4 aplicativos que ajudam a medir resultados das ações no PDV 3 3029

Pessoa medidno resultados com aplicativo no PDV

Independentemente do setor de varejo que a sua empresa está inserida, ela provavelmente precisa enfrentar vários concorrentes fortes para manter a sua parcela do mercado, não é?

Uma estratégia que pode ajudá-lo nessa tarefa é o investimento na experiência de compra do cliente, que pode ser feito em parceira com os distribuidores, por meio de técnicas eficientes de trade marketing.

No post de hoje, além de saber a importância das ações nos pontos de venda, você vai conhecer 4 aplicativos que vão ajudar a medir os resultados de ações no PDV. Confira!

Por que realizar ações no PDV?

Ainda que haja intermediários mediando a relação entre o seu produto e o cliente final, é muito importante que a sua marca se faça presente nesse momento. Afinal, ninguém está mais interessado nas vendas do seu produto do que você.

Nem mesmo os distribuidores, já que eles também oferecem outros produtos e outras marcas e, desse modo, não dependem tanto assim do seu sucesso.

É para preencher essa lacuna que existem as ações no PDV. Por meio delas, a sua marca fortalece o relacionamento com os clientes, deixando de ser apenas mais uma alternativa na prateleira para se tornar o produto no qual eles confiam.

Tenha em mente que o PDV também é o ponto final da decisão de compra. Portanto, não pode ser ignorado na sua estratégia.

Desse modo, é fundamental contar com maneiras eficientes de trade marketing para fortalecer a sua marca, por meio de um relacionamento mais próximo com o cliente, o que permite maximizar as vendas do seu produto.

Como medir os resultados de ações no PDV?

Uma vez que você busca aumentar as vendas por meio do fortalecimento da marca, a medida real da sua eficiência não está nas vendas em si, e sim no aumento do alcance da marca e no desenvolvimento de uma relação de confiança com o cliente final.

Desse modo, para avaliar os resultados de ações no PDV, é necessário coletar um conjunto maior de dados e não apenas a quantidade total de itens vendidos. Fazendo isso, é possível descobrir, de fato, o que esses resultados significam.

Como não há nada melhor que um software para montar e analisar bancos de dados, apresentaremos, a seguir, 4 aplicativos que podem auxiliar você a medir resultados de ações no PDV. Confira:

1. Collect

O Collect é um dos aplicativos da mobLee focados na criação de bancos de dados em eventos. O seu papel é funcionar como ferramenta do expositor para coletar informações dos clientes de forma inteligente.

O Collect permite reunir os contatos coletados pela equipe, avaliar a qualidades desses contatos e monitorar dados, como a contribuição de cada colaborador, a quantidade de dados gerados em cada dia de evento e o desempenho médio dos demais expositores.

Em vez de coletar esses dados de forma desorganizada e pouco produtiva, com o preenchimento manuscrito de fichas de cadastro, esse aplicativo permite a reunião das informações mais importantes dos consumidores da sua empresa para uma melhor avaliação dos resultados obtidos com a presença no evento.

Quando se trata de exposições, o principal foco da sua empresa é muito mais que aumentar o número de vendas. Na verdade, deve ser marcar presença no mercado, conhecer as estratégias da concorrência e, principalmente, fidelizar clientes.

Nesse sentido, é fundamental obter um canal para entrar em contato com esses clientes. Esse recurso possibilita a criação de uma relação mais engajada com os clientes, o que aumenta o número de consumidores comprometidos com o seu negócio.

2. SigoTrade

Enquanto o Collect foca nos eventos e exposições, o SigoTrade tem sua aplicação voltada ao dia a dia do varejo: o acompanhamento do seu produto nas prateleiras dos distribuidores. Ele é uma ferramenta valiosa para os seus promotores nos PDV e permite também que você fique por dentro do trabalho da sua equipe.

Os promotores utilizarão o SigoTrade para recolher as informações relativas ao preço, estoque e ruptura em cada distribuidor. Dessa forma, é possível exportar tudo isso em planilhas personalizadas que você poderá consultar em tempo real, além, é claro, das fotos do seu produto em cada PDV.

Vale lembrar que ter agilidade nesse tipo de controle é muito importante, já que administrar mal o estoque e permitir rupturas significa perder a oportunidade de vender mais — não é à toa que esse é um dos principais erros no comércio varejista.

Você também receberá informações como a localização de cada colaborador e os horários de entrada, saída e almoço. Isso permite que sejam feitas avaliações completas de cada funcionário.

3. CompTrade

Como o SigoTrade, o CompTrade também permite o monitoramento da equipe de promotores nos pontos de venda e a coleta dados das ações.

Além disso, ele também conta com uma equipe de analistas da Compart, que compara os dados coletados às práticas de sucesso do mercado varejista. Assim, são gerados relatórios sobre isso.

As informações geradas da análise dos dados pelo CompTrade serão a base para as tomadas de decisão e possíveis mudanças na estratégia de marketing do seu negócio.

4. Trade Force

Com funcões parecidas com as do SigoTrade e do CompTrade, o Trade Force também ajuda a acompanhar sua equipe de promotores de trade marketing.

Como diferencial em relação aos outros aplicativos, o Trade Force permite que você promova campanhas de incentivo para a sua equipe, baseado na conquista de novos espaços e materiais no PDV, ajuda a monitorar o market share do seu negócio e monitora informações da concorrência diariamente.

Tendo em vista as funcionalidades desses aplicativos, fica claro que as tecnologias digitais têm muito a oferecer para quem deseja inovar no comércio varejista. Nesse caso, o papel dos aplicativos está principalmente na criação de bancos de dados eficientes para o monitoramento das suas estratégias de trade marketing e na medição dos resultados das ações nos pontos de venda.

O PDV está se tornando um ponto de relacionamento e experiências. Logo, uma vez que ainda é o ponto final da decisão de compra, torna-se também o lugar perfeito para aumentar o engajamento do consumidor com a sua marca.

Esperamos que as dicas de aplicativos de trade marketing de hoje ajudem você a medir os resultados de ações no PDV de forma mais eficiente!

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Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 321

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 203

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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