Big data no varejo: estamos preparados para usar essa solução? 0 44

pessoa analisando gráficos

O uso do Big Data no varejo é recente! Há pouco tempo, grandes conjuntos de dados não podiam ser processados por sistemas que oferecessem um bom custo-benefício para as empresas. Por isso, era necessário dispor de computadores de alta performance e investir pesado em hardware.

O advento do Big Data mudou essa realidade drasticamente. Agora, é possível analisar diversas informações pela nuvem a preços competitivos, e revelar tendências, padrões de consumo e associações, que ajudam empreendimentos a melhorar as suas operações e o relacionamento com os consumidores.

O varejo é um dos mercados que mais tende a se beneficiar com o Big Data. Mas será que ele está preparado para aplicar a solução? A resposta para as suas dúvidas está aqui. Continue a leitura para descobrir!

Quais são as possibilidades do Big Data no varejo?

Todas as organizações podem se beneficiar do Big Data, mas nem todas conseguem utilizá-lo de forma eficiente.

O varejo é uma das áreas de negócios que mais consegue ver resultados ao aplicar tecnologias voltadas para dados, porém, discernir as informações que são úteis para chegar aos resultados antecipados, é o maior desafio.

A Inteligência Artificial, Machine Learning, sistemas de BI e Analytics são os recursos que fazem o Big Data funcionar a favor de um empreendimento. No entanto, sozinhos, eles não são capazes de operar milagres.

É preciso aplicar Data Science, ou ciência de dados, com foco nos objetivos da marca e ter uma estratégia bem definida. Quando isso acontece, o Big Data se abre para um mar de possibilidades, como:

  • obter previsões de vendas precisas para períodos determinados;
  • entender melhor o comportamento, as expectativas e o estilo de vida dos clientes;
  • avaliar como as pessoas se sentem em relação à sua marca;
  • criar promoções customizadas que conduzam mais pessoas às lojas;
  • otimizar o design da loja para que ele ofereça experiências de compra melhores;
  • criar websites que convertam mais e páginas de e-commerce com altas taxas de vendas;
  • compreender o processo de tomada de decisão;
  • melhorar a cadeia de suprimentos e administrar melhor os estoques; e
  • obter uma visão em 360° da jornada do cliente.

Quais os desafios que as empresas enfrentam para adotá-lo?

Chegar aos dados dos clientes é o principal desafio para implementar com sucesso o Big Data — podemos nos referir a ele como o problema do small data.

Vazamentos, mau uso de informações e o desejo por privacidade têm mudado a maneira como os usuários veem os dados que entregam para as empresas. Portanto, a primeira tarefa para quem quer dominar o Big Data é ganhar a confiança do cliente.

Fazer isso é mais fácil quando se investe em opções de segurança. Uma empresa que se dedica a seguir normas de compliance, como da GDPR (lei europeia que regulamenta o uso de dados e a necessidade de comunicar com clareza de como eles são armazenados e utilizados pelo negócio), e consegue passar por essa etapa tem mais chances de evoluir com os insights do Big Data.

Detectar quais outros tipos de informação uma marca precisa ao criar um cluster de Big Data também é importante. Afinal, nem todos os dados utilizados pela empresa são necessariamente dos consumidores.

Há bases de dados públicas, como as do IBGE, pesquisas de mercado feitas por grandes organizações, relatórios climáticos e ambientais, além de tantos outros conjuntos de informações que podem ser combinados para criar relações de causa e efeito.

Para isso, é preciso descobrir quais mais impactam a sua loja para atingir todo o potencial do Big Data no varejo.

Como o varejo utiliza o Big Data?

Para entender o tipo de disrupção que o Big Data traz para o varejo, precisamos olhar para alguns estudos de caso.

Para isso, veja, a seguir, como tecnologia tem ajudado empresas a obterem um ROI maior em suas ações de Marketing e relacionamento melhor com o consumidor:

Obtendo mais conhecimento sobre os clientes

Segundo a consultoria McKinsey, nos próximos cinco anos veremos mais varejistas investirem no Big Data. Com um ROI de 15 a 20%, ele já faz parte das atividades de Marketing, está integrado aos e-commerces, e começa a dar os primeiros passos para melhorar a gestão das lojas.

Na maioria dos casos de uso dentro desses departamentos de varejo, o Big Data é aplicado na forma de Data Discovery. Softwares como o Hadoop navegam por milhares de informações acumuladas por varejistas e fontes externas, para possibilitar que as empresas conheçam tão bem o cliente quanto quem é próximo dele.

Já foram vistas situações em que o Big Data no varejo permitiu às empresas se inteirarem tão bem da vida dos consumidores, que anteciparam informações que eles desconheciam.

Para se ter uma ideia, a empresa americana antecipou uma gravidez apenas acompanhando os produtos que uma cliente adquiria. Assim, utilizando uma lista de 25 itens que são comprados pelas mulheres no período imediatamente anterior à gravidez, como hidratantes feitos com manteiga de cacau, ela não só descobriu essa informação, mas também conseguiu precisar quando a moça teria o bebê.

Essa granularidade dos dados é muito útil para que uma loja envie ofertas específicas para os seus clientes, com o timing certo para motivá-los a comprar mais.

Criando ações de alto impacto

Com o conhecimento sobre o shopper de que as lojas dispõem com Big Data, o desafio de criar campanhas de alto impacto é menor. O chamado Marketing Data-driven é uma maneira mais incisiva de atingir os consumidores e obter resultados.

Imagine uma campanha de e-mail marketing: com as informações adequadas, ela pode converter exatamente aqueles clientes por microsegmentos, com mensagens personalizadas para chamar a atenção.

Segundo o estudo da ClickZ, empresa especializada em estratégias online, o uso de dados aumenta as conversões de clientes, que deixaram de comprar de um varejista, em até 20%.

Otimizando o layout de lojas

A performance do Big Data tem muito a ver com os dados que alimentam os sistemas. Por isso, quanto mais informações uma empresa consegue coletar, maior a possibilidade de aplicá-las em tarefas tão complexas quanto alterações na distribuição de produtos pelas lojas.

Nesse sentido, sensores RFID são grandes parceiros na geração de insights. Utilizados para mapear o movimento dos clientes pelas lojas, eles conseguem dados importantes para otimização do layout dos varejos.

A Watches of Switzerland, localizada em Londres, construiu uma megastore em 2014, direcionada por dados. Composta por três andares e organizada para atender, em cada um deles, uma persona diferente (entusiastas, conhecedores e colecionadores), a loja integra outras tecnologias como displays interativos para ir ao encontro das demandas dos consumidores.

O Big Data no varejo está revolucionando ao redor do mundo com o poder dos dados. A percepção de que a tomada de decisão suportada pela geração de insights traz melhores resultados é evidente. Portanto, é preciso superar seus desafios e customizar suas aplicações para as necessidades de cada empresa.

Conseguiu entender melhor como funciona o Big Data no varejo? Já utiliza a solução no seu negócio? Compartilhe sua experiência conosco.

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Veja como aprimorar a gestão de equipes no PDV e tenha mais resultados 0 47

reunião de equipe de gestão

Sem um time capacitado, um negócio pode falhar a qualquer momento. Ele é o DNA da empresa e, tirando as fachadas e vitrines, o primeiro ponto de contato com consumidor. É por isso que um bom administrador precisa entender como fazer uma gestão de equipes eficiente.

Mas, assim como acontece no atendimento, há um desafio em particular: seres humanos são complexos e aprender a extrair deles o melhor é um processo difícil e que exige técnica e paciência.

Para ajudá-lo a construir no PDV uma gestão de equipes que realmente levará a experiência de compra para outro nível, preparamos algumas dicas. Confira!

1. Defina metas para gestão de equipes

Tanto o gestor quanto o time que ele coordena precisam trabalhar com metas para conseguir acompanhar os próprios avanços. Escolher algumas KPIs vai lhe dar a habilidade de tornar dados sobre a performance da equipe em algo visual.

Depois de fazer a medição desses indicadores por algum tempo, desenvolver gráficos simples para mostrar o que precisa ser melhorado e em que estratégias a empresa está no caminho certo é muito mais fácil do que falar sobre de maneira abstrata.

Quando a gestão gira em torno de metas ela tem um parâmetro claro e mais simples de ser compartilhado com os colaboradores. Eles estão cientes, desde o começo, que há uma expectativa em relação ao seu trabalho e são motivados a crescer.

Um prêmio oferecido para os melhores membros da equipe do PDV é uma forma de promover uma competição saudável, que fará com que todos busquem otimizar seu desempenho.

A definição de metas também é importante para desenvolver uma melhor comunicação com quem trabalha em uma empresa. É ela que fará com que os funcionários “coloquem um nome” em seus problemas e proponham soluções para eles.

Metas, métricas e a garantia de que terão suas ideias ouvidas e analisadas são as principais características de uma boa gestão de equipes.

2. Aposte em uma boa comunicação

Desenvolver uma boa comunicação com a equipe não é só ouvir o que ela tem a dizer. Líderes podem aprender a compartilhar ideias com mais eficácia, o que impacta muito o negócio.

Como você passa mensagens para o time? Elas são claras o suficiente? Há orientações a respeito de como eles devem proceder em tarefas que fogem ao tradicional? O quanto estão integrados à cultura da marca que representam?

Trabalhar a forma como se dirige aos colaboradores é essencial para melhorar o funcionamento das equipes de PDV.

3. Defina seu próprio modelo de gestão

A ideia de que todas as equipes podem ser geridas seguindo as mesmas regras não é real. Mesmo departamentos dentro de uma mesma organização costumam ser administrados de forma diferente por seus chefes. Na gestão de equipes não poderia ser diferente e não existe uma fórmula mágica.

Que tipo de público-alvo o seu negócio atende? Como essas pessoas gostam de comprar? Que experiência a sua empresa deseja oferecer? Como a marca se posiciona no mercado? Qual é o papel da equipe de PDV nessa equação?

Responder a perguntas como essas vai ajudá-lo a criar um estilo gerencial que considera tanto as particularidades do consumidor quanto as dos funcionários. Utilizar o que funcionou em outros empreendimentos não é um equívoco, mas simplesmente reproduzir modelos não trará os resultados que espera no PDV. É necessário adaptar as experiências de outras marcas e empresas atuantes na mesma área para que elas funcionem dentro do seu negócio.

4. Use exemplos dentro empresa

Há sempre um membro do time (ou vários) que se destacam entre os demais. Por isso, grandes empresas ao redor do mundo aplicam o modelo de “funcionário do mês” para dar destaque a essas pessoas. Não é preciso fazer isso para chamar atenção para um bom trabalho.

Um dos mais simples princípios de gestão para se adotar é elogiar em público e repreender em particular. Se um funcionário não está fazendo o trabalho direito, tem problemas de disciplina ou não consegue atingir as próprias metas, isso deve ser abordado direta e reservadamente com ele. Já quando tem um desempenho excepcional e pode compartilhar sua expertise com os colegas, deve ter essas características destacadas na frente de todos.

5. Capacite a equipe de PDV

Quando falamos em gestão de equipes no PDV não estamos nos referindo apenas aos vendedores. Embora eles sejam uma parte relevante da organização, não são as únicas pessoas envolvidas na criação de uma experiência de compra incrível. Os vitrinistas, os subgerentes, os caixas e todas as demais pessoas que trabalham em sua loja precisam ter um propósito em comum e serem boas naquilo que fazem.

Esse é um dos principais motivos para realizar treinamento in-company. As aulas dentro da empresa são customizadas para sanar os problemas de cada negócio e um ótimo investimento para melhorar o trabalho da equipe.

Por mais que você se esforce para contratar profissionais competentes, a verdade é que cada empresa funciona de maneira diferente. Cabe ao gestor transformar a cultura empresarial em parte da rotina dos membros do time que acompanha.

Desenvolver, junto a empresas especializadas, um guia de comportamento que será reforçado em treinamentos locais garante que o colaborador possa participar desses eventos, fazendo com que ele perceba que a organização acredita em seu potencial e aumentando a taxa de retenção do seu RH.

Para criar um bom curso de treinamento, lembre-se:

  • produza conteúdo de qualidade, que é relevante para as atividades dos seus profissionais;
  • ensine estratégias de vendas e técnicas para desenvolver o relacionamento com o cliente;
  • crie um formato de avaliações para definir a eficácia das aulas ministradas;
  • seja flexível e ofereça os treinamentos em turnos compatíveis com a rotina dos colaboradores;
  • desenvolva atividades durante o in-company para fortalecer o relacionamento da equipe;
  • forneça esses cursos de maneira constante, atualizando sempre os conhecimentos de quem trabalha para a organização.

Não é só no varejo que a gestão de equipes é um complicador. Negócios em qualquer área e de qualquer tamanho podem enfrentar esse tipo de problema. Cabe ao gestor se informar e encontrar formas criativas de motivar as pessoas ao redor para que elas tragam bons resultados.

O uso de tecnologia para se conectar aos colaboradores ou permitir que eles façam as suas tarefas de maneira mais eficiente também vai ajudar. Pense em adotar sistemas com boa usabilidade, para que eles efetivamente impactem a produtividade do time, além de criar canais com demandas específicas nos quais seja possível alcançar tanto o grupo de profissionais quanto cada pessoa individualmente.

Gostou dessas ideias para a gestão de equipes e quer entender mais sobre como o treinamento pode ajudá-lo nessa tarefa? Então não deixe de ler nosso artigo sobre a importância do treinamento para a equipe de vendas!

Retenção de clientes: como manter o cliente na loja por mais tempo? 0 59

cliente fidelizado na loja

A retenção de clientes é um dos aspectos mais importantes para a continuidade dos negócios. Pesquisas feitas por especialistas em Marketing indicam que fazer o upselling (sugerir novos produtos para um cliente e aumentar seu ticket médio) é menos complicado quando a interação com o cliente é maior. A quantidade de tempo que um consumidor passa na loja é importante para gerar essa oportunidade.

Um estudo do Gartner mostra o quanto é importante investir em manter os clientes por perto. Segundo ele, 80% dos lucros de uma empresa no futuro serão fruto de apenas 20% dos clientes que já adquiriram seus produtos.

No varejo, uma boa experiência de compra faz com que os visitantes permaneçam dentro da loja e adquiram mais produtos. Veja algumas dicas para conquistar essa permanência.

Faça melhorias no ambiente e torne-o agradável

Já se perguntou por que os grandes varejistas conquistaram o espaço que têm no mercado? Tudo tem a ver com a forma como eles posicionam o seu branding e organizam a loja.

Somos extremamente sensoriais e conseguimos ser estimulados, simultaneamente, por nossos cinco sentidos. Por isso, quando os consumidores conseguem tocar em um produto, eles estão mais propensos a comprá-lo. Da mesma forma, são conduzidos a adquirir aquilo que está ao nível dos olhos, em posição de destaque.

Cores também exercem um papel importante dentro dos pontos de venda. O vermelho é associado a bons preços, enquanto o azul não. Por isso, algumas lojas, como a americana CVS, dão prioridade a essa cor, tanto em seu branding como nas ações da marca.

Distribuir os produtos de maneira que o cliente tenha que parar em frente a balcões pode ajudá-lo a notar uma oferta que passaria despercebida. No entanto, esse é um trabalho focado em estimular tantos sentidos quanto possível para “prender” os consumidores dentro da loja.

Peças protegidas por envidraçados, localizadas em uma loja mal iluminada e com muito barulho ao redor, fazem-nos querer correr dali. Cuide para que a experiência de compra sugestione a permanência no PDV.

Ofereça amenidades que estendam a permanência dos visitantes

Para oferecer uma jornada de compras melhor, nada agrada mais o cliente do que as comodidades que oferecemos a ele. Um lugar para sentar enquanto espera a esposa experimentar roupas, estrategicamente posicionado em frente à seção masculina, pode fazer com que o marido veja objetos que deseja adquirir para si.

A facilidade de realizar duas tarefas em um só lugar, como adquirir um celular e também películas e capinhas, é um cross merchandising que incentiva o upsell. Assim como eventos de lançamento, em que os clientes podem conhecer os produtos em detalhes e fazer uma compra informada — esses serviços adicionais funcionam para mantê-los no local por mais tempo e tornar o PDV mais convidativo.

O que a sua loja pode oferecer de exclusivo, que torne o ato de comprar mais prazeroso? Determine isso com base no seu público-alvo para planejar que comodidades serão valiosas e capazes de manter o cliente no estabelecimento por períodos prolongados.

Transforme clientes em promotores da marca

As redes sociais são irresistíveis. A maioria dos brasileiros passa, pelo menos, nove horas na internet. Delas, três são dedicadas às redes sociais.

Instagram, Facebook e Twitter são lugares difíceis para se desenvolver uma boa estratégia de marca, que gere engajamento. Quando são os clientes que compartilham uma mensagem, avisando para os amigos que visitaram uma loja ou adquiriram um produto, as pessoas estão mais propensas a interagir com essa postagem e conhecer a marca.

Por isso, algumas conveniências são importantes para promover um negócio. Fornecer WiFi para quem visita a sua loja é uma delas. Condicionar o recurso a um checkin no Facebook motiva o usuário a curtir a sua página e oferece-lhe um motivo para ficar mais ali.

Stands em que é possível posar com produtos, um provador com a iluminação ideal para selfies, cafés, balas e champanhe são técnicas utilizadas para motivar o consumidor a divulgar uma empresa sem que ele se dê conta disso. Qualquer instante a mais dentro da loja é um motivo para comprar novos produtos.

Surpreenda os clientes

Fazer algo a mais pelo seu cliente e deixar o dia dele mais agradável é uma das maneiras mais simples de garantir a permanência dele dentro da loja. A retenção de clientes seguindo essa estratégia funciona mais ou menos como nas ações de Marketing de Guerrilha.

Os visitantes são surpreendidos com recursos que não esperavam e que quebram a rotina de uma compra comum.

Experiências digitais podem ser o diferencial que faltava no seu ambiente para fazer dele um lugar em que o consumidor deseja permanecer. Imagine entrar em um provador de roupas, esperando os tradicionais espelho e cortina, apenas para ser apresentado a uma tela que mostra acessórios que combinam e podem ser adquiridos ali mesmo. O tempo de permanência aumenta e o conhecimento sobre os produtos também.  Consequentemente, as chances de um ticket médio mais elevado são maiores.

Use a tecnologia para entender padrões de consumo

Dispomos de muitos recursos para analisar como os consumidores interagem dentro das lojas. Os sensores da Internet das Coisas e as câmeras que detectam movimento são alguns dos mais valiosos dentre eles.

Eles identificam padrões que podem ser aplicados no planejamento de uma experiência de compra otimizada. Ao perceber que os shoppers passam mais tempo em uma determinada seção, você conseguirá, por exemplo, reposicioná-la para que fique em evidência.

Quando notar que um produto é mais tocado do que outros, poderá usar isso a favor do negócio, criando interações exclusivas com ele. Uma TV que transmite imagens de quem passa em frente a ela é mais atraente do que uma que passa qualquer programa. Um celular, com um QR code disposto em um painel à sua frente instigará a curiosidade de descobrir para onde ele leva e fará com que o consumidor visite o website em questão.

Pequenas inovações podem fazer uma grande diferença nos resultados de uma loja. É preciso ser criativo e detectar oportunidades para empregá-las.

Se a experiência do cliente e o tempo que passa na loja são agradáveis, a tendência não é apenas que ele aumente seu ticket médio. Um bom atendimento fará com que ele volte a comprar.

Shoppers que adquirem pela segunda vez os produtos de sua empresa sempre são mais generosos que aqueles convertidos recentemente. Eles chegam a gastar até 67% a mais do que quem acabou de ser apresentado ao seu negócio.

Lojas com recursos interativos têm mais facilidade na retenção de clientes. Então, aprenda como criar experiências no PDV!

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