Tecnologia no PDV: conheça 3 exemplos de tecnologia 2 6182

homem e mulher utilizando tecnologia na loja

Usar tecnologia no PDV é uma estratégia para a sua empresa obter melhores resultados. Propor e investir em inovações no ponto de vendas é uma boa ideia para chamar a atenção da clientela, tornar o seu espaço mais atrativo, atrair mais tráfego para a loja e, consequentemente, fechar mais negócios.

Hoje, quando o consumidor entra em uma loja, ele não está em busca apenas de produtos. A experiência de compra e a maneira como ele interage com o negócio são pontos fundamentais que vão influenciá-lo na decisão de compra. Isso significa que mesmo que alguém não adquira um bem na sua primeira visita a uma loja, uma experiência positiva pode fazer com que essa pessoa volte.

Se um pouco mais da metade dos consumidores não converte logo de cara, não devemos desprezar essa fatia do mercado. Usando recursos como a tecnologia, é possível transformar e enriquecer suas experiências para que eles se surpreendam e se emocionem com o que viram ali.

Há muito o que se fazer para impressionar o shopper. Confira algumas das inovações possíveis ao se usar tecnologia no PDV e inspire-se!

1. Projeções holográficas interativas

Que tal ter a oportunidade de interagir com o garoto-propaganda de uma marca e obter informações que realmente fazem a diferença na decisão de compra? Essa é uma das maneiras mais inusitadas de impressionar o cliente em potencial e fazer com que a experiência que ele tem em loja seja muito mais significativa.

Para lidar com esse desafio — o de trazer um novo significado à forma como o consumidor interage com o produto — a Alice Wonders utilizou uma projeção holográfica interativa e criou uma versão do dentista de Sensodyne que atendia às principais questões do público em loja.

Pressionando um de três botões, era possível que o cliente obtivesse ali informações sobre dentes sensíveis, como: que fazer para mitigar o problema, como a tecnologia de um produto especializado poderia ajudar e quais são as causas desse mal. O fato de poder interagir com uma figura de autoridade, capaz de transmitir claramente os pontos positivos do produto e criar um laço emocional com o consumidor, fez com que essa tecnologia no PDV trouxesse resultados impressionantes para a marca.

Todos os locais nos quais foi instalada a projeção holográfica interativa de Sensodyne conquistou um aumento significativo nas vendas. Três vezes mais consumidores levaram para casa o produto e foram surpreendidos pela experiência que obtiveram em loja. Já pensou experimentar resultados semelhantes?

O ponto aqui é que a tecnologia foi utilizada para surpreender o comprador em potencial. E em vez de tratar-se de uma mera forma de atrair sua atenção foi empregada para conquistá-lo e convencê-lo dos benefícios reais do produto. É preciso pensar soluções assim, que criam uma história e empregam o design mais eficiente para gerar conversões.

2. Realidade virtual e óculos 3D

Que tal visitar um evento de grande porte sem necessariamente precisar viajar? A ideia de transportar o seu cliente para aquele lugar onde ele mais queria estar, vendo toda a ação acontecer, sem precisar de mais do que a tecnologia para fazer isso lhe atrai? Pois foi assim que a Volkswagen levou centenas de consumidores para o seu stand no salão do automóvel, com uma mistura de Google Street View e realidade virtual.

Seu ponto de venda interativo permitia que o usuário fosse até Detroit ver o maior stand do evento e conhecer todas as novidades que a marca propiciava aos seus consumidores. Com um óculos 3D ou navegando por um mapa virtual, era possível ficar por dentro dos acontecimentos e ter uma experiência imersiva no salão.

3. Interação via sensores

Aplicar tecnologia no PDV significa que precisamos pensar em como proporcionar para o cliente não apenas uma experiência marcante, mas uma forma de diferenciar os produtos que estamos tentando vender.

Com computadores, esse é um desafio em particular, já que muitos dos consumidores não sabem exatamente como escolher a máquina que melhor atende e acabam adquirindo produtos além ou aquém do esperado, levando em consideração fatores facilmente compreensíveis como preço e capacidade de processamento.

Para que o consumidor pudesse entender por que um computador Acer era a melhor escolha, a criação de uma pop up store na qual não era preciso interagir diretamente com os PCs foi um grande sucesso. Utilizando sensores capazes de captar o movimento, foi dada a oportunidade aos clientes de operar laptops e computadores sem jamais tocar neles.

A ideia, meio futurista e muito diferente do que estamos acostumados a ver por aí, transformou-se em uma brincadeira interessante e uma experiência rica para o consumidores em potencial. Nela, eles puderam entender melhor quais características buscar em um computador e qual o equipamento mais preparado para atendê-las.

No passado, utilizar a tecnologia no PDV era uma tarefa muito difícil. Investir nessas ações podia criar campanhas muito onerosas para as marcas e difíceis de se reproduzir em tantas lojas — sendo necessário obter resultados significativos e não apenas um case bacana. Atualmente, porém, é muito mais barato adquirir o equipamento que uma boa interação no ponto de vendas demanda, podendo trazer retornos bastante rápidos.

Quando experimentamos interações tecnológicas inusitadas, nos sentimos no futuro e temos a oportunidade de ver na prática os benefícios que uma marca está tentando vender. Converter é, portanto, mais fácil e atrair consumidores que em outros momentos não parariam no seu ponto de vendas também. Criar impressões significativas e duradouras, que podem se refletir em fidelização e lucro a longo prazo, é outra das consequências de começar a pensar na introdução de tecnologia no PDV.

Divulgar um produto com auxílio da tecnologia traz também outras vantagens. Quem visita a sua loja está mais propenso a fazer um comentário nas redes sociais ou compartilhar uma ação que lhe pega de surpresa. E essa promoção gratuita atrelada à influência do comprador que divulga um ponto de vendas curioso torna o custo da tecnologia no PDV um investimento.

A tecnologia no PDV pode colocar o seu espaço em uma posição de destaque e ajudá-lo a chegar em melhores resultados. Gostou do que viu aqui? Compartilhe conosco a sua opinião sobre os cases nos comentários!

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Salas Imersivas: venda mais com experiências sensoriais 0 186

Propor experiências em PDV tem se tornado um desafio para as lojas. Competir com o digital é uma realidade dura, mas é inegável que a presença física proporciona explorar oportunidades únicas. Uma delas são as salas imersivas, que baseiam interações com o público por meio da imersão sensorial.

Você já deve ter visto algumas dessas experiências em exposições, ativações de marcas e ações de marketing feitas em shoppings e em grandes lojas. A ideia é simples: envolver o consumidor em uma relação mais aprofundada do que somente olhar uma vitrine ou assistir a um comercial. O resultado dessa interação vai afetar diretamente o engajamento e o desejo de consumo.

Vamos tratar ao longo deste conteúdo o poder das salas imersivas, o que faz com que elas sejam especiais e como podem ser utilizadas em diversos segmentos de negócio.

O que são salas imersivas?

As salas imersivas são espaços em que os visitantes podem interagir e participar de alguma ação de marketing nas quais estão profundamente envolvidos com a proposta da campanha. Nessas salas, são explorados todos os sentidos: audição, tato, olfato, paladar e visão, juntos ou com apenas alguns desses em combinação.

Nessas salas, a imersão acontece quando o consumidor é exposto a diversos estímulos e oportunidades de interação sem nenhuma interrupção por um fator externo. Justamente para possibilitar isso, as experiências são conduzidas em salas especiais, em que há o foco em se concentrar nas sensações propostas pelas campanhas.

É importante destacar que a base das salas imersivas é um conceito amplamente conhecido e utilizado: o marketing sensorial. Essa prática consiste em gerar engajamento, identificação e uma percepção positiva em relação a marcas por meio de vídeos, cheiros, músicas, gostos e experiências de toque.

Quais tipos de experiências as salas imersivas podem proporcionar?

As salas imersivas podem ter vários tipos de experiências do tipo. Algumas focam apenas em linhas sensoriais específicas, enquanto outras mesclam as possibilidades para gerar momentos ainda mais impactantes a quem participa dessas ações. Entenda algumas dessas possibilidades de imersão sensorial a seguir.

Projeções Mapeadas

As projeções mapeadas dentro de salas podem gerar a sensação de que o consumidor está em alguma paisagem ou ao lado de pessoas que, na verdade, estão sendo projetadas. Da mesma forma, é possível projetar elementos menores, como produtos.

A ideia com as projeções é fazer uma reprodução fiel, geralmente nas paredes e no teto da sala em questão, gerando assim a sensação de imersão na pessoa que está lá dentro. É uma ótima possibilidade para transportar pessoas para cenários, por exemplo.

Playlists

As playlists ajudam a tornar essa experiência da sala imersiva ainda mais sensorial. Afinal, a música é um dos elementos mais ricos dentro da projeção de uma ideia de marca. Não à toa as empresas têm seus jingles e escolhem trilhas sonoras para suas ações.

Uma boa playlist pode ajudar a gerar essa sensação de imersão ainda maior, gerando ainda uma associação posterior à marca, quando o consumidor escutar novamente determinada música.

Telões 360º

Os telões em 360º ocupam as paredes dessas salas com a missão de reproduzir vídeos e animações que tornem a experiência mais ilustrada e viva. Por ser uma tela contínua, a experiência com esse mecanismo obriga as pessoas a girarem para consumir todo o conteúdo.

Esse estímulo à movimentação, ainda que seja natural por conta da disposição dos telões, é uma forma de fazer o consumidor participar e interagir com a sala. É uma oportunidade de projetar sua marca de maneira enriquecedora e interessante.

Painéis interativos

Os painéis interativos podem ser combinados com telões e outros tipos de mecanismos sensoriais dentro das salas imersivas. O foco desse recurso é dar ao consumidor a autonomia de executar a experiência da maneira que bem entender.

Com esses painéis, as pessoas podem projetar imagens, buscar informações e selecionar detalhes relacionados à experiência em que estão imersas. Isso gera um engajamento maior e, no fim das contas, torna a oportunidade ainda mais interessante para quem está dentro da sala imersiva.

Realidade aumentada e virtual

A realidade virtual é um recurso muito visto em games, mas que já está sendo utilizado em experiências sensoriais diversas. Nas salas, muitas vezes, as pessoas são conduzidas apenas para aproveitarem um espaço vazio em que possam se movimentar para explorar o universo e possibilidades que é transmitido no visor de VR.

Já a realidade aumentada é uma tecnologia que permite projetar reproduções 3D, com o uso de periféricos como smartphone (e sua câmera) para simular objetos virtuais em ambientes físicos, por exemplo. Este é um recurso que já vem sendo usado há anos em diversas indústrias e também pode ser aplicado em salas imersivas.

Quais mercados podem fazer uso das salas imersivas?

As salas podem ser pensadas para os mais variados mercados, desde que a experiência sensorial em si seja realmente relevante. É fundamental que as interações e o que é mostrado a quem participa dessas atividades tenha relação direta com o produto e a marca, gerando a real sensação de participação e exploração.

Alguns mercados se destacam nas possibilidade de uso das salas imersivas, mais especificamente estes:

  • imobiliário: salas que projetam um apartamento mobiliado que possa ser explorado por cada cômodo;
  • automotivo: salas que simulam a experiência de dirigir um carro;
  • gastronômico: uma ótima ideia de sala imersiva é um local em que o consumidor entra, pode assistir uma receita ser preparada e ainda seja estimulado por uma experiência olfativa em que sinta o cheiro da comida em questão;
  • museus: as salas podem permitir que o visitante seja imerso em uma determinada época ou em algum cenário histórico explorado em uma exposição;
  • moda e beleza: com totens interativos ou uso de realidade aumentada, por exemplo, os clientes podem provar peças digitalmente e ainda saber mais sobre as especificidades de cada produto.  

As salas imersivas propõem um mundo de possibilidades para projetar experiências incríveis nos mais variados setores de mercado. Ao aliar a ideia de interação e ativação de marca com a tecnologia correta, os resultados de engajamento e vendas naturalmente terão uma subida satisfatória.

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É o fim das lojas físicas? Confira 7 tendências para o futuro do varejo 0 2058

Especialistas ao redor do mundo afirmam que a pandemia do COVID-19 acelerou transformações digitais (e físicas) talvez esperadas apenas para a próxima década. Um exemplo disso foi o trabalho remoto que, segundo um estudo da McKinsey, levaria pouco mais de um ano para ser incrementado em tempos “normais”. Só que, com o decreto da quarentena em março de 2020, vimos escritórios inteiros migrarem para a casa de seus colaboradores em um período um pouco menor que o de 12 dias.

Parece insano, mas sabemos que essa não foi a única aceleração que a crise provocou na relação das pessoas com o mundo digital e físico. Os consumidores têm desenvolvido diferentes necessidades e comportamentos de consumo digital, que devem ser observados e absorvidos por grandes marcas nos próximos anos.

Logo, pode-se dizer que será o fim das lojas como conhecemos?

Confira a seguir 07 tendências que devem nortear o futuro do varejo físico, baseadas em pesquisas da NRF Retail’s Big Show 2021 e do 2020 Costumer Expectations Report.

1. Lojas pensadas para
produtos pessoas

Com o boom do e-commerce após o isolamento social, adquirir um produto ou serviço de sua loja favorita ficou a literalmente 1 clique de distância. Logo, as lojas físicas que desejam sobreviver ao pós-pandemia devem abrigar em seus estabelecimentos mais do que prateleiras infinitas e produtos de cores mil. 

Hoje, os consumidores buscam encontrar nas lojas espaços de experiência, convivência, interatividade e criação de memórias, rompendo as tradicionais relações de compra e venda que antes conhecíamos. 

A Kit Kat Chocolatory da Nestlé, localizada no Morumbi Shopping, é um perfeito exemplo de loja criada a partir do Experience Economy. Flagship desenvolvida pela agência inglesa FITCH, a Alice Wonders ficou responsável por desenvolver metade dos pontos de contato digitais e implementar 100% dos pontos de contato digitais da loja que embarca experiências como content wall, parede interativa, impressão de foto em um Kit Kat, Prateleira Infinita, cardápio digital, realidade virtual e mais, colocando o Brasil à frente de outros países em termos de tecnologia e inovação no PDV.

Mas isso significa que as lojas deixarão de ser locais voltados à vendas? Não necessariamente. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, 84% dos consumidores afirmam que tendem a gastar mais em lojas que ofereçam experiências de compra marcantes sejam elas recreativas, relaxantes, encantadoras ou informativas.

2. Tecnologias aliadas à experiência no PDV

Com consumidores cada vez mais digitais e hiperconectados, aliar tecnologia ao ponto de venda, além de impulsionar o visual merchandising da sua marca, ajuda a reter a atenção dos shoppers – que passam a ter não só os olhos, mas o tempo  cada vez mais disputado por lojas, apps, marcas concorrentes ou não.

Com o uso de Realidade Aumentada atrelada à experiências no varejo, por exemplo, é possível que os clientes experimentem roupas ou calçados de forma virtual, montem looks e até finalizem suas compras direto do provador. 

Outra tendência já utilizada por grandes empresas e startups ao redor do mundo é o uso de Inteligência Artificial para otimização do processo de compras, aperfeiçoamento do armazenamento e histórico de produtos, melhorias na gestão de estoque e estratégias baseadas em comportamento. 

Essas e outras tecnologias para ponto de venda não surgem para substituir as conexões humanas por completo, mas, sim, para somar na construção de experiências cada vez mais inovadoras, personalizadas e únicas.

3. Menos interrupções, mais “Do it yourself”

No varejo do futuro, os pontos de atrito entre lojas e consumidores parecem estar com os dias contados. 

Com a utilização de Bots, Apps, Telas e tecnologias como Scan-and-Show, as empresas agora apostam na diminuição de atritos entre vendedores e clientes, outorgando autonomia aos shoppers durante processos de atendimento, dúvidas e até mesmo de pagamento. 

Nesse último, conceitos como o cashless (menos dinheiro) e cardless (menos cartões) já vem sendo utilizados por marketplaces como Uber e Apple Pay, por exemplo. O modelo consiste em vincular os dados de pagamento ao gadget do consumidor, não sendo necessário apresentar o valor em espécie ou o cartão físico. Essa já é uma realidade também crescente em supermercados do Brasil, bastando ter o celular em mãos para debitar o valor de suas compras na saída.

4. Customer Centric: marcas atentas às preferências do consumidor

Empresas que seguem a tendência do Customer Centric, isto é, clientes no centro das decisões de negócio, buscam elaborar seu planejamento estratégico focado na melhor experiência dos usuários.

Suponhamos que você deseje abrir o primeiro ponto de atendimento da sua loja que, até então, era somente digital. Aplicando o conceito Customer Centric, você teria uma série de opções: desde avaliar a localização média de seus consumidores, até a elaboração de uma pesquisa com seus atuais clientes para sondar locais de suas preferências. Isso tornaria sua escolha muito mais acertada, baseando-se, sobretudo, na necessidade e vontade do seu consumidor.

O conceito já até tem sido percebido e bem avaliado pelos usuários. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, cerca de 79% dos consumidores dizem que as empresas que colocam os clientes como o centro do negócio destacam-se mais do que as que apenas geram marketing personalizado.

5. Logística 4.0: aceleração de entregas

Com a pandemia, além de atentar-se às medidas protetivas nas lojas físicas, os comércios precisaram também se adaptar ao crescimento exponencial do e-commerce. 

Em alguns setores, as vendas online cresceram entre 30% e 40% ao longo de 2020, demandando novos esforços e adaptações logísticas entre grandes varejistas e empresas transportadoras. 

A tendência é que o perfil de consumidor – cada vez mais exigente e seletivo –, exija entregas cada vez mais rápidas, bem como o acompanhamento de todas as etapas de distribuição em tempo real

A falta de inteligência tecnológica nos projetos de distribuição pode acarretar em inadequação de estoques, gerenciamento manual ineficaz, baixa transparência e  falta de flexibilidade em logística. Mais um reforço sobre a importância do uso de dados no varejo do futuro.

5. Marcas aliadas a responsabilidade social

Intensificado pela crise global, o olhar dos consumidores agora passa a ser ainda mais atraído por marcas que compartilham valores ligados à sustentabilidade, transparência e responsabilidade.

Um exemplo de posicionamento estrategicamente conectado ao tema de negócio é a AMA, projeto da AMBEV que apostou na expertise da Alice Wonders para dar corpo e vida à iniciativa através de uma Vending Machine Interativa

Na aquisição de cada garrafa de água AMA, 100% do lucro é revertido para construção de poços artesianos em bairros e comunidades que sofrem com a falta de água. Logo, além de destacar a marca com tecnologia e inovação, a máquina lançava um convite à reflexão social, demonstrando seu impacto positivo enquanto entretia e encantava o consumidor no ato de compra.

7Data-Driven: empresas e marcas regidas por dados

Com o crescimento exponencial do conceito Data-Driven, ou seja, empresas e organizações guiadas estrategicamente por dados, sobressaem-se as marcas que sabem desmistificar o big data para compreender o comportamento do consumidor seja no e-commerce ou varejo físico. 

Um exemplo de marca que bem representa essa tendência é a Intel. Junto a Alice Wonders, desenvolveu uma Smart Store Interativa que revolucionou o varejo de laptops no Brasil.

Em um totem, os shoppers respondiam suas preferências e necessidades na hora de escolher um notebook. Ao final do questionário, por meio de luzes coloridas, eram direcionados aos modelos das categorias que mais possuíam sinergia com suas escolhas. Além de toda a coleta de dados que favorecia as recomendações adequadas, a Intel ainda mapeava o comportamento do cliente na loja, acessando insights poderosos como quais modelos foram os mais procurados, qual a média de tempo e distância em cada laptop, quais dias e horas da semana receberam mais movimento (e muito mais!). 

Viu só o poder dos dados na hora de tomar decisões estratégicas para aumentar engajamento e volume de vendas no seu PDV? É justamente essa a funcionalidade do Granometrics.io, tecnologia exclusiva da Alice Wonders que mapeia comportamento em espaços físicos, gerando insights que resultam em vendas qualificadas.

Qual dessas tendências você acredita ser a mais revolucionária para o setor varejista? Compartilhe sua opinião nos comentários! 

E se você também deseja inovar e destacar sua marca com Experiências Digitais no PDV,  entre em contato conosco e conheça nossas soluções personalizadas! 

 

 

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