8 erros do comércio varejista que você precisa evitar! 1 3373

planejamento e estratégia do comércio varejista

Cometer erros no comércio varejista pode ser uma coisa positiva — desde que eles venham da busca por inovações que destaquem a sua empresa aos olhos do cliente.

Mas, como nem todo erro é bom, existem aqueles que são mesmo prejudiciais ao negócio e podem comprometer os resultados da empresa. Exatamente por isso, neste artigo mostraremos os 8 erros que você precisa abolir no seu comércio, e as soluções para evitá-los.

Então, quer ter o seu varejo livre de falhas? Siga com a leitura e confira!

1. Não se planejar corretamente no comércio varejista

O primeiro erro que o varejista precisa evitar é ter um planejamento mal feito. Afinal, quando existem falhas nesse processo, nenhuma ação trará resultados satisfatórios. Assim, veja alguns cuidados que você precisa tomar:

  • tenha metas individuais para cada loja: nunca padronize os objetivos das filiais;
  • escolha sócios, parceiros e colaboradores empenhados, e com as competências necessárias ao negócio;
  • tenha um contador confiável;
  • recicle os seus conhecimentos e conheça as inovações (falaremos mais sobre esse assunto ao longo do texto).

Além disso, ainda é importante saber os conceitos básicos de finanças para não errar no planejamento (fluxo de caixa, margem de lucro, giro de estoque etc.).

2. Não ficar atento às mudanças do mercado e do público

O mercado muda a uma velocidade alarmante. Logo, ficar estagnado é um erro que pode levar muitas empresas à falência.

Por outro lado, aqueles que acompanham as transformações do varejo podem dar um grande passo à frente da concorrência e crescer rapidamente. Assim, se você pretende seguir as tendências, veja algumas dicas de mercado e de público:

  • o tempo do seu cliente é muito precioso nos dias atuais. Portanto, solucione problemas e não espere ele vir até você — encontre formas de ir até ele;
  • o PDV precisa ser mais que um local de vendas. Nesse sentido, ele deve agir como uma plataforma completa, ou mesmo uma “minifábrica”, que entrega opções de locação e cocriação e pontos de experiência;
  • você se lembra do computador “desktop”? Ótimo, mas a Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) mal sabe o que é isso. Esses jovens já nasceram na época mobile, hiperconectados. Portanto, fique atento a essas inovações tecnológicas.

Por fim, não tenha a tal Síndrome de Gabriela: “eu nasci assim, eu cresci assim”. Ao contrário disso, acompanhe as mudanças do público e do mercado, e se esforce para evoluir no mesmo ritmo que elas!

3. Não inovar

Como vimos no tópico anterior, o mercado e o público mudam constantemente. Por isso, utilizar ferramentas e abordagens comuns não engajam mais.

Tendo em mente que a competição pelo tempo e a atenção do consumidor é alta, a experiência que você oferece não pode ser “mais do mesmo”. Nesse sentido, a dica é testar ferramentas de experiência no varejo, como:

  • realidade aumentada;
  • holografia;
  • sensores;
  • interação entre telas e mobile.

Enfim, as opções são diversas. Cabe à sua empresa saber inovar — ou contar com uma agência especializada no assunto.

4. Controlar mal o estoque

Comprar produtos além do necessário ocupa espaço no estoque, já comprar de menos, pode causar a perda de vendas. Portanto, o ideal é saber dosar os pedidos e profissionalizar os processos no varejo.

Além disso, é importante observar o tempo médio de estocagem para evitar mercadorias paradas — afinal, produto encalhado representa dinheiro perdido.

5. Oferecer serviços sem relevância

Oferecer minisserviços — ou seja, não prover benefícios completos e reais — também diminui o engajamento. Da mesma forma, as informações precisam ser relevantes para o cliente enxergar vantagens no conteúdo que a sua empresa disponibiliza.

Nesse sentido, ofereça uma experiência personalizada ao seu cliente. Desenvolva serviços que resolvam problemas de verdade e conteúdos memoráveis.

6. Subestimar o interesse dos clientes

Muitas empresas focam suas estratégias no targeting (público-alvo) e, assim, parecem colocar uma viseira, que não as permite enxergar oportunidades ao seu redor.

Se um cliente de 50 anos entra em uma loja de material esportivo que comete esse erro, por exemplo, seria subestimado ao demonstrar interesse em comprar um skate. O cliente, então, sairia insatisfeito, e a loja perderia uma grande oportunidade de venda.

De fato, uma pessoa que ama andar de skate pode ter 5, 10, 18, 32 ou 50 anos. E a sua capacidade ou interesse de compra não podem ser baseados apenas na idade, ou em um target pré-definido pela sua empresa

O mesmo vale para qualquer outro tipo de segmento: atenda todos os clientes da melhor maneira possível. Só assim a sua empresa tira essa viseira e passa a aproveitar todas as oportunidades.

7. Ser displicente com a cultura organizacional da empresa

Abrir mão do DNA do seu negócio é um erro que pode fazer com que os colaboradores não saibam como agir ou qual imagem passar para os clientes no varejo. Desse modo, reforce qual é a missão visão, valores e estratégias da empresa, bem como o que deve ser feito para que esses objetivos sejam alcançados.

8. Focar todos os esforços em ofertas e preços baixos

Promoções pontuais são sempre bem-vindas e ajudam a escoar produtos encalhados em estoque ou trocar o mostruário. Contudo, focar todas as ações em preços baixos drena recursos substanciais dos varejistas — além parecer falta de criatividade aos olhos do seu cliente.

Quanto a isso, invista em novos modelos que a transformação digital pode propiciar. Esse é o melhor caminho para oferecer uma experiência de compra fantástica para os consumidores, e garantir uma margem de lucro satisfatória para as empresas.

Enfim, como vimos, o mindset do varejo precisa mudar para não ficar preso aos erros do passado.

É claro que essa não é uma tarefa fácil e exige que o gerente de marketing e o varejista fiquem antenados às inovações tecnológicas. Além disso, a transformação sempre trará novos erros. Contudo, que eles sejam na direção do crescimento e conquista de clientes!

E aí, gostou deste texto? Viu quais são os 8 erros do comércio varejista que você precisa evitar? Sobrou alguma dúvida? Deixe-nos um comentário contando outras falhas que prejudicam o negócio!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Previous ArticleNext Article

1 Comment

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Flagship KitKat Chocolatory 0 553

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

Gostou? Clique aqui e confira nossos outros cases.

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 993

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Most Popular Topics

Editor Picks

Send this to a friend