A importância dos dados no varejo físico: entenda o seu poder de escalabilidade 0 1189

Os dados entregam uma realidade mais próxima possível, com a finalidade de extrair informações quantitativas e qualitativas. São ferramentas capazes de formar opinião e meios importantes para a tomada de decisões mais assertivas. 

O Covid 19 chegou trazendo importantes lições para o mercado como um todo. Adaptabilidade e resiliência são características imprescindíveis para qualquer pessoa, corporação ou instituição sair mais forte das mudanças drásticas e imprevisíveis, consequências do que estamos vivendo. 

A mudança do comportamento e das necessidades das pessoas diante a essa realidade irá impactar diretamente nas configurações e aplicações do design e da arquitetura dos espaços públicos, privados, dos mobiliários, meios de transporte, etc. 

O design, como sempre, tem papel facilitador e universal para os usuários. E hoje deve ser pensando com ainda maior cuidado e atenção para minimizar os impactos de alteração da rotina de quem terá que voltar às atividades normais como trabalhar e fazer compras

Uma tendência que entendemos que continua a acontecer é a ampliação de espaços vazios aumentando distâncias entre usuários, criando barreiras físicas entre atendentes e consumidores e, consequentemente, minimizando proximidades no contato físico de todas as frentes. Projetos arquitetônicos deverão ter seus padrões mínimos repensados. Enquanto as adaptações devem ser feitas com o uso de tecnologia e automação

A maneira e frequência de como usaremos os espaços públicos e privados também tende a mudar, portanto, os espaços devem ser repensados para serem mais eficientes em menores escalas. Veja como os dados podem ajudar na missão de lidar com as novas formas de consumo e comportamento, uma vez que nos aproximamos, cada vez mais, para o cenário pós-pandemia e precisamos realizar as adaptações necessárias nos PDV’s para receber as pessoas com segurança. 

Estratégia

Os dados são a principal fonte para a estratégia. Mas antes de buscar dados e pensar em uma ação estratégica, é preciso saber qual ou quais são os seus objetivos. Levante uma lista das coisas que você precisa fazer: 

  • Melhorar o layout da loja;
  • Colocar pontos de atenção;
  • Saber quais produtos atraem mais o consumidor.

A partir dos seus objetivos, você conseguirá traçar a sua estratégia, coletando dados para definir o plano de ação que irá apontar: 

  • O melhor ponto de atenção dentro da loja para expor os principais produtos;
  • Como e onde os consumidores circulam mais dentro da loja, para melhorar o layout.

 Por meio da coleta de dados é possível observar padrões aparecendo e investir na sua estratégia. 

Sensores

Já sabemos da importância da tecnologia no PDV para auxiliar o varejo. E aqui vamos falar do uso de sensores de proximidade, que detectam movimento e podem gerar uma infinidade de dados. É basicamente uma tecnologia que faz a recepção e transmissão de sinais através de movimentos. 

Uma forma simples de utilizar os sensores para coletar dados é fazer a instalação na entrada principal das lojas, para identificar a porcentagem do fluxo de clientes versus a quantidade que efetuou a compra, de fato. E não é só isso, conseguimos muito mais! Estrategicamente, instalamos sensores em prateleiras, em mesas de exposição de produtos e até mesmo em displays holográficos de gôndola. Para obter dados reais, conseguimos combinar o medidor de fluxo da entrada com os sensores de métrica colocados nas mesas e produtos para gerar novos insights. 

É o caso da “Mesa inteligente”, projeto Alice Wonders para a Intel, onde nesse espaço o cliente pode experimentar todos os produtos disponíveis. Usando uma tela touch interativa, que apresenta perguntas sobre suas preferências e o que está precisando, e ao final indica o modelo de notebook mais adequado para você. Nesta mesa, há sensores IOT que transmitem dados sobre a proximidade e interação das pessoas com os produtos. 

Store-in-Store Intel, com mapa de calor granular e sensores IOT. (Projeto Alice Wonders)
Store-in-Store Intel, com mapa de calor granular e sensores IOT. (Projeto Alice Wonders)

Listamos abaixo o que é possível monitorar através de sensores para gerar dados em um PDV: 

  • Tempo de permanência 
  • Presença 
  • Jornada macro 
  • Horários por dia/ semana, dia/mês, datas comemorativas
  • Medir distância
  • Fluxo 

Analisar dados

Sistema proprietário de dados para gerar insights
Representação do sistema proprietário para gerar insights. Imagem meramente ilustrativa.

Os dados são fontes valiosas para a tomada de decisão. Porém, a análise de dados não é tarefa tão simples ou intuitiva, quanto parece. É preciso explorar o real potencial das informações a fim de criar soluções efetivas para um negócio de sucesso. Ou seja, para todas as suas questões, as respostas surgem em forma de dados.

Relatório que mostra o gráfico de movimento durante as horas do dia.
Relatório que mostra o gráfico de movimento durante as horas do dia.

A imagem acima apresenta a relação dos dados de um dos nossos clientes, localizado em um dos Shoppings de São Paulo, onde espera-se que o pico de movimento ocorra ao meio do dia (horário de almoço) e, também, mais no final do dia. Diferentemente do que mostram os dados do relatório, indicando o horário de pico durante às 16h. 

A grande questão é: o que extrair a partir dos dados? Os dados são capazes de indicar comportamentos para direcionar estratégias de campanhas de marketing, promoções, lançamentos de produtos. É importante combinar a experiência de BI (Business Intelligence) para gerar insights como ticket médio, nutrição da indústria 4.0 que pode produzir em maior escala os produtos que estão sendo mais consumidos e procurados nas lojas, por exemplo. 

Quer saber mais como os sensores podem gerar dados valiosos para melhorar a experiência do consumidor na sua loja? Entre em contato conosco e peça um orçamento. 

 

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Varejo Phygital: sinergia entre físico e digital veio para ficar? 0 269

Muito se fala sobre o futuro do varejo e como esse horizonte vai se desenhar mesmo com o digital estabilizado. Nessas discussões, um erro bastante comum é achar que as lojas físicas vão perder força com o passar do tempo. Não à toa, o conceito de varejo Phygital é um dos temas mais comentados no setor atualmente.

Não seria perfeito poder unir o melhor da experiência de venda online com o que há de mais consolidada nas vendas presenciais? Phygital trata isso não só como uma possibilidade, mas como uma realidade. Quase como uma fusão, as duas ideias de comércio são colocadas de maneira integrada e inteligente em prol da experiência perfeita.

Tratamos mais sobre esse assunto ao longo deste conteúdo. Continue lendo para entender melhor.

 

Do que se trata o conceito de varejo Phygital?

O varejo Phygital é uma ideia que integra as práticas executadas em pontos de venda com as estratégias utilizadas no meio digital. Assim, é possível ter experiências mais satisfatórias, unindo o que há de melhor nos dois mundos e entregando isso ao consumidor.

Ao analisarmos o termo Phygital, percebemos que ele é resultante da união de duas palavras do idioma inglês: Phy (de Physical) e gital (de digital). Ou seja, varejo físico e digital unidos. Por mais que o nome já traga uma ideia sobre o que se trata, se aprofundar melhor na ideia ajuda a saber, concretamente, como colocar a ideia em prática.

Vamos começar a entender essa ideia pensando em um fator único da experiência de consumo físico, que é avaliar um produto em mãos. Por mais que seja ótimo comprar online por conta da comodidade, você só toca na mercadoria quando ela chega em sua casa. Poder fazer isso presencialmente é algo decisivo para fechar uma compra.

Agora, vamos pensar em um benefício simples, mas que faz toda diferença das compras online: você não precisa enfrentar fila. Em lojas muito cheias, pode ser incômodo ter que esperar tempos prolongados para pagar pelo item.

O melhor de dois mundos?

Sim, na teoria e na prática, Phygital propõe o melhor dos dois mundos. De maneira geral, a proposta é digitalizar a experiência de compra no varejo físico de maneira inteligente. Com suporte da tecnologia, consumidores entram em lojas e encontram diversas possibilidades modernas e inovadoras de terem um momento mais cômodo. Tudo isso com base em interação e experiência personalizada ao consumidor.

Para que se possa ter uma ideia mais concreta do que seria uma loja em que o conceito Phygital é aplicado, esse estabelecimento contaria com recursos como:

  • app próprio de realidade aumentada caso o cliente queira projetar um produto que não está exposto ou experimentar uma roupa sem precisar ir a um provador, por exemplo;
  • totens interativos para autoatendimento, solicitando um item por meio de um tablet, ou até mesmo checando a disponibilidade deste produto de maneira mais autônoma e independente;
  • guichês de self checkout para evitar filas;
  • compras que podem ser feitas pela web, mas retiradas diretamente em uma loja, dispensando a necessidade de espera maior pela entrega em casa, como são as Guide Shops;
  • sistemas ERP capazes de integrar estoques da loja e e-commerce, facilitando a gestão logística e aumentando a precisão na informação mostrada ao consumidor.

Como a experiência é valorizada nesse conceito?

Vender não pode ser considerada a atividade principal de uma loja física nos dias de hoje. Até porque, se esse for seu objetivo único, a concorrência vai superar seu negócio facilmente. Sem a experiência, um negócio qualquer jamais vai alcançar um status de referência, seja lá qual for o setor.

No varejo Phygital, é preciso deixar de lado a ideia de ponto de venda e adotar o ponto de experiência. Isso significa que marcas não podem pensar apenas que têm um local para vender seus produtos, mas sim, uma oportunidade de causar uma ótima impressão no consumidor. Até porque, se não for assim, porque essas pessoas iriam no seu estabelecimento?

A jornada do consumidor mudou muito nos últimos anos. Uma de suas principais características é que hoje ela não é mais linear. Ou seja, as pessoas não seguem mais uma regra, um hábito. Quem hoje compra na internet, amanhã pode querer ir à sua loja. Nessa oportunidade, é fundamental ter uma experiência acima da média.

Portanto, marcas precisam sempre pensar em envolver, engajar e causar uma impressão única e incrível no consumidor. Pense da seguinte forma: sua marca é uma religião e sua loja é um templo, uma catedral. Toda a ideia da sua empresa tem grandes chances de fazer mais sentido e conquistar um consumidor quando essa pessoa vai até a loja. Essa é a chance de torná-la uma “fiel”. Neste caso, um consumidor fiel.

 

Lojas nativas digitais devem pensar em lojas físicas?

O grande avanço do digital nos últimos anos trouxe muitos questionamentos sobre o futuro do varejo. Os mais radicais chegaram a decretar: as lojas físicas estão com os dias contados. Porém, sabemos que isso não é verdade. Afinal, há um fator principal que faz as coisas mudarem constantemente: o comportamento de compra do consumidor.

Com a pandemia da covid-19 , ficou clara a ideia de que comprar online era não só uma possibilidade, mas também uma necessidade para muitos. Com o passar do tempo e o avanço da vacinação, pouco a pouco a vida de milhões foi voltando ao “antigo” normal. E então, comprar online segue sendo a única opção?

O longo período sem poder visitar lojas e ter uma experiência de compra física fez com que o consumidor médio sentisse a necessidade de retomar esse simples, mas importante hábito. Percebendo isso, marcas nativas do digital decretaram: ter uma loja física pode sim ser uma ótima ideia.

A carência da experiência física tem gerado um movimento de abertura de espaços físicos para reforçar a consciência de marca e a presença no mercado. Isso significa apenas um passo à frente, mas nenhum atrás. Ou seja, o digital segue com toda importância possível. Enquanto isso, os espaços físicos são lançados e, para ter o máximo de sucesso, têm o foco em gerar experiências destacadas.

Com tecnologia e inovação como bases, sempre com orientação à experiência de destaque do consumidor, o varejo Phygital é uma necessidade às marcas. Com certeza, esse conceito veio para ficar e já é a realidade do mercado.

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QR Code no PDV: 6 dicas de como usar para vender mais 0 490

O QR Code não é um recurso tecnológico exatamente novo, o que não significa também que não seja moderno. Por mais que exista há um bom tempo, seu uso nunca teve tanta aderência como atualmente. No varejo, há muitas formas de ter essa tecnologia como forma de gerar experiências mais qualificadas e gerar interações estrategicamente pensadas.

Seu consumidor está disposto a oferecer a informação que você deseja e acessar suas ações de marketing, é claro, desde que seja interessante para ele. Diante disso, os QR Codes podem ser a ponte entre essa pré-disposição do público e uma possibilidade de conversão que seu negócio projetou. Basta saber como usar a ferramenta.

Para ajudar, selecionamos algumas boas possibilidades que, além de serem eficazes, são de fácil aplicação no varejo físico. Veja as 7 melhores formas de usar o mecanismo e entenda a utilidade de cada uma delas.


1. Divulgue suas promoções e descontos

Consumidores nunca deixam de buscar condições diferenciadas para comprarem os produtos que desejam. Mesmo que determinado item não estivesse no radar dessas pessoas, um bom desconto, por exemplo, pode ser capaz de mudar o cenário.

Portanto, você precisa facilitar o acesso a essas ofertas, de preferência criando uma landing page para que seu consumidor chegue após usar um QR Code. Também é possível direcionar esse código para uma área de promoção no seu e-commerce.

O ideal é posicionar esses QR Codes que levam às ofertas da sua marca em alguns pontos estratégicos, podendo ser em totens de publicidade espalhados pela cidade ou em shoppings, Também é uma ótima ideia disponibilizar esse código, com um CTA avisando das ofertas, dentro da sua própria loja física.

2. Ofereça conteúdos adicionais e complementares

Boas estratégias de conteúdo têm capacidade de gerar os mais diversos tipos de ganhos ao seu negócio. Aqui, vale a ideia de que os dois lados ganham: enquanto seu consumidor tem acesso a um conteúdo de qualidade, você tem chances de gerar engajamento e conseguir leads.

O QR Code vai conectar o seu consumidor interessado a um conteúdo que pode estar no seu blog, no seu site, no canal da sua empresa no YouTube ou até mesmo nas redes sociais da marca. É fundamental, no entanto, que esse conteúdo seja apresentado de maneira interessante, gerando interesse no consumidor.

Disponibilize esse QR Code no seu PDV, sempre com CTAs convidando seu cliente  a entender mais sobre um assunto, conhecer um novo produto ou participar de qualquer outra experiência. Essa chamada para ação deve estar relacionada ao conteúdo ao qual a pessoa será redirecionada.

3. Use como mecanismo de captura de leads

Certamente você já viu por aí CTAs como “Cadastre-se para não perder nenhuma promoção e lançamento“. Esse tipo de estratégia serve para que você consiga captar o contato de um consumidor e, dessa forma, obter um lead que pode gerar compras no futuro.

Esse tipo de comunicação é bastante comum online, mas você também pode aplicar em um varejo físico, claro, usando o QR Code. A intenção é que esse código redirecione a pessoa para uma landing page com formulário, em que preencherá seus dados.

Mas lembre-se: é fundamental dar continuidade a isso. Se você se propõe a captar leads na sua loja física, é essencial alimentar sua base de contatos com ofertas, conteúdos e manter aproximação constante. Assim, você conquistará engajamento e conversões.

4. Ofereça uma nova forma de pagamento

Muito provavelmente, seu consumidor detesta pegar longas filas no seu ponto de venda. Portanto, sua estratégia de varejo deve considerar métodos de pagamento que evitem esse problema. O self checkout é um dos principais e pode ser feito com ajuda dos QR Codes. 

Por meio de totens de atendimento ou em pontos espalhados pela loja, posicione códigos que levem o seu consumidor a escanear um acesso que os levem diretamente a uma página de checkout. Assim, essas pessoas evitam pegar fila e a experiência em loja é muito mais satisfatória.

Para que isso funcione, lembre-se de que as embalagens dos produtos, ou as etiquetas dos itens, precisam ter um QR Code com informações e o preço. Assim, o próprio consumidor pode escanear cada produto e, ao fim, fazer o pagamento diretamente pelo smartphone.

5. Peça que o consumidor avalie a experiência

Uma boa experiência no varejo vai fazer com que seu cliente se sinta motivado em avaliar positivamente sua empresa. Portanto, é uma ótima ideia posicionar em alguns pontos da sua loja um incentivo para que as pessoas avaliem o estabelecimento e a experiência de compra.

Para isso, use QR Codes que vão direcionar seu consumidor para páginas de avaliação. Por lá, você pode usar a estratégia que quiser, como o método de pesquisa NPS. Se for possível avaliar, permita também comentários escritos adicionais.

Por mais que seja um recurso muito interessante, lembre-se de que pode gerar também feedbacks não tão positivos. Se a experiência em loja não é tão boa, seu consumidor vai relatar isso. De qualquer maneira, esses feedbacks ruins podem ser muito úteis como base para uma proposta de melhorias.

6. Faça links para suas redes sociais

Toda marca que se preze está em busca de um bom tráfego de consumidores para suas redes sociais. Certamente esse também é o caso da sua empresa, então é altamente recomendável usar os QR Codes para captar mais seguidores.

Pessoas satisfeitas com a experiência de compra em um PDV têm maior probabilidade de se interessarem por estarem próximas da sua marca. Hoje, é por meio das redes sociais que isso é possibilitado com maior facilidade e da maneira que o público gosta.

Portanto, não esqueça de convidar o público da sua loja para seguir a empresa nas redes sociais em que a marca está presente. Faça isso por meio de um código posicionado em pontos estratégicos do estabelecimento, redirecionando para esses perfis.

O QR Code no PDV pode cumprir com um papel realmente interessante, mesmo sendo uma tecnologia simples. Sua praticidade e possibilidades que gera faz com que seu uso seja praticamente obrigatório para gerar grandes oportunidades.

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