Utilizando BI no varejo e nos canais de distribuição 2 2267

Profissionais analizando dados e pensando BI

Você já se perguntou como BI no varejo pode ajudá-lo a otimizar os resultados do ponto de vendas e dos outros canais de distribuição? Embora Business Intelligence seja um tipo de inovação cada vez mais discutida pelos varejistas, a realidade é que nem todo mundo entende o potencial dessa tecnologia. BI é o esforço direcionado à análise de dados corporativos a fim de gerar informação condensada e acionável pelos responsáveis pela tomada de decisões.

Mas como BI no varejo funciona e que vantagens o recurso pode trazer para vendedores? Quando falamos em entender o desempenho de produtos, definir estratégias de precificação e conhecer intimamente o consumidor, não há nada melhor do que as ferramentas de BI. Continue a leitura e descubra como elas podem ser utilizadas para acelerar seu negócio.

Aproveite-se do BI no varejo para superar desafios

O varejo gira em torno de vender bens e serviços para consumidores em múltiplos canais a fim de se obter algum tipo de lucro. Esse processo é mais desafiador do que parece e faz com que vendedores, todos os dias, tenham que competir com outras empresas pela aquisição de novos clientes. Hoje, mais que nunca, tais clientes estão também no ambiente virtual, o que faz com que as empresas precisem investir em várias formas de prospecting.

O Business Intelligence endereça bem o problema supracitado porque consegue centralizar dados oriundos de múltiplos softwares e coletados diretamente no ponto de venda. Ele é a tecnologia certa para obtermos gráficos e relatórios concisos sobre determinado negócio.

Esses dados servem para comparar como a performance de uma organização evoluiu ao longo dos anos, quais foram os impactos do investimento em publicidade e como tende a se comportar cada indivíduo que interage com uma marca — todas as informações que fazem com que seja mais simples tomar decisões que atendam às necessidades e desejos do público-alvo.

Mas o BI no varejo pode ajudá-lo a lidar com muitos outros desafios. Para entender isso melhor, considere algumas de suas funções:

  • permite acompanhar em tempo real a performance dos negócios;
  • a tecnologia ajuda a entender melhor que produtos e motivos impulsionam o consumidor;
  • quando integrada a dados reais sobre vendas, ela melhora a administração de campanhas de marketing de varejo;
  • por sua natureza granular, a ferramenta faz com que seja possível analisar tanto grupos de compradores quanto indivíduos.

Os pontos acima reforçam como o BI se tornou importante para operações de varejo. Sem ele, analisar e entender a performance de cada canal de distribuição pode tomar tempo demais e falhar em trazer resultados.

Venda mais para os consumidores que já conquistou

O que não é nenhum segredo para profissionais de vendas é que custa muito mais caro adquirir um consumidor do que fidelizá-lo. Por causa disso, o BI no varejo pode ser um parceiro e tanto para aumentar a lucratividade do negócio. Há estudos no mercado que sugerem que você está 14 vezes mais propenso a repetir uma venda do que estabelecer um novo relacionamento, então armar-se com os conhecimentos obtidos em Business Intelligence é uma boa ideia.

BI faz com que seja mais fácil traçar o perfil dos seus consumidores, mas também ajuda um lojista a descobrir quais são aqueles produtos que não têm saída. Esse tipo de acompanhamento permite estudar tendências e identificar oportunidades de criar promoções, como as que incentivam a compra de dois produtos simultaneamente.

Campanhas de marketing baseadas nessas informações permitem que uma empresa encontre o nicho certo para adquirir determinados produtos, ou descontinue sua oferta em detrimento de outras peças mais rentáveis.

Utilize o BI no varejo para tomar decisões orientadas por dados

Falamos, no primeiro tópico, sobre como BI no varejo ajuda tomadores de decisões a ganharem acesso a certos dados que são imprescindíveis para a execução do seu trabalho. Entretanto, ainda não abordamos qual é a grande vantagem em se fazer escolhas levando em consideração os dados.

As chamadas Data-Driven Decisions, ou decisões orientadas por dados, são uma tendência para os negócios porque removem os fatores subjetivos. Em vez de serem guiadas pela intuição, elas são orientadas por informação real, recente e colhida diretamente junto a seus clientes.

Como Business Intelligence permite recortar dados de acordo com as necessidades do decisor, ele tende a oferecer perspectiva na hora de se fazer escolhas. Imagine, por exemplo, como o acesso a informações sobre as vendas de um determinado produto em múltiplas indústrias pode preparar a sua equipe para picos de demanda, fazendo com que ela estude exatamente tudo que há para se saber sobre um produto.

Mais informada, uma equipe tem maiores chances de fechar vendas e, graças a essa decisão orientada por dados, seu negócio se torna mais eficiente.

Ofereça melhor atendimento com ajuda da tecnologia

Pensando exclusivamente no ponto de vendas, podemos levantar outra grande vantagem do BI. Ao analisar hábitos de compra, uma empresa tem melhores insights quanto às demandas de seus consumidores. Isso quer dizer que pode otimizar seus estoques, criar promoções irresistíveis e identificar oportunidades antes que elas se apresentem.

Tudo isso facilita na hora de desenvolver uma experiência de compra melhor. O atendimento no varejo se torna mais qualificado e as chances de fidelizar um consumidor aumentam.

Entenda interações físicas em loja

A inteligência de negócios pode se beneficiar bastante do que o BI consegue fazer com dados de interações físicas. Recursos para monitorar a quantidade de peças provadas, a maneira como o consumidor se movimenta dentro da loja e as áreas que mais lhe despertam o interesse são importantes nesse sentido. Trata-se de usar a tecnologia para, de fato, concluir como é possível fazer do varejo mais atraente.
Todas essas informações nos ajudam a desenvolver lojas mais atraentes. O que é essencial tanto para otimizar o processo de compras quanto para vender mais.

Planeje seu merchandising de acordo com as expectativas do cliente

Por último, BI pode mudar para melhor os resultados de outros departamentos. O conhecimento sobre quais produtos têm melhor desempenho nas prateleiras pode fazer outras áreas do negócio mais eficientes.

Uma delas é o departamento de Marketing. Com dados precisos sobre consumidores, vendas e demandas, a equipe responsável por divulgar um negócio tem mais chances de ser bem-sucedida.

BI vai ajudar na hora de identificar exatamente quais campanhas trazem resultado positivo para a empresa e quais devem ser otimizadas imediatamente. Afinal, a ferramenta oferece informação em tempo real e isso pode poupar um bocado de dinheiro ao longo do tempo; também tornará mais simples, do planejamento à execução, a confecção de campanhas de sucesso.

Business Intelligence faz com que o varejo seja mais inteligente, consiga enxergar exatamente o que seus clientes buscam e entenda, de ponta a ponta, o que funciona ou não em um negócio. Por isso é um investimento que pode ser utilizado para melhorar seus resultados e integrar melhor os canais de distribuição.

E aí, gostou de conhecer as vantagens do BI no varejo? Acho que as dicas foram úteis? Então compartilhe este artigo nas suas redes sociais para que seus contatos também fiquem por dentro!

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Tendências para o varejo em 2020 0 1400

Para ficar por dentro do que está em tendência e apostar no varejo, vamos pontuar a nossa visão acima dos temas mais relevantes apresentados na NRF Retail’s Big Show deste ano, a principal feira do setor. Iremos falar sobre o que estamos acompanhando e vendo dar certo no varejo no Brasil e no mundo. 

Um assunto que nunca sai de moda é como entender o perfil do consumidor e o que está por trás disso. E para traçar o perfil do seu consumidor real, com o objetivo de converter as suas vendas, o melhor passo é a captação de dados

Gerar e analisar os dados

Adote esta regra: dados em primeiro lugar. Captar dados no varejo não se restringe apenas ao ecommerce. Investir em tecnologia no PDV, hoje, é algo super rentável que pode ser a base das suas estratégias de vendas. 

Com a interação via sensores, capazes de mensurar, por exemplo, o tempo de permanência de uma pessoa em frente à gôndola, conseguimos ver na prática a relação: fluxo x conversão. Os dados gerados a partir dos sensores, quando bem posicionados em pontos estratégicos, indicam uma série de informações precisas e únicas. Basta que você saiba trabalhar em cima desses dados para alcançar seus objetivos. 

Gôndola TRESemmé, por Alice Wonders
Holografia de gôndola TRESemmé, realizado por Alice Wonders. Obteve 180 mil interações e mais de 25 mil pessoas impactadas.

A inovadora holografia no PDV da TRESemmé com sensores, permitiu extrair dados indicando resultados de cerca de 3600 interações por dia, além de chamar a atenção de mais de 25 mil pessoas por mais de 5 segundos na frente da holografia. A nossa tecnologia cria a possibilidade de transmitir vídeos similares a campanhas de TV, que passa todas as informações necessárias e ainda promove a sensação dos produtos estarem flutuando em frente aos consumidores, resultando experiência única e diferencial.

Criar experiências únicas

Engajar o consumidor e conectá-lo a um nível emocional é uma excelente estratégia. Apesar de não ser mais novidade, essa pauta voltou a chamar atenção este ano na NRF, o que reforça a ideia de continuar apostando em gerar experiências únicas ao consumidor. 

Você já deve ter percebido que a tecnologia está cada vez mais integrando aspectos humanos, justamente para levar emoções e sensações às pessoas. É o que chamam de “varejo humanológico”, ou seja, a tecnologia a favor da humanização nas relações de compra, venda e experiência. 

Se você conseguir criar uma memória no seu consumidor através da experiência, você já conseguiu uma retenção. 

Colocar produtos à prova 

Oferecer testes do seu produto tem a ver, também, com levar experiências ao consumidor. Como as lojas pop-ups que distribuem amostras grátis, degustação ou até mesmo disponibilizam um produto como provador. Ter essa oportunidade é algo imensurável para os clientes, que retribuem com feedbacks construtivos para a sua marca e eleva o nível de satisfação. 

Além disso, a sua loja física pode oferecer produtos exclusivos, ou sob medida. Quanto mais se sentir único e especial, mais chances tem desse consumidor de se fidelizar com a sua marca. Outra vantagem de produzir produtos exclusivos, é diminuir a quantidade de estoques. Pense nisso!

Personalização dos espaços 

Investimento no espaço e em novos equipamentos – seja na decoração da loja ou em tecnologia – costuma ser um investimento de capital a longo prazo (de dez a quinze anos). Em um outro post aqui no nosso blog falamos sobre a importância da personalização dos espaços físicos e como um ambiente interfere na experiência do cliente. Confira!

“A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte”.

Vitrine infinita Di Santini, projeto criado por Alice Wonders.
Vitrine infinita Di Santini, criada por Alice Wonders. Projeto que une experiências digitais e espaços físicos.

Curtiu as dicas e já quer aplicar as tendências na sua marca? Entre em contato conosco para ajudá-lo a realizar projetos incríveis. 

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Flagship KitKat Chocolatory 0 1319

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

Gostou? Clique aqui e confira nossos outros cases.

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