Saiba como implementar uma cultura de inovação na sua empresa 1 1649

Pessoas conversando e pensando em inovações

Implementar uma cultura de inovação pode trazer muitos resultados, visto que essa iniciativa aproveita melhor o potencial dos colaboradores e abre espaço para novas ideias, fazendo com que a empresa se destaque mais facilmente no mercado.

Mas para entender como é possível implementar esse conceito é preciso, antes de tudo, entender o que ele realmente significa. Chamamos de cultura de inovação a determinação que os negócios e seus agentes têm de surgir com novas ideias ou com novas aplicações para as que já existem, mas que jamais foram testadas em um nicho de mercado ou em uma escala em particular.

Cultura de inovação, portanto, não é o espaço no qual se destacam apenas as mentes mais brilhantes — ela pode ser fomentada em todas as empresas e trazer benefícios para todos os formatos de negócios.

Neste texto, você vai entender melhor o que é preciso para implementar uma cultura de inovação em um negócio, quais são as vantagens de se investir nesse conceito e como fazê-lo. Confira!

O que é preciso para implementar uma cultura de inovação?

O primeiro passo para implementar uma cultura de inovação é entender melhor a natureza do negócio. É apenas na posse desse conhecimento que os parceiros ou os funcionários poderão começar a trabalhar esse conceito.

São os insights obtidos na fase de descoberta que permitem que sejam construídas mudanças e determinadas oportunidades de inovação. Informações mais detalhadas sobre o mercado, os clientes, a concorrência e a forma de trabalhar do negócio são fundamentais para que aconteça essa mudança de paradigma.

Quais são as vantagens da cultura de inovação?

Há muitos benefícios ao se incentivar uma cultura de inovação. Mas quem colhe os frutos dessa mudança: os clientes, os funcionários ou a empresa? Podemos dizer que, em se tratando de uma implementação adequada, todos verão vantagem na sua adoção.

A cultura de inovação tende a melhorar o relacionamento que o cliente tem com o negócio. Ou seja, ela começa criando valor para o consumidor e desafiando a concorrência a inovar também. Isso faz com que seja melhor adquirir produtos em um determinado nicho de mercado, pois as chances de se comprar um bem de alto valor ficam muito maiores.

Em segundo lugar, ela enriquece as interações entre os membros da equipe. Ela dá a eles mais liberdade para compartilharem suas ideias e faz com que se sintam motivados e instigados no trabalho que realizam todos os dias.

Por último, a cultura de inovação é positiva para a empresa porque aquele valor agregado que o cliente encontra nos produtos se reflete no preço deles nas prateleiras. Além disso, os gestores podem esperar um ambiente de trabalho menos estressante, já que eles não serão os únicos responsáveis por ter novas ideias.

Listamos abaixo três outras vantagens:

Resolver problemas complexos

Todas as empresas têm aqueles desafios que as acompanham por muito tempo — são eles que fazem com que seja necessário o trabalho constante na otimização dos processos e das operações. Porém, com uma cultura de inovação é mais fácil resolvê-los.

A partir do momento em que o time deixa de se preocupar com oferecer qualquer solução e passa a pensar fora da caixa, as chances de alcançar uma alternativa criativa aumentam.

Aumentar a produtividade do negócio

A cultura de inovação também faz bem para a produtividade dos negócios. Afinal, ela aponta novos processos e mudanças que podem reduzir significativamente o esforço dos funcionários. Criar e testar novas ideias é o único caminho para esse tipo de melhoria em longo prazo.

Vencer a concorrência com inovação

Por último, não há melhor motivo para investir em cultura de inovação senão a possibilidade de vencer os concorrentes. Clientes tendem a preferir negócios que entregam produtos melhores, com uma boa relação de custo-benefício e um serviço de excelência. A inovação pode ajudá-lo em todos esses aspectos.

Como implementar a cultura de inovação?

Implementá-la fica mais fácil quando você é introduzido às principais ferramentas utilizadas para se inovar. Hoje, temos três delas como principais: olhar para o negócio como um empreendedor, contar com a ajuda de parceiros criativos e não ter medo das mudanças.

Explicamos, a seguir, como cada uma dessas ferramentas pode ajudar.

1. Olhe para o negócio como empreendedor

É comum pensar que a cultura de inovação só tem potencial para afetar a vida dos funcionários. Mas é apenas olhando para o negócio como empreendedor que ela poderá ser implementada, e isso deve acontecer desde a gerência até as áreas menores da companhia.

Se cada profissional olhar para aquilo que faz como se fosse um elo independente do negócio, ficará mais fácil assumir responsabilidades. Isso favorece a geração de ideias avançadas, agressivas e diferenciadas.

2. Conte com parceiros criativos

Na inovação, como em outros aspectos dos negócios, não é preciso fazer tudo sozinho. Há especialistas no mercado cuja única função é ajudar as empresas a se tornarem mais inovadoras — contar com a ajuda deles é uma boa ideia.

Há muitas companhias e gestores que não estão habituados à inovação, portanto, precisam de um empurrãozinho externo para fazê-la. Parceiros criativos e especializados podem trazer soluções inovadoras para todos os tipos de negócios.

3. Não tenha medo de mudanças

Finalmente, não há como implementar uma cultura de inovação tendo medo das mudanças que vêm por aí. Todas elas só serão feitas se puderem trazer conhecimento e agregar valor ao negócio no futuro. Mas, ainda assim, elas podem aparecer como um desafio para aqueles gestores mais tradicionais.

Portanto, é preciso mudar a maneira como você visualiza os aspectos do negócio e os pontos específicos da rotina de trabalho. Dar início à adoção de uma cultura de inovação sem aprender antes a lidar com a mudança pode fazer com que o processo seja muito mais difícil.

A cultura de inovação não é algo que se resume a como os funcionários vão trabalhar a partir de agora. Ela é muito mais eficiente quando os profissionais que ocupam posições gerenciais também a adotam. Por isso, podemos dizer que ela é uma mudança de paradigma, acima de tudo.

Uma das certezas que temos é que o futuro está cheio de mudanças. E elas serão cada vez maiores e mais frequentes. Inovação é também aprender coisas novas e acostumar-se a lidar com as transições que acarretam.

Sabendo se beneficiar dela, a cultura de inovação pode ser o que faltava para que a sua empresa seja um sucesso.

Gostou de aprender mais sobre a cultura de inovação? Converse agora mesmo com um dos nossos especialistas e descubra como implementá-la em seu negócio!

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Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 395

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 261

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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