7 benefícios visíveis da colaboração entre varejo e indústria 0 2157

Cropped unrecognisable Caucasian woman standing outdoors and typing on her smartphone.

A colaboração entre varejo e indústria é benéfica para ambos. Longe de dizer respeito apenas sobre questões operacionais, varejistas e industriais podem inovar juntos e criar experiências que modificam a rotina do shopper. Empresas especializadas em digital experiences podem ajudá-lo a fazer isso acontecer, mas entender melhor as vantagens em apostar nessa colaboração é fundamental.

Há alguns desafios, todavia, em integrar os dois setores. Indústria e varejo trabalham em ritmos diferentes e têm objetivos distintos, o que pode dificultar a construção de uma parceria mutuamente benéfica. Para se aproveitar da qualificação do relacionamento entre ambos será preciso estabelecer linhas diretas de comunicação e se esforçar para que as metas de vendedores e produtores sejam consideradas na equação.

No artigo de hoje vamos falar das melhorias alcançáveis no varejo e na indústria quando eles colaboram entre si. Confira 7 dos aspectos positivos dessa jornada!

1. Manutenção do relacionamento

A dificuldade de produzir e distribuir produtos é uma constante no dia a dia das empresas. Do outro lado, o problema em encontrar fábricas capazes de atender aos anseios dos clientes e manter os prazos estipulados é uma realidade para os varejistas. Como, então, construir parcerias de longa data que possam ser mutuamente vantajosas?

Uma relação de confiança entre indústria e varejo faz com que ambos consigam esse resultado. O relacionamento duradouro é positivo porque permite que preços e prazos sejam melhores e que a cadeia de distribuição funcione de maneira mais fluida. Por causa disso, varejistas não precisam procurar constantemente por fornecedores e indústrias não têm de permanecer à procura de clientes para se manter.

2. Estabilidade no suprimento de produtos

Conseguir um fornecedor de confiança, capaz de manter os estoques de sua loja sempre em dia, não é tarefa simples. Entretanto, ao estabelecer parcerias diretas com a indústria a sua empresa larga na frente e tem muito mais chances de chegar a esse equilíbrio.

É que, ao colaborar, um varejista estabelece uma comunicação melhor com quem produz o que ele vende e os donos de manufaturas conseguem prever a demanda com mais precisão. Os riscos na cadeia de suprimentos se tornam menores e o índice de sobrevivência dos dois colaboradores aumenta.

Principalmente nos cenários em que a indústria enfrenta problemas no fluxo de caixa esse benefício é essencial. Contar com uma fatia de mercado mensurável é uma forma de dispor de recursos com mais eficiência e cumprir prazos com mais facilidade.

3. Redução de custos

Que tal estabelecer um relacionamento tão forte com as indústrias que permita, também, economizar? Varejistas que apostam nessa ideia têm facilidade em ver a diminuição de devoluções por defeito de fabricação e indústrias conseguem estabelecer esquemas logísticos mais eficazes.

Tudo que é poupado por varejo e indústria ao longo do processo pode ser repassado ao consumidor, o que leva a mais vendas. Se no passado, criar laços íntimos entre produtores e vendedores era visto como dispensável, hoje trata-se de uma oportunidade para expandir negócios e fidelizar clientes.

4. Compartilhamento de melhores práticas

Compartilhar práticas de negócios bem-sucedidas é um dos principais benefícios de se investir no relacionamento entre indústria e varejo. Quando o parceiro na manufatura tem conhecimento sobre o que os clientes do varejista buscam é muito mais fácil ir de encontro a demandas e oferecer um nível de serviço maior.

Da mesma forma, se o conhecimento industrial é compartilhado por quem vende ao consumidor final, é possível desenvolver iniciativas qualificadas de marketing. Inclusive, experiências imersivas que elevam as entregas realizadas para o shopper.

A partir do momento em que indústrias e lojistas se comprometem a dividir seus pontos fortes, ambas tendem a resultados melhores.

5. Geração de valor

O que pode ser melhor que aumentar o valor agregado de produtos para ambos os negócios? Com os insights que apenas varejistas têm sobre a percepção do shopper as indústrias podem criar bens melhores, o que aumenta a competitividade delas.

Ao mesmo tempo, ao vender itens de melhor qualidade os varejistas conseguem fidelizar o público e criar estratégias mais efetivas para a construção de experiências de compra incríveis. O conhecimento compartilhado entre indústria e varejo ajuda os dois a gerarem valor em suas áreas de atuação.

6. Planejamento otimizado

O que é comum ao varejo, a indústria e é uma das atividades mais difíceis de se fazer ao gerenciar um empreendimento? Planejar. Algumas tecnologias nos ajudam nisso, como os sistemas ERP, mas elas nem sempre são o único aspecto a ser considerado.

Se indústria e varejo dividem informações elas podem ser muito mais bem-sucedidas ao realizar seus planejamentos. Previsibilidade e acuidade são alguns dos resultados que você pode esperar nessa situação.

7. Pós-venda eficiente

Todo cliente prefere adquirir produtos com as empresas que oferecem o melhor suporte. É por isso que a Apple é tão bem-sucedida e os lojistas que comercializam seus produtos têm facilidade em vendê-los. Porém, essa característica não precisa ser exclusiva para quem produz ou vende em larga escala.

Interações melhores com a indústria ajudarão a entender mais sobre aquilo que comercializa e permitirão que a sua equipe esteja treinada para responder todas as perguntas do cliente.

Um pós-venda mais eficiente vai gerar, também, mais conhecimento a ser compartilhado com quem constrói os produtos, uma excelente maneira de obter feedback qualificado e criar bens de consumo melhores. Esse, talvez, seja o ponto alto ao se estabelecer essa relação.

Quais são os segredos para que as duas áreas possam colaborar com sucesso? Começar o relacionamento por aspectos de negócios bem estabelecidos por cada uma das partes é um deles. Concordar em compartilhar recursos e inteligência, além de dividir algumas métricas-chave, é outro.

Mas para que tudo isso seja alcançado é preciso pensar na relação a longo prazo. Varejo e indústria tendem a observar impactos mais duradouros quando projetam tempo e esforço para desenvolver a relação.

As colaborações entre indústria e varejo são importantes porque o alinhamento entre ambos é uma excelente oportunidade para inovar. Afinal, desenvolver experiências de maior engajamento e valor para os consumidores é um dos principais motivos para considerar essa parceria. Todo empreendimento pode se beneficiar dessas mudanças, já que elas são fundamentais para trazer mais consumidores para as lojas e aumentar a lucratividade delas.

E aí, pronto para começar a investir na colaboração entre varejo e indústria para otimizar os resultados do seu negócio? Comece a avaliar melhor essa ideia lendo nosso post sobre o futuro do varejo!

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Flagship KitKat Chocolatory 0 560

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 1005

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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