5 tecnologias de autosserviço que vão bombar no varejo físico 0 151

Repensar a experiência de compra no varejo físico se tornou um objetivo em comum a toda marca que tem presença física. Há muitos fatores que justificam isso, mas um dos principais é o avanço do hábito de compras online. Ou seja, tem que valer a pena para o consumidor ir à sua loja. Por isso, o autosserviço se tornou uma abordagem comum.

Entre lojas totalmente autônomas e PDVs que oferecem maior autonomia em diversas etapas da experiência, pensar nesse conceito é fundamental. Há muitos ganhos envolvidos, entre eles, agilidade nas compras, maior conveniência e personalização. Ou seja, o cliente faz do jeito que preferir e ainda ganha tempo.

Dentro dessa ideia de autosserviço, há cinco tecnologias que se destacam e que devem bombar no varejo nos próximos anos. Mostramos quais são, como funcionam e indicamos alguns cases de sucesso que valem a pena ser conhecidos. Acompanhe!

1. Prateleiras Inteligentes 

As prateleiras inteligentes são um dos principais recursos que ajudam a tornar um PDV o ambiente perfeito para experiências de consumo autônomas. Essa ferramenta pode ser útil tanto para o monitoramento de hábitos de consumo quanto para engajamento do cliente. Isso torna as prateleiras inteligentes altamente versáteis e úteis.

As prateleiras inteligentes contam com três recursos principais:

  • pusher – É um mecanismo que impulsiona o produto na prateleira para que ele chegue à parte frontal, o que evita que o consumidor precise buscar os itens no fundo do espaço. O pusher é muito mais um recurso de conquista do consumidor, mas que também simplifica a gestão do PDV;
  • telas de led – As telas de led também são mais capazes de captar a atenção do consumidor e melhorar a comunicação visual. Essas telas são posicionadas na região onde, geralmente, ficam os preços do produto. Além de mostrar esses valores, podem também indicar valor nutricional de alimentos e exibir peças em vídeo e GIFs de campanhas de marketing;
  • reconhecimento facial – O reconhecimento facial é voltado para identificar quem são as pessoas que estão comprando determinado produto. Assim, fica mais fácil ter um estudo de público-alvo, sabendo exatamente quem prefere aquele item;
  • captação de dados – As prateleiras inteligentes também geram dados variados relacionados ao consumo desses produtos. Os PDVs podem mensurar volume de vendas, mas também entender quais dias da semana, períodos e ocasiões em que as vendas sobem ou caem.

2. Self-checkout

Dentro da categoria de autosserviço, o autoatendimento é uma constante. E entre os principais recursos disponibilizados está o self-checkout. Este serviço funciona em lojas que permitem que os consumidores registrem e paguem seus produtos sem precisar ir a um caixa. Isso torna a experiência de compra muito mais ágil e conveniente.

O grande case de sucesso quando falamos de self-checkout é a Amazon Go, uma espécie de loja conceito estruturada para o autosserviço. Todo o processo é feito pelo cliente, que nem mesmo precisa pagar usando um cartão. Basta pegar o item na prateleira e, automaticamente, o valor é deduzido da carteira digital do consumidor.

Ainda que no Brasil não haja modelos de lojas tão automatizadas como a Amazon Go, o self-checkout já é realidade em muitos lugares, como os PDVs da rede de mercados Pão de Açúcar em seu novo formato de lojas, chamado Minuto Pão de Açúcar.

fachada loja minuto Pão de Açúcar
Foto: Grupo Pão de Açúcar

3. Carrinhos inteligentes

Os carrinhos inteligentes unem a praticidade à comodidade, resultando em uma experiência de consumo muito mais ágil. Funciona da seguinte forma: esses carrinhos têm máquina de leitura de código de barras e sistema de pagamento de cartão de crédito integrados à sua estrutura. Ou seja, todo item pode ser computado no momento que entra no carrinho.

A ideia é que o cliente faça o registro de cada produto assim que o pega na prateleira. Ao fim das compras, o total já estará somado, então o checkout será concluído mais facilmente, pelo próprio cliente. Para isso, basta fazer o pagamento na máquina que está acoplada ao carrinho.

O consumidor não precisa enfrentar filas e ainda consegue checar a parcial das suas compras em tempo real. É uma comodidade sem tamanho porque, além do somatório, é possível fechar as compras assim que o orçamento for totalmente preenchido.

4. Provadores Smart 

Outra ótima tendência são os provadores inteligentes. Seu conceito é tornar o momento de experimentar roupas menos complexo e mais dinâmico. Assim, o consumidor passa menos tempo tendo que provar diversas peças de roupa, mas também não corre o risco de levar para casa algo que simplesmente não vai cair bem.

Entre as funcionalidades desses provadores estão a projeção em realidade aumentada. Neste recurso, os provadores fazem a leitura da etiqueta RFID presente nas peças de roupa e, ao apontar o celular para o espelho, esse cliente consegue ver uma reprodução de como a roupa ficaria em seu corpo.

Além dessa projeção, a leitura das etiquetas traz também informações sobre caimento, material e outros detalhes das roupas. Em algumas lojas, o consumidor pode usar um app específico fornecido pela marca e, sem sair do provador, pode solicitar outros tamanhos de uma determinada peça, que serão levados por algum vendedor.

5. Vending Machines

As máquinas de vendas, ou vending machines, são mecanismos clássicos que estão há anos no varejo físico, mas que vêm passando por modernizações para envolver o consumidor. A estratégia por trás desse tipo de autosserviço é promover autonomia e agilidade no processo de escolha e pagamento de um produto em determinado posto.

Essas máquinas vão desde as tradicionais, de refrigerante, até as mais modernas, com painéis digitais e reprodutores holográficos. Recentemente, a Alice Wonders trabalhou em parceria com a Zaitt, líder no setor de vending machines, para proporcionar uma experiência de compra amplamente satisfatória.

Vale mencionar que as vending machines em seus modelos atuais também têm um grande apelo estético, graças ao visual moderno e inovador. Mais do que bons produtos e conveniência, essas máquinas levam a ideia de um consumo muito mais “cool”, algo extremamente atrativo ao público.

Sem dúvidas, o crescimento do autosserviço é algo que precisa estar nos radar dos varejistas que investem em inovação e otimização da experiência de compra. Em ambientes físicos, levar o patamar ao próximo nível é algo que passa por oferecer autonomia ao cliente.

Quer saber mais sobre tendências sobre varejo físico além do autosserviço? Confira mais neste conteúdo!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 203

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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Salas Imersivas: venda mais com experiências sensoriais 0 250

Propor experiências em PDV tem se tornado um desafio para as lojas. Competir com o digital é uma realidade dura, mas é inegável que a presença física proporciona explorar oportunidades únicas. Uma delas são as salas imersivas, que baseiam interações com o público por meio da imersão sensorial.

Você já deve ter visto algumas dessas experiências em exposições, ativações de marcas e ações de marketing feitas em shoppings e em grandes lojas. A ideia é simples: envolver o consumidor em uma relação mais aprofundada do que somente olhar uma vitrine ou assistir a um comercial. O resultado dessa interação vai afetar diretamente o engajamento e o desejo de consumo.

Vamos tratar ao longo deste conteúdo o poder das salas imersivas, o que faz com que elas sejam especiais e como podem ser utilizadas em diversos segmentos de negócio.

O que são salas imersivas?

As salas imersivas são espaços em que os visitantes podem interagir e participar de alguma ação de marketing nas quais estão profundamente envolvidos com a proposta da campanha. Nessas salas, são explorados todos os sentidos: audição, tato, olfato, paladar e visão, juntos ou com apenas alguns desses em combinação.

Nessas salas, a imersão acontece quando o consumidor é exposto a diversos estímulos e oportunidades de interação sem nenhuma interrupção por um fator externo. Justamente para possibilitar isso, as experiências são conduzidas em salas especiais, em que há o foco em se concentrar nas sensações propostas pelas campanhas.

É importante destacar que a base das salas imersivas é um conceito amplamente conhecido e utilizado: o marketing sensorial. Essa prática consiste em gerar engajamento, identificação e uma percepção positiva em relação a marcas por meio de vídeos, cheiros, músicas, gostos e experiências de toque.

Quais tipos de experiências as salas imersivas podem proporcionar?

As salas imersivas podem ter vários tipos de experiências do tipo. Algumas focam apenas em linhas sensoriais específicas, enquanto outras mesclam as possibilidades para gerar momentos ainda mais impactantes a quem participa dessas ações. Entenda algumas dessas possibilidades de imersão sensorial a seguir.

Projeções Mapeadas

As projeções mapeadas dentro de salas podem gerar a sensação de que o consumidor está em alguma paisagem ou ao lado de pessoas que, na verdade, estão sendo projetadas. Da mesma forma, é possível projetar elementos menores, como produtos.

A ideia com as projeções é fazer uma reprodução fiel, geralmente nas paredes e no teto da sala em questão, gerando assim a sensação de imersão na pessoa que está lá dentro. É uma ótima possibilidade para transportar pessoas para cenários, por exemplo.

Playlists

As playlists ajudam a tornar essa experiência da sala imersiva ainda mais sensorial. Afinal, a música é um dos elementos mais ricos dentro da projeção de uma ideia de marca. Não à toa as empresas têm seus jingles e escolhem trilhas sonoras para suas ações.

Uma boa playlist pode ajudar a gerar essa sensação de imersão ainda maior, gerando ainda uma associação posterior à marca, quando o consumidor escutar novamente determinada música.

Telões 360º

Os telões em 360º ocupam as paredes dessas salas com a missão de reproduzir vídeos e animações que tornem a experiência mais ilustrada e viva. Por ser uma tela contínua, a experiência com esse mecanismo obriga as pessoas a girarem para consumir todo o conteúdo.

Esse estímulo à movimentação, ainda que seja natural por conta da disposição dos telões, é uma forma de fazer o consumidor participar e interagir com a sala. É uma oportunidade de projetar sua marca de maneira enriquecedora e interessante.

Painéis interativos

Os painéis interativos podem ser combinados com telões e outros tipos de mecanismos sensoriais dentro das salas imersivas. O foco desse recurso é dar ao consumidor a autonomia de executar a experiência da maneira que bem entender.

Com esses painéis, as pessoas podem projetar imagens, buscar informações e selecionar detalhes relacionados à experiência em que estão imersas. Isso gera um engajamento maior e, no fim das contas, torna a oportunidade ainda mais interessante para quem está dentro da sala imersiva.

Realidade aumentada e virtual

A realidade virtual é um recurso muito visto em games, mas que já está sendo utilizado em experiências sensoriais diversas. Nas salas, muitas vezes, as pessoas são conduzidas apenas para aproveitarem um espaço vazio em que possam se movimentar para explorar o universo e possibilidades que é transmitido no visor de VR.

Já a realidade aumentada é uma tecnologia que permite projetar reproduções 3D, com o uso de periféricos como smartphone (e sua câmera) para simular objetos virtuais em ambientes físicos, por exemplo. Este é um recurso que já vem sendo usado há anos em diversas indústrias e também pode ser aplicado em salas imersivas.

Quais mercados podem fazer uso das salas imersivas?

As salas podem ser pensadas para os mais variados mercados, desde que a experiência sensorial em si seja realmente relevante. É fundamental que as interações e o que é mostrado a quem participa dessas atividades tenha relação direta com o produto e a marca, gerando a real sensação de participação e exploração.

Alguns mercados se destacam nas possibilidade de uso das salas imersivas, mais especificamente estes:

  • imobiliário: salas que projetam um apartamento mobiliado que possa ser explorado por cada cômodo;
  • automotivo: salas que simulam a experiência de dirigir um carro;
  • gastronômico: uma ótima ideia de sala imersiva é um local em que o consumidor entra, pode assistir uma receita ser preparada e ainda seja estimulado por uma experiência olfativa em que sinta o cheiro da comida em questão;
  • museus: as salas podem permitir que o visitante seja imerso em uma determinada época ou em algum cenário histórico explorado em uma exposição;
  • moda e beleza: com totens interativos ou uso de realidade aumentada, por exemplo, os clientes podem provar peças digitalmente e ainda saber mais sobre as especificidades de cada produto.  

As salas imersivas propõem um mundo de possibilidades para projetar experiências incríveis nos mais variados setores de mercado. Ao aliar a ideia de interação e ativação de marca com a tecnologia correta, os resultados de engajamento e vendas naturalmente terão uma subida satisfatória.

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