É o fim das lojas físicas? Confira 7 tendências para o futuro do varejo 0 8465

Especialistas ao redor do mundo afirmam que a pandemia do COVID-19 acelerou transformações digitais (e físicas) talvez esperadas apenas para a próxima década. Um exemplo disso foi o trabalho remoto que, segundo um estudo da McKinsey, levaria pouco mais de um ano para ser incrementado em tempos “normais”. Só que, com o decreto da quarentena em março de 2020, vimos escritórios inteiros migrarem para a casa de seus colaboradores em um período um pouco menor que o de 12 dias.

Parece insano, mas sabemos que essa não foi a única aceleração que a crise provocou na relação das pessoas com o mundo digital e físico. Os consumidores têm desenvolvido diferentes necessidades e comportamentos de consumo digital, que devem ser observados e absorvidos por grandes marcas nos próximos anos.

Logo, pode-se dizer que será o fim das lojas como conhecemos?

Confira a seguir 07 tendências que devem nortear o futuro do varejo físico, baseadas em pesquisas da NRF Retail’s Big Show 2021 e do 2020 Costumer Expectations Report.

1. Lojas pensadas para
produtos pessoas

Com o boom do e-commerce após o isolamento social, adquirir um produto ou serviço de sua loja favorita ficou a literalmente 1 clique de distância. Logo, as lojas físicas que desejam sobreviver ao pós-pandemia devem abrigar em seus estabelecimentos mais do que prateleiras infinitas e produtos de cores mil. 

Hoje, os consumidores buscam encontrar nas lojas espaços de experiência, convivência, interatividade e criação de memórias, rompendo as tradicionais relações de compra e venda que antes conhecíamos. 

A Kit Kat Chocolatory da Nestlé, localizada no Morumbi Shopping, é um perfeito exemplo de loja criada a partir do Experience Economy. Flagship desenvolvida pela agência inglesa FITCH, a Alice Wonders ficou responsável por desenvolver metade dos pontos de contato digitais e implementar 100% dos pontos de contato digitais da loja que embarca experiências como content wall, parede interativa, impressão de foto em um Kit Kat, Prateleira Infinita, cardápio digital, realidade virtual e mais, colocando o Brasil à frente de outros países em termos de tecnologia e inovação no PDV.

Mas isso significa que as lojas deixarão de ser locais voltados à vendas? Não necessariamente. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, 84% dos consumidores afirmam que tendem a gastar mais em lojas que ofereçam experiências de compra marcantes sejam elas recreativas, relaxantes, encantadoras ou informativas.

2. Tecnologias aliadas à experiência no PDV

Com consumidores cada vez mais digitais e hiperconectados, aliar tecnologia ao ponto de venda, além de impulsionar o visual merchandising da sua marca, ajuda a reter a atenção dos shoppers – que passam a ter não só os olhos, mas o tempo  cada vez mais disputado por lojas, apps, marcas concorrentes ou não.

Com o uso de Realidade Aumentada atrelada à experiências no varejo, por exemplo, é possível que os clientes experimentem roupas ou calçados de forma virtual, montem looks e até finalizem suas compras direto do provador. 

Outra tendência já utilizada por grandes empresas e startups ao redor do mundo é o uso de Inteligência Artificial para otimização do processo de compras, aperfeiçoamento do armazenamento e histórico de produtos, melhorias na gestão de estoque e estratégias baseadas em comportamento. 

Essas e outras tecnologias para ponto de venda não surgem para substituir as conexões humanas por completo, mas, sim, para somar na construção de experiências cada vez mais inovadoras, personalizadas e únicas.

3. Menos interrupções, mais “Do it yourself”

No varejo do futuro, os pontos de atrito entre lojas e consumidores parecem estar com os dias contados. 

Com a utilização de Bots, Apps, Telas e tecnologias como Scan-and-Show, as empresas agora apostam na diminuição de atritos entre vendedores e clientes, outorgando autonomia aos shoppers durante processos de atendimento, dúvidas e até mesmo de pagamento. 

Nesse último, conceitos como o cashless (menos dinheiro) e cardless (menos cartões) já vem sendo utilizados por marketplaces como Uber e Apple Pay, por exemplo. O modelo consiste em vincular os dados de pagamento ao gadget do consumidor, não sendo necessário apresentar o valor em espécie ou o cartão físico. Essa já é uma realidade também crescente em supermercados do Brasil, bastando ter o celular em mãos para debitar o valor de suas compras na saída.

4. Customer Centric: marcas atentas às preferências do consumidor

Empresas que seguem a tendência do Customer Centric, isto é, clientes no centro das decisões de negócio, buscam elaborar seu planejamento estratégico focado na melhor experiência dos usuários.

Suponhamos que você deseje abrir o primeiro ponto de atendimento da sua loja que, até então, era somente digital. Aplicando o conceito Customer Centric, você teria uma série de opções: desde avaliar a localização média de seus consumidores, até a elaboração de uma pesquisa com seus atuais clientes para sondar locais de suas preferências. Isso tornaria sua escolha muito mais acertada, baseando-se, sobretudo, na necessidade e vontade do seu consumidor.

O conceito já até tem sido percebido e bem avaliado pelos usuários. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, cerca de 79% dos consumidores dizem que as empresas que colocam os clientes como o centro do negócio destacam-se mais do que as que apenas geram marketing personalizado.

5. Logística 4.0: aceleração de entregas

Com a pandemia, além de atentar-se às medidas protetivas nas lojas físicas, os comércios precisaram também se adaptar ao crescimento exponencial do e-commerce. 

Em alguns setores, as vendas online cresceram entre 30% e 40% ao longo de 2020, demandando novos esforços e adaptações logísticas entre grandes varejistas e empresas transportadoras. 

A tendência é que o perfil de consumidor – cada vez mais exigente e seletivo –, exija entregas cada vez mais rápidas, bem como o acompanhamento de todas as etapas de distribuição em tempo real

A falta de inteligência tecnológica nos projetos de distribuição pode acarretar em inadequação de estoques, gerenciamento manual ineficaz, baixa transparência e  falta de flexibilidade em logística. Mais um reforço sobre a importância do uso de dados no varejo do futuro.

5. Marcas aliadas a responsabilidade social

Intensificado pela crise global, o olhar dos consumidores agora passa a ser ainda mais atraído por marcas que compartilham valores ligados à sustentabilidade, transparência e responsabilidade.

Um exemplo de posicionamento estrategicamente conectado ao tema de negócio é a AMA, projeto da AMBEV que apostou na expertise da Alice Wonders para dar corpo e vida à iniciativa através de uma Vending Machine Interativa

Na aquisição de cada garrafa de água AMA, 100% do lucro é revertido para construção de poços artesianos em bairros e comunidades que sofrem com a falta de água. Logo, além de destacar a marca com tecnologia e inovação, a máquina lançava um convite à reflexão social, demonstrando seu impacto positivo enquanto entretia e encantava o consumidor no ato de compra.

7Data-Driven: empresas e marcas regidas por dados

Com o crescimento exponencial do conceito Data-Driven, ou seja, empresas e organizações guiadas estrategicamente por dados, sobressaem-se as marcas que sabem desmistificar o big data para compreender o comportamento do consumidor seja no e-commerce ou varejo físico. 

Um exemplo de marca que bem representa essa tendência é a Intel. Junto a Alice Wonders, desenvolveu uma Smart Store Interativa que revolucionou o varejo de laptops no Brasil.

Em um totem, os shoppers respondiam suas preferências e necessidades na hora de escolher um notebook. Ao final do questionário, por meio de luzes coloridas, eram direcionados aos modelos das categorias que mais possuíam sinergia com suas escolhas. Além de toda a coleta de dados que favorecia as recomendações adequadas, a Intel ainda mapeava o comportamento do cliente na loja, acessando insights poderosos como quais modelos foram os mais procurados, qual a média de tempo e distância em cada laptop, quais dias e horas da semana receberam mais movimento (e muito mais!). 

Viu só o poder dos dados na hora de tomar decisões estratégicas para aumentar engajamento e volume de vendas no seu PDV? É justamente essa a funcionalidade do Granometrics.io, tecnologia exclusiva da Alice Wonders que mapeia comportamento em espaços físicos, gerando insights que resultam em vendas qualificadas.

Qual dessas tendências você acredita ser a mais revolucionária para o setor varejista? Compartilhe sua opinião nos comentários! 

E se você também deseja inovar e destacar sua marca com Experiências Digitais no PDV,  entre em contato conosco e conheça nossas soluções personalizadas! 

 

 

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5 motivos para investir em uma Vending Machine 0 2134

Vending Machines Interativas, por Alice Wonders

Tendência no mundo todo, a vending machine é uma grande facilitadora na hora de realizar compras. A praticidade serve tanto para o consumidor quanto para o comerciante. É um potencial investimento, ainda mais agora com as mudanças de hábitos e formas de consumo, num cenário onde a tecnologia se mostra ainda mais essencial no varejo. 

O Japão conta com mais de 5 milhões de vending machines, na Europa são 3 milhões e nos EUA, 3,5 milhões. Enquanto no Brasil, esse segmento aparece com aproximadamente 100 mil máquinas, que movimentam R$ 700 milhões, segundo a Associação Brasileira de Vendas Automáticas (ABVA). Se você já tem interesse de investir em uma vending machine, a hora é agora! 

Veja as vantagens desse negócio em potencial:

Variedade de produtos

Existem várias categorias de vending machine, desde diversos tipos de alimentos, bebidas, livros até eletrônicos. As máquinas de café, por exemplo, podem servir diversas opções de sabores. Recentemente, desenvolvemos uma tecnologia para máquinas automatizadas de café que servem bebidas geladas. As nossas máquinas possuem um painel interativo para o usuário avaliar as bebidas, deixando a sua nota (de 1 a 5 estrelas) para análise de dados. 

Máquina Hackeada/ Vending Machine
Máquinas Hackeadas de bebidas geladas para a Nestlé, por Alice Wonders.

Oportunidade de negócio

As vending machines são instaladas em locais estratégicos com alta circulação de pessoas, estão presentes em estações de metrô, centros empresariais, como escritórios, hospitais, clínicas, além de serem ótimas para eventos. Outra vantagem, é que não necessitam de nenhuma ação de marketing para divulgação em massa. Pode ser uma oportunidade de vendas extras, complementando serviços e produtos dentro do seu comércio. 

Ótimo custo-benefício

Pense que você não terá despesas com aluguel caro de ponto comercial e contratação de funcionários. O funcionamento da vending machine é 24h por dia e totalmente automático.

Visando economia e tranquilidade para você e para o consumidor, que terá mais variedade de produtos e uma experiência de compra rápida e fácil. 

Manutenção

Há duas opções de aquisição de uma vending machine: você pode comprar ou alugar a máquina. A vantagem do aluguel é que você terá todos os serviços de manutenção disponíveis sempre que precisar e sem dor de cabeça. Todo o suporte técnico é de responsabilidade da empresa contratada, que oferece uma equipe especializada e você pode contar, também, com aparelhos novos de tempos em tempos. A sua única preocupação será no abastecimento da máquina e precificação dos produtos.

Encontre o seu mercado

Se você ainda não sabe onde e quais produtos investir em uma vending machine, comece fazendo uma pesquisa de mercado para saber qual segmento é mais rentável. As máquinas de bebidas enlatadas e alimentos, como pacotes de salgadinhos, biscoitos e chocolates, são as mais famosas. 

Tecnologia e design

Para grandes empresas a opção de vending machine também é uma ótima alternativa para entregar tecnologia e inovação no varejo. Foi o caso da AMBEV, que apostou na nossa expertise para dar corpo e vida ao projeto AMA. Desenvolvemos a Vending Machine Interativa não apenas para destacar a marca, mas para criar uma relação emocional no ato da compra. A máquina é um convite à reflexão sobre o tema do negócio social, demonstrando seu impacto positivo na prática a cada venda enquanto entretém o consumidor.

AMA AMBEV, Vending Machine Interativa, por Alice Wonders
Vending Machine Interativa para a AMBEV, por Alice Wonders.

Vending machine é uma ótima solução tecnológica de varejo, com ótimo custo-benefício, baixo investimento e com estimativa de crescimento no mercado. Entre em contato conosco para fazer um orçamento, podemos ajudar sua empresa a realizar projetos incríveis! 

 

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5 lojas phygital que estão revolucionando o varejo 0 69535

phygital

O conceito phygital está transformando o varejo, unindo o melhor do mundo físico e digital para criar experiências imersivas e personalizadas no ponto de venda (PDV). Combinando tecnologia, design inovador e interação em tempo real, algumas lojas estão elevando a experiência do consumidor a um novo patamar.

Confira cinco lojas phygital que estão revolucionando o varejo:

1. Bandai Namco Cross Store: o paraíso dos fãs de cultura pop japonesa

Se você é fã de anime, jogos e colecionáveis, vai adorar a Bandai Namco Cross Store nos Estados Unidos. Depois do sucesso da unidade de Londres, essa megaloja na Industry City reúne todas as marcas icônicas da empresa em um só lugar:

  • 10 espaços oficiais dedicados a produtos exclusivos da Bandai Namco;
  • Colecionáveis e estatuetas de animes e games;
  • Jogos de cartas exclusivos, como One Piece Card Game;
  • A volta nostálgica dos Tamagotchis;
  • Itens de PAC-MAN, Tekken e Dragon Ball.

Localizada no Japan Village da Industry City, a loja proporciona uma experiência imersiva, com mercado japonês, barracas de comida, loja de saquê e muito mais. Mais do que um ponto de venda, a Cross Store é um espaço para viver o universo da Bandai Namco de forma autêntica e interativa.

2. Adore Beauty: tecnologia e personalização no varejo físico

A Adore Beauty, conhecida por revolucionar o e-commerce de beleza, expandiu sua estratégia para lojas físicas. Sua unidade em Melbourne é um verdadeiro hub de tecnologia e experiência personalizada.

O local conta com o observ 520x, que faz uma análise digital detalhada da pele para recomendações personalizadas; um espaço para eventos e masterclasses, aproximando clientes e marcas; e mais de 300 marcas disponíveis, criando um mix completo para diferentes perfis de consumidor.

Ao apostar em um ambiente interativo, a Adore Beauty reforça seu compromisso com inovação e conhecimento no setor de beleza.

3. Nike House of Innovation: O Futuro do Varejo em Nova York

Localizada na Quinta Avenida, em Manhattan, a Nike House of Innovation redefine o conceito de loja física com seis andares de tecnologia e design interativo.

O espaço conta com pagamentos móveis e acesso a informações por QR Codes, bases de manequim Scenic, ativadas digitalmente e personalizadas e ambientes multissensoriais que conectam o consumidor diretamente à marca.

Combinando elementos digitais e físicos, a Nike House of Innovation é um exemplo de varejo phygital de alta performance

4. Boutique Jacquemus em Paris: o phygital ganhando força

A boutique da Jacquemus, na avenue Montaigne, em Paris, é um convite à interatividade e às experiências imersivas. Com uma vitrine que apresenta um computador vintage com a mensagem “site fora do ar”, o espaço incentiva o público a explorar a loja fisicamente.

O espaço também conta com um design minimalista e luxuoso, valorizando os produtos como obras de arte. E com uma fachada com grandes janelas que iluminam o espaço e reforçam a estética moderna da marca. A loja transforma o ato de comprar em uma experiência sensorial que mescla tecnologia, design e exclusividade.

5. Ecoparada da Bauducco: experiência e interatividade em 1000m²

A Ecoparada da Bauducco é uma loja-conceito que leva a interatividade a outro patamar. Com mais de 1000m², o espaço oferece uma imersão na história e na produção da marca, tudo isso através da:

  • Criação de panetones personalizados, em um espaço lúdico e interativo;
  • Telões com fones de ouvido, permitindo que os visitantes assistam à história da Bauducco;
  • Produção de panetones ao vivo, aproximando o consumidor da marca.

A Ecoparada Bauducco é um exemplo de como o phygital pode transformar o PDV em um ambiente de experiência e conexão com os clientes.

Conclusão

O varejo phygital está redefinindo o ponto de venda, criando experiências imersivas e interativas que envolvem os consumidores de maneira inovadora. Ao integrar tecnologia, personalização e interatividade, essas lojas mostram que o futuro do varejo é uma combinação perfeita entre o físico e o digital.

Seja através de análises personalizadas, vitrines interativas ou instalações artísticas digitais, as marcas que apostam no phygital estão criando novas formas de engajamento e fidelizaçãoFique de olho nessas tendências e acompanhe como o varejo continuará evoluindo nos próximos anos!

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