Design e a arquitetura: a conquista do consumidor pelo espaço e pelo olhar 0 877

As experiências proporcionadas por uma empresa compõem o diferencial que atrai e fideliza novos clientes. Portanto, é muito importante trabalhar a forma como a marca faz as pessoas se sentirem.

Mas o que questões como design e arquitetura têm a ver com isso? O espaço para receber os clientes influencia diretamente na forma como eles se sentem — e isso deve ser levado em consideração na hora de projetar um local que atraia o público-alvo, trabalhando suas percepções.

O design é igualmente importante, pois carrega a imagem do negócio, abrangendo também a comunicação com os clientes (e não só a estética dos produtos, como é comum imaginarmos). A seguir, você vai conhecer alguns benefícios de prezar pela arquitetura e pelo design de uma empresa, além da relevância de levar isso a sério.

Está pronto? Então, continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Como o espaço influencia a decisão de compra dos usuários?

O espaço físico da empresa é muito importante para a relação com os clientes. Isso porque a percepção do lugar é um fator fundamental para o bem-estar e a formação de uma imagem compatível com o que a companhia deseja transmitir.

Dessa forma, a arquitetura do local deve ser muito bem planejada. É preciso garantir que toda forma de contato com o consumidor seja relevante e integre suas experiências, exigindo o mínimo de esforço do cliente.

Outro ponto importante da arquitetura é trabalhar o espaço e as formas, sendo a cenografia do local. Isso alia design e arquitetura — que representa a maior parte da experiência do consumidor. Conte com a ajuda de um profissional habilitado na área para garantir que tudo seja feito da melhor forma possível, pois o esforço e o investimento valerão a pena!

A seguir, veja quais elementos da arquitetura melhoram a experiência do usuário!

Fachada

O projeto da fachada deve ser bem-feito, pois se trata da primeira impressão que o consumidor tem do negócio. Por isso, ela deve transmitir uma imagem compatível com a da empresa em questão.

Fachadas com elementos e cores em excesso causam poluição visual e acabam transmitindo uma imagem negativa. Assim, a visão de credibilidade que o consumidor tem da empresa é influenciada antes mesmo que ele a visite.

Os materiais da fachada devem ser escolhidos pensando na reação que se deseja obter das pessoas quando entrarem em contato com ela. Cada item, como madeira, vidro e acrílico, tem significados diferentes dentro do conceito de Neuroarquitetura.

Trata-se da relação entre neurociência e arquitetura, que busca entender as respostas que nossos corpos e cérebros dão conforme a projeção dos espaços.

Ambiente físico

O ambiente físico interno da empresa precisa estar de acordo com seus valores e se adequar ao público-alvo. Por isso, o profissional responsável pelo projeto deve dialogar com a equipe de marketing e comunicação, já que seu contato com os usuários é que vai determinar a confiança depositada nela.

Recomenda-se que a modernidade esteja presente sempre que possível no projeto. Tal característica passa a impressão de uma empresa que investe em recursos para otimizar sua eficiência.

Um espaço mal planejado, que transmite uma imagem descuidada e despreparada, não contribui com o bem-estar dos usuários nem favorece a imagem empresa. Consequentemente, os consumidores se sentem desestimulados a fechar negócio.

Atendimento

A área destinada ao atendimento do cliente também merece atenção especial. É preciso proporcionar transparência nas ações, conforto e privacidade — caso seja necessário expor informações pessoais dos clientes.

É possível trabalhar a transparência dos negócios a partir da arquitetura. Exemplo disso é projetar a mesa de atendimento de maneira que o cliente possa ver tudo o que o atendente está fazendo. A iluminação também contribui, pois permite uma melhor visualização do local e de tudo o que está acontecendo nele.

Sem contar com a comunicação entre os funcionários e da empresa com os clientes, que deve ser franca e transmitir as boas intenções do negócio. O espaço precisa se adequar ao seu fluxo habitual de pessoas, otimizando a área utilizada, além de contar com um mobiliário confortável e capaz de melhorar a experiência dos usuários.

No caso da necessidade de privacidade, é comum o uso de divisórias que não permitam a troca de informações e sua utilização de forma ilegal.

Qual é a importância do design nas vendas?

O trabalho de design se inicia na concepção de um produto ou serviço, abrangendo:

  • projeto;
  • métodos e materiais a serem utilizados;
  • economia;
  • sustentabilidade;
  • ergonomia;
  • resistência desejada no uso e transporte;
  • texturas;
  • cores;
  • estética.

O design também se envolve na comunicação e na relação com os clientes, a partir da criação de logotipos, embalagens e outras peças de publicidade. Ou seja: por trás de um produto bem trabalhado esteticamente, existiram decisões acerca da funcionalidade e da maximização dos lucros para a empresa.

Além disso, antes de propor uma solução para os clientes, a área responsável pelo design precisa entender as necessidades, os desejos e os desafios dos usuários. Abaixo, confira quais fatores relacionados ao design influenciam a decisão de compra do consumidor.

Identidade visual

Esse item faz toda diferença na imagem que os clientes têm da empresa e do produto. Por isso, é importante trabalhar um design criativo, que desperte o interesse das pessoas e as engaje de acordo com o perfil de cada uma. A escassez de criatividade e inovação provoca o desinteresse do público-alvo.

A identidade visual da empresa deve estar presente também em seus materiais de divulgação, como panfletos e flyers. O plano de comunicação e relacionamento com o cliente precisa ser tão bem trabalhado quanto seus produtos.

Cores

De acordo com a sensação que a empresa quer passar para o público com o seu produto, como desejo, felicidade, fome ou nostalgia, existem cores específicas capazes de proporcioná-la. Esses tons influenciam diretamente a decisão de compra.

Embalagem

Antigamente, as embalagens tinham o intuito de apenas proteger o produto dos danos causados por fatores externos. Porém, tal conceito mudou desde que foi descoberto como é importante dar destaque ao item a partir delas. Dessa forma, as embalagens adquiriram a função de venda, tornando-se mais um dos pontos de atração dos consumidores e fortalecendo a imagem da marca.

Como vimos, design e arquitetura influenciam o consumidor no momento da decisão de compra pelo espaço e pelo olhar. Isso não seria possível sem um conhecimento das respostas nos nossos corpos e cérebros em contato com os elementos do espaço.

As empresas mais bem-sucedidas contam com projetos arquitetônicos e de design que otimizam a qualidade, credibilidade e relação com os clientes. Se você deseja seguir esse caminho e se tornar um exemplo de sucesso nas vendas, entre em contato conosco, pois vamos colocá-lo no topo!

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 800

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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Afinal, como oferecer diferentes experiências digitais aos clientes? 0 1203

experiências digitais

Você sabia que pode mudar o modo como o cliente interage com o seu negócio por meio de experiências digitais? Nos últimos anos, nos familiarizamos com novas tecnologias, como as assistentes virtuais (Siri e Google Assistant), e passamos a incluí-las em nosso dia a dia.

No entanto, boa parte das experiências que os varejistas proporcionam aos seus clientes continuou igual. Dessa forma, é hora de avaliar as implicações da transformação digital na rotina dos consumidores e trazê-las para dentro do seu estabelecimento.

Pensando nisso, mostraremos a seguir 6 formas de como oferecer experiências digitais aos seus clientes. Quer melhorar a gestão do seu negócio e aumentar seus resultados em vendas? Então continue a leitura!

1. Sincronize as lojas físicas e online

Sua empresa também vende pela internet? Se não, essa realidade precisa mudar. Por mais que varejistas ganhem trazendo o consumidor para a loja, eles não podem oferecer apenas essa modalidade de compra se planejam estar em primeiro lugar entre os clientes.

A maioria de nós já compra pela web e, segundo o SPC Brasil, 74% dos internautas incluem o celular em seus processos de compra. Por isso, uma loja online ou aplicativo podem ajudar a sua empresa a vender mais.

No entanto, a loja online não precisa estar desconectada da loja física. Digitalizar o processo de compra e permitir que o consumidor recolha os produtos no PDV (ponto de venda) é uma das alternativas para integrar esses dois universos.

A faixa etária do público do seu estabelecimento vai influenciar as decisões que você deve tomar aqui. De acordo com a mesma pesquisa citada, jovens entre 18 e 34 anos são os que mais utilizam smartphones para adquirir produtos.

Assim, se eles constituem uma fatia considerável dos seus lucros, comece a pensar hoje mesmo em como integrar a loja física e a virtual.

2. Considere a experiência em pequenas telas

Quase nunca estamos na frente do computador quando nos lembramos de algo que queremos comprar. Assim, ganham as empresas que preparam os seus websites para receber visitantes de qualquer dispositivo.

As páginas responsivas funcionam com a mesma qualidade no PC, no tablet ou no celular — carregam rapidamente e dispõem de todas as informações de que um cliente precisa para tomar a decisão de compra. Se o seu e-commerce ainda não tem essa adaptação, procure fazê-la o mais rápido possível.

3. Invista em guide shopping

Guide shopping é uma modalidade de compra diferente daquela que a sua marca já oferece. Consiste na criação de lojas experimentais, nas quais os clientes podem conhecer e provar os produtos, mas que não precisam manter grandes estoques, pois as compras são enviadas diretamente para a residência do consumidor.

Essa é uma oportunidade de vivenciar a loja digital no mundo físico. O apelo desses estabelecimentos é enorme porque eles oferecem preços mais competitivos do que os das lojas tradicionais e equiparáveis aos obtidos em vendas pela internet.

É possível inovar com o conceito, agregando uma equipe de vendedores eficiente e bem treinada, capaz de montar exposições de produtos exclusivas para os visitantes e de ajudá-los a definir qual produto melhor atende às suas expectativas.

A reserva de peças é feita automaticamente e o cliente paga na hora. No entanto, pode optar por um modelo ou cor diferente do que escolheu no PDV, por exemplo.

4. Redefina a experiência de checkout

Comprar no PDV pode ser muito divertido, mas filas de espera e processos de pagamento demorados fazem com que os clientes prefiram levar as aquisições para a internet.

Esse é um dos motivos pelos quais a sua empresa pode se beneficiar ao investir no autosserviço. Quiosques de pagamento agilizam os serviços, criam uma interação diferenciada entre clientes e estabelecimento e dão mais poder aos shoppers.

Conforme mostrou uma pesquisa americana, um dos principais motivos que impedem a conversão em vendas é a demora para sair da loja com um produto em mãos. Cerca de oito minutos já são o suficiente para que alguém deixe de levar um produto nos Estados Unidos.

Não temos uma pesquisa similar no Brasil, mas podemos estimar números não muito diferentes por aqui. Portanto, ao melhorar a experiência de checkout dos seus clientes, você aumentará seus resultados em vendas.

5. Crie um aplicativo que funcione no mundo real

Abraçar a tecnologia não significa levar todo o processo de compras para a internet. A sua empresa pode criar uma interação interessante dentro da loja se oferecer um aplicativo que transforma as compras em algo mais simples. É isso que marcas têm feito fora do país.

Funciona assim: os clientes tiram fotos dos produtos que mais lhe agradaram por meio de um app baixado no próprio PDV. Então, navegam por todo o espaço sem precisar carregar um carrinho ou pensar no quanto gastaram, já que essas informações estão na palma de suas mãos. Ao sair, fazem o pagamento e recolhem os produtos no caixa.

Esses apps também funcionam como guias, diminuindo a necessidade de vendedores disponíveis no PDV. Eles oferecem informações sobre os produtos fotografados sem a necessidade de interagir com alguém ou ser interrompido enquanto procura uma peça.

Isso faz com que os clientes passem mais tempo dentro do estabelecimento, notando produtos que antes poderiam não lhes interessar e aumentando o seu ticket médio.

6. Integre as informações da sua loja

Muitas vezes compramos produtos na internet e queremos fazer a troca deles no shopping. Entretanto, esse processo pode ser bastante complicado. Lojas que não integram suas informações oferecem uma péssima experiência para quem tenta realizar uma troca dessa maneira.

Se os sistemas utilizados no e-commerce e no ponto de venda não conversam entre si, o consumidor sairá frustrado desse atendimento ou perderá um tempo valioso nele. Mesmo o call center da empresa deve ter visualização completa do status de um pedido para proporcionar interações de qualidade.

Preocupe-se em sincronizar os dados dos múltiplos canais que você possui para atender melhor e aumentar a satisfação do shopper.

Assim, você deve se perguntar: que tipo de experiência de compra o seu consumidor tem hoje? É a partir daí que você deve começar a pensar em como aprimorar as interações que ele encontra no PDV e fora dele.

Conhecendo melhor o seu público-alvo, será possível não só entender o quanto ele está satisfeito com o que recebe, mas também projetar novidades que farão com que ele se sinta ainda mais próximo e mais bem atendido pela sua marca.

Nem todas as experiências digitais precisam ser complexas. Plataformas que conectam o que acontece na internet com a loja física já são o suficiente para que sua empresa dê o primeiro passo quando o assunto é transformação digital.

Gostou dos nossos exemplos de experiências digitais que você pode oferecer aos seus clientes? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude seus amigos a ficarem por dentro do assunto!

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