Big data no varejo: estamos preparados para usar essa solução? 0 2537

pessoa analisando gráficos

O uso do Big Data no varejo é recente! Há pouco tempo, grandes conjuntos de dados não podiam ser processados por sistemas que oferecessem um bom custo-benefício para as empresas. Por isso, era necessário dispor de computadores de alta performance e investir pesado em hardware.

O advento do Big Data mudou essa realidade drasticamente. Agora, é possível analisar diversas informações pela nuvem a preços competitivos, e revelar tendências, padrões de consumo e associações, que ajudam empreendimentos a melhorar as suas operações e o relacionamento com os consumidores.

O varejo é um dos mercados que mais tende a se beneficiar com o Big Data. Mas será que ele está preparado para aplicar a solução? A resposta para as suas dúvidas está aqui. Continue a leitura para descobrir!

Quais são as possibilidades do Big Data no varejo?

Todas as organizações podem se beneficiar do Big Data, mas nem todas conseguem utilizá-lo de forma eficiente.

O varejo é uma das áreas de negócios que mais consegue ver resultados ao aplicar tecnologias voltadas para dados, porém, discernir as informações que são úteis para chegar aos resultados antecipados, é o maior desafio.

A Inteligência Artificial, Machine Learning, sistemas de BI e Analytics são os recursos que fazem o Big Data funcionar a favor de um empreendimento. No entanto, sozinhos, eles não são capazes de operar milagres.

É preciso aplicar Data Science, ou ciência de dados, com foco nos objetivos da marca e ter uma estratégia bem definida. Quando isso acontece, o Big Data se abre para um mar de possibilidades, como:

  • obter previsões de vendas precisas para períodos determinados;
  • entender melhor o comportamento, as expectativas e o estilo de vida dos clientes;
  • avaliar como as pessoas se sentem em relação à sua marca;
  • criar promoções customizadas que conduzam mais pessoas às lojas;
  • otimizar o design da loja para que ele ofereça experiências de compra melhores;
  • criar websites que convertam mais e páginas de e-commerce com altas taxas de vendas;
  • compreender o processo de tomada de decisão;
  • melhorar a cadeia de suprimentos e administrar melhor os estoques; e
  • obter uma visão em 360° da jornada do cliente.

Quais os desafios que as empresas enfrentam para adotá-lo?

Chegar aos dados dos clientes é o principal desafio para implementar com sucesso o Big Data — podemos nos referir a ele como o problema do small data.

Vazamentos, mau uso de informações e o desejo por privacidade têm mudado a maneira como os usuários veem os dados que entregam para as empresas. Portanto, a primeira tarefa para quem quer dominar o Big Data é ganhar a confiança do cliente.

Fazer isso é mais fácil quando se investe em opções de segurança. Uma empresa que se dedica a seguir normas de compliance, como da GDPR (lei europeia que regulamenta o uso de dados e a necessidade de comunicar com clareza de como eles são armazenados e utilizados pelo negócio), e consegue passar por essa etapa tem mais chances de evoluir com os insights do Big Data.

Detectar quais outros tipos de informação uma marca precisa ao criar um cluster de Big Data também é importante. Afinal, nem todos os dados utilizados pela empresa são necessariamente dos consumidores.

Há bases de dados públicas, como as do IBGE, pesquisas de mercado feitas por grandes organizações, relatórios climáticos e ambientais, além de tantos outros conjuntos de informações que podem ser combinados para criar relações de causa e efeito.

Para isso, é preciso descobrir quais mais impactam a sua loja para atingir todo o potencial do Big Data no varejo.

Como o varejo utiliza o Big Data?

Para entender o tipo de disrupção que o Big Data traz para o varejo, precisamos olhar para alguns estudos de caso.

Para isso, veja, a seguir, como tecnologia tem ajudado empresas a obterem um ROI maior em suas ações de Marketing e relacionamento melhor com o consumidor:

Obtendo mais conhecimento sobre os clientes

Segundo a consultoria McKinsey, nos próximos cinco anos veremos mais varejistas investirem no Big Data. Com um ROI de 15 a 20%, ele já faz parte das atividades de Marketing, está integrado aos e-commerces, e começa a dar os primeiros passos para melhorar a gestão das lojas.

Na maioria dos casos de uso dentro desses departamentos de varejo, o Big Data é aplicado na forma de Data Discovery. Softwares como o Hadoop navegam por milhares de informações acumuladas por varejistas e fontes externas, para possibilitar que as empresas conheçam tão bem o cliente quanto quem é próximo dele.

Já foram vistas situações em que o Big Data no varejo permitiu às empresas se inteirarem tão bem da vida dos consumidores, que anteciparam informações que eles desconheciam.

Para se ter uma ideia, a empresa americana antecipou uma gravidez apenas acompanhando os produtos que uma cliente adquiria. Assim, utilizando uma lista de 25 itens que são comprados pelas mulheres no período imediatamente anterior à gravidez, como hidratantes feitos com manteiga de cacau, ela não só descobriu essa informação, mas também conseguiu precisar quando a moça teria o bebê.

Essa granularidade dos dados é muito útil para que uma loja envie ofertas específicas para os seus clientes, com o timing certo para motivá-los a comprar mais.

Criando ações de alto impacto

Com o conhecimento sobre o shopper de que as lojas dispõem com Big Data, o desafio de criar campanhas de alto impacto é menor. O chamado Marketing Data-driven é uma maneira mais incisiva de atingir os consumidores e obter resultados.

Imagine uma campanha de e-mail marketing: com as informações adequadas, ela pode converter exatamente aqueles clientes por microsegmentos, com mensagens personalizadas para chamar a atenção.

Segundo o estudo da ClickZ, empresa especializada em estratégias online, o uso de dados aumenta as conversões de clientes, que deixaram de comprar de um varejista, em até 20%.

Otimizando o layout de lojas

A performance do Big Data tem muito a ver com os dados que alimentam os sistemas. Por isso, quanto mais informações uma empresa consegue coletar, maior a possibilidade de aplicá-las em tarefas tão complexas quanto alterações na distribuição de produtos pelas lojas.

Nesse sentido, sensores RFID são grandes parceiros na geração de insights. Utilizados para mapear o movimento dos clientes pelas lojas, eles conseguem dados importantes para otimização do layout dos varejos.

A Watches of Switzerland, localizada em Londres, construiu uma megastore em 2014, direcionada por dados. Composta por três andares e organizada para atender, em cada um deles, uma persona diferente (entusiastas, conhecedores e colecionadores), a loja integra outras tecnologias como displays interativos para ir ao encontro das demandas dos consumidores.

O Big Data no varejo está revolucionando ao redor do mundo com o poder dos dados. A percepção de que a tomada de decisão suportada pela geração de insights traz melhores resultados é evidente. Portanto, é preciso superar seus desafios e customizar suas aplicações para as necessidades de cada empresa.

Conseguiu entender melhor como funciona o Big Data no varejo? Já utiliza a solução no seu negócio? Compartilhe sua experiência conosco.

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Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 391

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 260

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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