7 benefícios visíveis da colaboração entre varejo e indústria 0 420

Cropped unrecognisable Caucasian woman standing outdoors and typing on her smartphone.

A colaboração entre varejo e indústria é benéfica para ambos. Longe de dizer respeito apenas sobre questões operacionais, varejistas e industriais podem inovar juntos e criar experiências que modificam a rotina do shopper. Empresas especializadas em digital experiences podem ajudá-lo a fazer isso acontecer, mas entender melhor as vantagens em apostar nessa colaboração é fundamental.

Há alguns desafios, todavia, em integrar os dois setores. Indústria e varejo trabalham em ritmos diferentes e têm objetivos distintos, o que pode dificultar a construção de uma parceria mutuamente benéfica. Para se aproveitar da qualificação do relacionamento entre ambos será preciso estabelecer linhas diretas de comunicação e se esforçar para que as metas de vendedores e produtores sejam consideradas na equação.

No artigo de hoje vamos falar das melhorias alcançáveis no varejo e na indústria quando eles colaboram entre si. Confira 7 dos aspectos positivos dessa jornada!

1. Manutenção do relacionamento

A dificuldade de produzir e distribuir produtos é uma constante no dia a dia das empresas. Do outro lado, o problema em encontrar fábricas capazes de atender aos anseios dos clientes e manter os prazos estipulados é uma realidade para os varejistas. Como, então, construir parcerias de longa data que possam ser mutuamente vantajosas?

Uma relação de confiança entre indústria e varejo faz com que ambos consigam esse resultado. O relacionamento duradouro é positivo porque permite que preços e prazos sejam melhores e que a cadeia de distribuição funcione de maneira mais fluida. Por causa disso, varejistas não precisam procurar constantemente por fornecedores e indústrias não têm de permanecer à procura de clientes para se manter.

2. Estabilidade no suprimento de produtos

Conseguir um fornecedor de confiança, capaz de manter os estoques de sua loja sempre em dia, não é tarefa simples. Entretanto, ao estabelecer parcerias diretas com a indústria a sua empresa larga na frente e tem muito mais chances de chegar a esse equilíbrio.

É que, ao colaborar, um varejista estabelece uma comunicação melhor com quem produz o que ele vende e os donos de manufaturas conseguem prever a demanda com mais precisão. Os riscos na cadeia de suprimentos se tornam menores e o índice de sobrevivência dos dois colaboradores aumenta.

Principalmente nos cenários em que a indústria enfrenta problemas no fluxo de caixa esse benefício é essencial. Contar com uma fatia de mercado mensurável é uma forma de dispor de recursos com mais eficiência e cumprir prazos com mais facilidade.

3. Redução de custos

Que tal estabelecer um relacionamento tão forte com as indústrias que permita, também, economizar? Varejistas que apostam nessa ideia têm facilidade em ver a diminuição de devoluções por defeito de fabricação e indústrias conseguem estabelecer esquemas logísticos mais eficazes.

Tudo que é poupado por varejo e indústria ao longo do processo pode ser repassado ao consumidor, o que leva a mais vendas. Se no passado, criar laços íntimos entre produtores e vendedores era visto como dispensável, hoje trata-se de uma oportunidade para expandir negócios e fidelizar clientes.

4. Compartilhamento de melhores práticas

Compartilhar práticas de negócios bem-sucedidas é um dos principais benefícios de se investir no relacionamento entre indústria e varejo. Quando o parceiro na manufatura tem conhecimento sobre o que os clientes do varejista buscam é muito mais fácil ir de encontro a demandas e oferecer um nível de serviço maior.

Da mesma forma, se o conhecimento industrial é compartilhado por quem vende ao consumidor final, é possível desenvolver iniciativas qualificadas de marketing. Inclusive, experiências imersivas que elevam as entregas realizadas para o shopper.

A partir do momento em que indústrias e lojistas se comprometem a dividir seus pontos fortes, ambas tendem a resultados melhores.

5. Geração de valor

O que pode ser melhor que aumentar o valor agregado de produtos para ambos os negócios? Com os insights que apenas varejistas têm sobre a percepção do shopper as indústrias podem criar bens melhores, o que aumenta a competitividade delas.

Ao mesmo tempo, ao vender itens de melhor qualidade os varejistas conseguem fidelizar o público e criar estratégias mais efetivas para a construção de experiências de compra incríveis. O conhecimento compartilhado entre indústria e varejo ajuda os dois a gerarem valor em suas áreas de atuação.

6. Planejamento otimizado

O que é comum ao varejo, a indústria e é uma das atividades mais difíceis de se fazer ao gerenciar um empreendimento? Planejar. Algumas tecnologias nos ajudam nisso, como os sistemas ERP, mas elas nem sempre são o único aspecto a ser considerado.

Se indústria e varejo dividem informações elas podem ser muito mais bem-sucedidas ao realizar seus planejamentos. Previsibilidade e acuidade são alguns dos resultados que você pode esperar nessa situação.

7. Pós-venda eficiente

Todo cliente prefere adquirir produtos com as empresas que oferecem o melhor suporte. É por isso que a Apple é tão bem-sucedida e os lojistas que comercializam seus produtos têm facilidade em vendê-los. Porém, essa característica não precisa ser exclusiva para quem produz ou vende em larga escala.

Interações melhores com a indústria ajudarão a entender mais sobre aquilo que comercializa e permitirão que a sua equipe esteja treinada para responder todas as perguntas do cliente.

Um pós-venda mais eficiente vai gerar, também, mais conhecimento a ser compartilhado com quem constrói os produtos, uma excelente maneira de obter feedback qualificado e criar bens de consumo melhores. Esse, talvez, seja o ponto alto ao se estabelecer essa relação.

Quais são os segredos para que as duas áreas possam colaborar com sucesso? Começar o relacionamento por aspectos de negócios bem estabelecidos por cada uma das partes é um deles. Concordar em compartilhar recursos e inteligência, além de dividir algumas métricas-chave, é outro.

Mas para que tudo isso seja alcançado é preciso pensar na relação a longo prazo. Varejo e indústria tendem a observar impactos mais duradouros quando projetam tempo e esforço para desenvolver a relação.

As colaborações entre indústria e varejo são importantes porque o alinhamento entre ambos é uma excelente oportunidade para inovar. Afinal, desenvolver experiências de maior engajamento e valor para os consumidores é um dos principais motivos para considerar essa parceria. Todo empreendimento pode se beneficiar dessas mudanças, já que elas são fundamentais para trazer mais consumidores para as lojas e aumentar a lucratividade delas.

E aí, pronto para começar a investir na colaboração entre varejo e indústria para otimizar os resultados do seu negócio? Comece a avaliar melhor essa ideia lendo nosso post sobre o futuro do varejo!

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Marketing personalizado: faça seu cliente ter uma experiência única 0 377

ilustração demonstrando marketing personalizado

O marketing personalizado existe desde antes da internet, porém, ela transformou a forma como as empresas o fazem, já que passou a ser muito mais fácil conhecer o público-alvo de perto, beneficiando-se da troca de informações contínua que acontece no mundo virtual.

Com ele, é possível tornar única a experiência do cliente e, por isso, vem sendo usado por todas as organizações que buscam oferecer um diferencial e gerar mais lucros. Quer saber mais sobre o assunto e descobrir como fazer seus clientes se sentirem especiais e valorizados? Então, continue a leitura!

O que é marketing personalizado?

O marketing personalizado consiste em atrair potenciais clientes com mensagens, promoções e produtos diferenciados adaptados aos seus gostos e necessidades. É uma ferramenta muito eficaz na criação, produção, distribuição de conteúdo e publicidade pela internet e meios offline, como as chamadas, cartas etc.

Assim, o marketing não parece realmente marketing e o cliente se sente valorizado com um serviço de alto grau de personalização.

Ele também pode ser aplicado na fabricação dos próprios produtos em sistemas online, que permitem aos compradores fazer as escolhas de tamanho, cor etc.

O marketing personalizado promove uma relação de intimidade com o público-alvo e ela se torna mais transparente também. Com isso, novos clientes são alcançados e os antigos são fidelizados.

Além do aumento de clientes e fidelizações, o marketing personalizado é capaz de aumentar o reconhecimento de uma empresa e fazê-la ter um retorno do capital investido muito maior. De forma geral, a empresa aumenta suas vendas e alcança mais lucros com algo que os consumidores adoram: a personalização.

Como usar bem essa estratégia?

Para realizar um marketing personalizado que gere resultados positivos para a empresa, é necessário ajustá-lo ao seu público-alvo e seu setor de atuação. Esse tipo de marketing não deve deixar os consumidores com a sensação de estarem sendo vigiados, como é comum acontecer.

A seguir, cinco maneiras de usar o marketing personalizado, sem complicações, para atingir os objetivos da empresa. Confira!

Colete e use corretamente os dados dos consumidores

As questões de privacidade e ética online devem ser levadas a sério; por isso, as informações sobre os clientes devem ser coletadas de forma transparente e verdadeira. O uso indevido de dados pessoais pode trazer grandes danos ao seu negócio e colocar por água abaixo todo o esforço para realizar o marketing personalizado.

Antes de pedir, ofereça algo de valor ao seu cliente

A maioria das empresas, equivocadamente, imediatamente pede que os consumidores realizem alguma ação, como clicar, preencher, assinar etc., deixando-os incomodados e, de certa forma, invadindo sua privacidade. Por isso, o ideal é oferecer algo de valor,  como um conteúdo que impressione, antes de solicitar qualquer coisa ao cliente em potencial, gerando disposição nele e criando um bom relacionamento.

Portanto, no marketing personalizado, não ocorre a invasão da privacidade dos seus atuais e potenciais clientes. Primeiro, é oferecido algo de significado, e, após uma permissão, solicitando alguma coisa. O marketing de conteúdo é, sem dúvidas, uma ótima ferramenta para essa estratégia.

Mostre novidades para os clientes

Uma técnica muito usada pelas empresas é mostrar novamente os produtos que as pessoas já visitaram no site, mas não chegaram a comprá-los. Isso não costuma funcionar muito bem, já que os consumidores nem sempre estão interessados em rever produtos, pois preferem conhecer novos itens que também sejam do seu gosto.

A solução seria enviar por e-mail uma seleção personalizada, pensada especialmente para aquela pessoa, com produtos novos e alguns dos que foram visualizados.

Uma atitude também muito comum é mandar e-mail aos clientes com produtos similares aos que acabaram de adquirir. Isso é um erro, pois dá a entender que a empresa sequer sabe que o cliente comprou o que queria; além de ser inútil, pois os clientes não querem adquirir coisas iguais as que compraram.

Nesse caso, o ideal é exibir produtos que podem ser de interesse do cliente e que tenham a ver com o que comprou anteriormente, com preços compatíveis, mostrando que conhece o perfil de consumo daquele cliente.

Realize promoções em datas especiais

Elaborar promoções para datas comemorativas é indispensável, e no marketing personalizado a ideia é criá-las individualmente. Por exemplo, criar condições especiais para o cliente em seu aniversário de um ano de fidelidade com a empresa, ou no seu próprio aniversário, é uma ótima maneira de mostrar que sua empresa se importa!

Inclusive, as datas comemorativas nacionais são uma ótima forma de gerar leads por terem picos de tráfego excelentes nos sites. Assim, é possível ganhar escala automatizando os processos de marketing personalizado.

Essas atitudes estreitam a relação entre consumidor e marca, criando uma atmosfera de intimidade e uma experiência de compra melhor.

Enviar para menos pessoas dá mais resultado

Quando a empresa conhece seus clientes e suas particularidades, a sua comunicação se torna mais assertiva; assim, você consegue impactá-los com poucas palavras. Por isso, trocar uma newsletter que atira para todo os lados com mensagens e ofertas muito genéricas por uma que oferece produtos para uma quantidade menor de pessoas, mas que você sabe que agradará, é muito mais eficiente!

Qual é o público do marketing personalizado?

O marketing personalizado, hoje em dia, é ideal para pessoas que estão sempre conectadas na internet, fazem compras online, entram no e-mail e usam redes sociais frequentemente. Esses consumidores buscam experiências diferenciadas por estarem sempre por dentro das últimas novidades, além de serem muito exigentes e confiantes do que querem.

Veja a seguir três insights que ajudam no marketing personalizado:

  • o aparelho mais usado para acessar a internet é o smartphone: no mobile marketing, é possível se comunicar com o cliente com SMS marketing e oferecer serviços diferenciados pelo QR Code, por exemplo;
  • o Facebook permite campanhas orgânicas via notificação: para isso, o cliente precisa ter feito login no seu site com o Facebook e permitido que a empresa se comunique por meio de notificações. Isso deve ser usado de forma inteligente por ser um modo muito pessoal de comunicação com o cliente;
  • os clientes têm “hora para comprar”: cada consumidor pesquisa e compra em momentos diferentes do dia. Os e-mails personalizados, por exemplo, devem ser enviados quando o consumidor está mais propenso a abri-los.

Como vimos, o marketing personalizado é capaz de ofertar aos clientes produtos com alto grau de relevância, aumentando muito as chances de compra. Qualquer empresa que quer ter um bom relacionamento com os clientesmelhorar sua experiência de compra e ter um retorno financeiro maior precisa usar essa estratégia de marketing!

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Varejo de luxo no Brasil: perspectivas e desafios 0 684

varejo de luxo no brasil

Para uma empresa se consolidar no mercado de luxo é preciso muito trabalho. Inclusive, levam-se anos para uma empresa desse setor ser, de fato, reconhecida e respeitada pelo público de alto padrão. Para entender, basta lembrar que as maiores marcas de luxo não estão a menos de algumas boas décadas no mercado.

Assim, fica fácil perceber que, quem arrisca investir nesse mercado, terá um longo caminho a percorrer rumo ao sucesso. Pensando nisso, trouxemos, neste post, um panorama de como anda o varejo de luxo no Brasil e como se destacar! Confira!

Como se comporta o consumidor de luxo no Brasil?

A crise política do país impactou diretamente as vendas de itens de luxo, inclusive entre os clientes que não foram afetados pela situação econômica. Sendo assim, muitos consumidores continuam com um alto poder aquisitivo, mas optam por adotar um consumo menos ostensivo e mais moderado.

A maioria dos compradores de luxo de hoje buscam adquirir produtos que, além de serem mega desejáveis e bonitos, sejam de marcas que tem um conceito sólido por trás e que imprimam um estilo de vida. Dessa forma, a marca e o cliente compartilham seus valores e ideias, construindo uma relação de identidade e lealdade.

Com o passar do tempo, coisas que antes eram consideradas luxuosas, como motoristas particulares, se tornaram cotidianas para a atual geração de consumidores. Já que podem pedir, por aplicativo, um motorista que vai esperá-lo na porta da loja quando acabar as compras.

Portanto, as expectativas que os consumidores têm em relação ao luxo é muito alta e continua aumentando, tornando-os extremamente exigentes e seletivos na escolha das marcas. Além disso, o consumidor de luxo dá preferência à proximidade com os vendedores e o atendimento personalizado, segundo a especialista do varejo de luxo, Manu Berger.

Quais são as perspectivas e desafios para o setor?

Apesar do momento econômico instável no qual o Brasil está passando, o mercado de luxo está com muita força e continua apresentando crescimento. Alguns fatores que impulsionam as compras de luxo no país, e não no exterior, são o dólar alto, regras de compra e as possibilidades de parcelamento.

Em contrapartida, as facilidades que as companhias aéreas oferecem para viagens internacionais, principalmente com destino à Miami e Nova York, afetam diretamente o varejo de luxo no Brasil, por ele deixar de ser a única possibilidade de acesso às marcas internacionais pelos consumidores.

A “concorrência” com as companhias aéreas é tão grande que, segundo pesquisas do The Boston Consulting Group (BCG), o Brasil lidera, junto com a Rússia e a China, o ranking de compras de luxo feitas fora do país de origem. Segundo a mesma pesquisa, os millennials serão os principais responsáveis pelo crescimento, de cerca de 37%, do setor de luxo nos próximos seis anos e apresentarão metade desse mercado.

Isso nos mostra que, o varejo de luxo no Brasil precisa se adaptar ao novo consumidor e não só aos compradores tradicionais. A geração millennial busca por experiências diferenciadas, que impactam e tornam o momento de consumo mais agradável e relevante.

Como o varejo de luxo deve se adaptar às mudanças?

Como foi dito, o consumidor de luxo atual está em busca de experiências, portanto, se existem empresas oferecendo produtos iguais, a preferência será por quem oferece a melhor experiência de compra, concorda? Para isso, as marcas precisam desenvolver relações individuais, com ênfase nos jovens e turistas, implantando abordagens eficientes que forneçam experiências inovadoras. Veja, a seguir, as principais transformações que ele deve ter:

Mudanças no ponto de venda

O PDV deve se transformar em um local de relacionamento. É cada vez mais necessário que as lojas se tornem lugares onde os clientes se sintam em casa, proporcionando experiências inovadoras e proporcionando um diálogo verdadeiro com eles.

O atendimento no varejo de luxo sempre foi o diferencial para os clientes, mas agora, mais do que nunca, ele precisa ser reinventado para se adaptar aos desejos dos novos consumidores. Nas lojas da Apple, por exemplo, os atendentes são mediadores entre os clientes e os produtos, a estratégia é parecer que estão ali mais para informar que para vender, criando uma experiência de compra muito mais relevante.

Outro ponto importante para inovar no varejo de luxo no Brasil e melhorar a experiência do consumidor, é usar tecnologias no PDV que atrairão e ajudarão a reter os clientes por mais tempo na loja. As vitrines digitais, por exemplo, são tendências que podem ser usadas no varejo de luxo e aumentar o tom de riqueza do local.

Faça a sua marca ser acessível e imersiva

O mercado de luxo não é mais exclusividade das pessoas de alto poder aquisitivo, pois, é muito comum, hoje, que alguns clientes juntem dinheiro por meses especialmente para adquirir algum produto de marca famosa. Empresas que oferecem um parcelamento maior saem na frente dos concorrentes. Além disso, o marketing da loja deve se preocupar em mostrar o quanto ela pode ser acessível para todos.

O luxo moderno também deve transmitir um estilo de vida, criando uma experiência global, na qual os produtos fazem parte. Uma forte narrativa de marca combinada com a tecnologia dá aos consumidores pontos de entrada acessíveis, onde “não é necessário comprar”, para a experiência de marca em cada ponto de contato e de preço.

Canais alinhados

O receio das falsificações é um dos motivos de algumas marcas de luxo estarem pouco presentes no e-commerce. Porém, já não é mais possível separar o mundo físico do virtual, pois as pessoas transitam por eles normalmente, por isso, as inovações das plataformas digitais devem ser vistas como aliadas.

Além disso, o consumidor moderno é altamente seletivo e usa a tecnologia para tomar decisões de compra a partir de inúmeros canais, as lojas online crescem a cada dia mais e é um ótimo segmento para as marcas de luxo.

Neste post, vimos que é importante mudar as estratégias de venda do varejo de luxo do Brasil, à medida na qual o perfil dos consumidores e a definição de luxo mudam. Além disso, com as mídias sociais, os produtos e serviços se tornaram acessíveis para as massas, levantando novos desafios para as empresas que querem ser um diferencial.

O varejo de luxo no Brasil tem um grande potencial de crescimento, mas, para isso, precisa contar com algumas mudanças para se adaptar ao comportamento do consumidor de luxo moderno, como a geração dos millennals.

Gostou do post? Então, agora, descubra como entender o estilo de vida do consumidor e traçar um perfil de consumo, para se comunicar da forma certa com seus clientes e oferecer produtos relevantes!

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