Utilizando BI no varejo e nos canais de distribuição 2 1666

Profissionais analizando dados e pensando BI

Você já se perguntou como BI no varejo pode ajudá-lo a otimizar os resultados do ponto de vendas e dos outros canais de distribuição? Embora Business Intelligence seja um tipo de inovação cada vez mais discutida pelos varejistas, a realidade é que nem todo mundo entende o potencial dessa tecnologia. BI é o esforço direcionado à análise de dados corporativos a fim de gerar informação condensada e acionável pelos responsáveis pela tomada de decisões.

Mas como BI no varejo funciona e que vantagens o recurso pode trazer para vendedores? Quando falamos em entender o desempenho de produtos, definir estratégias de precificação e conhecer intimamente o consumidor, não há nada melhor do que as ferramentas de BI. Continue a leitura e descubra como elas podem ser utilizadas para acelerar seu negócio.

Aproveite-se do BI no varejo para superar desafios

O varejo gira em torno de vender bens e serviços para consumidores em múltiplos canais a fim de se obter algum tipo de lucro. Esse processo é mais desafiador do que parece e faz com que vendedores, todos os dias, tenham que competir com outras empresas pela aquisição de novos clientes. Hoje, mais que nunca, tais clientes estão também no ambiente virtual, o que faz com que as empresas precisem investir em várias formas de prospecting.

O Business Intelligence endereça bem o problema supracitado porque consegue centralizar dados oriundos de múltiplos softwares e coletados diretamente no ponto de venda. Ele é a tecnologia certa para obtermos gráficos e relatórios concisos sobre determinado negócio.

Esses dados servem para comparar como a performance de uma organização evoluiu ao longo dos anos, quais foram os impactos do investimento em publicidade e como tende a se comportar cada indivíduo que interage com uma marca — todas as informações que fazem com que seja mais simples tomar decisões que atendam às necessidades e desejos do público-alvo.

Mas o BI no varejo pode ajudá-lo a lidar com muitos outros desafios. Para entender isso melhor, considere algumas de suas funções:

  • permite acompanhar em tempo real a performance dos negócios;
  • a tecnologia ajuda a entender melhor que produtos e motivos impulsionam o consumidor;
  • quando integrada a dados reais sobre vendas, ela melhora a administração de campanhas de marketing de varejo;
  • por sua natureza granular, a ferramenta faz com que seja possível analisar tanto grupos de compradores quanto indivíduos.

Os pontos acima reforçam como o BI se tornou importante para operações de varejo. Sem ele, analisar e entender a performance de cada canal de distribuição pode tomar tempo demais e falhar em trazer resultados.

Venda mais para os consumidores que já conquistou

O que não é nenhum segredo para profissionais de vendas é que custa muito mais caro adquirir um consumidor do que fidelizá-lo. Por causa disso, o BI no varejo pode ser um parceiro e tanto para aumentar a lucratividade do negócio. Há estudos no mercado que sugerem que você está 14 vezes mais propenso a repetir uma venda do que estabelecer um novo relacionamento, então armar-se com os conhecimentos obtidos em Business Intelligence é uma boa ideia.

BI faz com que seja mais fácil traçar o perfil dos seus consumidores, mas também ajuda um lojista a descobrir quais são aqueles produtos que não têm saída. Esse tipo de acompanhamento permite estudar tendências e identificar oportunidades de criar promoções, como as que incentivam a compra de dois produtos simultaneamente.

Campanhas de marketing baseadas nessas informações permitem que uma empresa encontre o nicho certo para adquirir determinados produtos, ou descontinue sua oferta em detrimento de outras peças mais rentáveis.

Utilize o BI no varejo para tomar decisões orientadas por dados

Falamos, no primeiro tópico, sobre como BI no varejo ajuda tomadores de decisões a ganharem acesso a certos dados que são imprescindíveis para a execução do seu trabalho. Entretanto, ainda não abordamos qual é a grande vantagem em se fazer escolhas levando em consideração os dados.

As chamadas Data-Driven Decisions, ou decisões orientadas por dados, são uma tendência para os negócios porque removem os fatores subjetivos. Em vez de serem guiadas pela intuição, elas são orientadas por informação real, recente e colhida diretamente junto a seus clientes.

Como Business Intelligence permite recortar dados de acordo com as necessidades do decisor, ele tende a oferecer perspectiva na hora de se fazer escolhas. Imagine, por exemplo, como o acesso a informações sobre as vendas de um determinado produto em múltiplas indústrias pode preparar a sua equipe para picos de demanda, fazendo com que ela estude exatamente tudo que há para se saber sobre um produto.

Mais informada, uma equipe tem maiores chances de fechar vendas e, graças a essa decisão orientada por dados, seu negócio se torna mais eficiente.

Ofereça melhor atendimento com ajuda da tecnologia

Pensando exclusivamente no ponto de vendas, podemos levantar outra grande vantagem do BI. Ao analisar hábitos de compra, uma empresa tem melhores insights quanto às demandas de seus consumidores. Isso quer dizer que pode otimizar seus estoques, criar promoções irresistíveis e identificar oportunidades antes que elas se apresentem.

Tudo isso facilita na hora de desenvolver uma experiência de compra melhor. O atendimento no varejo se torna mais qualificado e as chances de fidelizar um consumidor aumentam.

Entenda interações físicas em loja

A inteligência de negócios pode se beneficiar bastante do que o BI consegue fazer com dados de interações físicas. Recursos para monitorar a quantidade de peças provadas, a maneira como o consumidor se movimenta dentro da loja e as áreas que mais lhe despertam o interesse são importantes nesse sentido. Trata-se de usar a tecnologia para, de fato, concluir como é possível fazer do varejo mais atraente.
Todas essas informações nos ajudam a desenvolver lojas mais atraentes. O que é essencial tanto para otimizar o processo de compras quanto para vender mais.

Planeje seu merchandising de acordo com as expectativas do cliente

Por último, BI pode mudar para melhor os resultados de outros departamentos. O conhecimento sobre quais produtos têm melhor desempenho nas prateleiras pode fazer outras áreas do negócio mais eficientes.

Uma delas é o departamento de Marketing. Com dados precisos sobre consumidores, vendas e demandas, a equipe responsável por divulgar um negócio tem mais chances de ser bem-sucedida.

BI vai ajudar na hora de identificar exatamente quais campanhas trazem resultado positivo para a empresa e quais devem ser otimizadas imediatamente. Afinal, a ferramenta oferece informação em tempo real e isso pode poupar um bocado de dinheiro ao longo do tempo; também tornará mais simples, do planejamento à execução, a confecção de campanhas de sucesso.

Business Intelligence faz com que o varejo seja mais inteligente, consiga enxergar exatamente o que seus clientes buscam e entenda, de ponta a ponta, o que funciona ou não em um negócio. Por isso é um investimento que pode ser utilizado para melhorar seus resultados e integrar melhor os canais de distribuição.

E aí, gostou de conhecer as vantagens do BI no varejo? Acho que as dicas foram úteis? Então compartilhe este artigo nas suas redes sociais para que seus contatos também fiquem por dentro!

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 800

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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Afinal, como oferecer diferentes experiências digitais aos clientes? 0 1203

experiências digitais

Você sabia que pode mudar o modo como o cliente interage com o seu negócio por meio de experiências digitais? Nos últimos anos, nos familiarizamos com novas tecnologias, como as assistentes virtuais (Siri e Google Assistant), e passamos a incluí-las em nosso dia a dia.

No entanto, boa parte das experiências que os varejistas proporcionam aos seus clientes continuou igual. Dessa forma, é hora de avaliar as implicações da transformação digital na rotina dos consumidores e trazê-las para dentro do seu estabelecimento.

Pensando nisso, mostraremos a seguir 6 formas de como oferecer experiências digitais aos seus clientes. Quer melhorar a gestão do seu negócio e aumentar seus resultados em vendas? Então continue a leitura!

1. Sincronize as lojas físicas e online

Sua empresa também vende pela internet? Se não, essa realidade precisa mudar. Por mais que varejistas ganhem trazendo o consumidor para a loja, eles não podem oferecer apenas essa modalidade de compra se planejam estar em primeiro lugar entre os clientes.

A maioria de nós já compra pela web e, segundo o SPC Brasil, 74% dos internautas incluem o celular em seus processos de compra. Por isso, uma loja online ou aplicativo podem ajudar a sua empresa a vender mais.

No entanto, a loja online não precisa estar desconectada da loja física. Digitalizar o processo de compra e permitir que o consumidor recolha os produtos no PDV (ponto de venda) é uma das alternativas para integrar esses dois universos.

A faixa etária do público do seu estabelecimento vai influenciar as decisões que você deve tomar aqui. De acordo com a mesma pesquisa citada, jovens entre 18 e 34 anos são os que mais utilizam smartphones para adquirir produtos.

Assim, se eles constituem uma fatia considerável dos seus lucros, comece a pensar hoje mesmo em como integrar a loja física e a virtual.

2. Considere a experiência em pequenas telas

Quase nunca estamos na frente do computador quando nos lembramos de algo que queremos comprar. Assim, ganham as empresas que preparam os seus websites para receber visitantes de qualquer dispositivo.

As páginas responsivas funcionam com a mesma qualidade no PC, no tablet ou no celular — carregam rapidamente e dispõem de todas as informações de que um cliente precisa para tomar a decisão de compra. Se o seu e-commerce ainda não tem essa adaptação, procure fazê-la o mais rápido possível.

3. Invista em guide shopping

Guide shopping é uma modalidade de compra diferente daquela que a sua marca já oferece. Consiste na criação de lojas experimentais, nas quais os clientes podem conhecer e provar os produtos, mas que não precisam manter grandes estoques, pois as compras são enviadas diretamente para a residência do consumidor.

Essa é uma oportunidade de vivenciar a loja digital no mundo físico. O apelo desses estabelecimentos é enorme porque eles oferecem preços mais competitivos do que os das lojas tradicionais e equiparáveis aos obtidos em vendas pela internet.

É possível inovar com o conceito, agregando uma equipe de vendedores eficiente e bem treinada, capaz de montar exposições de produtos exclusivas para os visitantes e de ajudá-los a definir qual produto melhor atende às suas expectativas.

A reserva de peças é feita automaticamente e o cliente paga na hora. No entanto, pode optar por um modelo ou cor diferente do que escolheu no PDV, por exemplo.

4. Redefina a experiência de checkout

Comprar no PDV pode ser muito divertido, mas filas de espera e processos de pagamento demorados fazem com que os clientes prefiram levar as aquisições para a internet.

Esse é um dos motivos pelos quais a sua empresa pode se beneficiar ao investir no autosserviço. Quiosques de pagamento agilizam os serviços, criam uma interação diferenciada entre clientes e estabelecimento e dão mais poder aos shoppers.

Conforme mostrou uma pesquisa americana, um dos principais motivos que impedem a conversão em vendas é a demora para sair da loja com um produto em mãos. Cerca de oito minutos já são o suficiente para que alguém deixe de levar um produto nos Estados Unidos.

Não temos uma pesquisa similar no Brasil, mas podemos estimar números não muito diferentes por aqui. Portanto, ao melhorar a experiência de checkout dos seus clientes, você aumentará seus resultados em vendas.

5. Crie um aplicativo que funcione no mundo real

Abraçar a tecnologia não significa levar todo o processo de compras para a internet. A sua empresa pode criar uma interação interessante dentro da loja se oferecer um aplicativo que transforma as compras em algo mais simples. É isso que marcas têm feito fora do país.

Funciona assim: os clientes tiram fotos dos produtos que mais lhe agradaram por meio de um app baixado no próprio PDV. Então, navegam por todo o espaço sem precisar carregar um carrinho ou pensar no quanto gastaram, já que essas informações estão na palma de suas mãos. Ao sair, fazem o pagamento e recolhem os produtos no caixa.

Esses apps também funcionam como guias, diminuindo a necessidade de vendedores disponíveis no PDV. Eles oferecem informações sobre os produtos fotografados sem a necessidade de interagir com alguém ou ser interrompido enquanto procura uma peça.

Isso faz com que os clientes passem mais tempo dentro do estabelecimento, notando produtos que antes poderiam não lhes interessar e aumentando o seu ticket médio.

6. Integre as informações da sua loja

Muitas vezes compramos produtos na internet e queremos fazer a troca deles no shopping. Entretanto, esse processo pode ser bastante complicado. Lojas que não integram suas informações oferecem uma péssima experiência para quem tenta realizar uma troca dessa maneira.

Se os sistemas utilizados no e-commerce e no ponto de venda não conversam entre si, o consumidor sairá frustrado desse atendimento ou perderá um tempo valioso nele. Mesmo o call center da empresa deve ter visualização completa do status de um pedido para proporcionar interações de qualidade.

Preocupe-se em sincronizar os dados dos múltiplos canais que você possui para atender melhor e aumentar a satisfação do shopper.

Assim, você deve se perguntar: que tipo de experiência de compra o seu consumidor tem hoje? É a partir daí que você deve começar a pensar em como aprimorar as interações que ele encontra no PDV e fora dele.

Conhecendo melhor o seu público-alvo, será possível não só entender o quanto ele está satisfeito com o que recebe, mas também projetar novidades que farão com que ele se sinta ainda mais próximo e mais bem atendido pela sua marca.

Nem todas as experiências digitais precisam ser complexas. Plataformas que conectam o que acontece na internet com a loja física já são o suficiente para que sua empresa dê o primeiro passo quando o assunto é transformação digital.

Gostou dos nossos exemplos de experiências digitais que você pode oferecer aos seus clientes? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude seus amigos a ficarem por dentro do assunto!

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