Big data no varejo: estamos preparados para usar essa solução? 0 484

pessoa analisando gráficos

O uso do Big Data no varejo é recente! Há pouco tempo, grandes conjuntos de dados não podiam ser processados por sistemas que oferecessem um bom custo-benefício para as empresas. Por isso, era necessário dispor de computadores de alta performance e investir pesado em hardware.

O advento do Big Data mudou essa realidade drasticamente. Agora, é possível analisar diversas informações pela nuvem a preços competitivos, e revelar tendências, padrões de consumo e associações, que ajudam empreendimentos a melhorar as suas operações e o relacionamento com os consumidores.

O varejo é um dos mercados que mais tende a se beneficiar com o Big Data. Mas será que ele está preparado para aplicar a solução? A resposta para as suas dúvidas está aqui. Continue a leitura para descobrir!

Quais são as possibilidades do Big Data no varejo?

Todas as organizações podem se beneficiar do Big Data, mas nem todas conseguem utilizá-lo de forma eficiente.

O varejo é uma das áreas de negócios que mais consegue ver resultados ao aplicar tecnologias voltadas para dados, porém, discernir as informações que são úteis para chegar aos resultados antecipados, é o maior desafio.

A Inteligência Artificial, Machine Learning, sistemas de BI e Analytics são os recursos que fazem o Big Data funcionar a favor de um empreendimento. No entanto, sozinhos, eles não são capazes de operar milagres.

É preciso aplicar Data Science, ou ciência de dados, com foco nos objetivos da marca e ter uma estratégia bem definida. Quando isso acontece, o Big Data se abre para um mar de possibilidades, como:

  • obter previsões de vendas precisas para períodos determinados;
  • entender melhor o comportamento, as expectativas e o estilo de vida dos clientes;
  • avaliar como as pessoas se sentem em relação à sua marca;
  • criar promoções customizadas que conduzam mais pessoas às lojas;
  • otimizar o design da loja para que ele ofereça experiências de compra melhores;
  • criar websites que convertam mais e páginas de e-commerce com altas taxas de vendas;
  • compreender o processo de tomada de decisão;
  • melhorar a cadeia de suprimentos e administrar melhor os estoques; e
  • obter uma visão em 360° da jornada do cliente.

Quais os desafios que as empresas enfrentam para adotá-lo?

Chegar aos dados dos clientes é o principal desafio para implementar com sucesso o Big Data — podemos nos referir a ele como o problema do small data.

Vazamentos, mau uso de informações e o desejo por privacidade têm mudado a maneira como os usuários veem os dados que entregam para as empresas. Portanto, a primeira tarefa para quem quer dominar o Big Data é ganhar a confiança do cliente.

Fazer isso é mais fácil quando se investe em opções de segurança. Uma empresa que se dedica a seguir normas de compliance, como da GDPR (lei europeia que regulamenta o uso de dados e a necessidade de comunicar com clareza de como eles são armazenados e utilizados pelo negócio), e consegue passar por essa etapa tem mais chances de evoluir com os insights do Big Data.

Detectar quais outros tipos de informação uma marca precisa ao criar um cluster de Big Data também é importante. Afinal, nem todos os dados utilizados pela empresa são necessariamente dos consumidores.

Há bases de dados públicas, como as do IBGE, pesquisas de mercado feitas por grandes organizações, relatórios climáticos e ambientais, além de tantos outros conjuntos de informações que podem ser combinados para criar relações de causa e efeito.

Para isso, é preciso descobrir quais mais impactam a sua loja para atingir todo o potencial do Big Data no varejo.

Como o varejo utiliza o Big Data?

Para entender o tipo de disrupção que o Big Data traz para o varejo, precisamos olhar para alguns estudos de caso.

Para isso, veja, a seguir, como tecnologia tem ajudado empresas a obterem um ROI maior em suas ações de Marketing e relacionamento melhor com o consumidor:

Obtendo mais conhecimento sobre os clientes

Segundo a consultoria McKinsey, nos próximos cinco anos veremos mais varejistas investirem no Big Data. Com um ROI de 15 a 20%, ele já faz parte das atividades de Marketing, está integrado aos e-commerces, e começa a dar os primeiros passos para melhorar a gestão das lojas.

Na maioria dos casos de uso dentro desses departamentos de varejo, o Big Data é aplicado na forma de Data Discovery. Softwares como o Hadoop navegam por milhares de informações acumuladas por varejistas e fontes externas, para possibilitar que as empresas conheçam tão bem o cliente quanto quem é próximo dele.

Já foram vistas situações em que o Big Data no varejo permitiu às empresas se inteirarem tão bem da vida dos consumidores, que anteciparam informações que eles desconheciam.

Para se ter uma ideia, a empresa americana antecipou uma gravidez apenas acompanhando os produtos que uma cliente adquiria. Assim, utilizando uma lista de 25 itens que são comprados pelas mulheres no período imediatamente anterior à gravidez, como hidratantes feitos com manteiga de cacau, ela não só descobriu essa informação, mas também conseguiu precisar quando a moça teria o bebê.

Essa granularidade dos dados é muito útil para que uma loja envie ofertas específicas para os seus clientes, com o timing certo para motivá-los a comprar mais.

Criando ações de alto impacto

Com o conhecimento sobre o shopper de que as lojas dispõem com Big Data, o desafio de criar campanhas de alto impacto é menor. O chamado Marketing Data-driven é uma maneira mais incisiva de atingir os consumidores e obter resultados.

Imagine uma campanha de e-mail marketing: com as informações adequadas, ela pode converter exatamente aqueles clientes por microsegmentos, com mensagens personalizadas para chamar a atenção.

Segundo o estudo da ClickZ, empresa especializada em estratégias online, o uso de dados aumenta as conversões de clientes, que deixaram de comprar de um varejista, em até 20%.

Otimizando o layout de lojas

A performance do Big Data tem muito a ver com os dados que alimentam os sistemas. Por isso, quanto mais informações uma empresa consegue coletar, maior a possibilidade de aplicá-las em tarefas tão complexas quanto alterações na distribuição de produtos pelas lojas.

Nesse sentido, sensores RFID são grandes parceiros na geração de insights. Utilizados para mapear o movimento dos clientes pelas lojas, eles conseguem dados importantes para otimização do layout dos varejos.

A Watches of Switzerland, localizada em Londres, construiu uma megastore em 2014, direcionada por dados. Composta por três andares e organizada para atender, em cada um deles, uma persona diferente (entusiastas, conhecedores e colecionadores), a loja integra outras tecnologias como displays interativos para ir ao encontro das demandas dos consumidores.

O Big Data no varejo está revolucionando ao redor do mundo com o poder dos dados. A percepção de que a tomada de decisão suportada pela geração de insights traz melhores resultados é evidente. Portanto, é preciso superar seus desafios e customizar suas aplicações para as necessidades de cada empresa.

Conseguiu entender melhor como funciona o Big Data no varejo? Já utiliza a solução no seu negócio? Compartilhe sua experiência conosco.

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5 livros para entender o comportamento do consumidor (+dicas bônus) 0 1856

livro comportamento do consumidor

Saber como o cliente se comporta diante dos desafios do dia a dia, das vitrines, das ofertas e de tudo mais que envolva tomadas de decisões é fundamental para traçar as melhores estratégias de marketing. Sabe por quê?

A resposta é simples: entendendo as reações do consumidor em determinadas situações, é possível prever suas escolhas e usar isso a favor de uma marca. Assim, você atrai e fideliza mais clientes.

Por esse motivo, separamos cinco livros sobre o comportamento do consumidor que mostram como ele influencia e é influenciado pelas inovações do varejo e do mercado nos dias de hoje. Continue a leitura e não perca as dicas de bônus no final!

1. Marketing 4.0

Nesse livro, o consultor, professor e “guru” do marketing Philip Kotler traz tudo de importante que aconteceu com o marketing nos últimos 50 anos. Trata-se de um guia prático, que orienta os profissionais da área a mudarem suas formas de pensar.

Segundo o autor, a expressão “Marketing 4.0” (que deu origem ao nome da obra) se refere à revolução digital em curso. Ainda que tal transformação beneficie o marketing digital, a estratégia tradicional, focada na TV e na imprensa, continuará ativa.

Sendo assim, o grande desafio das marcas será aliar os dois segmentos de maneira a envolver o público — que se encontra cada vez mais sem tempo — e alcançar o sucesso desejado.

2. A lógica do consumo

Nesse título, Martin Lindstrom trabalha o uso da psicologia no marketing, ou seja, o neuromarketing. Ele explica, a partir do resultado de pesquisas, por que o consumidor escolhe uma marca em vez de outra.

O autor analisou as reações do cérebro com aparelhos tecnológicos e chegou à conclusão de que a maioria das decisões é tomada inconscientemente. Lindstrom também notou que fatores externos, como a imagemo som e o cheiro, contribuem com o processo de persuasão e deixam a marca na memória do consumidor.

3. Por dentro da mente do consumidor

Com sua especialização em comportamento e psicologia do consumidor, o jornalista Philip Graves discute a importância de estudá-los em seu “habitat natural”, a exemplo de shoppings e supermercados. Para tanto, é preciso adotar a técnica de se colocar no lugar do outro e entender como funcionam suas tomadas de decisões, usando isso a favor da empresa.

O livro também usa o neuromarketing para demonstrar a relação das influências externas com o subconsciente nas decisões finais do público.

4. A alma do novo consumidor

A chegada da internet mudou a forma como os consumidores se comportam atualmente, certo? Esse livro aborda justamente a evolução do consumo, conduzindo o leitor a questionar se o seu trabalho acompanhou tal processo e está apto a enfrentar a rapidez do mundo virtual.

Os autores David Lewis e Darren Bridges discutem as diferenças de comportamento do consumidor antes e depois da massificação da internet e do e-commerce. Eles explicam como a geração atual se preocupa em analisar os produtos antes de comprar e o que determina suas escolhas.

A obra também aborda a importância de uma marca oferecer o “algo a mais” pelo qual os consumidores estão sempre em busca, da autenticidade e da preocupação de contar uma história.

5. How to Build Habit-Forming Products

Escrito por Nir Eyal, autor israelense, o livro ainda não conta com uma versão em português. Nele, o autor busca explicar como e por que alguns produtos caem no gosto do público, abordando questões sobre a experiência do usuário e o marketing de conteúdo, além de explorar aspectos que fazem os produtos serem bem-sucedidos.

Com essa leitura, você verá que algumas empresas conseguem tornar o consumo de seus produtos um hábito na vida das pessoas — como no caso de quem compra sempre a mesma marca de refrigerante e ao menos olha as demais opções disponíveis na prateleira. Isso cria uma enorme vantagem competitiva no mercado ao longo do tempo.

Bônus: dicas de sites, canais e eventos

Os livros são ótimas fontes de conhecimento, não há dúvidas. Mas variar os materiais consultados também pode ser muito interessante. A seguir, reunimos dicas de eventos, sites e canais do YouTube que agregarão ainda mais aos seus estudos.

Consumidor moderno

O Consumidor Moderno, que tem uma revista de mesmo nome, conta com um vasto conteúdo sobre inovação, tecnologia, estudos, pesquisas, experiência, comportamento e defesa do consumidor.

No Varejo

O site da revista No Varejo é uma ótima fonte para acessar dicas de gestão, vendas, finanças, inovação, e-commerce, distribuição, design e comportamento. Além disso, a página reúne as melhores tendências e práticas do mercado.

Sebrae

O canal do Sebrae produz diversos vídeos sobre educação empreendedora, orientação empresarial e casos de sucesso. O objetivo é ajudar os empreendedores na gestão de seus negócios e na obtenção dos melhores resultados.

Endeavor Brasil

No canal Endeavor Brasil, você encontra respostas às principais dúvidas sobre gestão, planejamento estratégico, marketing, finanças e crescimento para empreendedores e startups. Também são exibidas histórias de sucesso que vão inspirá-lo.

Euroshop

A maior feira de varejo internacional acontece a cada três anos, em cidades selecionadas do continente europeu. Seu propósito é ser uma verdadeira máquina de novas ideias, soluções, inovações e negócios, além de um ótimo lugar para aumentar o networking.

National Retail Federation (NRF)

Essa convenção varejista (a maior do mundo) ocorre em Nova Iorque. Nela, são analisadas e projetadas as tendências do mercado. As últimas edições do evento abordaram a inovação tecnológica e a valorização do humano, ressaltando a importância de usar a tecnologia para aproximar ainda mais os consumidores emocionalmente, em vez de distanciá-los.

Como vimos, os livros sobre o comportamento do consumidor são fundamentais para ter sucesso nas vendas, pois só assim é possível entender como ele pensa e qual a melhor forma de atraí-lo. Não deixe de ler as cinco obras citadas —  além de aproveitar as outras fontes de conhecimento das dicas bônus!

Gostou de saber como é importante entender o comportamento do consumidor e onde pesquisar sobre o assunto para melhorar o desempenho do negócio e aumentar suas vendas? Então, não deixe de nos seguir nas redes sociais: estamos no FacebookInstagramYoutube e Vimeo!

Marketing personalizado: faça seu cliente ter uma experiência única 0 732

ilustração demonstrando marketing personalizado

O marketing personalizado existe desde antes da internet, porém, ela transformou a forma como as empresas o fazem, já que passou a ser muito mais fácil conhecer o público-alvo de perto, beneficiando-se da troca de informações contínua que acontece no mundo virtual.

Com ele, é possível tornar única a experiência do cliente e, por isso, vem sendo usado por todas as organizações que buscam oferecer um diferencial e gerar mais lucros. Quer saber mais sobre o assunto e descobrir como fazer seus clientes se sentirem especiais e valorizados? Então, continue a leitura!

O que é marketing personalizado?

O marketing personalizado consiste em atrair potenciais clientes com mensagens, promoções e produtos diferenciados adaptados aos seus gostos e necessidades. É uma ferramenta muito eficaz na criação, produção, distribuição de conteúdo e publicidade pela internet e meios offline, como as chamadas, cartas etc.

Assim, o marketing não parece realmente marketing e o cliente se sente valorizado com um serviço de alto grau de personalização.

Ele também pode ser aplicado na fabricação dos próprios produtos em sistemas online, que permitem aos compradores fazer as escolhas de tamanho, cor etc.

O marketing personalizado promove uma relação de intimidade com o público-alvo e ela se torna mais transparente também. Com isso, novos clientes são alcançados e os antigos são fidelizados.

Além do aumento de clientes e fidelizações, o marketing personalizado é capaz de aumentar o reconhecimento de uma empresa e fazê-la ter um retorno do capital investido muito maior. De forma geral, a empresa aumenta suas vendas e alcança mais lucros com algo que os consumidores adoram: a personalização.

Como usar bem essa estratégia?

Para realizar um marketing personalizado que gere resultados positivos para a empresa, é necessário ajustá-lo ao seu público-alvo e seu setor de atuação. Esse tipo de marketing não deve deixar os consumidores com a sensação de estarem sendo vigiados, como é comum acontecer.

A seguir, cinco maneiras de usar o marketing personalizado, sem complicações, para atingir os objetivos da empresa. Confira!

Colete e use corretamente os dados dos consumidores

As questões de privacidade e ética online devem ser levadas a sério; por isso, as informações sobre os clientes devem ser coletadas de forma transparente e verdadeira. O uso indevido de dados pessoais pode trazer grandes danos ao seu negócio e colocar por água abaixo todo o esforço para realizar o marketing personalizado.

Antes de pedir, ofereça algo de valor ao seu cliente

A maioria das empresas, equivocadamente, imediatamente pede que os consumidores realizem alguma ação, como clicar, preencher, assinar etc., deixando-os incomodados e, de certa forma, invadindo sua privacidade. Por isso, o ideal é oferecer algo de valor,  como um conteúdo que impressione, antes de solicitar qualquer coisa ao cliente em potencial, gerando disposição nele e criando um bom relacionamento.

Portanto, no marketing personalizado, não ocorre a invasão da privacidade dos seus atuais e potenciais clientes. Primeiro, é oferecido algo de significado, e, após uma permissão, solicitando alguma coisa. O marketing de conteúdo é, sem dúvidas, uma ótima ferramenta para essa estratégia.

Mostre novidades para os clientes

Uma técnica muito usada pelas empresas é mostrar novamente os produtos que as pessoas já visitaram no site, mas não chegaram a comprá-los. Isso não costuma funcionar muito bem, já que os consumidores nem sempre estão interessados em rever produtos, pois preferem conhecer novos itens que também sejam do seu gosto.

A solução seria enviar por e-mail uma seleção personalizada, pensada especialmente para aquela pessoa, com produtos novos e alguns dos que foram visualizados.

Uma atitude também muito comum é mandar e-mail aos clientes com produtos similares aos que acabaram de adquirir. Isso é um erro, pois dá a entender que a empresa sequer sabe que o cliente comprou o que queria; além de ser inútil, pois os clientes não querem adquirir coisas iguais as que compraram.

Nesse caso, o ideal é exibir produtos que podem ser de interesse do cliente e que tenham a ver com o que comprou anteriormente, com preços compatíveis, mostrando que conhece o perfil de consumo daquele cliente.

Realize promoções em datas especiais

Elaborar promoções para datas comemorativas é indispensável, e no marketing personalizado a ideia é criá-las individualmente. Por exemplo, criar condições especiais para o cliente em seu aniversário de um ano de fidelidade com a empresa, ou no seu próprio aniversário, é uma ótima maneira de mostrar que sua empresa se importa!

Inclusive, as datas comemorativas nacionais são uma ótima forma de gerar leads por terem picos de tráfego excelentes nos sites. Assim, é possível ganhar escala automatizando os processos de marketing personalizado.

Essas atitudes estreitam a relação entre consumidor e marca, criando uma atmosfera de intimidade e uma experiência de compra melhor.

Enviar para menos pessoas dá mais resultado

Quando a empresa conhece seus clientes e suas particularidades, a sua comunicação se torna mais assertiva; assim, você consegue impactá-los com poucas palavras. Por isso, trocar uma newsletter que atira para todo os lados com mensagens e ofertas muito genéricas por uma que oferece produtos para uma quantidade menor de pessoas, mas que você sabe que agradará, é muito mais eficiente!

Qual é o público do marketing personalizado?

O marketing personalizado, hoje em dia, é ideal para pessoas que estão sempre conectadas na internet, fazem compras online, entram no e-mail e usam redes sociais frequentemente. Esses consumidores buscam experiências diferenciadas por estarem sempre por dentro das últimas novidades, além de serem muito exigentes e confiantes do que querem.

Veja a seguir três insights que ajudam no marketing personalizado:

  • o aparelho mais usado para acessar a internet é o smartphone: no mobile marketing, é possível se comunicar com o cliente com SMS marketing e oferecer serviços diferenciados pelo QR Code, por exemplo;
  • o Facebook permite campanhas orgânicas via notificação: para isso, o cliente precisa ter feito login no seu site com o Facebook e permitido que a empresa se comunique por meio de notificações. Isso deve ser usado de forma inteligente por ser um modo muito pessoal de comunicação com o cliente;
  • os clientes têm “hora para comprar”: cada consumidor pesquisa e compra em momentos diferentes do dia. Os e-mails personalizados, por exemplo, devem ser enviados quando o consumidor está mais propenso a abri-los.

Como vimos, o marketing personalizado é capaz de ofertar aos clientes produtos com alto grau de relevância, aumentando muito as chances de compra. Qualquer empresa que quer ter um bom relacionamento com os clientesmelhorar sua experiência de compra e ter um retorno financeiro maior precisa usar essa estratégia de marketing!

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