Perfil do novo consumidor: como ele se relaciona com ferramentas digitais? 0 3165

perfil do novo consumidor

O perfil do novo consumidor e seu comportamento é bastante diferente daquele com que varejistas se acostumaram a trabalhar. Atualmente, quem entra na sua loja já o faz informado, quase sempre sabendo o que quer e com uma ideia dos preços que pode encontrar na concorrência. Aquela “olhadinha” tradicional pode até acontecer, mas ela deixou de ser a regra.

O cliente moderno compra em PDVs pela experiência que consegue obter neles, o atendimento que recebe e com novas demandas em mente. É sobre isso que vamos falar neste artigo. Continue a leitura para descobrir como atingir essas pessoas!

Como é o perfil do novo consumidor?

A transformação digital não impactou apenas os negócios, que passaram a ser mais informatizados e conectados. Ela também modificou a maneira como nos relacionamos com serviços simples. É raro conhecer alguém que, a essa altura, utilize apenas táxis para se locomover pela cidade ou que nunca tenha realizado uma compra online.

Da mesma forma como atualizamos nossas estratégias para entender o consumidor e oferecer mais valor para ele, usando recursos como o BI, o público aprendeu a exigir que as marcas deem um passo a mais. Colocar uma grande quantidade de produtos na sua prateleira e garantir o estoque deles não é mais a única coisa a se fazer.

Uma experiência de compra excelente, do momento em que o cliente entra em contato com a sua marca (seja por meio de uma publicidade, seja porque passou na frente da loja) até o pós-venda, é o que a maioria das pessoas busca. Interatividades no ponto de venda, agilidade, praticidade e recursos que ele pode levar para casa, como um aplicativo em que consulta pontos em um programa de fidelidade, passaram a ser fundamentais. Isso traz tanto benefícios para a loja quanto para quem a visita.

Quais as vantagens de se relacionar com o novo consumidor?

As ferramentas que empoderam o consumidor estão em alta e elas são muito benéficas para as empresas. Confira como cada uma delas impacta o varejo e como podem ser aplicadas na sua loja!

Aplicativos

Mesmo que não tenha um e-commerce, um aplicativo pode simplificar bastante a vida do seu usuário. Se a experiência na loja é importante, também o que fazemos para além dela transforma a vida do cliente.

Um bom pós-venda, por exemplo, pode se beneficiar de um canal de comunicação exclusivo em que o consumidor fala direto com a sua marca, seja usando um chatbot, seja comunicando-se com um atendente, sem precisar de intermediários ou de longo tempo de espera. A vantagem é que, quando bem atendidos, clientes tendem a voltar para a loja e aumentar seus tickets médios.

Blogs

Os blogs e os vlogs são uma excelente oportunidade de promover uma loja, produzindo conteúdo que traga o consumidor para o seu estabelecimento. Eles podem informar sobre as funcionalidades de um produto ou compartilhar novidades. São excelentes para captar para o PDV clientes que já estão certos do que desejam adquirir e que definitivamente fecharão uma compra.

Esse processo de informar o consumidor é uma maneira mais eficaz de fazer marketing, que exige investimentos menores do que as mídias tradicionais e proporciona um ROI maior. Apostar em influenciadores digitais é outra boa ideia, já que o novo shopper confia nas informações passadas por essas figuras de autoridade.

Vitrines digitais

Foi-se o tempo em que manequins eram o suficiente para chamar a atenção. As vitrines digitais são as novas protagonistas das frentes de loja e podem ser consideradas como um entretenimento por si só.

Com muitas possibilidades, permitem que a sua empresa passe uma mensagem para todos em sua fachada e cative transeuntes prontos para uma experiência nova. Fica mais fácil captar clientes e passar para eles uma ideia do que vão encontrar no PDV.

Ferramentas interativas

Recursos interativos, como painéis digitais e quiosques de autosserviço, tornam o checkout e o processo de compra mais eficientes, poupando dinheiro para o empreendedor e proporcionando uma alternativa atraente para os clientes que buscam agilidade e praticidade. Eles lidam com 100% da experiência de compra e, quando integrados a uma loja, permitem que qualquer dúvida seja suprida no local por um atendente capacitado.

O que fazer para oferecer uma experiência mais digital?

O uso de ferramentas digitais é a maneira mais fácil de trazer para esse consumidor experiências aprimoradas. Até pouco tempo atrás, quando poucas pessoas tinham acesso à tecnologia, implementar novidades era uma faca de dois gumes. Se por um lado impressionava, pelo outro podia causar estranheza e afastar a parte do público menos familiarizada com a inovação.

Hoje, porém, passamos boa parte de nosso tempo interagindo com telas e queremos vê-las nos estabelecimentos. Vitrines digitais, projeção mapeada e serviços de autoatendimento são o tipo de coisa que esperamos ao entrar nas lojas. Com o advento dos e-commerces, ganhamos uma opção para comprar sem sair de casa. Portanto, é a experiência que nos motiva a ir até um varejista.

Conhecer os desejos do público

Para otimizar o uso de tecnologia dentro do seu estabelecimento, comece a conhecer melhor o consumidor. Busque entender que mídia ele utiliza com mais frequência, como se relaciona com ela e que coisas gostaria de fazer ao entrar em uma loja, mas ainda não pode.

Usar o benchmarking

Pesquise bem a concorrência e veja que soluções eles já implementaram. Porém, use esse benchmarking apenas como uma ferramenta para sair na frente e nunca para impedir o seu varejo de inovar.

Usar tecnologia

Pense em estratégias para fazer o cliente passar mais tempo na loja, como os espelhos virtuais e a realidade aumentada. Procure um especialista para ajudá-lo a identificar as tecnologias que mais têm a ver com o seu público-alvo e que farão diferença nos resultados.

Inovar

Por último, não se esqueça de avaliar como esses recursos podem ser usados sempre de maneira diferente. Eles precisam ter a cara da sua loja e não devem ser adotados apenas para que possa dizer que está apostando na implementação de novidades. Sem um conceito e uma funcionalidade prática, a tecnologia tende a tornar o estabelecimento menos atrativo e não o contrário.

Se o seu concorrente já possui uma vitrine digital, isso não é um motivo para não investir. Apenas para pensar em como fazer isso de uma maneira distinta e que seja capaz de atrair mais atenção para o seu empreendimento do que para o dele.

O novo perfil do consumidor não é apenas mais digital. É também mais informado. Atente-se para isso e proporcione uma experiência de compra rica, que seja tão valiosa quanto outras formas de entretenimento.

Gostou de conhecer melhor o perfil do novo consumidor? Veja como essa informação é importante para o sucesso do seu negócio!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Previous ArticleNext Article

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 391

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 260

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Most Popular Topics

Editor Picks

Send this to a friend