Experiência de compra e conceito ROPO: qual é o impacto dessa relação? 0 41

pessoa retirando compra online na loja

Talvez você não saiba, mas seus esforços em melhorar a experiência de compra da sua loja virtual podem influenciar no aumento das vendas no PDV — e vice-versa. Isso acontece porque muitos dos seus clientes se relacionam com a sua marca das duas formas, on-line e off-line.

A seguir, explicaremos mais detalhadamente como se dá essa relação, apresentando o conceito ROPO, ensinando a torná-lo mais eficiente e explicando como a experiência de compra no PDV pode aumentar também as suas vendas na internet. Confira e descubra mais uma oportunidade para se destacar da concorrência!

O conceito ROPO

A sigla ROPO vem do inglês research online, purchase offline, que pode ser traduzida como pesquisa on-line, compra off-line. Sendo assim, ROPO designa o processo no qual o consumidor pesquisa por um produto na internet e, em vez de realizar a compra em uma loja virtual, se dirige até uma loja física para adquiri-lo.

Diversos fatores podem influenciar esse comportamento: o consumidor pode preferir experimentar diferentes alternativas antes de decidir pela compra — como no caso de cosméticos ou roupas — ou a sua urgência pelo produto pode não estar contemplada pelos prazos de entrega praticados pelas lojas virtuais.

Seja qual for o motivo, o ROPO aponta para oportunidades de divulgação da sua marca que talvez ainda não estejam sendo exploradas. Tendo em mente esse comportamento do consumidor, faz-se ainda mais importante a presença on-line do seu negócio — de preferência na forma de uma loja virtual. Assim, os resultados dos motores de busca se tornarão o convite que faltava para que um novo cliente adentre seu PDV.

Além disso, uma vez dentro da sua loja, será mais fácil envolver o consumidor com uma experiência de compra encantadora, incentivando-o a comprar mais produtos além daqueles que haviam sido procurados de início. Afinal, as compras por impulso são muito mais frequentes no PDV do que nas lojas virtuais.

As formas de aumentar a eficiência do ROPO

Antes de melhorar os resultados da sua estratégia digital, é muito importante pensar em formas objetivas de medi-los. Afinal, como saber se as novas ações foram bem-sucedidas se não houver parâmetros de comparação confiáveis?

Medindo o efeito ROPO

Medir a taxa de conversão ROPO não é uma tarefa simples. Para aferi-la com precisão, seria necessário encontrar a razão entre o número de consumidores que consultaram determinados produtos na loja virtual e, em seguida, foram até a loja para comprá-los; e o número de visitantes que apenas checaram o produto no site.

Ambos os dados não são fáceis de medir, pois o processo de consulta é, na grande maioria das vezes, anônimo — e nem todas as lojas contam com sistemas de cadastro integrado capazes de relacionar um cliente off-line a uma visita à loja virtual.

Sendo assim, são utilizadas estratégias mais indiretas para medir os resultados das ações no PDV que dizem respeito à taxa de conversão ROPO.

Uma delas é dividir as visitas da loja virtual em duas categorias: aquelas feitas para consumidores que residem em um raio de 10 km da loja e as demais, para consumidores que moram a, pelo menos, 10 km da loja física. A partir disso, é possível medir as taxas de conversão de cada tipo de visita.

A partir da subtração das duas taxas, é possível aferir o impacto do efeito ROPO nas vendas da sua loja. Por exemplo, se a taxa de conversão do primeiro tipo for de 2% e a do segundo, 1,3%, é possível supor que os 0,7% de diferença aponte para clientes que preferiram se dirigir à loja pessoalmente para executar a compra após a pesquisa on-line.

Aprimorando o ROPO

É principalmente no relacionamento com consumidores provenientes do efeito ROPO que a transformação digital pela qual estamos passando torna-se ainda mais evidente no varejo.

Isso porque os clientes que pesquisam primeiro na internet, em geral, já chegam na loja com uma ideia mais clara do que estão procurando, pois conhecem os preços que costumam ser cobrados pelo produto ou serviço que desejam e também as principais diferenças entre o que eles encontrarão na sua loja e o que a concorrência oferece.

Além de tudo isso, eles também sabem o que outros consumidores têm a dizer sobre os produtos ou serviços que a sua loja oferece, bem como sobre a qualidade do atendimento.

Sendo assim, além de investir em recursos tecnológicos que transformem o PDV em uma experiência interativa — mais parecido com aquilo que os consumidores on-line estão acostumados —, é muito importante tomar medidas como:

  • treinar a equipe para lidar com esse público;
  • tornar o PDV mais acolhedor e a organização dos produtos mais esteticamente agradável;
  • ter em mente o que o consumidor pode encontrar on-line;
  • destacar os principais produtos, de modo a atrair a atenção do consumidor e convidá-lo à interação;
  • transformar a compra em uma experiência social, por meio das redes sociais.

Por fim, vale lembrar que o processo inverso também acontece! Ou seja, o consumidor pode entrar em contato com o produto pessoalmente, mas só efetuar a compra pela internet.

A experiência de compra no PDV e as vendas on-line

No processo inverso do ROPO, o consumidor visita a loja física — onde tem seu primeiro contato com o produto — mas só realiza a compra na loja virtual. Isso pode ocorrer por diversos motivos: talvez ele quisesse se decidir com calma sobre a compra ou, quem sabe, a loja virtual apresentasse ofertas mais atraentes.

Seja como for, antes de comprar, o cliente teve a oportunidade de interagir com o seu PDV e esse, com certeza, foi um fator levado em consideração na decisão da compra na loja virtual. Sendo assim, a experiência de compra no PDV tem um papel fundamental.

Enfim, assim como as estratégias on-line possuem um papel muito importante na atração de clientes para o PDV e no aumento das vendas das lojas físicas, as estratégias do PDV também podem atrair novos consumidores para a sua loja virtual. Por isso mesmo, é fundamental investir na melhoria da experiência de compra nos dois ambientes.

Quer aprender mais sobre o papel da experiência de compra no sucesso do seu negócio? Então, fique conosco para descobrir como torná-la ainda melhor e, com isso, destacar sua empresa no mercado.

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Veja como aprimorar a gestão de equipes no PDV e tenha mais resultados 0 48

reunião de equipe de gestão

Sem um time capacitado, um negócio pode falhar a qualquer momento. Ele é o DNA da empresa e, tirando as fachadas e vitrines, o primeiro ponto de contato com consumidor. É por isso que um bom administrador precisa entender como fazer uma gestão de equipes eficiente.

Mas, assim como acontece no atendimento, há um desafio em particular: seres humanos são complexos e aprender a extrair deles o melhor é um processo difícil e que exige técnica e paciência.

Para ajudá-lo a construir no PDV uma gestão de equipes que realmente levará a experiência de compra para outro nível, preparamos algumas dicas. Confira!

1. Defina metas para gestão de equipes

Tanto o gestor quanto o time que ele coordena precisam trabalhar com metas para conseguir acompanhar os próprios avanços. Escolher algumas KPIs vai lhe dar a habilidade de tornar dados sobre a performance da equipe em algo visual.

Depois de fazer a medição desses indicadores por algum tempo, desenvolver gráficos simples para mostrar o que precisa ser melhorado e em que estratégias a empresa está no caminho certo é muito mais fácil do que falar sobre de maneira abstrata.

Quando a gestão gira em torno de metas ela tem um parâmetro claro e mais simples de ser compartilhado com os colaboradores. Eles estão cientes, desde o começo, que há uma expectativa em relação ao seu trabalho e são motivados a crescer.

Um prêmio oferecido para os melhores membros da equipe do PDV é uma forma de promover uma competição saudável, que fará com que todos busquem otimizar seu desempenho.

A definição de metas também é importante para desenvolver uma melhor comunicação com quem trabalha em uma empresa. É ela que fará com que os funcionários “coloquem um nome” em seus problemas e proponham soluções para eles.

Metas, métricas e a garantia de que terão suas ideias ouvidas e analisadas são as principais características de uma boa gestão de equipes.

2. Aposte em uma boa comunicação

Desenvolver uma boa comunicação com a equipe não é só ouvir o que ela tem a dizer. Líderes podem aprender a compartilhar ideias com mais eficácia, o que impacta muito o negócio.

Como você passa mensagens para o time? Elas são claras o suficiente? Há orientações a respeito de como eles devem proceder em tarefas que fogem ao tradicional? O quanto estão integrados à cultura da marca que representam?

Trabalhar a forma como se dirige aos colaboradores é essencial para melhorar o funcionamento das equipes de PDV.

3. Defina seu próprio modelo de gestão

A ideia de que todas as equipes podem ser geridas seguindo as mesmas regras não é real. Mesmo departamentos dentro de uma mesma organização costumam ser administrados de forma diferente por seus chefes. Na gestão de equipes não poderia ser diferente e não existe uma fórmula mágica.

Que tipo de público-alvo o seu negócio atende? Como essas pessoas gostam de comprar? Que experiência a sua empresa deseja oferecer? Como a marca se posiciona no mercado? Qual é o papel da equipe de PDV nessa equação?

Responder a perguntas como essas vai ajudá-lo a criar um estilo gerencial que considera tanto as particularidades do consumidor quanto as dos funcionários. Utilizar o que funcionou em outros empreendimentos não é um equívoco, mas simplesmente reproduzir modelos não trará os resultados que espera no PDV. É necessário adaptar as experiências de outras marcas e empresas atuantes na mesma área para que elas funcionem dentro do seu negócio.

4. Use exemplos dentro empresa

Há sempre um membro do time (ou vários) que se destacam entre os demais. Por isso, grandes empresas ao redor do mundo aplicam o modelo de “funcionário do mês” para dar destaque a essas pessoas. Não é preciso fazer isso para chamar atenção para um bom trabalho.

Um dos mais simples princípios de gestão para se adotar é elogiar em público e repreender em particular. Se um funcionário não está fazendo o trabalho direito, tem problemas de disciplina ou não consegue atingir as próprias metas, isso deve ser abordado direta e reservadamente com ele. Já quando tem um desempenho excepcional e pode compartilhar sua expertise com os colegas, deve ter essas características destacadas na frente de todos.

5. Capacite a equipe de PDV

Quando falamos em gestão de equipes no PDV não estamos nos referindo apenas aos vendedores. Embora eles sejam uma parte relevante da organização, não são as únicas pessoas envolvidas na criação de uma experiência de compra incrível. Os vitrinistas, os subgerentes, os caixas e todas as demais pessoas que trabalham em sua loja precisam ter um propósito em comum e serem boas naquilo que fazem.

Esse é um dos principais motivos para realizar treinamento in-company. As aulas dentro da empresa são customizadas para sanar os problemas de cada negócio e um ótimo investimento para melhorar o trabalho da equipe.

Por mais que você se esforce para contratar profissionais competentes, a verdade é que cada empresa funciona de maneira diferente. Cabe ao gestor transformar a cultura empresarial em parte da rotina dos membros do time que acompanha.

Desenvolver, junto a empresas especializadas, um guia de comportamento que será reforçado em treinamentos locais garante que o colaborador possa participar desses eventos, fazendo com que ele perceba que a organização acredita em seu potencial e aumentando a taxa de retenção do seu RH.

Para criar um bom curso de treinamento, lembre-se:

  • produza conteúdo de qualidade, que é relevante para as atividades dos seus profissionais;
  • ensine estratégias de vendas e técnicas para desenvolver o relacionamento com o cliente;
  • crie um formato de avaliações para definir a eficácia das aulas ministradas;
  • seja flexível e ofereça os treinamentos em turnos compatíveis com a rotina dos colaboradores;
  • desenvolva atividades durante o in-company para fortalecer o relacionamento da equipe;
  • forneça esses cursos de maneira constante, atualizando sempre os conhecimentos de quem trabalha para a organização.

Não é só no varejo que a gestão de equipes é um complicador. Negócios em qualquer área e de qualquer tamanho podem enfrentar esse tipo de problema. Cabe ao gestor se informar e encontrar formas criativas de motivar as pessoas ao redor para que elas tragam bons resultados.

O uso de tecnologia para se conectar aos colaboradores ou permitir que eles façam as suas tarefas de maneira mais eficiente também vai ajudar. Pense em adotar sistemas com boa usabilidade, para que eles efetivamente impactem a produtividade do time, além de criar canais com demandas específicas nos quais seja possível alcançar tanto o grupo de profissionais quanto cada pessoa individualmente.

Gostou dessas ideias para a gestão de equipes e quer entender mais sobre como o treinamento pode ajudá-lo nessa tarefa? Então não deixe de ler nosso artigo sobre a importância do treinamento para a equipe de vendas!

Retenção de clientes: como manter o cliente na loja por mais tempo? 0 60

cliente fidelizado na loja

A retenção de clientes é um dos aspectos mais importantes para a continuidade dos negócios. Pesquisas feitas por especialistas em Marketing indicam que fazer o upselling (sugerir novos produtos para um cliente e aumentar seu ticket médio) é menos complicado quando a interação com o cliente é maior. A quantidade de tempo que um consumidor passa na loja é importante para gerar essa oportunidade.

Um estudo do Gartner mostra o quanto é importante investir em manter os clientes por perto. Segundo ele, 80% dos lucros de uma empresa no futuro serão fruto de apenas 20% dos clientes que já adquiriram seus produtos.

No varejo, uma boa experiência de compra faz com que os visitantes permaneçam dentro da loja e adquiram mais produtos. Veja algumas dicas para conquistar essa permanência.

Faça melhorias no ambiente e torne-o agradável

Já se perguntou por que os grandes varejistas conquistaram o espaço que têm no mercado? Tudo tem a ver com a forma como eles posicionam o seu branding e organizam a loja.

Somos extremamente sensoriais e conseguimos ser estimulados, simultaneamente, por nossos cinco sentidos. Por isso, quando os consumidores conseguem tocar em um produto, eles estão mais propensos a comprá-lo. Da mesma forma, são conduzidos a adquirir aquilo que está ao nível dos olhos, em posição de destaque.

Cores também exercem um papel importante dentro dos pontos de venda. O vermelho é associado a bons preços, enquanto o azul não. Por isso, algumas lojas, como a americana CVS, dão prioridade a essa cor, tanto em seu branding como nas ações da marca.

Distribuir os produtos de maneira que o cliente tenha que parar em frente a balcões pode ajudá-lo a notar uma oferta que passaria despercebida. No entanto, esse é um trabalho focado em estimular tantos sentidos quanto possível para “prender” os consumidores dentro da loja.

Peças protegidas por envidraçados, localizadas em uma loja mal iluminada e com muito barulho ao redor, fazem-nos querer correr dali. Cuide para que a experiência de compra sugestione a permanência no PDV.

Ofereça amenidades que estendam a permanência dos visitantes

Para oferecer uma jornada de compras melhor, nada agrada mais o cliente do que as comodidades que oferecemos a ele. Um lugar para sentar enquanto espera a esposa experimentar roupas, estrategicamente posicionado em frente à seção masculina, pode fazer com que o marido veja objetos que deseja adquirir para si.

A facilidade de realizar duas tarefas em um só lugar, como adquirir um celular e também películas e capinhas, é um cross merchandising que incentiva o upsell. Assim como eventos de lançamento, em que os clientes podem conhecer os produtos em detalhes e fazer uma compra informada — esses serviços adicionais funcionam para mantê-los no local por mais tempo e tornar o PDV mais convidativo.

O que a sua loja pode oferecer de exclusivo, que torne o ato de comprar mais prazeroso? Determine isso com base no seu público-alvo para planejar que comodidades serão valiosas e capazes de manter o cliente no estabelecimento por períodos prolongados.

Transforme clientes em promotores da marca

As redes sociais são irresistíveis. A maioria dos brasileiros passa, pelo menos, nove horas na internet. Delas, três são dedicadas às redes sociais.

Instagram, Facebook e Twitter são lugares difíceis para se desenvolver uma boa estratégia de marca, que gere engajamento. Quando são os clientes que compartilham uma mensagem, avisando para os amigos que visitaram uma loja ou adquiriram um produto, as pessoas estão mais propensas a interagir com essa postagem e conhecer a marca.

Por isso, algumas conveniências são importantes para promover um negócio. Fornecer WiFi para quem visita a sua loja é uma delas. Condicionar o recurso a um checkin no Facebook motiva o usuário a curtir a sua página e oferece-lhe um motivo para ficar mais ali.

Stands em que é possível posar com produtos, um provador com a iluminação ideal para selfies, cafés, balas e champanhe são técnicas utilizadas para motivar o consumidor a divulgar uma empresa sem que ele se dê conta disso. Qualquer instante a mais dentro da loja é um motivo para comprar novos produtos.

Surpreenda os clientes

Fazer algo a mais pelo seu cliente e deixar o dia dele mais agradável é uma das maneiras mais simples de garantir a permanência dele dentro da loja. A retenção de clientes seguindo essa estratégia funciona mais ou menos como nas ações de Marketing de Guerrilha.

Os visitantes são surpreendidos com recursos que não esperavam e que quebram a rotina de uma compra comum.

Experiências digitais podem ser o diferencial que faltava no seu ambiente para fazer dele um lugar em que o consumidor deseja permanecer. Imagine entrar em um provador de roupas, esperando os tradicionais espelho e cortina, apenas para ser apresentado a uma tela que mostra acessórios que combinam e podem ser adquiridos ali mesmo. O tempo de permanência aumenta e o conhecimento sobre os produtos também.  Consequentemente, as chances de um ticket médio mais elevado são maiores.

Use a tecnologia para entender padrões de consumo

Dispomos de muitos recursos para analisar como os consumidores interagem dentro das lojas. Os sensores da Internet das Coisas e as câmeras que detectam movimento são alguns dos mais valiosos dentre eles.

Eles identificam padrões que podem ser aplicados no planejamento de uma experiência de compra otimizada. Ao perceber que os shoppers passam mais tempo em uma determinada seção, você conseguirá, por exemplo, reposicioná-la para que fique em evidência.

Quando notar que um produto é mais tocado do que outros, poderá usar isso a favor do negócio, criando interações exclusivas com ele. Uma TV que transmite imagens de quem passa em frente a ela é mais atraente do que uma que passa qualquer programa. Um celular, com um QR code disposto em um painel à sua frente instigará a curiosidade de descobrir para onde ele leva e fará com que o consumidor visite o website em questão.

Pequenas inovações podem fazer uma grande diferença nos resultados de uma loja. É preciso ser criativo e detectar oportunidades para empregá-las.

Se a experiência do cliente e o tempo que passa na loja são agradáveis, a tendência não é apenas que ele aumente seu ticket médio. Um bom atendimento fará com que ele volte a comprar.

Shoppers que adquirem pela segunda vez os produtos de sua empresa sempre são mais generosos que aqueles convertidos recentemente. Eles chegam a gastar até 67% a mais do que quem acabou de ser apresentado ao seu negócio.

Lojas com recursos interativos têm mais facilidade na retenção de clientes. Então, aprenda como criar experiências no PDV!

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