Experiência de compra e conceito ROPO: qual é o impacto dessa relação? 0 2827

pessoa retirando compra online na loja

Talvez você não saiba, mas seus esforços em melhorar a experiência de compra da sua loja virtual podem influenciar no aumento das vendas no PDV — e vice-versa. Isso acontece porque muitos dos seus clientes se relacionam com a sua marca das duas formas, on-line e off-line.

A seguir, explicaremos mais detalhadamente como se dá essa relação, apresentando o conceito ROPO, ensinando a torná-lo mais eficiente e explicando como a experiência de compra no PDV pode aumentar também as suas vendas na internet. Confira e descubra mais uma oportunidade para se destacar da concorrência!

O conceito ROPO

A sigla ROPO vem do inglês research online, purchase offline, que pode ser traduzida como pesquisa on-line, compra off-line. Sendo assim, ROPO designa o processo no qual o consumidor pesquisa por um produto na internet e, em vez de realizar a compra em uma loja virtual, se dirige até uma loja física para adquiri-lo.

Diversos fatores podem influenciar esse comportamento: o consumidor pode preferir experimentar diferentes alternativas antes de decidir pela compra — como no caso de cosméticos ou roupas — ou a sua urgência pelo produto pode não estar contemplada pelos prazos de entrega praticados pelas lojas virtuais.

Seja qual for o motivo, o ROPO aponta para oportunidades de divulgação da sua marca que talvez ainda não estejam sendo exploradas. Tendo em mente esse comportamento do consumidor, faz-se ainda mais importante a presença on-line do seu negócio — de preferência na forma de uma loja virtual. Assim, os resultados dos motores de busca se tornarão o convite que faltava para que um novo cliente adentre seu PDV.

Além disso, uma vez dentro da sua loja, será mais fácil envolver o consumidor com uma experiência de compra encantadora, incentivando-o a comprar mais produtos além daqueles que haviam sido procurados de início. Afinal, as compras por impulso são muito mais frequentes no PDV do que nas lojas virtuais.

As formas de aumentar a eficiência do ROPO

Antes de melhorar os resultados da sua estratégia digital, é muito importante pensar em formas objetivas de medi-los. Afinal, como saber se as novas ações foram bem-sucedidas se não houver parâmetros de comparação confiáveis?

Medindo o efeito ROPO

Medir a taxa de conversão ROPO não é uma tarefa simples. Para aferi-la com precisão, seria necessário encontrar a razão entre o número de consumidores que consultaram determinados produtos na loja virtual e, em seguida, foram até a loja para comprá-los; e o número de visitantes que apenas checaram o produto no site.

Ambos os dados não são fáceis de medir, pois o processo de consulta é, na grande maioria das vezes, anônimo — e nem todas as lojas contam com sistemas de cadastro integrado capazes de relacionar um cliente off-line a uma visita à loja virtual.

Sendo assim, são utilizadas estratégias mais indiretas para medir os resultados das ações no PDV que dizem respeito à taxa de conversão ROPO.

Uma delas é dividir as visitas da loja virtual em duas categorias: aquelas feitas para consumidores que residem em um raio de 10 km da loja e as demais, para consumidores que moram a, pelo menos, 10 km da loja física. A partir disso, é possível medir as taxas de conversão de cada tipo de visita.

A partir da subtração das duas taxas, é possível aferir o impacto do efeito ROPO nas vendas da sua loja. Por exemplo, se a taxa de conversão do primeiro tipo for de 2% e a do segundo, 1,3%, é possível supor que os 0,7% de diferença aponte para clientes que preferiram se dirigir à loja pessoalmente para executar a compra após a pesquisa on-line.

Aprimorando o ROPO

É principalmente no relacionamento com consumidores provenientes do efeito ROPO que a transformação digital pela qual estamos passando torna-se ainda mais evidente no varejo.

Isso porque os clientes que pesquisam primeiro na internet, em geral, já chegam na loja com uma ideia mais clara do que estão procurando, pois conhecem os preços que costumam ser cobrados pelo produto ou serviço que desejam e também as principais diferenças entre o que eles encontrarão na sua loja e o que a concorrência oferece.

Além de tudo isso, eles também sabem o que outros consumidores têm a dizer sobre os produtos ou serviços que a sua loja oferece, bem como sobre a qualidade do atendimento.

Sendo assim, além de investir em recursos tecnológicos que transformem o PDV em uma experiência interativa — mais parecido com aquilo que os consumidores on-line estão acostumados —, é muito importante tomar medidas como:

  • treinar a equipe para lidar com esse público;
  • tornar o PDV mais acolhedor e a organização dos produtos mais esteticamente agradável;
  • ter em mente o que o consumidor pode encontrar on-line;
  • destacar os principais produtos, de modo a atrair a atenção do consumidor e convidá-lo à interação;
  • transformar a compra em uma experiência social, por meio das redes sociais.

Por fim, vale lembrar que o processo inverso também acontece! Ou seja, o consumidor pode entrar em contato com o produto pessoalmente, mas só efetuar a compra pela internet.

A experiência de compra no PDV e as vendas on-line

No processo inverso do ROPO, o consumidor visita a loja física — onde tem seu primeiro contato com o produto — mas só realiza a compra na loja virtual. Isso pode ocorrer por diversos motivos: talvez ele quisesse se decidir com calma sobre a compra ou, quem sabe, a loja virtual apresentasse ofertas mais atraentes.

Seja como for, antes de comprar, o cliente teve a oportunidade de interagir com o seu PDV e esse, com certeza, foi um fator levado em consideração na decisão da compra na loja virtual. Sendo assim, a experiência de compra no PDV tem um papel fundamental.

Enfim, assim como as estratégias on-line possuem um papel muito importante na atração de clientes para o PDV e no aumento das vendas das lojas físicas, as estratégias do PDV também podem atrair novos consumidores para a sua loja virtual. Por isso mesmo, é fundamental investir na melhoria da experiência de compra nos dois ambientes.

Quer aprender mais sobre o papel da experiência de compra no sucesso do seu negócio? Então, fique conosco para descobrir como torná-la ainda melhor e, com isso, destacar sua empresa no mercado.

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Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 321

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 203

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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