Interatividade no PDV: como criar experiências que vendem mais 3 5865

Mulher utilizando interatividade no PDV

Oferecer interatividade no PDV pode ser uma tarefa complicada. É claro que você já ouviu falar muito sobre a necessidade de encontrar ações inovadoras, mas sempre fica alguma dúvida relacionada ao assunto. O que é o melhor para meu público? Como me destacar da concorrência? Certamente esses temas estão na sua cabeça agora.

Mas não precisa se preocupar! Com dicas certeiras e um planejamento baseado no conhecimento do produto, fica muito mais fácil criar experiências interativas impactantes. O grande diferencial está em investir em um relacionamento de confiança com os clientes — as pessoas costumam procurar por marcas próximas para se engajar e fidelizar.

Quer saber mais  sobre o assunto? A seguir, vamos mostrar como inovar no ponto de vendas e surpreender seu consumidor. Acompanhe!

A importância da experiência do consumidor

No varejo atual, a compra de um produto precisa representar muito mais do que atender a uma necessidade. O consumidor, acostumado a diversas facilidades promovidas pela tecnologia, espera uma verdadeira experiência diferenciada para criar um relacionamento com a marca.

Por isso, torna-se indispensável conhecer bem seu público-alvo na hora de criar ações e um conceito que mostre os valores do negócio. Imagine só: você está em dúvida entre dois produtos com o mesmo preço, porém, uma das marcas é conhecida por ter uma proposta coerente, que se preocupa em agradar o consumidor em uma série de etapas.

É evidente que a escolha será a empresa que prioriza o relacionamento com os compradores e tem uma identidade bem conceituada no mercado. A grande diferença está em conquistar a fidelização dos clientes com encantamento e serviços de excelência em um segmento muito competitivo.

O planejamento deve ter um objetivo definido desde o princípio. Para atingir as pessoas certas e virar referência em qualidade,  a empresa deve se autoconhecer com exatidão. Assim, fica mais fácil encontrar o posicionamento adequado e conquistar um retorno financeiro efetivo. A estratégia criada pelo marketing de varejo costuma apresentar resultados em longo prazo com um posicionamento significativo aos olhos do público.

Reflita: todos somos consumidores. Mesmo que em diferentes escalas de interesses, até mesmo os responsáveis por criar o relacionamento com o cliente em sua empresa são impactados por experiências desenvolvidas com o intuito de chamar a atenção e ganhar confiança a partir de ações surpreendentes.

O desejo de toda empresa é manter-se ativa na vida dos compradores. É muito importante demonstrar que a marca pode ser acionada como um ponto de referência na hora de efetuar uma compra. Com essa necessidade de transformação do mercado, as rotas para atingir o cliente se tornaram grandes jornadas de trabalho.

Tenha em mente que uma ação de sucesso em um PDV começa com muita pesquisa e direcionamento adequado em diferentes etapas de conhecimento do público e de posicionamento da marca. O marketing de experiência precisa ser feito à base de um programa bem estruturado, que garanta resultados efetivos e destaque o serviço entre seus concorrentes.

Com o papel gigante das redes sociais na vida de um negócio no contexto atual, tudo precisa ser avaliado com um critério rigoroso. Fica cada vez mais claro que um bom produto ou um serviço eficiente não são mais suficientes para fidelizar um cliente. As pessoas gostam de ser tratadas de forma personalizada com plataformas tecnológicas que se encaixem em seu conceito tanto cultural quanto de consumo.

As principais mudanças no comportamento de consumo nos últimos anos

A sociedade atual baseia praticamente todas as suas decisões em consultas feitas via smartphone. Antes de realizar uma compra é muito comum avaliar os comentários sobre o produto. Por isso, o comportamento do consumidor está muito mais exigente em relação à qualidade dos serviços e interação com a marca.

Afinal, temos ao nosso alcance uma infinidade de aplicativos e aparelhos eletrônicos para facilitar nosso dia a dia e trazer entretenimento. Com esses novos hábitos, é muito comum que todos esperem experiências mais atraentes. A dinâmica eficiente de compra pela internet também é um problema que reduz o interesse pelos PDVs tradicionais.

Se o consumidor pode selecionar um produto com apenas um clique no conforto de sua casa, o que fazer para atrair atenção em uma loja física? É justamente o investimento em marketing de experiência que vai fazer a diferença no resultado final.

Além das experiências interativas, a estratégia deve gerar expectativa no público-alvo. Por exemplo, depois de uma grande investida com descontos, contribuição em causas sociais ou campanhas de lançamentos de produtos, os clientes costumam ficar ansiosos para saber qual será o próximo passo da empresa ao visitar sua loja.

Outra questão muito importante é avaliar as necessidades da marca. Agora, o desenvolvimento de um relacionamento mais próximo deve ser um trabalho de ambos os lados. Além do consumidor construir uma identificação com a empresa, também existe a necessidade de conhecer melhor o cliente em uma aproximação que torne o contato menos impessoal.

A criação da fidelização, aliada ao engajamento, pode ser alimentada a partir de conexões emocionais criativas. Um dos principais desejos das pessoas é se identificar com propostas e valores de serviços reais, que entendam seus desejos de consumo. Toda a estratégia deve ser direcionada para o significado da marca no mercado e a forma como o comprador enxerga o produto oferecido.

O valor agregado costuma ser ainda mais decisivo em épocas de crise financeira. Com pouco dinheiro disponível para compras, a pesquisa sobre as melhores marcas e a eficiência dos serviços fica ainda mais rigorosa. O olhar critico se estende para diferentes setores do processo de compra, avaliando também as vantagens do ambiente, a simpatia dos atendentes e, especialmente, o custo-benefício.

As empresas precisam entender que o grande desejo do público é se sentir valorizado, recebendo um atendimento especial ou uma embalagem bonita, por exemplo. A forma como a marca demonstra a importância dos seus consumidores está diretamente ligada à decisão final de uma compra. Apesar de passar por períodos instáveis, o comércio varejista deve aprender a identificar as oportunidades de fisgar o público do segmento.

O que é uma experiência interativa no ponto de vendas

Investir em soluções inovadoras para o PDV mostra o quanto a marca valoriza a experiência do público. Toda a estratégia precisa ser elaborada com base em um conceito de marketing de experiência. O trabalho consiste em usar as emoções dos clientes para descobrir a melhor maneira de engajá-los em longo prazo.

Lembre-se de que o processo de compra tem como principal intuito gerar estímulos que tornem a marca mais íntima das pessoas. Por isso, as repostas emocionais devem ser associadas a momentos positivos, desafiadores e impactantes. Investir em interatividade no ambiente físico de vendas significa uma verdadeira troca de sentimentos entre ambas as partes.

Tanto os compradores quanto a empresa ganham retornos estimulantes com o fortalecimento do relacionamento. Na hora de surpreender, os setores responsáveis pelo planejamento de marketing tendem a pensar exclusivamente em plataformas tecnológicas. Porém, também é necessário abordar outras vertentes para conquistar de vez um posicionamento relevante no mercado especializado.

O mais importante é trabalhar com métodos direcionados de acordo com o perfil e os hábitos de consumo de seu público. Sabe quando você entra em uma loja e não sente mais vontade de sair? Então, por trás dessa sensação existe todo um trabalho relacionado aos principais estímulos do corpo humano que entregam excelentes resultados na prática. Veja a seguir 4 possibilidades a serem exploradas:

Sentidos

No PDV, é um grande diferencial apostar em memórias baseadas nos cinco sentidos. Por exemplo, quem não se lembraria de uma loja com um cheiro único e delicioso? Outra sugestão interessante é oferecer aos consumidores a degustação de receitas relacionadas aos produtos da loja. Tenha em mente que as inovações tecnológicas também podem ser aliadas a experiências ligadas ao olfato, paladar, visão, tato e audição.

Sentimento

Conquistar a atenção dos clientes envolve, especialmente, fortalecer uma ligação sentimental. A interatividade deve ser focada em mostrar funcionalidade, qualidade e compreensão dos desejos e dores dos compradores de um modo geral. Com campanhas equívocas, o resultado pode ser completamente desfavorável e prejudicar a reputação da loja.

Pensamento

Fazer as pessoas pensarem de forma diferente é um dos objetivos de toda marca do mercado atual. Para que isso seja colocado em prática, o primeiro passo é refletir sobre o perfil do público e usar esse profundo conhecimento na montagem de ações.

Identificação

Com a constante autoafirmação nos perfis de redes sociais, as pessoas buscam cada vez mais mostrar seus ideais e estilo de vida. Ao encontrar uma marca com conceito sustentável, por exemplo, os consumidores alinhados a esse valor se identificam automaticamente. Além de adquirir os produtos e participar de experiências no ponto de vendas, existe uma grande possibilidade de divulgação genuína por parte desse cliente. Normalmente, quem gosta de um serviço e se conecta emocionalmente com sua proposta realiza postagens positivas na internet e recomenda a marca para amigos e familiares.

É extremamente necessário compreender que o PDV vai muito além de vender mais produtos. O local funciona como o principal momento de relacionamento entre consumidor e marca. Mais do que conseguir o retorno financeiro da compra, o importante é conquistar aquele cliente para o conceito do negócio.

Sendo assim, não tenha medo de trazer o novo na hora de montar a estratégia de marketing. Busque mostrar algo nunca visto no segmento com uma mensagem fácil e direcionada. Preserve o foco em provocar os sentidos e mostrar a tecnologia como sua aliada na modernização do processo de compra.

Benefícios de uma experiência interativa no PDV

O papel das inovações digitais na escolha da compra deve preparar o cliente para um relacionamento com a marca de forma ampla. Hoje em dia, não é mais possível rotular um consumidor como fixo da loja física ou do comércio online. A identificação com a empresa vai muito além do resultado final das vendas.

Praticamente tudo está relacionado ao trabalho com a fidelização do público. Os conceitos do negócio e seu posicionamento no mercado devem ser observados cuidadosamente por conta desse processo dinâmico que representa o significado de cada compra.

A estratégia envolvida vai muito além da necessidade da pessoa pelo serviço ou produto. Impulsionar o engajamento verdadeiro engloba uma série de outros sentimentos que transformam a proposta das marcas em algo próximo da realidade do cotidiano. O grande destaque está em ganhar confiança, respeito e permanecer na lembrança do consumidor positivamente.

A partir de memórias criadas, a abertura emocional para as novidades do catálogo será favorecida com muita naturalidade. Por conhecer a qualidade evidenciada desde o início do relacionamento com os produtos, cada lançamento funciona como uma oportunidade imediata de compra, já que as chances de cumprir o que promete são muito altas.

Esse é o objetivo do processo de fidelização, que desperta o interesse em acompanhar tudo que envolve o trabalho da marca. Outro ponto indispensável para os organizadores das ações no PDV é ter em mente que o negócio precisa prestar um serviço ao comprador.

Em algumas situações, existe o risco de não apresentar as informações de maneira correta e alinhada. Portanto, fique de olho no conceito do PDV. O objetivo principal está em suprimir a pesquisa que o cliente faria no Google, por exemplo. Pense bem: se você já teve todas as suas dúvidas sobre o assunto respondidas com muita competência na loja física, não terá motivos para procurar outras questões nas páginas online.

A medida ajuda a formar a opinião das pessoas com um atendimento coerente e impactante, em conjunto com uma proposta eficiente de serviços. Informação também é um fator essencial na lista do que a loja física deve entregar em sua rotina.

Como implementar uma estratégia de interatividade no PDV

O plano de vendas precisa ser feito com um planejamento estratégico especial. Além de compreender o interesse do público, como já dissemos, você deve encontrar algo que traga impacto positivo por meio da interatividade. É nesse momento que surge a grande dúvida: como fazer isso com tantas outras marcas extremamente criativas no mercado? A resposta está em inovação no varejo.

Antes de encontrar a experiência ideal para o seu tipo de negócio, faça planos ousados. Sem isso, nenhuma empresa consegue se destacar no segmento e na visão do público. Outro ponto indispensável está na organização eficiente da marca rumo a seus objetivos. Trabalhe para deixar claro o desejo de se identificar com o cliente e transmitir uma imagem repleta de modernidade.

O planejamento da área de comunicação é que vai ser um fator decisivo na hora de encontrar a forma ideal de apresentar a interatividade ao consumidor. Todos os pontos devem ser integrados com perfeição para evitar que aconteça qualquer tipo de ruído ao ser apresentado o resultado final. Caso falte coerência, o problema costuma ficar evidente ao público, que está sempre atento em todas as etapas do relacionamento.

Além de conquistar novos interessados nos serviços, o PDV também precisa focar no tratamento com os clientes que já conhecem seu trabalho. O processo de engajar um comprador funciona como um verdadeiro motor de crescimento. Por isso, torna-se um diferencial definir suas metas de vendas ao apresentar uma nova proposta com cada ação inovadora.

Contar com um time experiente na hora de colocar as ideias em prática costuma ser decisivo no retorno financeiro. Busque profissionais que conheçam o produto, todas as etapas de fabricação, e foquem no alinhamento da estratégia. A questão do gerenciamento dos funcionários também reflete na identidade da marca.

O mais importante é que todos os envolvidos no processo de criação coloquem a mão na massa. Contar com pessoas que conhecem o serviço de diferentes ângulos agrega bastante valor no momento de surpreender o cliente.

Melhores maneiras de gerar interatividade no ponto de vendas

Na hora de elaborar a experiência do cliente no PDV, você deve ter muita atenção com o estágio de vendas. Nem todo mundo que chega ao local está preparado para adquirir o produto naquele momento. E é exatamente por isso que o impacto da marca deve também procurar ser grandioso entre aqueles que estão em seu primeiro contato com o serviço. Defina estratégias abrangentes e democráticas — nada de se restringir aos que efetuaram compras!

O grande objetivo deve ser alcançar os clientes de diferentes estágios com a mesma competência de impacto. Procure orientar os colaboradores da loja física para não forçar a barra em nenhum momento e deixar que a interatividade seja o carro-chefe da visita. Com um plano coerente, fica muito mais fácil realizar uma venda mesmo que em longo prazo.

O mais importante é a visão que a pessoa terá da marca. De nada adianta fazer com que alguém compre um produto, mas saia com uma má impressão do ambiente ou da empresa. Esse cliente certamente não vai voltar e ainda pode compartilhar os pontos negativos nas redes sociais ou entre amigos.

Por isso, em um mercado cada vez mais profissional, toda a atenção precisa estar voltada para a criação de uma organização inteligente e sensível ao emocional dos compradores. O investimento em diferenciar sua empresa da concorrência deve ser focado em proporcionar novas vivências com personalização.

Quem sabe aproveitar bem as vantagens de promover uma plataforma interativa de vídeos ou games, por exemplo, automaticamente já dispara na frente no momento de atrair o olhar do cliente. Uma das principais motivações para montar um PDV atraente e impactante é considerar que, dependendo do tipo de experiência, as pessoas podem procurar a loja mesmo sem nada para comprar no momento.

É assim que a relação se estabelece de forma definitiva. Agradar ao consumidor consiste, muitas vezes, em apresentar desejos desconhecidos. Mesmo que seu trabalho tenha se preparado para atender um determinado grupo de clientes, ações positivas se transformam em uma oportunidade de identificação personalizada para pessoas de diferentes segmentos.

Acompanhe a seguir algumas maneiras de gerar interatividade no PDV!

Assistente holográfico

A tecnologia consiste em apresentar um assistente do PDV em forma de holograma para atrair a atenção do público e tirar suas principais dúvidas. Por exemplo, em uma loja de cosméticos, a figura pode ser representada por um especialista em maquiagens e diferentes tipos de pele. A lista de personagens costuma ser muito ampla e deve ser escolhida com uma temática coerente com o serviço.

Realidade virtual

Simular as mudanças de um ambiente ou os benefícios de um produto por meio da realidade virtual pode mudar a experiência do cliente. Além de mostrar uma série de possibilidades, o recurso ainda diminui o tempo de compra. O realismo, aliado à funcionalidade, garante um impacto significativo no retorno de vendas e torna a empresa querida pelo público.

Realidade aumentada

Mais do que criar aplicativos de informações, a realidade aumentada é uma sugestão certeira para a empresa se posicionar no mercado. Entre os principais exemplos estão ações com soluções em formato 3D, localizações de produtos e apresentações de novas tendências.

O recuso funciona especialmente em estabelecimentos como salões de beleza, em que o cliente pode simular um corte de cabelo antes de escolher a mudança.

 Cenografia

O cenário do PDV é um fator extremamente influente na hora da compra. É a partir do ambiente físico que o conceito da marca pode ser exposto com exatidão aos olhos do cliente. O universo deve ser elaborado para atrair a atenção, reforçar os valores do produto e incentivar o relacionamento com o potencial comprador.

Games

O ponto de vendas deve ser elaborado com artigos que desafiem o cliente. Apostar em games como estratégia de interatividade promove uma experiência inesquecível. Como a maioria das pessoas costuma ser bastante competitiva, estimular o relacionamento e o conhecimento de novos produtos pode tornar a loja física um espaço de diversão.

Principais cases de marketing de experiência em PDVs

Montar uma experiência de compra com interatividade costuma impactar também a inovação no varejo. Atualmente, grandes marcas já compreenderam a necessidade de sair da zona de conforto e buscar estratégias ousadas e surpreendentes para trabalhar o marketing de experiência de forma eficiente. Fique por dentro de exemplos de cases que resultaram em retornos positivos:

Holografia Fanta Guaraná

​O trabalho priorizou tecnologia e inovação com muita criatividade. Para o lançamento do rótulo Fanta Guaraná foi desenvolvida uma plataforma com locuções e animações em que se pode ver a latinha de refrigerante flutuando no PDV com informações sobre a marca.

Institucional Tegra

A história da empresa foi contada de forma inovadora e com bastante impacto. Uma escultura digital interativa está instalada nos stands de vendas e em eventos especiais. O efeito visual e o design diferenciado certamente despertam curiosidade sem deixar o encantamento de lado.

Game interativo + vending machine

A mistura certeira da campanha foca na oportunidade de encontrar uma forma de compartilhar no meio da correria. Com uma vending machine localizada em um espaço de grande circulação, o Dia do Biscoito foi comemorado de um jeito muito gostoso. As pessoas eram estimuladas a dividir um game com desconhecidos para ganhar um pacote de biscoito especial.

Pronto! Agora você já sabe como a interatividade no PDV pode criar experiências que vendem mais. Lembre-se de que o retorno positivo no setor financeiro é consequência de todo o trabalho de planejamento baseado em pesquisas. O relacionamento com o consumidor precisa ser um reflexo do conceito criado. A partir disso, o engajamento do público será um processo natural que comprova a qualidade dos serviços e produtos oferecidos.

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Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 395

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 261

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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