas da semana receberam mais movimento (e muito mais!).

Resumo

Em resumo, a inovação no varejo trata-se de entender as necessidades e desejos dos clientes e encontrar maneiras de atendê-los da melhor forma possível.

Com as inovações certas, você pode transformar a experiência de compra, conquistar a lealdade dos seus clientes e garantir o sucesso a longo prazo.

Quer mais dicas de como inovar no varejo?
Confira: 
Experiências Inovadoras para o Varejo: Um Guia Prático e Completo 

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Retail Analytics: 06 benefícios de captar dados de comportamento no PDV 0 572

No mundo atual, data-driven, é imperativo que as empresas coletem dados estratégicos de comportamento no Ponto de Venda (PDV). E para isso usamos o que é chamado de Retail Analytics.

Entender o cliente e seu comportamento não é mais um luxo, mas uma necessidade. 

Com a competição acirrada no mercado, entender as nuances de comportamento do cliente é o que pode diferenciar uma empresa de sucesso de uma que não se destaca.

Soluções digitais no PDV

Uma sala branca redonda com imersão 4D para criação de experiências e que pode gerar dados de Retail Analytics Uma apresentação imersiva 4D, com ventocheiro e som, onde o cliente personaliza cores, estilos e até móveis para um passeio virtual no apartamento. Além de uma experiência única para o cliente, uma poderosa ferramenta de vendas e geração de dados para a incorporadora. Veja mais clicando aqui.

Graças à revolução digital, as empresas agora podem contar com várias soluções para auxiliar na coleta de dados. 

Sensores e experiências tecnológicas, como realidade aumentada e virtual, podem ser utilizados para monitorar e coletar dados sobre o comportamento dos clientes no PDV.

6 Benefícios do Retail Analytics no PDV

Vamos agora explorar um pouco dos benefícios que o Retail Analytics proporciona ao seu negócio.

Compreender o comportamento do consumidor

A coleta de dados no PDV permite aos varejistas entenderem melhor as necessidades, preferências e comportamentos dos clientes. 

Por exemplo, um varejista pode coletar dados sobre quais produtos os clientes passam mais tempo examinando, quais seções da loja são mais visitadas, ou até mesmo quais dias e horários a loja recebe mais tráfego.

Essas informações podem ser extremamente valiosas. 

Se um determinado produto recebe muita atenção, mas não está convertendo em vendas, isso pode indicar um problema com o preço ou a forma como o produto está sendo apresentado. 

Ou, se uma seção da loja é frequentemente ignorada, talvez seja necessário repensar a disposição da loja ou o mix de produtos oferecidos nesta área.

Além disso, se os clientes visitam a loja mais frequentemente em certos dias e horários, você pode ajustar as horas de funcionamento, o pessoal e as promoções para esses horários de pico. 

Portanto, ao coletar e analisar esses dados de comportamento no PDV, os varejistas podem criar estratégias de marketing e vendas mais eficazes.

Estratégias essas que atendem diretamente às necessidades e preferências do cliente. Isso, por sua vez, pode levar a um aumento nas vendas e na satisfação do cliente.

Identificar tendências e oportunidades de mercado

Celular com gráfico de linhas, parte do teclado de um notebook no canto superior esquerdo, e na direita uma lupa em cima de um papel.

Os dados coletados no PDV têm o potencial de fornecer uma visão clara das tendências emergentes e oportunidades de mercado. 

Por exemplo, se um determinado tipo de produto está sendo rapidamente vendido, isso pode indicar uma tendência crescente que a empresa pode capitalizar. 

Imagine que você é um varejista de roupas e percebe que suas calças de cintura alta estão saindo das prateleiras mais rápido do que você consegue reabastecê-las. 

Isso pode indicar uma tendência crescente para esse tipo de calça, sugerindo que você deve talvez aumentar seu estoque e talvez até expandir a gama de estilos ou cores disponíveis.

Ou, talvez, os dados coletados possam mostrar que um determinado segmento de seus clientes, digamos, mulheres entre 18 e 24 anos, está crescendo. Isso pode sinalizar uma oportunidade para alinhar melhor sua gama de produtos e marketing para atender a esse segmento do mercado.

Assim, os dados de comportamento no PDV, que chamamos de Retail Analytics, também podem fornecer insights sobre quais produtos ou serviços não estão indo bem. 

Essa informação pode permitir que os varejistas reconsiderem seu estoque, redirecionem esforços de marketing ou mesmo descontinuem produtos que não estão tendo uma boa performance.

Portanto, o retail analytics não apenas ajuda a entender melhor seus clientes, mas também oferece a oportunidade de identificar tendências e oportunidades emergentes.

Isso permite que você tome decisões estratégicas que impulsionam o crescimento do seu negócio.

Personalizar as experiências em loja

Com os dados coletados no PDV, as experiências de compra podem ser personalizadas ao gosto de cada cliente. 

Por exemplo, um cliente pode frequentemente comprar produtos de cuidado com a pele. Ao perceber essa preferência através dos dados, você pode oferecer recomendações de produtos complementares, como novos hidratantes ou séruns que chegaram ao mercado.

Outra possibilidade de personalização vem através de ofertas personalizadas. 

Suponhamos que os dados mostram que um cliente específico costuma fazer compras maiores no final do mês. 

Com essa informação, você pode enviar a este cliente ofertas especiais ou cupons de desconto nesse período específico para encorajá-lo a continuar com esse comportamento.

Além disso, essa personalização também pode se estender à experiência na loja física. 

Por exemplo, o Retail analytics pode revelar que um cliente prefere comprar roupas de cores neutras. Com base nisso, ao entrar na loja, um assistente de vendas poderia direcioná-lo para uma seção que apresenta uma nova coleção de roupas em tons neutros.

Assim, ao usar os dados coletados no PDV para personalizar a experiência de compra, os varejistas podem não só melhorar a satisfação do cliente, mas também incentivar a lealdade e potencialmente aumentar as vendas.

Técnicas de Visual Merchandising baseado em dados

Entender o perfil e o comportamento do cliente permite que os varejistas criem experiências diferenciadas por meio do Visual Merchandising. 

Isso envolve a forma como os produtos são apresentados na loja, a organização do espaço e a comunicação visual utilizada, tudo isso com o objetivo de atrair, envolver e motivar o cliente a comprar.

Por exemplo, os dados coletados no PDV podem indicar que os clientes tendem a se deslocar para a direita ao entrar na loja. 

Essa informação poderia ser usada para colocar produtos de alto desempenho ou novos lançamentos nessa área de alto tráfego, aumentando assim a sua visibilidade e a probabilidade de venda.

Além disso, os dados de comportamento do cliente podem revelar quais tipos de displays de produto ou configurações de prateleiras são mais atraentes para os clientes. 

Por exemplo, imagine que os dados mostram que os displays de fim de corredor resultam em mais vendas. Você poderia optar por utilizar esses espaços para apresentar promoções especiais ou itens sazonais.

A comunicação visual também pode ser adaptada com base nas preferências dos clientes.

Se os dados mostram que uma determinada faixa etária de clientes é mais atraída por sinalizações coloridas e criativas, você pode implementar esse estilo de sinalização para aumentar o engajamento e a atratividade para esse grupo demográfico.

Melhorar a eficiência operacional

O Retail Analytics pode revelar importantes insights operacionais que podem ajudar a aumentar a eficiência e a produtividade da loja. 

Por exemplo, os dados de tráfego da loja podem mostrar horários de pico de movimentação de clientes. 

Com essa informação em mãos, você pode garantir que haja pessoal suficiente disponível durante esses períodos para atender à demanda e proporcionar um excelente atendimento ao cliente.

Da mesma forma, os dados de vendas de produtos podem ajudar a otimizar a gestão de estoque. 

Se um item específico está sendo vendido rapidamente, os dados podem alertar os varejistas para aumentar a quantidade de estoque desse item, evitando assim a perda de vendas devido à falta de produtos.

Além disso, os dados do PDV também podem identificar possíveis gargalos no processo de vendas. 

Por exemplo, se os dados mostram que os clientes costumam abandonar suas compras durante o checkout, isso pode indicar um problema com a velocidade ou a eficiência do processo de pagamento. 

Nesse caso, você pode buscar soluções para tornar o processo de checkout mais rápido e mais fácil, aumentando assim a satisfação do cliente e reduzindo o abandono de carrinho.

Tomada de decisões mais assertivas

Por fim, ter acesso a informações em tempo real por meio da coleta de dados no PDV pode ser transformador para o processo de tomada de decisões dos varejistas. 

Com os dados à disposição, decisões mais rápidas, precisas e embasadas podem ser tomadas, substituindo a incerteza e a suposição por estratégias confiáveis.

Por exemplo, os dados de vendas em tempo real podem mostrar que um determinado produto está vendendo rapidamente. 

Em resposta a isso, um varejista poderia decidir reabastecer esse item imediatamente. Evitando assim uma possível falta de estoque que poderia levar à perda de vendas.

Da mesma forma, se os dados mostram que uma campanha promocional está tendo um desempenho abaixo do esperado, os varejistas podem tomar a decisão de ajustar a campanha ou até mesmo de encerrá-la, evitando assim o desperdício de recursos em uma estratégia que não está funcionando.

Além disso, as informações de tráfego em tempo real podem ajudar os varejistas a ajustar rapidamente a alocação de funcionários. 

Por exemplo, se os dados mostram que a loja está particularmente movimentada, você pode redirecionar mais funcionários para o salão de vendas para garantir um bom atendimento ao cliente.

Conheça o Granometrics.io!

A plataforma Granometrics.io da Alice Wonders é uma ferramenta exclusiva que utiliza múltiplos sensores para mapear a loja física e fornecer insights valiosos para tomada de decisões. 

Com ela, você pode obter todas as informações necessárias para otimizar seu PDV e melhorar suas vendas.

Cases de Sucesso do Granometrics.io

Novo conceito de Loja de Laptop da IntelLoja da Intel utilizando projeto Alice Wonders.

A Intel usa Granometrics.io para avaliar:

  • Fluxo na Loja;
  • Intenção de compra por modelo de Laptop; 
  • Tempo de interação com cada modelo;
  • Horas de pico, dias da semana e do mês.

Em uma loja considerada de baixo poder aquisitivo, descobrimos que os modelos Gamer são os mais procurados. 

Em outra rede, identificamos um incrível aumento de 200% de fluxo durante a Black Friday. O que pode servir de comparativo para estabelecer se as vendas foram proporcionais à intenção de compra.

E você, marca ou varejista, já conhece o seu público? E a performance da sua loja? Não deixe de entrar em contato conosco e agendar uma demonstração do Granometrics.io. 

Estamos à disposição para ajudá-lo a aprimorar seu PDV e impulsionar suas vendas.

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