Entenda o que é shopper marketing e qual a sua importância 2 7079

O marketing de varejo conta com diversas táticas e ações para o ponto de venda, mas as estratégias mais eficazes nesse sentido são aquelas que buscam adquirir um entendimento sobre o comportamento dos compradores. Nesse sentido, é essencial que os profissionais da área compreendam o que é shopper marketing e os resultados que ele é capaz de trazer.

Por isso, neste post, vamos conhecer o conceito por trás desse tipo de marketing, sua importância, os pilares nos quais ele se baseia e as formas de implementar com base nesse conhecimento. Acompanhe!

Quais as diferenças entre shopper e consumidor?

Antes de definirmos o que é shopper marketing, precisamos deixar claro que existe uma diferença entre shopper e consumidor.

O consumidor é aquele que de fato utiliza o produto e cria relação com a marca por meio desse uso, além de receber influência de ações da empresa em canais digitais ou tradicionais.

Já o shopper é quem de fato vai ao PDV para realizar a compra, e não necessariamente é o consumidor final daquele artigo ou daqueles itens que adquire. É ele que compara preços, avalia as especificações e o custo-benefício do produto, vive a experiência que a marca proporciona dentro do ponto de venda e, finalmente, toma a decisão de compra.

O que é shopper marketing?

Agora que temos uma noção clara sobre a figura do shopper, vamos entender no que consiste o shopper marketing.

A ideia é criar formas de conseguir insights sobre a jornada de compra do cliente, de modo a desenvolver estratégias para motivá-lo no ponto de venda. Colocando em prática os estímulos de marketing apropriados, a empresa será capaz de fortalecer a credibilidade e confiança que ele tem na marca e incentivar o shopper a fazer escolhas mais interessantes para a companhia.

Vale destacar que shopper marketing e trade marketing não são a mesma coisa.

Enquanto o trade marketing busca promover o melhor relacionamento possível entre fabricantes, distribuidores (varejo e atacado) e o consumidor final, o shopper marketing visa identificar as necessidades e as intenções do comprador, além de induzi-lo a realizar determinadas ações no PDV.

Por esse motivo, alguns autores defendem que o shopper marketing é uma área mais específica — uma extensão do trade marketing.

Qual é a importância dessa estratégia?

O shopper marketing é importante no varejo porque conhecer bem o comprador é o melhor recurso para criar uma comunicação eficiente para ele, que realmente o impacte durante o momento da compra. Quanto mais completo for esse conhecimento, mais bem direcionadas serão as suas estratégias e melhores serão os seus resultados em termos de satisfação do cliente e volume de vendas.

Quais os principais pilares do shopper marketing?

Entre os pilares do shopper marketing, podemos considerar a jornada de compra e a experiência no ponto de venda como os principais deles. Conheça cada um:

Jornada de compra

A jornada de compra envolve todo o processo de planejamento, compra e consumo.

O planejamento é a fase em que o shopper planeja o produto que quer comprar, utiliza sites de comparação de preços, confere os comentários e avaliações dos consumidores que já adquiriram aquele item, verifica a reputação do estabelecimento e escolhe a loja em que vai realizar a compra.

A compra é o momento decisivo em que o shopper escolhe o que vai levar. Dependendo do que ele vir no ponto de venda, pode mudar de ideia sobre o que havia planejado.

Já o consumo engloba a satisfação do consumidor em usar o produto, sua percepção sobre a marca e o fato de ele recomendar esse objeto ou artigo para pessoas mais próximas ou não.

Experiência no ponto de venda

Os clientes estão cada vez mais exigentes quanto ao atendimento e à experiência que têm dentro das lojas. Em tempos em que fazer compras pela internet se tornou algo corriqueiro, uma visita a um estabelecimento físico passou a precisar de um bom motivo.

Por isso, o PDV precisa ter um ambiente agradável e oferecer praticidade para quem o frequenta. Sem contar que atividades de apresentação dos produtos, distribuição de brindes, atendimento de excelência e inovações no ponto de venda também passaram a ser fatores fundamentais para o sucesso dos varejistas.

Como implementar uma estratégia de shopper marketing na empresa?

Listamos abaixo algumas das melhores práticas de shopper marketing para você executar no seu negócio. Confira!

Invista em um promotor de produtos

A presença de um promotor permite que o shopper tire as suas dúvidas sobre o produto e, dependendo da categoria do item em questão, pode até mesmo fazer um teste ou degustação.

O promotor também pode entregar amostras, destacar os maiores benefícios do produto e explicar para o comprador quais são os diferenciais dele diante do que os concorrentes têm a oferecer.

Entenda as escolhas dos shoppers

Os hábitos de compra são extremamente importantes para entendermos as escolhas dos compradores. Por meio dos dados recolhidos com a ajuda de um cartão de fidelidade, conseguimos descobrir quem compra, qual o dia favorito da semana para isso, o ticket médio e muito mais.

Porém, não é fácil compreender o que motiva as escolhas dos compradores apenas com esses dados. Sendo assim, o ideal é aliá-los com outros recursos, como entrevistas presenciais e pesquisas por e-mail em troca de um desconto ou brinde.

Estudar o posicionamento dos produtos

É fundamental avaliar como os produtos estão posicionados na loja. Por isso, procure responder a perguntas como:

  • Os artigos de maior valor estão na altura do decisor da compra (crianças podem influenciar a compra dos pais, mas são os adultos que decidem)?
  • As vitrines estão expondo lançamentos, produtos em promoção ou artigos chamativos?
  • Produtos relacionados entre si estão próximos ou distantes (consulte os dados para descobrir relacionamentos aparentemente inexistentes entre produtos muito distintos)?

Portanto, podemos perceber que o shopper marketing é capaz de gerar excelentes oportunidades para os varejistas. Ao entenderem melhor o público que frequenta suas lojas, os empresários terão melhores condições de direcionar seus esforços para a satisfação dos clientes e influenciar tomada de decisões de compra mais desejáveis.

Gostou do post? Notou como é importante saber o que é shopper marketing e quais são as suas práticas para melhorar o desempenho do ponto de venda? Então, não se esqueça de deixar o seu comentário! Queremos ouvir as suas impressões sobre o tema.

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Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 321

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 203

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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