8 erros do comércio varejista que você precisa evitar! 1 4311

planejamento e estratégia do comércio varejista

Cometer erros no comércio varejista pode ser uma coisa positiva — desde que eles venham da busca por inovações que destaquem a sua empresa aos olhos do cliente.

Mas, como nem todo erro é bom, existem aqueles que são mesmo prejudiciais ao negócio e podem comprometer os resultados da empresa. Exatamente por isso, neste artigo mostraremos os 8 erros que você precisa abolir no seu comércio, e as soluções para evitá-los.

Então, quer ter o seu varejo livre de falhas? Siga com a leitura e confira!

1. Não se planejar corretamente no comércio varejista

O primeiro erro que o varejista precisa evitar é ter um planejamento mal feito. Afinal, quando existem falhas nesse processo, nenhuma ação trará resultados satisfatórios. Assim, veja alguns cuidados que você precisa tomar:

  • tenha metas individuais para cada loja: nunca padronize os objetivos das filiais;
  • escolha sócios, parceiros e colaboradores empenhados, e com as competências necessárias ao negócio;
  • tenha um contador confiável;
  • recicle os seus conhecimentos e conheça as inovações (falaremos mais sobre esse assunto ao longo do texto).

Além disso, ainda é importante saber os conceitos básicos de finanças para não errar no planejamento (fluxo de caixa, margem de lucro, giro de estoque etc.).

2. Não ficar atento às mudanças do mercado e do público

O mercado muda a uma velocidade alarmante. Logo, ficar estagnado é um erro que pode levar muitas empresas à falência.

Por outro lado, aqueles que acompanham as transformações do varejo podem dar um grande passo à frente da concorrência e crescer rapidamente. Assim, se você pretende seguir as tendências, veja algumas dicas de mercado e de público:

  • o tempo do seu cliente é muito precioso nos dias atuais. Portanto, solucione problemas e não espere ele vir até você — encontre formas de ir até ele;
  • o PDV precisa ser mais que um local de vendas. Nesse sentido, ele deve agir como uma plataforma completa, ou mesmo uma “minifábrica”, que entrega opções de locação e cocriação e pontos de experiência;
  • você se lembra do computador “desktop”? Ótimo, mas a Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) mal sabe o que é isso. Esses jovens já nasceram na época mobile, hiperconectados. Portanto, fique atento a essas inovações tecnológicas.

Por fim, não tenha a tal Síndrome de Gabriela: “eu nasci assim, eu cresci assim”. Ao contrário disso, acompanhe as mudanças do público e do mercado, e se esforce para evoluir no mesmo ritmo que elas!

3. Não inovar

Como vimos no tópico anterior, o mercado e o público mudam constantemente. Por isso, utilizar ferramentas e abordagens comuns não engajam mais.

Tendo em mente que a competição pelo tempo e a atenção do consumidor é alta, a experiência que você oferece não pode ser “mais do mesmo”. Nesse sentido, a dica é testar ferramentas de experiência no varejo, como:

  • realidade aumentada;
  • holografia;
  • sensores;
  • interação entre telas e mobile.

Enfim, as opções são diversas. Cabe à sua empresa saber inovar — ou contar com uma agência especializada no assunto.

4. Controlar mal o estoque

Comprar produtos além do necessário ocupa espaço no estoque, já comprar de menos, pode causar a perda de vendas. Portanto, o ideal é saber dosar os pedidos e profissionalizar os processos no varejo.

Além disso, é importante observar o tempo médio de estocagem para evitar mercadorias paradas — afinal, produto encalhado representa dinheiro perdido.

5. Oferecer serviços sem relevância

Oferecer minisserviços — ou seja, não prover benefícios completos e reais — também diminui o engajamento. Da mesma forma, as informações precisam ser relevantes para o cliente enxergar vantagens no conteúdo que a sua empresa disponibiliza.

Nesse sentido, ofereça uma experiência personalizada ao seu cliente. Desenvolva serviços que resolvam problemas de verdade e conteúdos memoráveis.

6. Subestimar o interesse dos clientes

Muitas empresas focam suas estratégias no targeting (público-alvo) e, assim, parecem colocar uma viseira, que não as permite enxergar oportunidades ao seu redor.

Se um cliente de 50 anos entra em uma loja de material esportivo que comete esse erro, por exemplo, seria subestimado ao demonstrar interesse em comprar um skate. O cliente, então, sairia insatisfeito, e a loja perderia uma grande oportunidade de venda.

De fato, uma pessoa que ama andar de skate pode ter 5, 10, 18, 32 ou 50 anos. E a sua capacidade ou interesse de compra não podem ser baseados apenas na idade, ou em um target pré-definido pela sua empresa

O mesmo vale para qualquer outro tipo de segmento: atenda todos os clientes da melhor maneira possível. Só assim a sua empresa tira essa viseira e passa a aproveitar todas as oportunidades.

7. Ser displicente com a cultura organizacional da empresa

Abrir mão do DNA do seu negócio é um erro que pode fazer com que os colaboradores não saibam como agir ou qual imagem passar para os clientes no varejo. Desse modo, reforce qual é a missão visão, valores e estratégias da empresa, bem como o que deve ser feito para que esses objetivos sejam alcançados.

8. Focar todos os esforços em ofertas e preços baixos

Promoções pontuais são sempre bem-vindas e ajudam a escoar produtos encalhados em estoque ou trocar o mostruário. Contudo, focar todas as ações em preços baixos drena recursos substanciais dos varejistas — além parecer falta de criatividade aos olhos do seu cliente.

Quanto a isso, invista em novos modelos que a transformação digital pode propiciar. Esse é o melhor caminho para oferecer uma experiência de compra fantástica para os consumidores, e garantir uma margem de lucro satisfatória para as empresas.

Enfim, como vimos, o mindset do varejo precisa mudar para não ficar preso aos erros do passado.

É claro que essa não é uma tarefa fácil e exige que o gerente de marketing e o varejista fiquem antenados às inovações tecnológicas. Além disso, a transformação sempre trará novos erros. Contudo, que eles sejam na direção do crescimento e conquista de clientes!

E aí, gostou deste texto? Viu quais são os 8 erros do comércio varejista que você precisa evitar? Sobrou alguma dúvida? Deixe-nos um comentário contando outras falhas que prejudicam o negócio!

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Tendências para o varejo em 2020 0 1401

Para ficar por dentro do que está em tendência e apostar no varejo, vamos pontuar a nossa visão acima dos temas mais relevantes apresentados na NRF Retail’s Big Show deste ano, a principal feira do setor. Iremos falar sobre o que estamos acompanhando e vendo dar certo no varejo no Brasil e no mundo. 

Um assunto que nunca sai de moda é como entender o perfil do consumidor e o que está por trás disso. E para traçar o perfil do seu consumidor real, com o objetivo de converter as suas vendas, o melhor passo é a captação de dados

Gerar e analisar os dados

Adote esta regra: dados em primeiro lugar. Captar dados no varejo não se restringe apenas ao ecommerce. Investir em tecnologia no PDV, hoje, é algo super rentável que pode ser a base das suas estratégias de vendas. 

Com a interação via sensores, capazes de mensurar, por exemplo, o tempo de permanência de uma pessoa em frente à gôndola, conseguimos ver na prática a relação: fluxo x conversão. Os dados gerados a partir dos sensores, quando bem posicionados em pontos estratégicos, indicam uma série de informações precisas e únicas. Basta que você saiba trabalhar em cima desses dados para alcançar seus objetivos. 

Gôndola TRESemmé, por Alice Wonders
Holografia de gôndola TRESemmé, realizado por Alice Wonders. Obteve 180 mil interações e mais de 25 mil pessoas impactadas.

A inovadora holografia no PDV da TRESemmé com sensores, permitiu extrair dados indicando resultados de cerca de 3600 interações por dia, além de chamar a atenção de mais de 25 mil pessoas por mais de 5 segundos na frente da holografia. A nossa tecnologia cria a possibilidade de transmitir vídeos similares a campanhas de TV, que passa todas as informações necessárias e ainda promove a sensação dos produtos estarem flutuando em frente aos consumidores, resultando experiência única e diferencial.

Criar experiências únicas

Engajar o consumidor e conectá-lo a um nível emocional é uma excelente estratégia. Apesar de não ser mais novidade, essa pauta voltou a chamar atenção este ano na NRF, o que reforça a ideia de continuar apostando em gerar experiências únicas ao consumidor. 

Você já deve ter percebido que a tecnologia está cada vez mais integrando aspectos humanos, justamente para levar emoções e sensações às pessoas. É o que chamam de “varejo humanológico”, ou seja, a tecnologia a favor da humanização nas relações de compra, venda e experiência. 

Se você conseguir criar uma memória no seu consumidor através da experiência, você já conseguiu uma retenção. 

Colocar produtos à prova 

Oferecer testes do seu produto tem a ver, também, com levar experiências ao consumidor. Como as lojas pop-ups que distribuem amostras grátis, degustação ou até mesmo disponibilizam um produto como provador. Ter essa oportunidade é algo imensurável para os clientes, que retribuem com feedbacks construtivos para a sua marca e eleva o nível de satisfação. 

Além disso, a sua loja física pode oferecer produtos exclusivos, ou sob medida. Quanto mais se sentir único e especial, mais chances tem desse consumidor de se fidelizar com a sua marca. Outra vantagem de produzir produtos exclusivos, é diminuir a quantidade de estoques. Pense nisso!

Personalização dos espaços 

Investimento no espaço e em novos equipamentos – seja na decoração da loja ou em tecnologia – costuma ser um investimento de capital a longo prazo (de dez a quinze anos). Em um outro post aqui no nosso blog falamos sobre a importância da personalização dos espaços físicos e como um ambiente interfere na experiência do cliente. Confira!

“A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte”.

Vitrine infinita Di Santini, projeto criado por Alice Wonders.
Vitrine infinita Di Santini, criada por Alice Wonders. Projeto que une experiências digitais e espaços físicos.

Curtiu as dicas e já quer aplicar as tendências na sua marca? Entre em contato conosco para ajudá-lo a realizar projetos incríveis. 

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Flagship KitKat Chocolatory 0 1320

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

Gostou? Clique aqui e confira nossos outros cases.

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