Tecnologia no PDV: conheça 3 exemplos de tecnologia 2 5241

homem e mulher utilizando tecnologia na loja

Usar tecnologia no PDV é uma estratégia para a sua empresa obter melhores resultados. Propor e investir em inovações no ponto de vendas é uma boa ideia para chamar a atenção da clientela, tornar o seu espaço mais atrativo, atrair mais tráfego para a loja e, consequentemente, fechar mais negócios.

Hoje, quando o consumidor entra em uma loja, ele não está em busca apenas de produtos. A experiência de compra e a maneira como ele interage com o negócio são pontos fundamentais que vão influenciá-lo na decisão de compra. Isso significa que mesmo que alguém não adquira um bem na sua primeira visita a uma loja, uma experiência positiva pode fazer com que essa pessoa volte.

Se um pouco mais da metade dos consumidores não converte logo de cara, não devemos desprezar essa fatia do mercado. Usando recursos como a tecnologia, é possível transformar e enriquecer suas experiências para que eles se surpreendam e se emocionem com o que viram ali.

Há muito o que se fazer para impressionar o shopper. Confira algumas das inovações possíveis ao se usar tecnologia no PDV e inspire-se!

1. Projeções holográficas interativas

Que tal ter a oportunidade de interagir com o garoto-propaganda de uma marca e obter informações que realmente fazem a diferença na decisão de compra? Essa é uma das maneiras mais inusitadas de impressionar o cliente em potencial e fazer com que a experiência que ele tem em loja seja muito mais significativa.

Para lidar com esse desafio — o de trazer um novo significado à forma como o consumidor interage com o produto — a Alice Wonders utilizou uma projeção holográfica interativa e criou uma versão do dentista de Sensodyne que atendia às principais questões do público em loja.

Pressionando um de três botões, era possível que o cliente obtivesse ali informações sobre dentes sensíveis, como: que fazer para mitigar o problema, como a tecnologia de um produto especializado poderia ajudar e quais são as causas desse mal. O fato de poder interagir com uma figura de autoridade, capaz de transmitir claramente os pontos positivos do produto e criar um laço emocional com o consumidor, fez com que essa tecnologia no PDV trouxesse resultados impressionantes para a marca.

Todos os locais nos quais foi instalada a projeção holográfica interativa de Sensodyne conquistou um aumento significativo nas vendas. Três vezes mais consumidores levaram para casa o produto e foram surpreendidos pela experiência que obtiveram em loja. Já pensou experimentar resultados semelhantes?

O ponto aqui é que a tecnologia foi utilizada para surpreender o comprador em potencial. E em vez de tratar-se de uma mera forma de atrair sua atenção foi empregada para conquistá-lo e convencê-lo dos benefícios reais do produto. É preciso pensar soluções assim, que criam uma história e empregam o design mais eficiente para gerar conversões.

2. Realidade virtual e óculos 3D

Que tal visitar um evento de grande porte sem necessariamente precisar viajar? A ideia de transportar o seu cliente para aquele lugar onde ele mais queria estar, vendo toda a ação acontecer, sem precisar de mais do que a tecnologia para fazer isso lhe atrai? Pois foi assim que a Volkswagen levou centenas de consumidores para o seu stand no salão do automóvel, com uma mistura de Google Street View e realidade virtual.

Seu ponto de venda interativo permitia que o usuário fosse até Detroit ver o maior stand do evento e conhecer todas as novidades que a marca propiciava aos seus consumidores. Com um óculos 3D ou navegando por um mapa virtual, era possível ficar por dentro dos acontecimentos e ter uma experiência imersiva no salão.

3. Interação via sensores

Aplicar tecnologia no PDV significa que precisamos pensar em como proporcionar para o cliente não apenas uma experiência marcante, mas uma forma de diferenciar os produtos que estamos tentando vender.

Com computadores, esse é um desafio em particular, já que muitos dos consumidores não sabem exatamente como escolher a máquina que melhor atende e acabam adquirindo produtos além ou aquém do esperado, levando em consideração fatores facilmente compreensíveis como preço e capacidade de processamento.

Para que o consumidor pudesse entender por que um computador Acer era a melhor escolha, a criação de uma pop up store na qual não era preciso interagir diretamente com os PCs foi um grande sucesso. Utilizando sensores capazes de captar o movimento, foi dada a oportunidade aos clientes de operar laptops e computadores sem jamais tocar neles.

A ideia, meio futurista e muito diferente do que estamos acostumados a ver por aí, transformou-se em uma brincadeira interessante e uma experiência rica para o consumidores em potencial. Nela, eles puderam entender melhor quais características buscar em um computador e qual o equipamento mais preparado para atendê-las.

No passado, utilizar a tecnologia no PDV era uma tarefa muito difícil. Investir nessas ações podia criar campanhas muito onerosas para as marcas e difíceis de se reproduzir em tantas lojas — sendo necessário obter resultados significativos e não apenas um case bacana. Atualmente, porém, é muito mais barato adquirir o equipamento que uma boa interação no ponto de vendas demanda, podendo trazer retornos bastante rápidos.

Quando experimentamos interações tecnológicas inusitadas, nos sentimos no futuro e temos a oportunidade de ver na prática os benefícios que uma marca está tentando vender. Converter é, portanto, mais fácil e atrair consumidores que em outros momentos não parariam no seu ponto de vendas também. Criar impressões significativas e duradouras, que podem se refletir em fidelização e lucro a longo prazo, é outra das consequências de começar a pensar na introdução de tecnologia no PDV.

Divulgar um produto com auxílio da tecnologia traz também outras vantagens. Quem visita a sua loja está mais propenso a fazer um comentário nas redes sociais ou compartilhar uma ação que lhe pega de surpresa. E essa promoção gratuita atrelada à influência do comprador que divulga um ponto de vendas curioso torna o custo da tecnologia no PDV um investimento.

A tecnologia no PDV pode colocar o seu espaço em uma posição de destaque e ajudá-lo a chegar em melhores resultados. Gostou do que viu aqui? Compartilhe conosco a sua opinião sobre os cases nos comentários!

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Tendências para o varejo em 2020 0 1401

Para ficar por dentro do que está em tendência e apostar no varejo, vamos pontuar a nossa visão acima dos temas mais relevantes apresentados na NRF Retail’s Big Show deste ano, a principal feira do setor. Iremos falar sobre o que estamos acompanhando e vendo dar certo no varejo no Brasil e no mundo. 

Um assunto que nunca sai de moda é como entender o perfil do consumidor e o que está por trás disso. E para traçar o perfil do seu consumidor real, com o objetivo de converter as suas vendas, o melhor passo é a captação de dados

Gerar e analisar os dados

Adote esta regra: dados em primeiro lugar. Captar dados no varejo não se restringe apenas ao ecommerce. Investir em tecnologia no PDV, hoje, é algo super rentável que pode ser a base das suas estratégias de vendas. 

Com a interação via sensores, capazes de mensurar, por exemplo, o tempo de permanência de uma pessoa em frente à gôndola, conseguimos ver na prática a relação: fluxo x conversão. Os dados gerados a partir dos sensores, quando bem posicionados em pontos estratégicos, indicam uma série de informações precisas e únicas. Basta que você saiba trabalhar em cima desses dados para alcançar seus objetivos. 

Gôndola TRESemmé, por Alice Wonders
Holografia de gôndola TRESemmé, realizado por Alice Wonders. Obteve 180 mil interações e mais de 25 mil pessoas impactadas.

A inovadora holografia no PDV da TRESemmé com sensores, permitiu extrair dados indicando resultados de cerca de 3600 interações por dia, além de chamar a atenção de mais de 25 mil pessoas por mais de 5 segundos na frente da holografia. A nossa tecnologia cria a possibilidade de transmitir vídeos similares a campanhas de TV, que passa todas as informações necessárias e ainda promove a sensação dos produtos estarem flutuando em frente aos consumidores, resultando experiência única e diferencial.

Criar experiências únicas

Engajar o consumidor e conectá-lo a um nível emocional é uma excelente estratégia. Apesar de não ser mais novidade, essa pauta voltou a chamar atenção este ano na NRF, o que reforça a ideia de continuar apostando em gerar experiências únicas ao consumidor. 

Você já deve ter percebido que a tecnologia está cada vez mais integrando aspectos humanos, justamente para levar emoções e sensações às pessoas. É o que chamam de “varejo humanológico”, ou seja, a tecnologia a favor da humanização nas relações de compra, venda e experiência. 

Se você conseguir criar uma memória no seu consumidor através da experiência, você já conseguiu uma retenção. 

Colocar produtos à prova 

Oferecer testes do seu produto tem a ver, também, com levar experiências ao consumidor. Como as lojas pop-ups que distribuem amostras grátis, degustação ou até mesmo disponibilizam um produto como provador. Ter essa oportunidade é algo imensurável para os clientes, que retribuem com feedbacks construtivos para a sua marca e eleva o nível de satisfação. 

Além disso, a sua loja física pode oferecer produtos exclusivos, ou sob medida. Quanto mais se sentir único e especial, mais chances tem desse consumidor de se fidelizar com a sua marca. Outra vantagem de produzir produtos exclusivos, é diminuir a quantidade de estoques. Pense nisso!

Personalização dos espaços 

Investimento no espaço e em novos equipamentos – seja na decoração da loja ou em tecnologia – costuma ser um investimento de capital a longo prazo (de dez a quinze anos). Em um outro post aqui no nosso blog falamos sobre a importância da personalização dos espaços físicos e como um ambiente interfere na experiência do cliente. Confira!

“A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte”.

Vitrine infinita Di Santini, projeto criado por Alice Wonders.
Vitrine infinita Di Santini, criada por Alice Wonders. Projeto que une experiências digitais e espaços físicos.

Curtiu as dicas e já quer aplicar as tendências na sua marca? Entre em contato conosco para ajudá-lo a realizar projetos incríveis. 

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Flagship KitKat Chocolatory 0 1320

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

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