Experiência de compra: como as lojas estão evoluindo para encantar o consumidor? 2 19082

Homem analisando produtos na prateleira

Já não é novidade que o varejo vem mudando bastante a forma de atender ao seu público. Isso acontece porque o perfil do consumidor global também sofreu transformações e a maior parte delas foi impulsionada pelo uso de tecnologia. É justamente por isso que toda a evolução do varejo deve ser vista sob a perspectiva da experiência de compra do consumidor.

As pessoas vivem hoje de um modo diferente: prezam pela praticidade, estão mais conectadas, mais informadas e, consequentemente, mais exigentes. Essas mudanças afetam os desejos e as necessidades de consumo, fazendo com que a relação com as empresas não se resuma à compra, mas a uma série de outros fatores.

Que tal entender que evolução é essa vivida no varejo e descobrir por que a experiência de compra do cliente ganhou tanta importância? Então, acompanhe!

O que é experiência de compra?

É assimilação que o consumidor faz sobre o seu processo de interação com uma empresa durante o período da compra. É o tipo de experiência que envolve elementos físicos e emocionais, causando um efeito que pode ser positivo ou não.

O produto, por sua vez, é revestido de atributos que influenciam a decisão do consumidor. A tecnologia tanto funciona como atrativo quanto facilitador nessa jornada. Além disso, ela tem o poder de gerar uma experiência diferenciada para o cliente.

Como você já deve saber, além do produto há outros caminhos que, envolvendo tecnologia, levam a experiências de compra singulares. Afinal, se o importante é explorar elementos sensoriais e criar momentos cativantes, modificações no próprio ponto de venda (PDV) podem contribuir também para uma percepção positiva do cliente sobre sua compra.

Basta observar o quanto as lojas tradicionais vêm sentindo o impacto do comércio online. Qual seria realmente o propósito dessas estruturas? Então, rever o papel das lojas físicas e considerar ações diferenciadas para o PDV fazem todo o sentido.

Quais são as tendências?

É fundamental entender que, atualmente, grande parte da relação entre consumidores e empresas envolve identificação e confiabilidade. São relações construídas e não instantâneas, isto é, não se formam com rapidez. Nesse sentido, algumas tendências são:

Entregar experiências, além de produtos

A satisfação gerada no cliente como resultado do momento da compra é um elemento tão importante que cada dia ganha mais destaque. Uma experiência positiva pode fazê-lo voltar, comprar mais e criar um vínculo de confiança com a empresa.

Apesar do e-commerce estar em alta, tudo indica que sempre haverá demanda para as compras presenciais. Só que atenção a um detalhe: os clientes já chegam até a loja com as todas informações necessárias! Por isso, todo o conjunto importa quando se trata de gerar uma boa experiência: mínimo de filas, boa estrutura de estacionamento, atendimento feito por profissionais capacitados, ambiente confortável, facilidades de pagamento, entre outros fatores. Não é só preço e produto.

Reforçar os valores para gerar identificação

O consumidor atual não quer apenas encontrar um produto que atenda suas necessidades, ele busca também marcas com princípios e visão de mundo adequados aos seus valores.

Seja o foco na questão do desenvolvimento sustentável, na preocupação com a saúde, ou na praticidade que a vida moderna exige, as empresas precisam reforçar os seus valores para gerar identificação. Veja que é fundamental compreender quem é seu público, pois só assim você vai saber como envolvê-lo.

Pense que sempre existe muito por trás de um produto: há um modo de pensar e uma perspectiva sobre o mundo. Então, o melhor é atuar com autenticidade e transparência, se quiser convencer os seus clientes.

Aproximar o ambiente online e a loja física

O Brasil é um país já percebeu o fim do limite operacional entre os canais físico e eletrônico. E o que isso significa? Que o melhor é fazer o ambiente digital e a loja física entrarem em sintonia o quanto antes.

A fluidez digital no cenário varejista caracteriza-se pela transição por canais variados de comunicação, o que enriquece o relacionamento com o cliente e favorece as vendas.

Se por um lado as ferramentas de comunicação no meio digital são extremamente úteis para gerar engajamento e influenciar, por outro é preciso ter atenção e manter a mesma postura da empresa na loja física. A ideia é que a integração dos canais online e offline leve mais segurança ao cliente.

Operações de varejo sem estratégia no universo digital perdem a fluidez e deixam de criar facilidades para a jornada do cliente. A experiência de compra na loja, depois da interação online, deve ser natural, fluida e complementar.

Por que o varejo precisa encantar o consumidor?

Porque investir na experiência é uma forma de fazer diferente e inovar. Quando a empresa busca aprimorar a relação com o cliente, mostra que compreendeu o nível de exigência do consumidor e que se preocupa em disponibilizar o melhor atendimento possível.

Tudo bem que as técnicas tradicionais do varejo funcionaram até certo ponto, mas atualmente são insuficientes e já não atraem os clientes, nem fazem o negócio crescer. Aliás, é bom que se diga: quando se trata de adotar tecnologia e buscar caminhos para inovação é impossível dar um passo atrás.

O preço pela insistência em operar a partir do modelo tradicional é perder cada vez mais espaço para o comércio online. Sendo assim, é urgente despertar para o processo de evolução do varejo, buscando os próprios meios de encarar as mudanças.

Como proporcionar uma experiência de compra inesquecível?

Apostando em ações que toquem o cliente, com interações sensoriais, por exemplo. Vale também deixar claro que a empresa entende a hesitação do cliente, mostrando o quanto é confiável e pode ajudá-lo em suas dúvidas.

Muitas vezes, criar experiências singulares implica rever até o atendimento, investindo na contratação de profissionais capacitados e no treinamento da equipe. Só assim, você terá colaboradores à altura dos clientes que quer alcançar.

É também importante refletir sobre opções para a estrutura física da empresa. Um estande de vendas, por exemplo, pode ser um meio de levar algo novo para perto do consumidor e fazê-lo viver experiências diferenciadas.

O fato é que o indivíduo de hoje organiza sua rotina por meio de aplicativos. Ele transita de um lugar a outro chamando o transporte via dispositivo móvel, faz check-in nos lugares por onde passa, realiza operações bancárias rápidas, busca informação online e compartilha experiências de compra nas redes sociais. Portanto, o varejo precisa entender essa nova realidade e encontrar formas de atrair esse consumidor, mostrando que possui sintonia com o seu modo de vida.

Por fim, não deixe de admitir que a tecnologia é uma grande aliada para as estratégias de sucesso e deve ser explorada — sem esquecer que elementos como preço, ambientação e qualidade do produto também são fundamentais para complementar experiências de compra memoráveis.

Já imaginou diminuir a taxa de abandono do seu carrinho, obter um número maior de dados sobre o seu cliente e ainda inovar a experiência do consumidor dentro da sua loja online?!

Então conheça a Lookbr, uma plataforma que oferece consultoria de moda feita por influencers e especialistas para o seu consumidor, auxiliando-o no processo e decisão de compra, proporcionando uma experiência diferenciada e inovadora! Saiba mais em www.lookbr.com/blog

Viu só como podemos ajudar quando o assunto é a experiência de compra do seu cliente? Então, finalmente descubra o que podemos fazer para transformar o seu negócio e trazer os melhores resultados. Entre em contato conosco agora!

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Salas Imersivas: venda mais com experiências sensoriais 0 186

Propor experiências em PDV tem se tornado um desafio para as lojas. Competir com o digital é uma realidade dura, mas é inegável que a presença física proporciona explorar oportunidades únicas. Uma delas são as salas imersivas, que baseiam interações com o público por meio da imersão sensorial.

Você já deve ter visto algumas dessas experiências em exposições, ativações de marcas e ações de marketing feitas em shoppings e em grandes lojas. A ideia é simples: envolver o consumidor em uma relação mais aprofundada do que somente olhar uma vitrine ou assistir a um comercial. O resultado dessa interação vai afetar diretamente o engajamento e o desejo de consumo.

Vamos tratar ao longo deste conteúdo o poder das salas imersivas, o que faz com que elas sejam especiais e como podem ser utilizadas em diversos segmentos de negócio.

O que são salas imersivas?

As salas imersivas são espaços em que os visitantes podem interagir e participar de alguma ação de marketing nas quais estão profundamente envolvidos com a proposta da campanha. Nessas salas, são explorados todos os sentidos: audição, tato, olfato, paladar e visão, juntos ou com apenas alguns desses em combinação.

Nessas salas, a imersão acontece quando o consumidor é exposto a diversos estímulos e oportunidades de interação sem nenhuma interrupção por um fator externo. Justamente para possibilitar isso, as experiências são conduzidas em salas especiais, em que há o foco em se concentrar nas sensações propostas pelas campanhas.

É importante destacar que a base das salas imersivas é um conceito amplamente conhecido e utilizado: o marketing sensorial. Essa prática consiste em gerar engajamento, identificação e uma percepção positiva em relação a marcas por meio de vídeos, cheiros, músicas, gostos e experiências de toque.

Quais tipos de experiências as salas imersivas podem proporcionar?

As salas imersivas podem ter vários tipos de experiências do tipo. Algumas focam apenas em linhas sensoriais específicas, enquanto outras mesclam as possibilidades para gerar momentos ainda mais impactantes a quem participa dessas ações. Entenda algumas dessas possibilidades de imersão sensorial a seguir.

Projeções Mapeadas

As projeções mapeadas dentro de salas podem gerar a sensação de que o consumidor está em alguma paisagem ou ao lado de pessoas que, na verdade, estão sendo projetadas. Da mesma forma, é possível projetar elementos menores, como produtos.

A ideia com as projeções é fazer uma reprodução fiel, geralmente nas paredes e no teto da sala em questão, gerando assim a sensação de imersão na pessoa que está lá dentro. É uma ótima possibilidade para transportar pessoas para cenários, por exemplo.

Playlists

As playlists ajudam a tornar essa experiência da sala imersiva ainda mais sensorial. Afinal, a música é um dos elementos mais ricos dentro da projeção de uma ideia de marca. Não à toa as empresas têm seus jingles e escolhem trilhas sonoras para suas ações.

Uma boa playlist pode ajudar a gerar essa sensação de imersão ainda maior, gerando ainda uma associação posterior à marca, quando o consumidor escutar novamente determinada música.

Telões 360º

Os telões em 360º ocupam as paredes dessas salas com a missão de reproduzir vídeos e animações que tornem a experiência mais ilustrada e viva. Por ser uma tela contínua, a experiência com esse mecanismo obriga as pessoas a girarem para consumir todo o conteúdo.

Esse estímulo à movimentação, ainda que seja natural por conta da disposição dos telões, é uma forma de fazer o consumidor participar e interagir com a sala. É uma oportunidade de projetar sua marca de maneira enriquecedora e interessante.

Painéis interativos

Os painéis interativos podem ser combinados com telões e outros tipos de mecanismos sensoriais dentro das salas imersivas. O foco desse recurso é dar ao consumidor a autonomia de executar a experiência da maneira que bem entender.

Com esses painéis, as pessoas podem projetar imagens, buscar informações e selecionar detalhes relacionados à experiência em que estão imersas. Isso gera um engajamento maior e, no fim das contas, torna a oportunidade ainda mais interessante para quem está dentro da sala imersiva.

Realidade aumentada e virtual

A realidade virtual é um recurso muito visto em games, mas que já está sendo utilizado em experiências sensoriais diversas. Nas salas, muitas vezes, as pessoas são conduzidas apenas para aproveitarem um espaço vazio em que possam se movimentar para explorar o universo e possibilidades que é transmitido no visor de VR.

Já a realidade aumentada é uma tecnologia que permite projetar reproduções 3D, com o uso de periféricos como smartphone (e sua câmera) para simular objetos virtuais em ambientes físicos, por exemplo. Este é um recurso que já vem sendo usado há anos em diversas indústrias e também pode ser aplicado em salas imersivas.

Quais mercados podem fazer uso das salas imersivas?

As salas podem ser pensadas para os mais variados mercados, desde que a experiência sensorial em si seja realmente relevante. É fundamental que as interações e o que é mostrado a quem participa dessas atividades tenha relação direta com o produto e a marca, gerando a real sensação de participação e exploração.

Alguns mercados se destacam nas possibilidade de uso das salas imersivas, mais especificamente estes:

  • imobiliário: salas que projetam um apartamento mobiliado que possa ser explorado por cada cômodo;
  • automotivo: salas que simulam a experiência de dirigir um carro;
  • gastronômico: uma ótima ideia de sala imersiva é um local em que o consumidor entra, pode assistir uma receita ser preparada e ainda seja estimulado por uma experiência olfativa em que sinta o cheiro da comida em questão;
  • museus: as salas podem permitir que o visitante seja imerso em uma determinada época ou em algum cenário histórico explorado em uma exposição;
  • moda e beleza: com totens interativos ou uso de realidade aumentada, por exemplo, os clientes podem provar peças digitalmente e ainda saber mais sobre as especificidades de cada produto.  

As salas imersivas propõem um mundo de possibilidades para projetar experiências incríveis nos mais variados setores de mercado. Ao aliar a ideia de interação e ativação de marca com a tecnologia correta, os resultados de engajamento e vendas naturalmente terão uma subida satisfatória.

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É o fim das lojas físicas? Confira 7 tendências para o futuro do varejo 0 2052

Especialistas ao redor do mundo afirmam que a pandemia do COVID-19 acelerou transformações digitais (e físicas) talvez esperadas apenas para a próxima década. Um exemplo disso foi o trabalho remoto que, segundo um estudo da McKinsey, levaria pouco mais de um ano para ser incrementado em tempos “normais”. Só que, com o decreto da quarentena em março de 2020, vimos escritórios inteiros migrarem para a casa de seus colaboradores em um período um pouco menor que o de 12 dias.

Parece insano, mas sabemos que essa não foi a única aceleração que a crise provocou na relação das pessoas com o mundo digital e físico. Os consumidores têm desenvolvido diferentes necessidades e comportamentos de consumo digital, que devem ser observados e absorvidos por grandes marcas nos próximos anos.

Logo, pode-se dizer que será o fim das lojas como conhecemos?

Confira a seguir 07 tendências que devem nortear o futuro do varejo físico, baseadas em pesquisas da NRF Retail’s Big Show 2021 e do 2020 Costumer Expectations Report.

1. Lojas pensadas para
produtos pessoas

Com o boom do e-commerce após o isolamento social, adquirir um produto ou serviço de sua loja favorita ficou a literalmente 1 clique de distância. Logo, as lojas físicas que desejam sobreviver ao pós-pandemia devem abrigar em seus estabelecimentos mais do que prateleiras infinitas e produtos de cores mil. 

Hoje, os consumidores buscam encontrar nas lojas espaços de experiência, convivência, interatividade e criação de memórias, rompendo as tradicionais relações de compra e venda que antes conhecíamos. 

A Kit Kat Chocolatory da Nestlé, localizada no Morumbi Shopping, é um perfeito exemplo de loja criada a partir do Experience Economy. Flagship desenvolvida pela agência inglesa FITCH, a Alice Wonders ficou responsável por desenvolver metade dos pontos de contato digitais e implementar 100% dos pontos de contato digitais da loja que embarca experiências como content wall, parede interativa, impressão de foto em um Kit Kat, Prateleira Infinita, cardápio digital, realidade virtual e mais, colocando o Brasil à frente de outros países em termos de tecnologia e inovação no PDV.

Mas isso significa que as lojas deixarão de ser locais voltados à vendas? Não necessariamente. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, 84% dos consumidores afirmam que tendem a gastar mais em lojas que ofereçam experiências de compra marcantes sejam elas recreativas, relaxantes, encantadoras ou informativas.

2. Tecnologias aliadas à experiência no PDV

Com consumidores cada vez mais digitais e hiperconectados, aliar tecnologia ao ponto de venda, além de impulsionar o visual merchandising da sua marca, ajuda a reter a atenção dos shoppers – que passam a ter não só os olhos, mas o tempo  cada vez mais disputado por lojas, apps, marcas concorrentes ou não.

Com o uso de Realidade Aumentada atrelada à experiências no varejo, por exemplo, é possível que os clientes experimentem roupas ou calçados de forma virtual, montem looks e até finalizem suas compras direto do provador. 

Outra tendência já utilizada por grandes empresas e startups ao redor do mundo é o uso de Inteligência Artificial para otimização do processo de compras, aperfeiçoamento do armazenamento e histórico de produtos, melhorias na gestão de estoque e estratégias baseadas em comportamento. 

Essas e outras tecnologias para ponto de venda não surgem para substituir as conexões humanas por completo, mas, sim, para somar na construção de experiências cada vez mais inovadoras, personalizadas e únicas.

3. Menos interrupções, mais “Do it yourself”

No varejo do futuro, os pontos de atrito entre lojas e consumidores parecem estar com os dias contados. 

Com a utilização de Bots, Apps, Telas e tecnologias como Scan-and-Show, as empresas agora apostam na diminuição de atritos entre vendedores e clientes, outorgando autonomia aos shoppers durante processos de atendimento, dúvidas e até mesmo de pagamento. 

Nesse último, conceitos como o cashless (menos dinheiro) e cardless (menos cartões) já vem sendo utilizados por marketplaces como Uber e Apple Pay, por exemplo. O modelo consiste em vincular os dados de pagamento ao gadget do consumidor, não sendo necessário apresentar o valor em espécie ou o cartão físico. Essa já é uma realidade também crescente em supermercados do Brasil, bastando ter o celular em mãos para debitar o valor de suas compras na saída.

4. Customer Centric: marcas atentas às preferências do consumidor

Empresas que seguem a tendência do Customer Centric, isto é, clientes no centro das decisões de negócio, buscam elaborar seu planejamento estratégico focado na melhor experiência dos usuários.

Suponhamos que você deseje abrir o primeiro ponto de atendimento da sua loja que, até então, era somente digital. Aplicando o conceito Customer Centric, você teria uma série de opções: desde avaliar a localização média de seus consumidores, até a elaboração de uma pesquisa com seus atuais clientes para sondar locais de suas preferências. Isso tornaria sua escolha muito mais acertada, baseando-se, sobretudo, na necessidade e vontade do seu consumidor.

O conceito já até tem sido percebido e bem avaliado pelos usuários. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, cerca de 79% dos consumidores dizem que as empresas que colocam os clientes como o centro do negócio destacam-se mais do que as que apenas geram marketing personalizado.

5. Logística 4.0: aceleração de entregas

Com a pandemia, além de atentar-se às medidas protetivas nas lojas físicas, os comércios precisaram também se adaptar ao crescimento exponencial do e-commerce. 

Em alguns setores, as vendas online cresceram entre 30% e 40% ao longo de 2020, demandando novos esforços e adaptações logísticas entre grandes varejistas e empresas transportadoras. 

A tendência é que o perfil de consumidor – cada vez mais exigente e seletivo –, exija entregas cada vez mais rápidas, bem como o acompanhamento de todas as etapas de distribuição em tempo real

A falta de inteligência tecnológica nos projetos de distribuição pode acarretar em inadequação de estoques, gerenciamento manual ineficaz, baixa transparência e  falta de flexibilidade em logística. Mais um reforço sobre a importância do uso de dados no varejo do futuro.

5. Marcas aliadas a responsabilidade social

Intensificado pela crise global, o olhar dos consumidores agora passa a ser ainda mais atraído por marcas que compartilham valores ligados à sustentabilidade, transparência e responsabilidade.

Um exemplo de posicionamento estrategicamente conectado ao tema de negócio é a AMA, projeto da AMBEV que apostou na expertise da Alice Wonders para dar corpo e vida à iniciativa através de uma Vending Machine Interativa

Na aquisição de cada garrafa de água AMA, 100% do lucro é revertido para construção de poços artesianos em bairros e comunidades que sofrem com a falta de água. Logo, além de destacar a marca com tecnologia e inovação, a máquina lançava um convite à reflexão social, demonstrando seu impacto positivo enquanto entretia e encantava o consumidor no ato de compra.

7Data-Driven: empresas e marcas regidas por dados

Com o crescimento exponencial do conceito Data-Driven, ou seja, empresas e organizações guiadas estrategicamente por dados, sobressaem-se as marcas que sabem desmistificar o big data para compreender o comportamento do consumidor seja no e-commerce ou varejo físico. 

Um exemplo de marca que bem representa essa tendência é a Intel. Junto a Alice Wonders, desenvolveu uma Smart Store Interativa que revolucionou o varejo de laptops no Brasil.

Em um totem, os shoppers respondiam suas preferências e necessidades na hora de escolher um notebook. Ao final do questionário, por meio de luzes coloridas, eram direcionados aos modelos das categorias que mais possuíam sinergia com suas escolhas. Além de toda a coleta de dados que favorecia as recomendações adequadas, a Intel ainda mapeava o comportamento do cliente na loja, acessando insights poderosos como quais modelos foram os mais procurados, qual a média de tempo e distância em cada laptop, quais dias e horas da semana receberam mais movimento (e muito mais!). 

Viu só o poder dos dados na hora de tomar decisões estratégicas para aumentar engajamento e volume de vendas no seu PDV? É justamente essa a funcionalidade do Granometrics.io, tecnologia exclusiva da Alice Wonders que mapeia comportamento em espaços físicos, gerando insights que resultam em vendas qualificadas.

Qual dessas tendências você acredita ser a mais revolucionária para o setor varejista? Compartilhe sua opinião nos comentários! 

E se você também deseja inovar e destacar sua marca com Experiências Digitais no PDV,  entre em contato conosco e conheça nossas soluções personalizadas! 

 

 

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