Ativação para feiras e eventos: descubra 5 opções para sua marca 0 101

Indiscutivelmente, vivemos na era digital. As empresas passaram por muitas transformações nos últimos anos, inclusive na forma como fazem marketing. Mesmo nesse novo contexto, ações presenciais ainda têm imenso valor. E é por isso que uma boa ativação para feiras e eventos ainda pode gerar resultados de destaque.

Mas sem dúvidas, é fundamental que essas ações proporcionem experiências únicas aos consumidores. E como base para isso, a tecnologia e a inovação devem estar presentes. Portanto, nada como contar com uma empresa especialista no setor.

A Alice Wonders tem se destacado em ativações inovadoras e interativas para envolver pessoas e gerar momentos que não caem no esquecimento. E é esse o caminho para conquistar mais público e transformar consumidores comuns em fãs das marcas!

A seguir, mostramos cinco ativações interativas que a Alice Wonders fez para grandes marcas. Acompanhe!

1. Vending Machine

Vending machine é um conceito antigo e amplamente utilizado no Brasil há décadas. Nada mais são do que as máquinas de vendas de refrigerantes e snacks. Mas nos últimos anos, essa ideia tem sido repaginada para dar espaço à tecnologia e inovação.

E isso levou as vending machines a se tornarem verdadeiras plataformas de interação de pessoas com máquinas. Por isso, as máquinas se tornaram um instrumento valioso de aproximação entre empresa e consumidor, graças à capacidade de gerar experiências.

Com telas de touch screen, as vending machines oferecem uma opção única de interação para que as pessoas escolham como conduzir suas experiências. Por isso, além de vender nesses postos de autoatendimento, marcas têm usado as máquinas para engajar.

Prova disso são as ativações que a Alice Wonders ajudou a construir, com destaque para ação com a empresa Ticket, no evento CONARH 2022. No case em questão, a máquina em questão coletava informações de leads por meio de interações. Para os participantes, além do visual chamativo e futurista, havia também a vantagem de receber um brinde da marca.

2. Games interativos

A gamificação é uma tendência universal quando o assunto é gerar interações a favor das marcas. Afinal, não há nada melhor do que proporcionar uma experiência interessante para que pessoas resolvem ceder um pouco do seu tempo a favor de marcas e ações.

Os games interativos podem ser utilizados nas mais diversas ocasiões, mas eles são especialmente mais efetivos quando há estruturas capazes de chamar a atenção das pessoas. E, claro, quando há algum ganho para o consumidor que resolve participar.

Em feiras e eventos, além de outras ativações em ocasiões especiais, os games costumam gerar filas de espera para que todos consigam participar. E o mais interessante é que esse modelo pode ser integrado a outros, como é o caso das vending machines.

E foi com esse conceito que a Alice Wonders criou uma experiência de interação gamificada incrível para a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi).

No Dia do Biscoito (20 de julho), uma vending machine foi instalada nas ruas de São Paulo. Para ter acesso ao brinde, o consumidor precisava acertar alguns passos de dança em um tapete tecnológico. A ação, é claro, foi um sucesso!

3. Espaço instagramável

Uma das melhores e mais fáceis estratégias de marketing digital é a User Generated Content (UGC). Trata-se da prática de estimular o consumidor a gerar conteúdo a favor da sua marca. Ou seja, essa pessoa publicará em sua própria rede social alguma foto ou vídeo marcando sua página e aderindo a alguma campanha ou promovendo um produto.

E para funcionar como um estímulo a esses conteúdos, muitas empresas realizam ativação de marcas com espaços instagramáveis. Essas áreas contam com luzes, letreiros, mobília e uma série de outros itens sofisticados, bonitos e que rendem ótimas fotos. Como o nome mesmo deixa claro, são registros que ficarão ótimos no Instagram!

E quando isso é oferecido ao público, é bastante natural que essas pessoas marquem a empresa ou insiram a localização, o que é interessante em caso de lojas. É praticamente publicidade espontânea e com um alto índice de engajamento.

Realidade aumentada

Nenhuma novidade quando falamos que a realidade aumentada é uma das maiores tendências de varejo se o assunto é ativação de marca! Empresas têm usado e abusado das ações do tipo e o motivo é simples: o nível de engajamento é realmente alto.

As experiências de realidade aumentada são únicas e podem ser exploradas das mais diversas formas. Entre as que mais fazem sucesso, principalmente por serem práticas, estão aquelas exploradas com a câmera do smartphone, cada vez mais comuns.

A proposta é levar o usuário para dentro de uma realidade digital, de modo que essa pessoa, de alguma forma, seja incluída nesse ambiente. É uma ideia inovadora e bastante útil, já que marcas usam para projetar simulações com produtos, por exemplo.

Há também aquelas campanhas com foco em engajamento, ou seja, para conectar de maneira sentimental os consumidores às empresas. E essas costumam ser o sucesso, como foi a ação que a Alice Wonders fez em parceria com o Magazine Luiza.

Sala/Stand imersivo

As experiências imersivas também lideram entre as principais opções de ativação de marca com foco em tecnologia e interação. Nessas experiências, as pessoas podem vivenciar momentos únicos em que estão no centro de uma narrativa toda especial.

As salas imersivas, que também podem aparecer em formato de stand, misturam algumas tecnologias, como as projeções holográficas e a realidade aumentada.

A ideia é que as pessoas que participam da ação sejam mergulhadas na experiência, mas dentro de um espaço físico e concreto. Lá, som e imagem se combinam para gerar a imersão completa.

Em 2019, a Alice Wonders criou o Elevador Virtual, um stand de imersão feito em parceria com a DASA, em uma ação de conscientização para o Outubro Rosa.

Dica bônus – Stand Ajinomoto

E que tal uma dica bônus para inspirar você e sua empresa na hora de pensar em uma ativação inovadora? Entre os cases da Alice Wonders está uma ação feita em parceria com a Ajinomoto, para o 22º Festival do Japão.

Com base nas tecnologias Lift Learn, Invisible TV, Timeline Interativa, Nervo Teste, entre outras, criamos uma experiência única para o evento!

Uma ativação para feiras e eventos é capaz de trazer mais notoriedade para sua empresa. E você pode também criar experiências incríveis no seu próprio PDV. para isso, tecnologias de ponta e um conceito inovador são dois fatores essenciais.

Que tal contar com a Alice Wonders no seu projeto? Entre em contato conosco!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 203

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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Salas Imersivas: venda mais com experiências sensoriais 0 250

Propor experiências em PDV tem se tornado um desafio para as lojas. Competir com o digital é uma realidade dura, mas é inegável que a presença física proporciona explorar oportunidades únicas. Uma delas são as salas imersivas, que baseiam interações com o público por meio da imersão sensorial.

Você já deve ter visto algumas dessas experiências em exposições, ativações de marcas e ações de marketing feitas em shoppings e em grandes lojas. A ideia é simples: envolver o consumidor em uma relação mais aprofundada do que somente olhar uma vitrine ou assistir a um comercial. O resultado dessa interação vai afetar diretamente o engajamento e o desejo de consumo.

Vamos tratar ao longo deste conteúdo o poder das salas imersivas, o que faz com que elas sejam especiais e como podem ser utilizadas em diversos segmentos de negócio.

O que são salas imersivas?

As salas imersivas são espaços em que os visitantes podem interagir e participar de alguma ação de marketing nas quais estão profundamente envolvidos com a proposta da campanha. Nessas salas, são explorados todos os sentidos: audição, tato, olfato, paladar e visão, juntos ou com apenas alguns desses em combinação.

Nessas salas, a imersão acontece quando o consumidor é exposto a diversos estímulos e oportunidades de interação sem nenhuma interrupção por um fator externo. Justamente para possibilitar isso, as experiências são conduzidas em salas especiais, em que há o foco em se concentrar nas sensações propostas pelas campanhas.

É importante destacar que a base das salas imersivas é um conceito amplamente conhecido e utilizado: o marketing sensorial. Essa prática consiste em gerar engajamento, identificação e uma percepção positiva em relação a marcas por meio de vídeos, cheiros, músicas, gostos e experiências de toque.

Quais tipos de experiências as salas imersivas podem proporcionar?

As salas imersivas podem ter vários tipos de experiências do tipo. Algumas focam apenas em linhas sensoriais específicas, enquanto outras mesclam as possibilidades para gerar momentos ainda mais impactantes a quem participa dessas ações. Entenda algumas dessas possibilidades de imersão sensorial a seguir.

Projeções Mapeadas

As projeções mapeadas dentro de salas podem gerar a sensação de que o consumidor está em alguma paisagem ou ao lado de pessoas que, na verdade, estão sendo projetadas. Da mesma forma, é possível projetar elementos menores, como produtos.

A ideia com as projeções é fazer uma reprodução fiel, geralmente nas paredes e no teto da sala em questão, gerando assim a sensação de imersão na pessoa que está lá dentro. É uma ótima possibilidade para transportar pessoas para cenários, por exemplo.

Playlists

As playlists ajudam a tornar essa experiência da sala imersiva ainda mais sensorial. Afinal, a música é um dos elementos mais ricos dentro da projeção de uma ideia de marca. Não à toa as empresas têm seus jingles e escolhem trilhas sonoras para suas ações.

Uma boa playlist pode ajudar a gerar essa sensação de imersão ainda maior, gerando ainda uma associação posterior à marca, quando o consumidor escutar novamente determinada música.

Telões 360º

Os telões em 360º ocupam as paredes dessas salas com a missão de reproduzir vídeos e animações que tornem a experiência mais ilustrada e viva. Por ser uma tela contínua, a experiência com esse mecanismo obriga as pessoas a girarem para consumir todo o conteúdo.

Esse estímulo à movimentação, ainda que seja natural por conta da disposição dos telões, é uma forma de fazer o consumidor participar e interagir com a sala. É uma oportunidade de projetar sua marca de maneira enriquecedora e interessante.

Painéis interativos

Os painéis interativos podem ser combinados com telões e outros tipos de mecanismos sensoriais dentro das salas imersivas. O foco desse recurso é dar ao consumidor a autonomia de executar a experiência da maneira que bem entender.

Com esses painéis, as pessoas podem projetar imagens, buscar informações e selecionar detalhes relacionados à experiência em que estão imersas. Isso gera um engajamento maior e, no fim das contas, torna a oportunidade ainda mais interessante para quem está dentro da sala imersiva.

Realidade aumentada e virtual

A realidade virtual é um recurso muito visto em games, mas que já está sendo utilizado em experiências sensoriais diversas. Nas salas, muitas vezes, as pessoas são conduzidas apenas para aproveitarem um espaço vazio em que possam se movimentar para explorar o universo e possibilidades que é transmitido no visor de VR.

Já a realidade aumentada é uma tecnologia que permite projetar reproduções 3D, com o uso de periféricos como smartphone (e sua câmera) para simular objetos virtuais em ambientes físicos, por exemplo. Este é um recurso que já vem sendo usado há anos em diversas indústrias e também pode ser aplicado em salas imersivas.

Quais mercados podem fazer uso das salas imersivas?

As salas podem ser pensadas para os mais variados mercados, desde que a experiência sensorial em si seja realmente relevante. É fundamental que as interações e o que é mostrado a quem participa dessas atividades tenha relação direta com o produto e a marca, gerando a real sensação de participação e exploração.

Alguns mercados se destacam nas possibilidade de uso das salas imersivas, mais especificamente estes:

  • imobiliário: salas que projetam um apartamento mobiliado que possa ser explorado por cada cômodo;
  • automotivo: salas que simulam a experiência de dirigir um carro;
  • gastronômico: uma ótima ideia de sala imersiva é um local em que o consumidor entra, pode assistir uma receita ser preparada e ainda seja estimulado por uma experiência olfativa em que sinta o cheiro da comida em questão;
  • museus: as salas podem permitir que o visitante seja imerso em uma determinada época ou em algum cenário histórico explorado em uma exposição;
  • moda e beleza: com totens interativos ou uso de realidade aumentada, por exemplo, os clientes podem provar peças digitalmente e ainda saber mais sobre as especificidades de cada produto.  

As salas imersivas propõem um mundo de possibilidades para projetar experiências incríveis nos mais variados setores de mercado. Ao aliar a ideia de interação e ativação de marca com a tecnologia correta, os resultados de engajamento e vendas naturalmente terão uma subida satisfatória.

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