A importância de utilizar a inteligência de mercado no varejo 5 2681

Pessoas traçando inteligência de mercado

Inteligência de mercado é toda informação sobre o ramo de um determinado negócio. Nela, estão inclusos dados como a localização do negócio, a demografia que compõe seus consumidores e tudo que for determinante para entender o setor em que um empreendimento está inserido.

Entretanto, ela ainda pode ser composta de outros fatores, como a inteligência competitiva, que se refere a dados sobre empresas concorrentes e ajuda uma organização a alcançar resultados melhores.

No varejo, a inteligência de mercado é dos fatores que mais influenciam as vendas. No artigo de hoje, você entenderá sua importância, saberá o que ela pode fazer pela sua empresa e como aplicá-la no dia a dia. Além disso, veremos quais são as áreas mais beneficiadas pela inteligência de mercado e seus principais benefícios. Boa leitura!

Qual a importância da inteligência de mercado?

A inteligência de mercado é fundamental para alcançar sucesso em qualquer empreendimento. Ela ajuda sua equipe a:

  • focar constantemente nos resultados;
  • direcionar os objetivos de negócio às expectativas do consumidor;
  • coletar informações relevantes para avaliar o que, de fato, traz um bom resultado.

Ou seja, a inteligência de mercado, quando bem utilizada, cria um ciclo benéfico que coleta melhores dados e direciona a empresa para oportunidades de crescimento. Ela ajuda ainda a reduzir riscos e tem o potencial de ser o elemento fundamental na criação de planos de negócio bem resolvidos, de olho no futuro.

O que ela pode fazer por um negócio?

Entre várias coisas que a inteligência de mercado pode fazer por um negócio, é importante citar o quanto ela melhora a capacidade do time de Marketing. Afinal, sua aplicação revela informações sobre consumidores, competidores e contatos de negócios, mostrando como eles interagem. Com o software adequado, isso reduz os custos de divulgação da empresa, trazendo melhores resultados e ajudando-a a se expandir em novas direções.

É importante envolver especialistas na área desde o começo do processo. Eles ajudam a empresa a lidar com dados e desenvolver algoritmos de alta performance. Se for deixada exclusivamente nas mãos do time interno, os resultados da utilização da inteligência de mercado podem levar tempo para aparecer.

E um retorno esperado é a descoberta de novos nichos de mercado, mostrando outros potenciais clientes para o segmento da empresa. Isso a ajuda a:

  • expandir sua base;
  • reduzir os custos com publicidade e marketing;
  • definir quanto e como investir em divulgação.

A inteligência de mercado é fundamental também para que a empresa possa prever os níveis de competitividade com que vai lidar no mercado. Assim, ela pode emular sucessos e evitar fracassos. Os insights que oferece são suficientes para que um negócio concorra com mais eficiência por espaço publicitário e não precise começar cada uma de suas campanhas do zero.

Por último, ela ainda ajuda a aumentar o ROI das iniciativas de Marketing. Capitalizando em cima desses conhecimentos, fica mais fácil triunfar sobre a concorrência.

Como aplicá-la no dia a dia?

Para obter os melhores resultados com as vendas no varejo, a inteligência de mercado precisa ser incluída na prospecção de clientes. É isso que diz o Marketing Benchmark Report feito pela MarketingSherpa.

Sete de cada dez empresas afirmam que é muito difícil gerar leads de qualidade. Identificar objetivos estrategicamente, realizar um targeting eficaz e utilizar as informações obtidas em pesquisa de mercado é algo crucial para vender mais.

Alguns exemplos de uso da inteligência de mercado são:

Criação relatórios de marketing

Eles ajudam companhias de todos os tamanhos a determinar resultados por segmento e otimizar tanto iniciativas de aquisição quanto o layout de suas lojas e a criação de PDVs.

Geração de informação competitiva

Ela auxilia na tomada de decisão e ajuda negócios a entenderem exatamente que clientes deveriam prospectar.

Desenvolvimento de bases de dados internas

A inteligência de mercado ajuda a desenvolver bases capazes de melhorar o serviço oferecido ao consumidor e impulsionar estratégias como o Marketing de Conteúdo.

Quais áreas mais a utilizam?

As áreas de negócio que mais utilizam inteligência de mercado são os departamentos de Marketing e de Vendas. Ainda que executivos se beneficiem dela na tomada de decisão, o que faz mesmo diferença no dia a dia da empresa é a transformação dos dados não trabalhados em informação. Os times que atuam na divulgação de um negócio e na captação de clientes são, de fato, os mais beneficiados por essa melhoria.

Outros setores que podem ter bons retornos com a inteligência de mercado são estoque e logística. Com ela, ambos são capazes de antecipar a demanda e se preparar para ela.

Quais os benefícios da inteligência de mercado?

A inteligência de mercado facilita o alcance de bons resultados. Entretanto, alguns benefícios podem ser especialmente relevantes para que um negócio decida investir nela.

1. Retenção de clientes

Todos as empresas trabalham arduamente para conquistar consumidores, desde a prospecção até a assinatura de contratos. Nada mais natural que definir ações para retê-los pelo máximo de tempo possível.

A fidelização se beneficia da inteligência porque permite entender melhor seus clientes. Essas informações ajudam a prever e evitar a saída deles da base.

2. Obtenção de leads qualificados

Não há nada mais importante para um comércio do que seus leads. E, quanto mais qualificados eles forem, melhor. Por isso, investir em inteligência de mercado é uma opção sábia. Ela ajuda o seu time de vendas a perceber quais os melhores leads em sua base. Isso faz com que eles atuem melhor e priorizem as pessoas certas.

3. Compreensão do perfil do consumidor

Outro ponto que tem bons ganhos com a inteligência de mercado é a avaliação do comportamento de compra do cliente em potencial. Marketing, promoções, preços e vendas podem se beneficiar dessas informações.

Quanto mais um negócio entende o perfil do consumidor maiores são as chances de se fazer uma segmentação adequada, baseada no valor que cada perfil agrega para a empresa. Naturalmente, investir nisso ajuda não apenas a vender mais, mas também a aumentar sua lucratividade.

Investir em inteligência de mercado é o melhor que um negócio pode fazer para desenvolver estratégias mais efetivas e obter melhores retornos. Quer melhorar a sua compreensão sobre o assunto? Siga a AliceWonders no FacebookLinkedInTwitter e Instagram para acompanhar as principais postagens do blog!

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 800

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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Afinal, como oferecer diferentes experiências digitais aos clientes? 0 1203

experiências digitais

Você sabia que pode mudar o modo como o cliente interage com o seu negócio por meio de experiências digitais? Nos últimos anos, nos familiarizamos com novas tecnologias, como as assistentes virtuais (Siri e Google Assistant), e passamos a incluí-las em nosso dia a dia.

No entanto, boa parte das experiências que os varejistas proporcionam aos seus clientes continuou igual. Dessa forma, é hora de avaliar as implicações da transformação digital na rotina dos consumidores e trazê-las para dentro do seu estabelecimento.

Pensando nisso, mostraremos a seguir 6 formas de como oferecer experiências digitais aos seus clientes. Quer melhorar a gestão do seu negócio e aumentar seus resultados em vendas? Então continue a leitura!

1. Sincronize as lojas físicas e online

Sua empresa também vende pela internet? Se não, essa realidade precisa mudar. Por mais que varejistas ganhem trazendo o consumidor para a loja, eles não podem oferecer apenas essa modalidade de compra se planejam estar em primeiro lugar entre os clientes.

A maioria de nós já compra pela web e, segundo o SPC Brasil, 74% dos internautas incluem o celular em seus processos de compra. Por isso, uma loja online ou aplicativo podem ajudar a sua empresa a vender mais.

No entanto, a loja online não precisa estar desconectada da loja física. Digitalizar o processo de compra e permitir que o consumidor recolha os produtos no PDV (ponto de venda) é uma das alternativas para integrar esses dois universos.

A faixa etária do público do seu estabelecimento vai influenciar as decisões que você deve tomar aqui. De acordo com a mesma pesquisa citada, jovens entre 18 e 34 anos são os que mais utilizam smartphones para adquirir produtos.

Assim, se eles constituem uma fatia considerável dos seus lucros, comece a pensar hoje mesmo em como integrar a loja física e a virtual.

2. Considere a experiência em pequenas telas

Quase nunca estamos na frente do computador quando nos lembramos de algo que queremos comprar. Assim, ganham as empresas que preparam os seus websites para receber visitantes de qualquer dispositivo.

As páginas responsivas funcionam com a mesma qualidade no PC, no tablet ou no celular — carregam rapidamente e dispõem de todas as informações de que um cliente precisa para tomar a decisão de compra. Se o seu e-commerce ainda não tem essa adaptação, procure fazê-la o mais rápido possível.

3. Invista em guide shopping

Guide shopping é uma modalidade de compra diferente daquela que a sua marca já oferece. Consiste na criação de lojas experimentais, nas quais os clientes podem conhecer e provar os produtos, mas que não precisam manter grandes estoques, pois as compras são enviadas diretamente para a residência do consumidor.

Essa é uma oportunidade de vivenciar a loja digital no mundo físico. O apelo desses estabelecimentos é enorme porque eles oferecem preços mais competitivos do que os das lojas tradicionais e equiparáveis aos obtidos em vendas pela internet.

É possível inovar com o conceito, agregando uma equipe de vendedores eficiente e bem treinada, capaz de montar exposições de produtos exclusivas para os visitantes e de ajudá-los a definir qual produto melhor atende às suas expectativas.

A reserva de peças é feita automaticamente e o cliente paga na hora. No entanto, pode optar por um modelo ou cor diferente do que escolheu no PDV, por exemplo.

4. Redefina a experiência de checkout

Comprar no PDV pode ser muito divertido, mas filas de espera e processos de pagamento demorados fazem com que os clientes prefiram levar as aquisições para a internet.

Esse é um dos motivos pelos quais a sua empresa pode se beneficiar ao investir no autosserviço. Quiosques de pagamento agilizam os serviços, criam uma interação diferenciada entre clientes e estabelecimento e dão mais poder aos shoppers.

Conforme mostrou uma pesquisa americana, um dos principais motivos que impedem a conversão em vendas é a demora para sair da loja com um produto em mãos. Cerca de oito minutos já são o suficiente para que alguém deixe de levar um produto nos Estados Unidos.

Não temos uma pesquisa similar no Brasil, mas podemos estimar números não muito diferentes por aqui. Portanto, ao melhorar a experiência de checkout dos seus clientes, você aumentará seus resultados em vendas.

5. Crie um aplicativo que funcione no mundo real

Abraçar a tecnologia não significa levar todo o processo de compras para a internet. A sua empresa pode criar uma interação interessante dentro da loja se oferecer um aplicativo que transforma as compras em algo mais simples. É isso que marcas têm feito fora do país.

Funciona assim: os clientes tiram fotos dos produtos que mais lhe agradaram por meio de um app baixado no próprio PDV. Então, navegam por todo o espaço sem precisar carregar um carrinho ou pensar no quanto gastaram, já que essas informações estão na palma de suas mãos. Ao sair, fazem o pagamento e recolhem os produtos no caixa.

Esses apps também funcionam como guias, diminuindo a necessidade de vendedores disponíveis no PDV. Eles oferecem informações sobre os produtos fotografados sem a necessidade de interagir com alguém ou ser interrompido enquanto procura uma peça.

Isso faz com que os clientes passem mais tempo dentro do estabelecimento, notando produtos que antes poderiam não lhes interessar e aumentando o seu ticket médio.

6. Integre as informações da sua loja

Muitas vezes compramos produtos na internet e queremos fazer a troca deles no shopping. Entretanto, esse processo pode ser bastante complicado. Lojas que não integram suas informações oferecem uma péssima experiência para quem tenta realizar uma troca dessa maneira.

Se os sistemas utilizados no e-commerce e no ponto de venda não conversam entre si, o consumidor sairá frustrado desse atendimento ou perderá um tempo valioso nele. Mesmo o call center da empresa deve ter visualização completa do status de um pedido para proporcionar interações de qualidade.

Preocupe-se em sincronizar os dados dos múltiplos canais que você possui para atender melhor e aumentar a satisfação do shopper.

Assim, você deve se perguntar: que tipo de experiência de compra o seu consumidor tem hoje? É a partir daí que você deve começar a pensar em como aprimorar as interações que ele encontra no PDV e fora dele.

Conhecendo melhor o seu público-alvo, será possível não só entender o quanto ele está satisfeito com o que recebe, mas também projetar novidades que farão com que ele se sinta ainda mais próximo e mais bem atendido pela sua marca.

Nem todas as experiências digitais precisam ser complexas. Plataformas que conectam o que acontece na internet com a loja física já são o suficiente para que sua empresa dê o primeiro passo quando o assunto é transformação digital.

Gostou dos nossos exemplos de experiências digitais que você pode oferecer aos seus clientes? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude seus amigos a ficarem por dentro do assunto!

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