Tecnologia no PDV: conheça 3 exemplos de tecnologia 2 3726

homem e mulher utilizando tecnologia na loja

Usar tecnologia no PDV é uma estratégia para a sua empresa obter melhores resultados. Propor e investir em inovações no ponto de vendas é uma boa ideia para chamar a atenção da clientela, tornar o seu espaço mais atrativo, atrair mais tráfego para a loja e, consequentemente, fechar mais negócios.

Hoje, quando o consumidor entra em uma loja, ele não está em busca apenas de produtos. A experiência de compra e a maneira como ele interage com o negócio são pontos fundamentais que vão influenciá-lo na decisão de compra. Isso significa que mesmo que alguém não adquira um bem na sua primeira visita a uma loja, uma experiência positiva pode fazer com que essa pessoa volte.

Se um pouco mais da metade dos consumidores não converte logo de cara, não devemos desprezar essa fatia do mercado. Usando recursos como a tecnologia, é possível transformar e enriquecer suas experiências para que eles se surpreendam e se emocionem com o que viram ali.

Há muito o que se fazer para impressionar o shopper. Confira algumas das inovações possíveis ao se usar tecnologia no PDV e inspire-se!

1. Projeções holográficas interativas

Que tal ter a oportunidade de interagir com o garoto-propaganda de uma marca e obter informações que realmente fazem a diferença na decisão de compra? Essa é uma das maneiras mais inusitadas de impressionar o cliente em potencial e fazer com que a experiência que ele tem em loja seja muito mais significativa.

Para lidar com esse desafio — o de trazer um novo significado à forma como o consumidor interage com o produto — a Alice Wonders utilizou uma projeção holográfica interativa e criou uma versão do dentista de Sensodyne que atendia às principais questões do público em loja.

Pressionando um de três botões, era possível que o cliente obtivesse ali informações sobre dentes sensíveis, como: que fazer para mitigar o problema, como a tecnologia de um produto especializado poderia ajudar e quais são as causas desse mal. O fato de poder interagir com uma figura de autoridade, capaz de transmitir claramente os pontos positivos do produto e criar um laço emocional com o consumidor, fez com que essa tecnologia no PDV trouxesse resultados impressionantes para a marca.

Todos os locais nos quais foi instalada a projeção holográfica interativa de Sensodyne conquistou um aumento significativo nas vendas. Três vezes mais consumidores levaram para casa o produto e foram surpreendidos pela experiência que obtiveram em loja. Já pensou experimentar resultados semelhantes?

O ponto aqui é que a tecnologia foi utilizada para surpreender o comprador em potencial. E em vez de tratar-se de uma mera forma de atrair sua atenção foi empregada para conquistá-lo e convencê-lo dos benefícios reais do produto. É preciso pensar soluções assim, que criam uma história e empregam o design mais eficiente para gerar conversões.

2. Realidade virtual e óculos 3D

Que tal visitar um evento de grande porte sem necessariamente precisar viajar? A ideia de transportar o seu cliente para aquele lugar onde ele mais queria estar, vendo toda a ação acontecer, sem precisar de mais do que a tecnologia para fazer isso lhe atrai? Pois foi assim que a Volkswagen levou centenas de consumidores para o seu stand no salão do automóvel, com uma mistura de Google Street View e realidade virtual.

Seu ponto de venda interativo permitia que o usuário fosse até Detroit ver o maior stand do evento e conhecer todas as novidades que a marca propiciava aos seus consumidores. Com um óculos 3D ou navegando por um mapa virtual, era possível ficar por dentro dos acontecimentos e ter uma experiência imersiva no salão.

3. Interação via sensores

Aplicar tecnologia no PDV significa que precisamos pensar em como proporcionar para o cliente não apenas uma experiência marcante, mas uma forma de diferenciar os produtos que estamos tentando vender.

Com computadores, esse é um desafio em particular, já que muitos dos consumidores não sabem exatamente como escolher a máquina que melhor atende e acabam adquirindo produtos além ou aquém do esperado, levando em consideração fatores facilmente compreensíveis como preço e capacidade de processamento.

Para que o consumidor pudesse entender por que um computador Acer era a melhor escolha, a criação de uma pop up store na qual não era preciso interagir diretamente com os PCs foi um grande sucesso. Utilizando sensores capazes de captar o movimento, foi dada a oportunidade aos clientes de operar laptops e computadores sem jamais tocar neles.

A ideia, meio futurista e muito diferente do que estamos acostumados a ver por aí, transformou-se em uma brincadeira interessante e uma experiência rica para o consumidores em potencial. Nela, eles puderam entender melhor quais características buscar em um computador e qual o equipamento mais preparado para atendê-las.

No passado, utilizar a tecnologia no PDV era uma tarefa muito difícil. Investir nessas ações podia criar campanhas muito onerosas para as marcas e difíceis de se reproduzir em tantas lojas — sendo necessário obter resultados significativos e não apenas um case bacana. Atualmente, porém, é muito mais barato adquirir o equipamento que uma boa interação no ponto de vendas demanda, podendo trazer retornos bastante rápidos.

Quando experimentamos interações tecnológicas inusitadas, nos sentimos no futuro e temos a oportunidade de ver na prática os benefícios que uma marca está tentando vender. Converter é, portanto, mais fácil e atrair consumidores que em outros momentos não parariam no seu ponto de vendas também. Criar impressões significativas e duradouras, que podem se refletir em fidelização e lucro a longo prazo, é outra das consequências de começar a pensar na introdução de tecnologia no PDV.

Divulgar um produto com auxílio da tecnologia traz também outras vantagens. Quem visita a sua loja está mais propenso a fazer um comentário nas redes sociais ou compartilhar uma ação que lhe pega de surpresa. E essa promoção gratuita atrelada à influência do comprador que divulga um ponto de vendas curioso torna o custo da tecnologia no PDV um investimento.

A tecnologia no PDV pode colocar o seu espaço em uma posição de destaque e ajudá-lo a chegar em melhores resultados. Gostou do que viu aqui? Compartilhe conosco a sua opinião sobre os cases nos comentários!

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Flagship KitKat Chocolatory 0 460

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 876

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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