Você sabia que o design da loja pode influenciar na decisão de compra ? Entenda! 3 1900

Mulheres experimentando loja com design atraente

Ainda que a sua loja ofereça artigos de qualidade e seus clientes sempre achem o que estão procurando, apresentar seus produtos de uma forma mais atraente é uma ótima estratégia para gerar interesse e incentivar a compra de outros itens. Portanto, não apenas as vitrines, mas o design da loja como um todo deve ser planejado nesse sentido.

Hoje, vamos explicar como o design da loja influencia a decisão de compra e o que exatamente você precisa mudar na sua loja para aumentar as vendas. Confira!

Aspectos importantes do design da loja

Tendo em mente que o ponto de venda ainda é o principal lugar onde ocorrem as decisões de compra, a sua loja precisa estar organizada de modo a tornar essa decisão mais fácil para o consumidor e transformar a compra em uma experiência que ele tenha vontade de repetir no futuro.

Os principais aspectos para atingir esses objetivos são os seguintes:

Branding

O primeiro passo para elaborar um design envolvente para a sua loja é se inspirar nos valores da marca e transmiti-los na sua loja com coerência. Sendo assim, a primeira coisa que você deve pensar é na relação entre o produto e o tipo de consumidor que você pretende atingir com ele, ou seja, seu público-alvo.

O branding, ao se tratar do design, é a pele da sua loja. É a superfície da organização da sua loja que transmitirá a identidade da sua marca e terá um apelo certeiro no seu consumidor.

Nesse sentido, é fundamental que estejam presentes o logo da loja, o slogan e os diversos símbolos que fazem o público pensar na sua marca. É preciso que a experiência dentro da sua loja seja inconfundível para se tornar memorável e, para tanto, a sua marca deve se fazer presente.

Arquitetura

O segundo passo é organizar a sua loja de modo a facilitar a procura do seu cliente por produtos específicos, mas que também permita que ele, na sua busca, vislumbre tudo que a sua loja tem para oferecê-lo.

Isso é feito, em primeiro lugar, separando os itens da loja em categorias intuitivas, separadas em seções bem sinalizadas, que deixem claro onde está cada tipo de produto.

Em segundo lugar, criando caminhos que permitam que o cliente passeie pela loja durante a visita. Nesse sentido, devem ser levadas em consideração, por exemplo, as distâncias entre caixas e provadores, ou entre diferentes tipos de produtos que se relacionam.

Do mesmo modo, também devem ser planejadas as distâncias entre determinados tipos de produto: gorros e luvas, por exemplo, são ambos acessórios para serem usados no frio. Sendo assim, o cliente que busca por um, pode vir a se interessar pelo outro. Por que não deixá-los próximos aos agasalhos e deixar ao lado da estação um manequim compondo um look com todas essas peças?

Se o branding é a pele da sua loja, a arquitetura é o esqueleto: ela sustentará a experiência do cliente na sua loja, sempre coberta dos valores da marca.

Sensações

Além dos símbolos que se relacionam com a sua marca, os valores que seduzem o seu público-alvo devem ser expressos também por meio de uma outra estratégia. Afinal, símbolos e texto são óbvios: nós os lemos e atribuímos a eles significados muito específicos. Essa leitura consciente é importante, por ser objetiva, mas, por ser facilmente identificada, também pode ser facilmente ignorada.

É preciso trabalhar as sensações dentro da sua loja para realçar a sua personalidade, para que ela tenha um charme inexplicável, sutil, mas também memorável. É aí onde entra o marketing sensorial.

Como já dissemos, a organização do espaço da sua loja é muito importante e é óbvio que ela deve estar coberta de um visual condizente com os valores da sua marca. No entanto, há outras ausências que podem ser preenchidas: como o silêncio, as mãos vazias e a falta de cheiros.

Portanto, monte uma playlist coerente com a identidade da sua marca e os gostos do seu consumidor, apresente os produtos e outros itens da loja de modo que ele se sinta à vontade para tocá-los e interagir com eles de formas criativas, e escolha aromas que se relacionem com a temática da loja.

Enfim, cerque o seu cliente em uma experiência tão completa que os valores da sua marca sejam ainda mais importantes dentro da sua loja e os seus produtos, portanto, se tornem imprescindíveis. Ele vai se apaixonar pela sua loja e nem saberá dizer o motivo.

O impacto do design nas vendas

Foi-se o tempo em que as vendas se baseavam apenas na necessidade dos clientes. Para sobreviver no varejo, hoje em dia, é necessário utilizar estratégias mais ativas do que apenas esperar que o consumidor venha buscar o que ele deseja.

Pelo contrário, é necessário incutir nele esse desejo. Para tanto, ter conhecimento do seu produto e do seu público-alvo são os primeiros passos. Em seguida, criar um ambiente favorável à interação dos dois e que transforme a compra em uma experiência prazerosa e memorável.

Quanto mais adequado o design da loja estiver aos valores da sua marca, mais sedutores serão os seus produtos para o seu público-alvo. Ao mesmo tempo, mais agradável será a permanência no local. Desse modo, aquele consumidor objetivo, que chega na loja indo direto ao ponto, logo se rende a uma experiência mais envolvente.

Ele demorará na sua loja não porque teve dificuldades em achar o que procurava ou porque ficou em filas demoradas no caixa, mas porque a sua estratégia o fez se sentir tão confortável, que ele aceitou o convite de relaxar e ver o que mais você tinha a oferecê-lo.

A influência na decisão de compra

Um design bem alinhado, portanto, facilita a busca pelo produto, melhora a experiência de compra e, consequentemente, aumenta o tempo de permanência dos clientes na loja. Se o design que você propor for capaz de atingir esses três objetivos, você verá suas vendas aumentando significativamente.

Esperamos que as dicas de hoje o inspirem em novas propostas para o design da loja da sua marca. Marketing, varejo e inovação são as nossas especialidades! Então, se você quer aprender mais sobre como esses assuntos se cruzam, não deixe de assinar a nossa newsletter!

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 800

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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Afinal, como oferecer diferentes experiências digitais aos clientes? 0 1203

experiências digitais

Você sabia que pode mudar o modo como o cliente interage com o seu negócio por meio de experiências digitais? Nos últimos anos, nos familiarizamos com novas tecnologias, como as assistentes virtuais (Siri e Google Assistant), e passamos a incluí-las em nosso dia a dia.

No entanto, boa parte das experiências que os varejistas proporcionam aos seus clientes continuou igual. Dessa forma, é hora de avaliar as implicações da transformação digital na rotina dos consumidores e trazê-las para dentro do seu estabelecimento.

Pensando nisso, mostraremos a seguir 6 formas de como oferecer experiências digitais aos seus clientes. Quer melhorar a gestão do seu negócio e aumentar seus resultados em vendas? Então continue a leitura!

1. Sincronize as lojas físicas e online

Sua empresa também vende pela internet? Se não, essa realidade precisa mudar. Por mais que varejistas ganhem trazendo o consumidor para a loja, eles não podem oferecer apenas essa modalidade de compra se planejam estar em primeiro lugar entre os clientes.

A maioria de nós já compra pela web e, segundo o SPC Brasil, 74% dos internautas incluem o celular em seus processos de compra. Por isso, uma loja online ou aplicativo podem ajudar a sua empresa a vender mais.

No entanto, a loja online não precisa estar desconectada da loja física. Digitalizar o processo de compra e permitir que o consumidor recolha os produtos no PDV (ponto de venda) é uma das alternativas para integrar esses dois universos.

A faixa etária do público do seu estabelecimento vai influenciar as decisões que você deve tomar aqui. De acordo com a mesma pesquisa citada, jovens entre 18 e 34 anos são os que mais utilizam smartphones para adquirir produtos.

Assim, se eles constituem uma fatia considerável dos seus lucros, comece a pensar hoje mesmo em como integrar a loja física e a virtual.

2. Considere a experiência em pequenas telas

Quase nunca estamos na frente do computador quando nos lembramos de algo que queremos comprar. Assim, ganham as empresas que preparam os seus websites para receber visitantes de qualquer dispositivo.

As páginas responsivas funcionam com a mesma qualidade no PC, no tablet ou no celular — carregam rapidamente e dispõem de todas as informações de que um cliente precisa para tomar a decisão de compra. Se o seu e-commerce ainda não tem essa adaptação, procure fazê-la o mais rápido possível.

3. Invista em guide shopping

Guide shopping é uma modalidade de compra diferente daquela que a sua marca já oferece. Consiste na criação de lojas experimentais, nas quais os clientes podem conhecer e provar os produtos, mas que não precisam manter grandes estoques, pois as compras são enviadas diretamente para a residência do consumidor.

Essa é uma oportunidade de vivenciar a loja digital no mundo físico. O apelo desses estabelecimentos é enorme porque eles oferecem preços mais competitivos do que os das lojas tradicionais e equiparáveis aos obtidos em vendas pela internet.

É possível inovar com o conceito, agregando uma equipe de vendedores eficiente e bem treinada, capaz de montar exposições de produtos exclusivas para os visitantes e de ajudá-los a definir qual produto melhor atende às suas expectativas.

A reserva de peças é feita automaticamente e o cliente paga na hora. No entanto, pode optar por um modelo ou cor diferente do que escolheu no PDV, por exemplo.

4. Redefina a experiência de checkout

Comprar no PDV pode ser muito divertido, mas filas de espera e processos de pagamento demorados fazem com que os clientes prefiram levar as aquisições para a internet.

Esse é um dos motivos pelos quais a sua empresa pode se beneficiar ao investir no autosserviço. Quiosques de pagamento agilizam os serviços, criam uma interação diferenciada entre clientes e estabelecimento e dão mais poder aos shoppers.

Conforme mostrou uma pesquisa americana, um dos principais motivos que impedem a conversão em vendas é a demora para sair da loja com um produto em mãos. Cerca de oito minutos já são o suficiente para que alguém deixe de levar um produto nos Estados Unidos.

Não temos uma pesquisa similar no Brasil, mas podemos estimar números não muito diferentes por aqui. Portanto, ao melhorar a experiência de checkout dos seus clientes, você aumentará seus resultados em vendas.

5. Crie um aplicativo que funcione no mundo real

Abraçar a tecnologia não significa levar todo o processo de compras para a internet. A sua empresa pode criar uma interação interessante dentro da loja se oferecer um aplicativo que transforma as compras em algo mais simples. É isso que marcas têm feito fora do país.

Funciona assim: os clientes tiram fotos dos produtos que mais lhe agradaram por meio de um app baixado no próprio PDV. Então, navegam por todo o espaço sem precisar carregar um carrinho ou pensar no quanto gastaram, já que essas informações estão na palma de suas mãos. Ao sair, fazem o pagamento e recolhem os produtos no caixa.

Esses apps também funcionam como guias, diminuindo a necessidade de vendedores disponíveis no PDV. Eles oferecem informações sobre os produtos fotografados sem a necessidade de interagir com alguém ou ser interrompido enquanto procura uma peça.

Isso faz com que os clientes passem mais tempo dentro do estabelecimento, notando produtos que antes poderiam não lhes interessar e aumentando o seu ticket médio.

6. Integre as informações da sua loja

Muitas vezes compramos produtos na internet e queremos fazer a troca deles no shopping. Entretanto, esse processo pode ser bastante complicado. Lojas que não integram suas informações oferecem uma péssima experiência para quem tenta realizar uma troca dessa maneira.

Se os sistemas utilizados no e-commerce e no ponto de venda não conversam entre si, o consumidor sairá frustrado desse atendimento ou perderá um tempo valioso nele. Mesmo o call center da empresa deve ter visualização completa do status de um pedido para proporcionar interações de qualidade.

Preocupe-se em sincronizar os dados dos múltiplos canais que você possui para atender melhor e aumentar a satisfação do shopper.

Assim, você deve se perguntar: que tipo de experiência de compra o seu consumidor tem hoje? É a partir daí que você deve começar a pensar em como aprimorar as interações que ele encontra no PDV e fora dele.

Conhecendo melhor o seu público-alvo, será possível não só entender o quanto ele está satisfeito com o que recebe, mas também projetar novidades que farão com que ele se sinta ainda mais próximo e mais bem atendido pela sua marca.

Nem todas as experiências digitais precisam ser complexas. Plataformas que conectam o que acontece na internet com a loja física já são o suficiente para que sua empresa dê o primeiro passo quando o assunto é transformação digital.

Gostou dos nossos exemplos de experiências digitais que você pode oferecer aos seus clientes? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude seus amigos a ficarem por dentro do assunto!

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