Autosserviço: entenda tudo sobre a nova revolução do varejo 1 9142

imagem pessoa tocando a tela de um computador

A ausência de intermediários está gerando muito mais autonomia e agilidade ao processo de compra, já que a necessidade de contratar um atendente é descartada. Além disso, os custos com armazenamento são reduzidos, gerando vantagem tanto para o estabelecimento quanto para o cliente.

Estamos nos referindo ao autosserviço, uma das maiores tendências no varejo da atualidade. Nesse modelo de comércio, características de varejo e atacado são reunidas em um único negócio, em especial as vantagens de cada alternativa: vendas no formato de varejo, mas com preço de atacado. Por isso, também é conhecido como atacarejo.

Quer saber mais sobre como funciona o autosserviço, a revolução no varejo? Então acompanhe a leitura deste material para conferir mais detalhes sobre o tema!

1. O que é autosserviço?

A característica mais marcante deste modelo de negócios é o fato de que o cliente realiza todo o processo de compras sozinho, inclusive o pagamento pelos produtos.

O formato não é novo, mas com as mudanças no comportamento de consumo das pessoas, ele tem sido remodelado para os moldes da era digital e isso tem aberto um mar de possibilidades para o setor varejista.

Desde seu surgimento, por volta do 1912, os estabelecimentos passaram a funcionar com preços pré-determinados de modo que os consumidores deveriam percorrer pelo ambiente para escolher os produtos.

E foi desse modelo de comércio varejista que aspectos como a necessidade da embalagem, identidade visual, merchandising no PDV e outras questões foram se derivando.

Com o decorrer dos anos, o formato substituiu o, ainda utilizado no Brasil, varejo de balcão, que tem custos muitos mais elevados em virtude de toda a logística necessária para personalizar o atendimento.

Sendo assim, outra característica marcante no autosserviço é a ausência de funcionários para intermediar o processo de compra, principalmente quando sua intervenção é desnecessária. O modelo foi se adequando para lojas de porte maior ou com mais variedades de produtos.

Depois do período da Grande Depressão, por volta dos anos 1930, o formato foi se popularizando por causa da grande pressão para reduzir custos e melhorar a eficiência no varejo.

2. Quais são as vantagens?

Para que você tenha uma noção mais abrangente do assunto, mostraremos os benefícios que o autosserviço pode proporcionar tanto para o cliente quanto para o lojista.

Para a empresa

Aumenta a produtividade da equipe

Os consumidores que decidem utilizar o autosserviço não precisam pegar a fila de espera. O que significa, que todo o setor de atendimento não é sobrecarregado, trabalhando com muito mais “folga” e, por consequência, a equipe de colaboradores pode focar em casos mais importantes ou em clientes que realmente precisem de uma atenção especial.

Reduz os custos operacionais

Levando em consideração o fato de que uma grande parcela dos clientes têm familiaridade com tecnologias de autoatendimento e preferem conduzir o processo de compra por conta própria, o ponto de venda terá uma redução exponencial no número de funcionários destinados ao atendimento.

A fila de espera diminui, o que está diretamente ligado ao aumento da satisfação dos clientes e à melhoria na experiência proporcionada pelo estabelecimento. Além disso, os custos ainda são reduzidos, o que faz com que a margem de lucro da loja cresça.

Reduz as chances de erros

Não é por coincidência que a tecnologia tem feito cada vez mais parte do cotidiano das empresas. Afinal, um sistema automatizado tem incalculavelmente menos chances de cometer erros do que uma pessoa, concorda?

Isso quer dizer que quanto menos humanos envolvidos no processo de compra, ao remover o fator de intermediação do processo, menores as probabilidades de que ocorra algum problema.

Assim como a Internet das Coisas parecia um conceito complexo, mas que é cada vez mais comum na vida das pessoas, os sistemas de autoatendimento são bastante intuitivos e só oferecem as opções necessárias para que o cliente registre o produto que deseja levar e a forma de pagamento que pretender escolher.

Para o consumidor

Reduz o tempo do processo

Quantas vezes você já desistiu de ir ao supermercado, deixando para uma ocasião de maior necessidade, quando se lembrou que teria que encarar filas enormes?

Pois bem, para que você tenha uma ideia, as filas são consideradas um dos desafios do varejo (falaremos mais sobre isso adiante neste conteúdo) e uma das vantagens do autosserviço é justamente minimizar ou até mesmo eliminar essa questão, reduzindo o tempo de uma das etapas de compra que, muitas vezes, representa a maior parcela de todo o processo.

Melhora a experiência de consumo

Não é preciso ser um especialista em marketing para saber que a experiência de compra é um dos aspectos mais importantes em todo o contexto de comunicação e relacionamento entre uma marca e seu público-alvo.

Todos os esforços e investimentos realizados para tornar o PDV um ambiente mais confortável e acolhedor para o cliente têm um objetivo em comum: proporcionar um momento memorável para o consumidor, de modo que ele crie vínculos e se fidelize à empresa.

Isso envolve diversas características do estabelecimento, que incluem desde os elementos de comunicação visual, como as cores da loja, disposição de produtos e iluminação, até a forma como a equipe se comunica com o público e a presença que a marca tem no mercado.

Implementar o autosserviço no varejo é mostrar que a organização tem perspectiva de inovação e se preocupa com o bem-estar de seus clientes, oferecendo-lhes uma opção de agilizar o processo de compra e torná-lo muito mais agradável do que como ocorre no modelo tradicional de varejo de balcão.

3. Como o autosserviço tem funcionado em outros segmentos?

Embora a parte mais problemática esteja na etapa de pré-venda, já que muitos clientes ainda não estão familiarizados com esse tipo de serviço, a aplicação do modelo é muito bem-sucedida em outros segmentos.

Entre os serviços que são delegados aos próprios consumidores, ainda que de formas variadas de autosserviço, podemos citar:

  • montar o próprio sanduíche: a iniciativa se tornou conhecida por meio da rede Subway, mas muitas outras empresas têm aderido;
  • abastecer o carro: a medida funciona muito bem há décadas em países da Europa e nos EUA;
  • fazer check-in em hotéis e aeroportos: aplicativos e serviços para comprar passagens aéreas ou fazer reservas são cada vez mais comuns;
  • comprar ingresso para o cinema: o mesmo se aplica a shows, teatro e outros eventos culturais;
  • realizar transações bancárias: o internet banking eliminou diversas barreiras e problemas burocráticos que a intermediação causava no processo;
  • pesquisar a procedência de um produto em uma loja: hoje, qualquer consumidor com um smartphone e acesso à internet pode consultar a opinião de outros clientes e basear sua decisão de compra com informações que ele mesmo pesquisou.

4. Como ele interfere no comportamento do consumidor?

Como você já deve ter notado, no modelo de autosserviço, em vez de simplesmente entrar em contato com algum funcionário do estabelecimento, o cliente pode resolver seu problema sozinho e isso torna o processo muito mais rápido, fazendo com que todos os envolvidos saiam ganhando.

Nesse sentido, podemos afirmar o autosserviço se inspira em uma das características que mais atraem os usuários no âmbito digital: a autonomia para solucionar os próprios problemas.

Em um e-commerce, por exemplo, há sempre a seção de perguntas frequentes. Nela, o usuário pode esclarecer suas dúvidas sozinho ou escolher fazer contato por um dos canais de atendimento disponíveis.

A tendência é que o consumidor sinta confiança no estabelecimento, sabendo que a marca não está tentando interferir em seu poder de decisão de compra, já que é natural que as pessoas se fechem quando sentem que estão prestes a cair no “papo de vendedor”.

Embora muitas empresas varejistas não sigam mais esse modelo obsoleto no qual os profissionais de vendas são obrigados a atuarem de maneira invasiva com os consumidores, empurrando qualquer produto apenas para concluir a venda, esse é um estigma que o varejo ainda carregará por alguns anos.

Dito isso, uma das vantagens do auto-varejo é que ele quebra essa barreira de desconfiança por parte do consumidor, dando-lhe o poder de conduzir o processo de compras em seu ritmo e da forma como ele deseja.

Isso ajuda a aumentar o índice de satisfação dos clientes e, por consequência, aumenta a taxa de fidelização de consumidores à sua marca.

5. Como aplicar o autosserviço no PDV?

Um dos primeiros passos para implementar o autosserviço de maneira eficiente no ponto de venda é começar pela organização das mercadorias, já que estratégias de merchandising no PDV, como a exposição correta dos produtos, é um dos aspectos que influenciam no poder de decisão de compra do shopper.

Outro ponto importante a ser considerado é a disposição dos produtos. Uma área de venda bem organizada e devidamente sinalizada, dá ao consumidor as informações necessárias, que servirão como suporte e tornarão a experiência de compra muito mais positiva.

A sensação de autonomia e liberdade, por sua vez, empoderam o cliente, fazendo com que ele se sinta dono de suas próprias decisões de compra e não um alvo de uma estratégia de marketing invasiva.

Contudo, para que isso funcione na prática, é preciso que o PDV seja ajustado para atender às expectativas do consumidor, de forma que qualquer seja a escolha de produtos ou perfil de consumo, tanto suas experiências com o estabelecimento quanto com o autosserviço sejam positivas.

Com isso, o que queremos dizer é que não basta espalhar caixas de autoatendimento pela loja e deixar que seus clientes se virem sozinhos.

Uma estratégia de implementação de autosserviço bem estruturada requer materiais de comunicação com informações úteis para o cliente, seja na divulgação dos produtos, seja no manuseio do equipamento pelo qual o autosserviço será realizado, como:

  • folders;
  • cartazes;
  • cross-merchandising;
  • sugestões de compra agregadas.

E até mesmo alguns funcionários para auxiliarem os consumidores que se depararem com dificuldades para operar os caixas de autoatendimento.

6. Quais são os desafios?

Agora que tem uma noção mais ampla sobre o que é autosserviço e como deve funcionar essa alternativa inovadora, mostraremos quais são os principais motivos pelos quais esse formato de comercialização ainda tem dificuldades para ser implementado em nosso país.

Falta de investimentos

A implementação do autosserviço ainda se depara com um problema em nosso país: a falta de investimento no setor de atendimento por parte das empresas varejistas.

Para que você tenha uma ideia, em 2015, somando o prejuízo de diversas marcas, o varejo brasileiro perdeu cerca de US$ 217 bilhões, devido a consumidores que migraram para a concorrência, alegando terem tido uma experiência de compra negativa com a marca inicial.

Considerando que a finalidade do autosserviço seja eliminar as etapas intermediárias e empoderar o cliente, dando-lhe autonomia, não investir os recursos necessários para que esse modelo de negócios funcione adequadamente é perder tempo e dinheiro da empresa, além de afetar sua credibilidade no mercado diante do consumidor.

Dificuldade para lidar com a alta demanda

Outro desafio para o sucesso da implementação desse modelo no Brasil é a dificuldade para lidar com a alta demanda do mercado.

O fato é que o consumidor brasileiro foi acostumado a ser dependente de intermediadores em seu processo de compra, mas ao mesmo tempo ele está mal acostumado com o imediatismo que a era digital tem proporcionado.

Ainda que seja para resolver questões simples e rápidas, o cliente moderno quer ser atendido rapidamente, mas com todo o suporte que o varejo comum pode proporcionar.

Ou seja, ele quer um atendimento rápido e com suporte. O grande problema disso tudo é que a maioria dos varejistas não está preparado para lidar com esse tipo de exigência, em especial aqueles que não investem o suficiente para tornar o seu atendimento impecável.

O resultado acaba sendo o efeito contrário: alta demanda e pouco suporte, tornando o tempo de espera dos clientes muito maior e, é claro, o modelo de autosserviço insustentável.

Processos mal definidos

A tendência natural é que com o decorrer do tempo o consumidor aprenda a lidar com caixas de autoatendimento e possa usufruir da experiência de poder agilizar o seu processo de compras, assim como o serviço funciona em países da Europa e nos EUA.

Se pararmos para analisar, não é muito diferente de como foi com a evolução dos celulares para smartphones no Brasil. A princípio, não parecia que aqueles pequenos computadores de bolso iriam cair no gosto popular, justamente por parecerem dispositivos complicados para a compreensão do grande público, mas em poucos anos, temos mais de um smartphone ativo por habitante.

O que queremos dizer é que, apesar de desafios como a má definição dos processos, ainda é muito cedo para afirmarmos que o inovador modelo de compras autônomo, eficiente e econômico não prosperará.

Filas e falta de conhecimento pelo consumidor

Se as organizações modernas hoje estão em busca de criar experiências de consumo positivas a partir do PDV, facilitando o processo de escolha das mercadorias, o mesmo não pode ser dito sobre as filas. Isso porque faz-se necessário a implementação de sistemas que se relacionem com demandas, que, por sua vez, crescem de forma mais intensa e menos paciente.

Pense no exemplo dos caixas eletrônicos de instituições bancárias. A intenção era criar uma solução para reduzir o tempo de espera, em especial daqueles que não queriam ter de entrar no banco e pegar fila, mas sabemos que a realidade é bem diferente. Infelizmente, ela não se difere muito quando falamos em autosserviço. O que muda é a finalidade do serviço, mas funciona de maneira semelhante.

Nesse aspecto, há dois problemas distintos que atrapalham a implementação do autosserviço no varejo, mas que estão conectados. De um lado, temos a grande demanda que naturalmente faz com que as filas se formem, o que é algo que esse modelo de negócios visa resolver.

Mas de outro, temos uma grande parte da população ativamente consumidora que ainda é muito dependente dos moldes tradicionais de varejo e encontram grandes empecilhos quando estão diante do monitor de um caixa de algum tipo de autosserviço.

Vemos um certo anseio do consumidor em se incluir digitalmente, mas um grande abismo de exclusão e falta de acesso a informação que o separa dessa realidade que o varejo está construindo juntamente com a tecnologia.

7.  Quais cuidados as empresas devem ter para implementar o autosserviço?

Mostramos diversos benefícios que o modelo de comercialização baseado em autonomia tem a oferecer, além de alguns dos desafios que o autosserviço ainda deve enfrentar no Brasil até que sua implementação seja efetiva no varejo.

Por isso, antes de concluirmos, é importante que você confira alguns cuidados que a loja deve ter ao aderir a essa formato de negócios. Afinal, o autosserviço deve funcionar como uma relação de troca, na qual os clientes e o estabelecimento saem ganhando, não é verdade?

Forneça informações detalhadas ao cliente

Um grande erro a ser cometido ao implementar soluções de autosserviço em seu comércio é não fornecer os dados dos produtos ou serviços de forma detalhada aos compradores.

Por mais que haja pessoal da equipe para sanar as dúvidas, essa não é a finalidade do autoatendimento, concorda?

Não permita que o atendimento perca o lado “humano”

É importante não confundir otimização com robotização. O autosserviço, quando não bem administrado, pode fazer com que o estabelecimento otimize tanto a experiência de compra que a marca, aos poucos, perca o contato humano com seus clientes.

Sendo assim, é imprescindível que, mesmo com o sucesso da implementação da tecnologia no PDV, a empresa mantenha funcionários para lidar com os consumidores que preferem falar com pessoas.

Entenda e eduque seus clientes

Por mais que o consumidor 4.0 tenha intimidade com a tecnologia, é preciso lembrar que ainda existem muitos clientes que podem rejeitar a novidade. Dependendo da região na qual a loja se localiza, essa parcela de consumidores pode ser bastante expressiva.

Portanto, a primeira dica é conhecer bem o seu público-alvo, entender quais são seus problemas, como a loja pode suprir suas necessidades e, é claro, suas limitações para lidar com a tecnologia como uma solucionadora.

Se você decidir investir em soluções de autosserviço, faça isso aos poucos. Ao invés de substituir todos os caixas de uma vez, disponibilize apenas algumas máquinas e mantenha funcionários por perto. Lembrando que também podem ser realizadas companhas e ações para preparar os clientes.

Integre os diversos meios de pagamentos

Não basta ter totens de autosserviço. É importante oferecer variadas alternativas de pagamentos aos seus clientes, como débito, mobile, crédito e DDA, integrando-as no sistema de vendas para que a experiência como um todo seja o mais positiva possível.

Utilize um sistema amigável

Assim como a identidade visual tem o poder de mudar a perspectiva do cliente, a ponto de influenciar suas decisões de compra, não é diferente com a interface do sistema de autosserviço.

Se a aparência for complicada ou, ainda pior, não transmitir segurança ao comprador, com informações confusas e mal disponibilizadas, dificilmente alguém optará por essa alternativa. Afinal, as pessoas precisam se deparar com uma solução intuitiva e não mais um problema para lidar no ponto de venda.

Fique atento à comunicação no PDV

Toda a estratégia de merchandising e comunicação no PDV deve ser construída de forma alinhada. Ou seja, cartazes com informações erradas podem colocar toda a implementação do autosserviço em jogo.

Coloque-se no lugar do cliente que já tem desconfiança e uma certa resistência a essa novidade. Se ele se deparar com surpresas ao passar o produto no leitor e perceber que há diferenças entre o preço anunciado e o do sistema, por exemplo, dificilmente sua opinião negativa que sobre o assunto será alterada;

Como você pôde conferir neste conteúdo, o autosserviço não é simplesmente uma tendência para o varejo, mas sim uma realidade iminente por conta das mudanças que o consumidor tem passado, que são cada vez mais frequentes por conta da evolução tecnológica e a popularização da internet.

A nova geração de consumidores gosta de ter contato com a tecnologia e poder sobre as suas próprias escolhas de consumo. Sendo assim, considerar o autosserviço não é como olhar para um futuro distante, mas sim para algo que está muito próximo de fazer parte do presente.

Ainda existe alguma questão que você não entendeu sobre como o autosserviço representa uma verdadeira revolução no varejo? Quer descobrir como a gente pode ajudar? Então entre em contato para saber mais!

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Flagship KitKat Chocolatory 0 552

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

Gostou? Clique aqui e confira nossos outros cases.

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 993

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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