Data driven marketing: o que é e como te ajuda na tomada de decisões? 0 681

data driven marketing em imagem no computador

Data driven marketing é uma estratégia que utiliza os dados que uma empresa tem sobre o consumidor para melhorar a tomada de decisão. O marketing direcionado por dados é excelente para que os varejistas consigam escolher as mídias em que promoverão seus negócios e tenham no que se embasar para fazer mudanças complexas, como aquelas que afetam o layout da loja ou a experiência de compra que entregam para o cliente.

Hoje você vai conhecer melhor os benefícios do data driven marketing, como a sua empresa pode implementá-los e que ferramentas ajudam na coleta de insights relevantes sobre a dinâmica do ponto de venda. Vamos lá?

Por que utilizar o data driven marketing?

Vivemos em um momento importante para a coleta de dados. Nunca tivemos tantos recursos para aferi-los e tanto espaço para armazená-los, como desde o advento da computação em nuvem. Os avanços em direção à análise de dados não estruturados (como vídeos, áudios e imagens) também foram muito importantes para que chegássemos até aqui.

Desde o início da transformação digital essa é a mudança mais significativa na maneira como as organizações operam. Ganhamos novas oportunidades para entender e atender ao cliente utilizando o marketing direcionado por dados.

Como funciona a geração de insights?

Big Data e Business Intelligence são os dois recursos principais do data driven marketing. Eles funcionam compilando e analisando grandes warehouses e processando as informações contidas neles em alta velocidade. Com um software especializado, uma loja consegue obter tantos insights quanto desejar, seja sobre o tempo que o consumidor passa no local, seja sobre os produtos que mais lhe chamam atenção. Para fazer essa análise são utilizadas algumas ferramentas, confira abaixo.

Hadoop

O Hadoop é um software em java de código aberto que consegue acessar muitas informações simultaneamente e detectar padrões nelas. O sistema ajuda a apontar tendências com dados de todas as áreas do negócio (marketing, vendas, atendimento etc).

NoSQL

Enquanto os dados em SQL devem sempre ser estruturados (ou seja, passíveis de serem lidos por um software tradicional, como o Excel) as databases NoSQL são feitas para os não estruturados. Elas conseguem armazenar e processar informações que não têm um esquema similar. Áudios, vídeos, imagens e sensores de movimento geram esses tipos de dados que hoje são os mais valiosos para um negócio.

Sistema de BI

Há muitos sistemas de BI no mercado, cada um com suas particularidades, mas todos eles têm uma coisa em comum: são capazes de responder a solicitações. As queries são perguntas que o usuário faz ao software, como “Em qual época do ano vendemos mais aparelhos barbeadores?”, que geram gráficos capazes de orientar a tomada de decisão.

Qlik, Tableau e Microsoft Power BI são alguns dos programas de computador mais populares para se fazer esse tipo de previsão.

Quais os benefícios do data driven marketing?

Podemos listar pelo menos cinco vantagens que existem em direcionar o marketing por dados. Targeting personalizado, otimização dos canais de promoção e melhora no processo de fidelização de clientes são apenas algumas delas. Acompanhe.

Estratégia de marketing aprimorada

Com as informações obtidas a partir dos dados, os lojistas têm à sua disposição tudo que é preciso para melhorar a estratégia de conteúdo que utilizam. Conhecer mais o cliente ajuda os profissionais do marketing a falarem a língua dele e reduz o custo de aquisição.

Consciência de marca

Brand awareness é colocar a sua marca na cabeça do cliente para que, ao buscar um determinado produto, ele pense no seu negócio antes de qualquer outro. Big Data coloca em perspectiva o mercado em que seu empreendimento está inserido e lhe mostra que diferenciais competitivos podem qualificar a consciência de marca.

Otimização dos canais

O marketing omnichannel se apoia em diversos canais de comunicação integrados para transmitir uma mensagem e oferecer um bom atendimento. Com o Business Intelligence, é possível apontar quais deles trazem o melhor ROI para a sua empresa e devem ser priorizados.

Entender quais canais funcionam melhor para o seu negócio vai melhorar o atendimento que ele oferece, identificando como e quando o usuário busca por assistência e que tipos de demandas são mais comuns.

Experiência de consumo

Quanto mais uma empresa conhece seu público-alvo, melhor consegue suprir as necessidades dele. Uma experiência de compra eficaz está ao alcance dos varejistas que utilizam o data driven para acompanhar a movimentação dos visitantes pela loja e identificar seus pontos de interesse.

Conhecendo o comportamento do consumidor dentro da loja, é mais fácil trabalhar na satisfação e na fidelização de clientes.

Targeting personalizado

Essas mesmas informações sobre o público-alvo podem ser utilizadas para personalizar a propaganda da sua loja. Em vez de direcioná-la para uma audiência genérica, é possível criar uma estratégia focada no nicho e na parcela da população mais interessada por aquilo que o seu negócio vende.

Que recursos utilizar para isso?

É um erro pensar que os únicos dados que podem ser analisados no ponto de venda são aqueles que vêm do caixa. Ainda que essas informações sejam importantes, muitos dispositivos podem ser adquiridos pela sua loja para captar a reação dos consumidores e entender como eles navegam pelo estabelecimento. Confira alguns deles.

Reconhecimento facial

Câmeras, associadas a ferramentas de reconhecimento facial (Optical character recognition ou OCR), funcionam muito bem para entender a reação dos clientes. Mas elas também têm um papel importante na hora de detectar quantos deles voltam a fazer negócio no PDV. Os softwares transformam as informações captadas nas câmeras em dados, que podem ser lidos por ferramentas de BI.

Sensores de movimento

Sensores de movimento podem ser instalados por toda a loja, analisando quais são os produtos que mais chamam atenção, em que prateleiras os clientes passam mais tempo e quantos deles entram na loja diariamente. Essas informações lhe darão uma perspectiva sobre os negócios que não seria possível sem elas. O quanto uma vitrine chama atenção, por exemplo, é o tipo de dado que podemos captar com sensores.

Câmeras térmicas

As câmeras com sensores térmicos são outro tipo de monitoramento eficiente para mapear o layout de um PDV. Elas apontam os padrões de movimento dos clientes, que itens eles tocam com mais frequência e indicam quantos deles chegam ao ponto de checkout e quantos deixam a loja sem realizar uma compra.

Muitas empresas se confundem e acreditam que o marketing direcionado por dados só pode ser aplicado em cases de internet. Embora boa parte das organizações o utilizem para essa função, é possível fazer a captura de impressões sobre o cliente em outros locais.

Com os dispositivos da Internet das Coisas você pode trazer para a loja o marketing data driven e observar como cada modificação no PDV influencia os resultados que se obtém no varejo.

O que achou de conhecer o marketing data driven? Conte para a gente nos comentários!

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 800

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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Afinal, como oferecer diferentes experiências digitais aos clientes? 0 1203

experiências digitais

Você sabia que pode mudar o modo como o cliente interage com o seu negócio por meio de experiências digitais? Nos últimos anos, nos familiarizamos com novas tecnologias, como as assistentes virtuais (Siri e Google Assistant), e passamos a incluí-las em nosso dia a dia.

No entanto, boa parte das experiências que os varejistas proporcionam aos seus clientes continuou igual. Dessa forma, é hora de avaliar as implicações da transformação digital na rotina dos consumidores e trazê-las para dentro do seu estabelecimento.

Pensando nisso, mostraremos a seguir 6 formas de como oferecer experiências digitais aos seus clientes. Quer melhorar a gestão do seu negócio e aumentar seus resultados em vendas? Então continue a leitura!

1. Sincronize as lojas físicas e online

Sua empresa também vende pela internet? Se não, essa realidade precisa mudar. Por mais que varejistas ganhem trazendo o consumidor para a loja, eles não podem oferecer apenas essa modalidade de compra se planejam estar em primeiro lugar entre os clientes.

A maioria de nós já compra pela web e, segundo o SPC Brasil, 74% dos internautas incluem o celular em seus processos de compra. Por isso, uma loja online ou aplicativo podem ajudar a sua empresa a vender mais.

No entanto, a loja online não precisa estar desconectada da loja física. Digitalizar o processo de compra e permitir que o consumidor recolha os produtos no PDV (ponto de venda) é uma das alternativas para integrar esses dois universos.

A faixa etária do público do seu estabelecimento vai influenciar as decisões que você deve tomar aqui. De acordo com a mesma pesquisa citada, jovens entre 18 e 34 anos são os que mais utilizam smartphones para adquirir produtos.

Assim, se eles constituem uma fatia considerável dos seus lucros, comece a pensar hoje mesmo em como integrar a loja física e a virtual.

2. Considere a experiência em pequenas telas

Quase nunca estamos na frente do computador quando nos lembramos de algo que queremos comprar. Assim, ganham as empresas que preparam os seus websites para receber visitantes de qualquer dispositivo.

As páginas responsivas funcionam com a mesma qualidade no PC, no tablet ou no celular — carregam rapidamente e dispõem de todas as informações de que um cliente precisa para tomar a decisão de compra. Se o seu e-commerce ainda não tem essa adaptação, procure fazê-la o mais rápido possível.

3. Invista em guide shopping

Guide shopping é uma modalidade de compra diferente daquela que a sua marca já oferece. Consiste na criação de lojas experimentais, nas quais os clientes podem conhecer e provar os produtos, mas que não precisam manter grandes estoques, pois as compras são enviadas diretamente para a residência do consumidor.

Essa é uma oportunidade de vivenciar a loja digital no mundo físico. O apelo desses estabelecimentos é enorme porque eles oferecem preços mais competitivos do que os das lojas tradicionais e equiparáveis aos obtidos em vendas pela internet.

É possível inovar com o conceito, agregando uma equipe de vendedores eficiente e bem treinada, capaz de montar exposições de produtos exclusivas para os visitantes e de ajudá-los a definir qual produto melhor atende às suas expectativas.

A reserva de peças é feita automaticamente e o cliente paga na hora. No entanto, pode optar por um modelo ou cor diferente do que escolheu no PDV, por exemplo.

4. Redefina a experiência de checkout

Comprar no PDV pode ser muito divertido, mas filas de espera e processos de pagamento demorados fazem com que os clientes prefiram levar as aquisições para a internet.

Esse é um dos motivos pelos quais a sua empresa pode se beneficiar ao investir no autosserviço. Quiosques de pagamento agilizam os serviços, criam uma interação diferenciada entre clientes e estabelecimento e dão mais poder aos shoppers.

Conforme mostrou uma pesquisa americana, um dos principais motivos que impedem a conversão em vendas é a demora para sair da loja com um produto em mãos. Cerca de oito minutos já são o suficiente para que alguém deixe de levar um produto nos Estados Unidos.

Não temos uma pesquisa similar no Brasil, mas podemos estimar números não muito diferentes por aqui. Portanto, ao melhorar a experiência de checkout dos seus clientes, você aumentará seus resultados em vendas.

5. Crie um aplicativo que funcione no mundo real

Abraçar a tecnologia não significa levar todo o processo de compras para a internet. A sua empresa pode criar uma interação interessante dentro da loja se oferecer um aplicativo que transforma as compras em algo mais simples. É isso que marcas têm feito fora do país.

Funciona assim: os clientes tiram fotos dos produtos que mais lhe agradaram por meio de um app baixado no próprio PDV. Então, navegam por todo o espaço sem precisar carregar um carrinho ou pensar no quanto gastaram, já que essas informações estão na palma de suas mãos. Ao sair, fazem o pagamento e recolhem os produtos no caixa.

Esses apps também funcionam como guias, diminuindo a necessidade de vendedores disponíveis no PDV. Eles oferecem informações sobre os produtos fotografados sem a necessidade de interagir com alguém ou ser interrompido enquanto procura uma peça.

Isso faz com que os clientes passem mais tempo dentro do estabelecimento, notando produtos que antes poderiam não lhes interessar e aumentando o seu ticket médio.

6. Integre as informações da sua loja

Muitas vezes compramos produtos na internet e queremos fazer a troca deles no shopping. Entretanto, esse processo pode ser bastante complicado. Lojas que não integram suas informações oferecem uma péssima experiência para quem tenta realizar uma troca dessa maneira.

Se os sistemas utilizados no e-commerce e no ponto de venda não conversam entre si, o consumidor sairá frustrado desse atendimento ou perderá um tempo valioso nele. Mesmo o call center da empresa deve ter visualização completa do status de um pedido para proporcionar interações de qualidade.

Preocupe-se em sincronizar os dados dos múltiplos canais que você possui para atender melhor e aumentar a satisfação do shopper.

Assim, você deve se perguntar: que tipo de experiência de compra o seu consumidor tem hoje? É a partir daí que você deve começar a pensar em como aprimorar as interações que ele encontra no PDV e fora dele.

Conhecendo melhor o seu público-alvo, será possível não só entender o quanto ele está satisfeito com o que recebe, mas também projetar novidades que farão com que ele se sinta ainda mais próximo e mais bem atendido pela sua marca.

Nem todas as experiências digitais precisam ser complexas. Plataformas que conectam o que acontece na internet com a loja física já são o suficiente para que sua empresa dê o primeiro passo quando o assunto é transformação digital.

Gostou dos nossos exemplos de experiências digitais que você pode oferecer aos seus clientes? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude seus amigos a ficarem por dentro do assunto!

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