Entenda a importância do treinamento para a equipe de vendas 1 4317

homem ministrando treinamento para a equipe de vendas

Sabemos que, atualmente, há excelentes vendedores no país, mas, de maneira geral, o cenário carece de profissionalização. Por conta dessa realidade, a empresa que deseja se destacar entre as concorrentes precisa apostar em um efetivo treinamento para a equipe de vendas.

Para que isso se concretize, a ideia é ir além do convencional. Em vez de a equipe decorar e repetir as características dos produtos na hora de apresentá-lo ao comprador, o foco deve estar na empatia.

Assim, é vital que a equipe de vendas desenvolva habilidades que vão torná-la expert no produto para que consiga interagir com o cliente e entregar uma experiência totalmente personalizada.

Por esse motivo, desenvolvemos este artigo no qual você vai poder conferir os benefícios de promover um bom treinamento para a equipe de vendas. Continue lendo!

Qual a importância do treinamento para a equipe de vendas?

É bem provável que você já desistiu de, pelo menos, uma compra por causa de um vendedor desatento, que não fez um mínimo de esforço para realizar a venda, não é verdade? Infelizmente, no Brasil, o atendimento ao cliente é uma área que ainda precisa ser bastante aperfeiçoada.

Entretanto, existem diversas formas de melhorar essa realidade para que a compra seja um evento memorável para o cliente. Com a ajuda da tecnologia, por exemplo, é possível promover uma experiência digital ao consumidor.

Além disso, também é viável focar em atender às necessidades e resolver os problemas do cliente. Porém, tudo isso só é possível a partir do treinamento para a equipe de vendas. Veja, a seguir, alguns dos benefícios dessa estratégia:

Evita o turnover

O turnover — índice de rotatividade dos funcionários da empresa — pode prejudicar bastante o dia a dia da organização. Para evitar que isso aconteça constantemente, é essencial investir em treinamentos. Por meio de cursos e palestras, por exemplo, o funcionário tem a percepção de que a empresa se importa com ele e está investindo em seu crescimento.

Claro que isso é essencial para o aumento das vendas e dos lucros da companhia, mas também contribui para o time desenvolver novas habilidades que vão servir para a vida profissional e pessoal. Quando isso acontece, os vendedores tendem a ficar muito mais entusiasmados e produtivos em seu dia a dia de trabalho.

É crucial ter em mente que não basta elevar as metas e pressionar a equipe para que as vendas melhorem, pois isso só piora as coisas e eleva o turnover. É preciso entender o perfil de cada vendedor e identificar as principais habilidades que eles precisam desenvolver.

Auxilia na fidelização dos clientes

O Ponto de Venda (PDV), há muito tempo, deixou de ser apenas um espaço apenas com vitrines, displays, cores, música e iluminação. O mundo mudou. Os consumidores estão muito mais bem informados e exigentes, e isso obrigou as empresas a se reinventaram.

Imagine, por exemplo, que a empresa saiba que muitos dos seus clientes são maratonistas. Assim, o profissional de vendas se qualifica para entender que uma maratona tem 42 km de distância; que o recordista mundial da prova é o queniano Dennis Kimetto; e que, inclusive, é o primeiro homem do planeta e correr a prova abaixo das 2 horas e 3 minutos.

Isso pode parecer bobo, mas já imaginou a satisfação do cliente ao ouvir um vendedor falando sobre questões que só alguém que pratica a mesma atividade poderia saber? É bem provável que esse cliente se transforme em um consumidor fiel à marca.

Uma boa e moderna equipe de vendas, portanto, é aquela que interage e se movimenta no Ponto de Venda com o intuito de entregar a melhor solução para o cliente. Afinal, mais do que adquirir um produto em si, as pessoas adoram viver experiências agradáveis. Por isso, é essencial treinar a equipe.

Permite a interação com a tecnologia de forma ideal

É fato que a tecnologia está aí e veio para mudar a forma como nos relacionamos e consumimos. Nos negócios, cada vez mais, as empresas vêm se aproveitando dos benefícios tecnológicos para engajar seus consumidores e, claro, vender mais e aumentar a lucratividade.

Quando a equipe de vendas é treinada para entender esse novo cenário, ela está apta a se aprofundar em toda a interação com o consumidor.

Imagine o mesmo cliente fã de corrida em busca de um fone de ouvido esportivo. Em vez de o vendedor apenas mostrar o produto e as suas características, ele também abre um vídeo de um atleta praticando corrida com fone. Nem precisamos falar a sensação que isso provocaria no potencial cliente, não é mesmo?

No treinamento para a equipe de vendas, a tecnologia não deve ser apenas incluída, mas deve ser vista como uma grande aliada das vendas. Certamente as chances de sucesso em uma negociação aumentarão de forma substancial.

Mostra expertise da loja em relação à tecnologia implementada

Com a leitura, você já deve ter percebido que a equipe de vendas precisa ser muito mais que a junção de meros “corpos” a serviço da ativação ou serviço. Isso robotiza a negociação e, embora a tecnologia esteja aí para ser explorada, é importante destacar que pessoas gostam de negociar com pessoas. Simples assim.

Dessa forma, a equipe precisa saber apresentar o poder tecnológico da loja da forma mais humana possível. Isso até pode parecer um paradoxo, já que a tecnologia invadiu nossas vidas, o que não significa que devemos deixar de ser humanos.

Ou seja, tecnologia, pessoas e vendas precisam caminhar juntos. É essencial equilibrar os aparatos tecnológicos com um atendimento humanizado e o treinamento da equipe precisa deixar essa questão muito clara.

Conforme já destacamos, os desafios são inúmeros, mas as possibilidades também. Apesar de ser chato imaginar que o país ainda precisa avançar muito no atendimento ao cliente, por outro lado, isso significa oportunidades de negócios para aqueles que decidem investir em treinamento para a equipe de vendas.

Por fim, lembre-se: mais importante do que realizar a venda, é promover uma experiência agradável para fidelizar o cliente. O foco deve estar em atender às suas necessidades e resolver seus problemas. Com essa mentalidade, a empresa tem muito mais chances de se estabelecer em um cenário de crescimento contínuo e sustentável.

Se você gostou do texto, assine a nossa newsletter para receber nossos conteúdos gratuitos e exclusivos, que podem ser essenciais para o sucesso do seu negócio.

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Previous ArticleNext Article

1 Comment

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 391

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 260

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Most Popular Topics

Editor Picks

Send this to a friend