Geração Millennials: como o varejo deve atender a esse consumidor? 1 1475

mulheres da geração millennials usando smartphone dentro da loja

Neste artigo, vamos entender como o varejo deve atender aos consumidores da Geração Millennials, avaliando as principais tendências de consumo que determinam o perfil desses jovens, que têm revolucionado o mercado de trabalho e, por consequência, as dinâmicas das mais diversas empresas de produtos e serviços.

Para atuar no varejo é preciso estar sempre atento às tendências do mercado e às demandas do consumidor. E quando uma nova geração se estabelece e adquire, assim, o poder de compra, é fundamental compreender o seu perfil e descobrir qual a melhor forma de se relacionar.

Acompanhe a leitura, conheça o seu público e se prepare para estar cada vez mais forte!

A Geração Millennials

Mais de 2 bilhões de pessoas espalhadas por todo o mundo compõem a Geração Millennials. São jovens nascidos entre a década de 1980 e o começo dos anos 2000. Eles são nativos digitais, ou seja, pessoas que desde o nascimento lidam com a conectividade, com a internet e com dezenas de aparatos digitais.

Justamente por isso, são pessoas extremamente dinâmicas, com amplo acesso à informação e uma rotina intensa e repleta de interfaces para o contato. Assim, o maior desafio para conquistar a preferência dos millennials é conseguir chamar a sua atenção. E isso só é possível quando você compreende as suas tendências de consumo, seus hábitos e preferências.

As principais tendências de consumo

Conhecer as tendências de consumo de um determinado grupo é uma excelente estratégia para se aproximar dos clientes. Afinal, em um mercado cada vez mais competitivo e com consumidores exigentes e questionadores, saber o que os motiva e encanta pode fazer a diferença na escolha final.

Listamos aqui sete tendências de consumo que têm tudo a ver com a Geração Millennials. Acompanhe!

Valorização da experiência

Os millennials são, sem dúvida, uma geração bastante exigente. Estão muito mais preocupados com a vivência de uma experiência única e de qualidade do que com a compra de um simples produto ou serviço.

Assim, a marca deve pensar muito além do preço e do seu próprio objeto. É preciso cuidar do atendimento, da ambientação dos pontos de venda, da organização e arquitetura de informação da loja virtual, entre tantos outros fatores. Tudo para que o cliente se sinta valorizado, reconhecido e se encante pelos detalhes e pelo conjunto da marca.

Hiperconectividade

Como já mencionamos, os millennials são nativos digitais, o que gera um novo perfil de consumo, bastante relevante. Estamos falando da hiperconectividade: eles estão conectados à internet na maior parte do tempo, dispostos a comparar preços, pesquisar opiniões e mesmo fazer uma compra online, a qualquer momento ou espaço.

Por isso, ter coerência nas diversas interfaces da marca é indispensável. A empresa deve passar uma mensagem única, se posicionando de forma objetiva e permitindo que o cliente tenha acesso às informações.

Não tenha dúvidas: antes de realizar uma compra, esses consumidores pesquisam, dialogam e refletem bastante.

Busca de representatividade

As questões de representatividade vêm sendo muito mais discutidas nos dias atuais do que em qualquer outra época. Como nunca, fala-se de representatividade de gênero, de raça, de ideologias, entre tantas outras causas.

Nesse cenário, os consumidores buscam aquelas marcas com as quais se identificam e, portanto, se sentem representados e respeitados. Cabe à empresa adotar uma postura mais inclusiva e respeitosa diante da grande variedade de perfis e públicos do mercado. Para isso, é fundamental conhecer os seus públicos-alvo e a melhor forma de diálogo com cada um.

Imediatismo

Nascidos em uma era dominada pela internet, os millennials não gostam de esperar. Quando decidem fazer uma compra, querem o produto ou serviço com urgência máxima. Isso aumenta a importância do departamento de logística da empresa: é preciso cuidar dos estoques e dos processos de reposição e entrega, para garantir que o produto esteja disponível ao cliente sempre que ele desejar.

Curiosidade

Enquanto algumas das gerações anteriores buscavam estabilidade e segurança, os millennials são ávidos por novidades e extremamente curiosos. Nesse sentido, uma marca que não oferece diferenciais em relação ao que já existe no mercado tem pouquíssimas chances de prosperar.

Os millennials buscam o que há de mais novo, contemporâneo e até mesmo ousado e estão dispostos a experimentar o que é diferente, mesmo que depois voltem ao produto que já conheciam e consumiam. Saber disso é um impulso a mais para a experimentação e a inovação, não é mesmo? Aproveite!

Preocupação com a sustentabilidade

A Geração Millennials se caracteriza, também, pela sua preocupação com o meio ambiente. Antes de escolher as suas marcas preferidas, esses consumidores fazem longas pesquisas, para conhecer aquelas com abordagem sustentável, que atuam de forma responsável e preocupada com o meio ambiente.

Não por acaso, de alguns anos para cá, começaram a aparecer inúmeras listas que apresentam empresas que vão contra os princípios da sustentabilidade — e os millennials passam longe delas. Para cair no gosto dos clientes, então, é preciso pensar em suas preferências, mas, igualmente, nos cuidados com o outro.

Personalização

Com o fácil acesso à informação, a infinidade de recursos disponíveis para ampliar o conhecimento e realizar sonhos, os millennials se sentem especiais e querem consumir de marcas que pensam da mesma forma, ou seja, que os tratem com atenção e diferenciação.

Nesse cenário, oferecer um atendimento, serviço ou produto personalizado é um grande diferencial para se destacar da concorrência. É indispensável conhecer os gostos, demandas e necessidades de seus clientes para atendê-los de forma mais personalizada, conquistando-os a cada detalhe.

Invista em pesquisas de satisfação, converse com os seus consumidores, use e abuse da inteligência de mercado. Esforce-se para mostrar que a sua empresa sabe da importância de cada um.

É inegável que a Geração Millennials tem ganhado cada vez mais espaço e importância no mercado. Por isso, fique por dentro dos hábitos, tendências de consumo e preferências desses indivíduos. Lembre-se sempre de que clientes exigentes demandam envolvimento das marcas e um trabalho constante para fortalecer os relacionamentos.

Agora que você já conhece melhor a Geração Millennials, é mais fácil organizar os seus processos e se preparar para deixar os clientes ainda mais satisfeitos, certo? Compartilhe este conteúdo nas redes sociais para que ele tenha um alcance ainda maior e ajude mais pessoas!

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 800

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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Afinal, como oferecer diferentes experiências digitais aos clientes? 0 1203

experiências digitais

Você sabia que pode mudar o modo como o cliente interage com o seu negócio por meio de experiências digitais? Nos últimos anos, nos familiarizamos com novas tecnologias, como as assistentes virtuais (Siri e Google Assistant), e passamos a incluí-las em nosso dia a dia.

No entanto, boa parte das experiências que os varejistas proporcionam aos seus clientes continuou igual. Dessa forma, é hora de avaliar as implicações da transformação digital na rotina dos consumidores e trazê-las para dentro do seu estabelecimento.

Pensando nisso, mostraremos a seguir 6 formas de como oferecer experiências digitais aos seus clientes. Quer melhorar a gestão do seu negócio e aumentar seus resultados em vendas? Então continue a leitura!

1. Sincronize as lojas físicas e online

Sua empresa também vende pela internet? Se não, essa realidade precisa mudar. Por mais que varejistas ganhem trazendo o consumidor para a loja, eles não podem oferecer apenas essa modalidade de compra se planejam estar em primeiro lugar entre os clientes.

A maioria de nós já compra pela web e, segundo o SPC Brasil, 74% dos internautas incluem o celular em seus processos de compra. Por isso, uma loja online ou aplicativo podem ajudar a sua empresa a vender mais.

No entanto, a loja online não precisa estar desconectada da loja física. Digitalizar o processo de compra e permitir que o consumidor recolha os produtos no PDV (ponto de venda) é uma das alternativas para integrar esses dois universos.

A faixa etária do público do seu estabelecimento vai influenciar as decisões que você deve tomar aqui. De acordo com a mesma pesquisa citada, jovens entre 18 e 34 anos são os que mais utilizam smartphones para adquirir produtos.

Assim, se eles constituem uma fatia considerável dos seus lucros, comece a pensar hoje mesmo em como integrar a loja física e a virtual.

2. Considere a experiência em pequenas telas

Quase nunca estamos na frente do computador quando nos lembramos de algo que queremos comprar. Assim, ganham as empresas que preparam os seus websites para receber visitantes de qualquer dispositivo.

As páginas responsivas funcionam com a mesma qualidade no PC, no tablet ou no celular — carregam rapidamente e dispõem de todas as informações de que um cliente precisa para tomar a decisão de compra. Se o seu e-commerce ainda não tem essa adaptação, procure fazê-la o mais rápido possível.

3. Invista em guide shopping

Guide shopping é uma modalidade de compra diferente daquela que a sua marca já oferece. Consiste na criação de lojas experimentais, nas quais os clientes podem conhecer e provar os produtos, mas que não precisam manter grandes estoques, pois as compras são enviadas diretamente para a residência do consumidor.

Essa é uma oportunidade de vivenciar a loja digital no mundo físico. O apelo desses estabelecimentos é enorme porque eles oferecem preços mais competitivos do que os das lojas tradicionais e equiparáveis aos obtidos em vendas pela internet.

É possível inovar com o conceito, agregando uma equipe de vendedores eficiente e bem treinada, capaz de montar exposições de produtos exclusivas para os visitantes e de ajudá-los a definir qual produto melhor atende às suas expectativas.

A reserva de peças é feita automaticamente e o cliente paga na hora. No entanto, pode optar por um modelo ou cor diferente do que escolheu no PDV, por exemplo.

4. Redefina a experiência de checkout

Comprar no PDV pode ser muito divertido, mas filas de espera e processos de pagamento demorados fazem com que os clientes prefiram levar as aquisições para a internet.

Esse é um dos motivos pelos quais a sua empresa pode se beneficiar ao investir no autosserviço. Quiosques de pagamento agilizam os serviços, criam uma interação diferenciada entre clientes e estabelecimento e dão mais poder aos shoppers.

Conforme mostrou uma pesquisa americana, um dos principais motivos que impedem a conversão em vendas é a demora para sair da loja com um produto em mãos. Cerca de oito minutos já são o suficiente para que alguém deixe de levar um produto nos Estados Unidos.

Não temos uma pesquisa similar no Brasil, mas podemos estimar números não muito diferentes por aqui. Portanto, ao melhorar a experiência de checkout dos seus clientes, você aumentará seus resultados em vendas.

5. Crie um aplicativo que funcione no mundo real

Abraçar a tecnologia não significa levar todo o processo de compras para a internet. A sua empresa pode criar uma interação interessante dentro da loja se oferecer um aplicativo que transforma as compras em algo mais simples. É isso que marcas têm feito fora do país.

Funciona assim: os clientes tiram fotos dos produtos que mais lhe agradaram por meio de um app baixado no próprio PDV. Então, navegam por todo o espaço sem precisar carregar um carrinho ou pensar no quanto gastaram, já que essas informações estão na palma de suas mãos. Ao sair, fazem o pagamento e recolhem os produtos no caixa.

Esses apps também funcionam como guias, diminuindo a necessidade de vendedores disponíveis no PDV. Eles oferecem informações sobre os produtos fotografados sem a necessidade de interagir com alguém ou ser interrompido enquanto procura uma peça.

Isso faz com que os clientes passem mais tempo dentro do estabelecimento, notando produtos que antes poderiam não lhes interessar e aumentando o seu ticket médio.

6. Integre as informações da sua loja

Muitas vezes compramos produtos na internet e queremos fazer a troca deles no shopping. Entretanto, esse processo pode ser bastante complicado. Lojas que não integram suas informações oferecem uma péssima experiência para quem tenta realizar uma troca dessa maneira.

Se os sistemas utilizados no e-commerce e no ponto de venda não conversam entre si, o consumidor sairá frustrado desse atendimento ou perderá um tempo valioso nele. Mesmo o call center da empresa deve ter visualização completa do status de um pedido para proporcionar interações de qualidade.

Preocupe-se em sincronizar os dados dos múltiplos canais que você possui para atender melhor e aumentar a satisfação do shopper.

Assim, você deve se perguntar: que tipo de experiência de compra o seu consumidor tem hoje? É a partir daí que você deve começar a pensar em como aprimorar as interações que ele encontra no PDV e fora dele.

Conhecendo melhor o seu público-alvo, será possível não só entender o quanto ele está satisfeito com o que recebe, mas também projetar novidades que farão com que ele se sinta ainda mais próximo e mais bem atendido pela sua marca.

Nem todas as experiências digitais precisam ser complexas. Plataformas que conectam o que acontece na internet com a loja física já são o suficiente para que sua empresa dê o primeiro passo quando o assunto é transformação digital.

Gostou dos nossos exemplos de experiências digitais que você pode oferecer aos seus clientes? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude seus amigos a ficarem por dentro do assunto!

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