Dados e Insights no PDV: como a cultura Data Driven vai fazer você vender mais 0 473

Você ainda não faz a coleta de dados e insights no seu PDV? Se não, sinto em te dizer, mas dessa forma você pode estar perdendo uma grande parcela do seu valioso tempo e dinheiro. Essa pode até parecer uma afirmação forçada, mas não é, e já vou te mostrar o porquê.

Desde o momento em que o cliente entra na sua loja, ele deixa um gigantesco rastro de informações por meio de comportamentos, interações e reações no ponto de venda. 

Logo, uma empresa que une o PDV à experiências digitais consegue entender melhor a jornada dos shoppers e captar esse grande rastro de informações para usá-los em favor de novas vendas.

Dessa forma, marcas e varejistas podem compreender melhor os hábitos de consumo do consumidor, verificar os produtos e pontos da loja que mais recebem fluxo e chamam a atenção, conhecer melhor as preferências do cliente, antecipar suas necessidades e desejos, criar ofertas personalizadas e etc.

Tais fatores são só alguns dos vários benefícios que você perde no seu negócio ao não mapear dados e insights no seu PDV. 

Mas, fique tranquilo, porque se você chegou até esse artigo, tenho certeza que não sairá daqui sem enxergar grandes oportunidades de mudanças.

Fique aqui e veja a importância de fazer a coleta de dados no PDV, a diferença entre dados e insights e como ambos podem somar para a sua estratégia, o varejo do futuro e as principais tecnologias que você pode implementar no seu PDV para decolar suas estratégias de vendas. 

Vamos lá?


Diferença entre dados e insights

Dados e insights são dois termos comumente confundidos, mas bem diferentes entre si. Na verdade, embora sejam distintos, ambos se complementam para uma boa estratégia Data-Driven. 

De forma bem clara, os dados compõem as informações necessárias para a construção de insights profundos e completos. Ou seja, para termos bons insights, são necessários muitos dados.

Os insights são extremamente valiosos pois trazem as informações necessárias para criar um PDV inteligente e estratégico, que gere mais resultados tanto em número de vendas, quanto em experiências que despertem o “fator UAU” nos clientes.

Além disso, são extremamente propícios para desenvolver o alto desempenho organizacional, visto que trarão gatilhos para realizar ações de melhoria e evolução nos processos dentro de um PDV.  

Contudo, essas informações não podem ser obtidas sem dados – e os dados dependem de uma boa análise para tornar a informação de fato útil e transformá-la em um insight.

Por isso, um não vive sem o outro. Sem dados não há insights e, sem insights, não há como tomar decisões estratégicas.

O que é ser Data-Driven?

Antes de definirmos o significado de Data-Driven, é interessante você saber que não importa o quão genial seja a ideia do seu negócio, pois se suas decisões futuras não forem baseadas em dados, a empresa não terá sucesso duradouro e sustentável.

Agora, voltando ao termo: Data-Driven é um conceito estratégico que pode ser aplicado a qualquer modelo de negócio, principalmente na coleta de dados no PDV. Em tradução livre, podemos dizer que é a gestão orientada por dados, ou seja, a tomada de decisões estratégicas baseada em análise e interpretação de dados. 

Para ser uma empresa Data-Driven, é necessário a coleta do mesmo e, saiba que, sem a coleta de dados e insights para melhores tomadas de decisões no seu PDV, você está falhando em vários aspectos como comerciante. 

  • Você não está aproveitando as oportunidades do mercado;
  • Você está ignorando os principais comportamentos e interações do seu consumidor;
  • Você está fechando os olhos para as novidades e possíveis tendências do seu mercado;
  • Você não tem acesso as previsões e demandas futuras do mercado;
  • Você não pode não estar vendo o que está bem diante dos seus olhos.

Para essa coleta de dados no PDV, soluções voltadas à digitalização são muito importantes, permitindo armazenar e acessar dados que, diariamente, são produzidos nas lojas físicas.

Sem contar que elas também transformam o ambiente, proporcionando mais modernidade, praticidade e agilidade ao atendimento. Em outras palavras, garantindo experiências impressionantes para o consumidor. 

A importância de utilizar dados e insights na sua estratégia

Lewis Carroll, ao escrever Alice no País das Maravilhas, tornou célebre a frase dita pelo Gato Cheshire à Alice: “Se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve”.

Embora Alice no País das Maravilhas seja apenas uma ficção – porventura nossa favorita, acredito que o nosso nome entregue um pouco – a frase do gato é tão real quanto a necessidade de você fazer a coleta de dados no seu PDV.

Essa frase, na verdade, é um conselho que pode ser utilizado em todas as áreas de nossas vidas pessoais e/ou profissionais e por isso, a partir de agora, vamos trabalhar um pouco em cima dela.

Quando você trabalha no seu PDV sem as informações necessárias para inovar, agradar o consumidor e se destacar no mercado, você está indo para um “tiroteio no escuro” e está com os dias contados dentro do mercado.

Os dados gerados no PDV, são como um guia que te diz para onde ir, qual o melhor caminho a se seguir e qual estratégia utilizar para se manter quente no mercado. Sem a coleta de dados no PDV, você fica sem saber qual caminho seguir, sendo assim, qualquer caminho serve.

O futuro está em promover experiências memoráveis

Sim, o futuro está em promover experiências memoráveis e isso só é possível com a coleta de dados no PDV, que geram insights.

O futuro é feito de marcas, que se importam verdadeiramente com o cliente e, em sua sabedoria, mais escutam e analisam dados, do que falam. Afinal, o público é o principal capital da sua empresa e se ele não comprar de você e vocês não estiverem na mesma linha, sua empresa quebra.

Neste caso o famoso “a voz do povo é a voz de Deus”, tem seu tom de verdade, visto que escutar o cliente e observar seu comportamento através da coleta de dados no PDV, para cada vez mais agradá-lo, será uma prática cada vez mais frequente na rotina dos grandes varejos.

E já que o futuro é feito de marcas que promovem experiências memoráveis, o objetivo, agora, é encantar o público desde o primeiro contato com a marca (na etapa de aprendizagem e descoberta) até as fases finais de decisão de compra e fidelização. 

A melhor forma de fazer isso é melhorando sua estratégia de negócio, para que você possa tomar decisões baseadas em dados.

Não é uma tarefa tão simples, porém é uma tarefa necessária para que seu varejo e os resultados sejam contagiantes. No entanto, você não chegará a esses resultados sem a coleta de dados.

O quê o mercado normalmente usa?

O mercado sempre busca novas formas de resolver problemas que aparecem aos clientes e também às empresas. Isso, na verdade, é bem comum, porém, muitas vezes, as soluções que o mercado traz até resolve o problema, todavia, resolvem uma parte do problema e não ele como um todo.

Quando falamos de coleta de dados no PDV, hoje as principais tecnologias utilizadas pelos varejistas e empresas especializadas em fornecer dados são:

– Câmeras;

– Contadores de fluxos.

As 2 formas, como eu disse, até resolvem o problema, porém só uma parte dele.

Vantagens das ferramentas tradicionais do mercado

A vantagem que essas tecnologias trazem, é que as câmeras são bem fáceis para coletar dados no PDV. Este monitoramento do cliente possibilita ver o comportamento deles e ações dentro do PDV.

A vantagem do contador de fluxo é que você consegue verificar quais os pontos de mais acesso e assim descobrir o que está ou não dando certo no seu PDV.

Mas esses dados são muito rasos para se montar uma boa estratégia de vendas no seu PDV e as desvantagens destas tecnologias são maiores do que as vantagens.

Desvantagens das ferramentas tradicionais do mercado

Além de resolverem só uma parte do problema e possuírem dados rasos para se montar uma boa estratégia de vendas, há mais algumas desvantagens que essas tecnologias comumente utilizadas trazem consigo: 

Possuem um alto custo para os lojistas

Ambas as tecnologias têm um alto custo de mantimento para a coleta de dados no PDV e, levando em conta os poucos insights que podem ser gerados com os dados rasos que ambas entregam, definitivamente não valem a pena.


LGPD impacta o videomonitoramento

Outro ponto que atrapalha essas tecnologias tradicionais na coleta de dados no PDV, é a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Para utilizar tecnologias como câmeras no PDV, é necessário provar para as auditorias que as lojas e marcas não estão usando imagem ou rosto de nenhum consumidor, independente para que fim seja. Além disso,  é necessário que o consumidor ainda acredite e autorize tal gravação.

O que a Alice Wonders usa

Aqui na Alice Wonders, com o objetivo de levar mais resultados aos nossos clientes, levantar dados que geram insights realmente tangíveis e valiosos e trazer um novo conceito de geração de dados eficaz e qualitativa ao mercado, criamos nossa própria tecnologia de captação de dados.

Essa tecnologia é o Granometrics.io, uma maneira de recriar a coleta de dados no PDV e gerar insights e informações capazes de aumentar vendas, atrair clientes, encantar com boas experiências e levar varejos para outro patamar de mercado.

O Granometrcis.io é uma plataforma multisensor que mapeia a loja física em um nível granular e fornece insights para a tomada de decisão e ação imediata. 

Com o Granometrics.io é possível medir o interesse do consumidor e verificar o mapa de comportamento por zona, categoria e até mesmo por produto.

Dessa forma, você vai saber tudo o que está e o que não está dando certo no PDV, com insights valiosos para a tomada de decisão imediata, seguindo o caminho para a melhora de resultados.

Diferenciais do Granometrics (multisensor)

  • Possui o melhor preço/benefício, comparado a outras tecnologias;
  • É um multisensor que não esbarra na LGPD; 
  • É atualizado em tempo real (de hora em hora);
  • Possui acesso disponível em desktop e mobile para times de Trade Marketing (tanto para quem gerencia quanto para quem opera);
  • É econômico nos custos, porém não na eficiência;
  • Traz a possibilidade de aumento de vendas;
  • Traz a possibilidade de aumento de ticket médio do seu produto;
  • previne interrupções;
  • Antecipa a demanda do mercado.

Para verificar mais benefícios do Granometrics, confira a apresentação do produto clicando AQUI.

Cases

Agora que você já viu como a gente coleta dados no PDV, de uma forma inovadora e bem mais sustentável, confira alguns cases de sucesso que temos aqui na Alice Wonder com o Granometrics.

Smart Store Intel

O Smart Store Intel, foi um case que desenvolvemos para a marca Intel para coletar dados no PDV e ajudar os consumidores a escolher o notebook que melhor o atendesse.

No PDV, dentro do hipermercado Extra, projetamos e entregamos um novo espaço interativo em que era possível experimentar e conhecer todos tipos de computadores usando espelhamento de telas, tecnologia touch e sensores de proximidade. 

A mesa inteligente ajudava o consumidor a achar o laptop perfeito. 

“Responda perguntas simples de como você utiliza o computador na tela touch e de acordo com as respostas você pode achar os modelos ideais apertando um botão.” 

Este foi mais um projeto da Alice Wonders que incluiu coleta de dados no PDV + design + tecnologia + arquitetura.

Provador Smart e Espelho Interativo

Aqui, são 2 cases que desenvolvemos para a coleta de dados no PDV, para marcas do varejo de moda.

O primeiro foi o Wonder Fitting Room, que trazia conteúdo e inovação para impulsionar as vendas. 

O Wonder Fitting Room é um provador inteligente que reconhece as roupas e apresenta looks e acessórios complementares, utilizando conteúdo para vender mais. O provador alimenta um dashboard com dados de roupas provadas e que geram poderosos insights.

O outro case que utilizamos foi o Espelho Interativo + DATA, que trazia dados em tempos reais e engajamento para o shopper. 

O espelho interativo da Alice Wonders além de entregar looks, acessórios e tutoriais para o shopper, entrega DADOS para o lojista em tempo real.

Ambas as tecnologias, do varejo de moda, faziam a coleta de dados no PDV, de forma muito rica e que gerava dados de quais roupas eram as mais buscadas e provadas pelos clientes, bem como corredores de maior fluxo, passagens e etc. Esses dados foram extremamente importantes para as marcas tomarem decisões estratégicas em prol de melhores resultados.

Além desses 2 cases que escolhemos, o Granometrcis.io é um produto comprovado e validado por marcas como Intel, Fast Shop, Nestlé, Gafisa, MPD e muitas outras.

Conclusão

Coletar dados para o PDV é uma estratégia necessária para os varejistas que pretendem estar no topo do mercado.

A Alice Wonders é especialista na captação de dados e geração de insights em tempo real. Dados que realmente trazem informações relevantes e geram resultados para o seu negócio.

Se você se interessou por nossas tecnologias, entre em contato com nosso time de atendimento. Queremos saber mais como podemos te ajudar. Até mais.

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QR Code no PDV: 6 dicas de como usar para vender mais 0 502

O QR Code não é um recurso tecnológico exatamente novo, o que não significa também que não seja moderno. Por mais que exista há um bom tempo, seu uso nunca teve tanta aderência como atualmente. No varejo, há muitas formas de ter essa tecnologia como forma de gerar experiências mais qualificadas e gerar interações estrategicamente pensadas.

Seu consumidor está disposto a oferecer a informação que você deseja e acessar suas ações de marketing, é claro, desde que seja interessante para ele. Diante disso, os QR Codes podem ser a ponte entre essa pré-disposição do público e uma possibilidade de conversão que seu negócio projetou. Basta saber como usar a ferramenta.

Para ajudar, selecionamos algumas boas possibilidades que, além de serem eficazes, são de fácil aplicação no varejo físico. Veja as 7 melhores formas de usar o mecanismo e entenda a utilidade de cada uma delas.


1. Divulgue suas promoções e descontos

Consumidores nunca deixam de buscar condições diferenciadas para comprarem os produtos que desejam. Mesmo que determinado item não estivesse no radar dessas pessoas, um bom desconto, por exemplo, pode ser capaz de mudar o cenário.

Portanto, você precisa facilitar o acesso a essas ofertas, de preferência criando uma landing page para que seu consumidor chegue após usar um QR Code. Também é possível direcionar esse código para uma área de promoção no seu e-commerce.

O ideal é posicionar esses QR Codes que levam às ofertas da sua marca em alguns pontos estratégicos, podendo ser em totens de publicidade espalhados pela cidade ou em shoppings, Também é uma ótima ideia disponibilizar esse código, com um CTA avisando das ofertas, dentro da sua própria loja física.

2. Ofereça conteúdos adicionais e complementares

Boas estratégias de conteúdo têm capacidade de gerar os mais diversos tipos de ganhos ao seu negócio. Aqui, vale a ideia de que os dois lados ganham: enquanto seu consumidor tem acesso a um conteúdo de qualidade, você tem chances de gerar engajamento e conseguir leads.

O QR Code vai conectar o seu consumidor interessado a um conteúdo que pode estar no seu blog, no seu site, no canal da sua empresa no YouTube ou até mesmo nas redes sociais da marca. É fundamental, no entanto, que esse conteúdo seja apresentado de maneira interessante, gerando interesse no consumidor.

Disponibilize esse QR Code no seu PDV, sempre com CTAs convidando seu cliente  a entender mais sobre um assunto, conhecer um novo produto ou participar de qualquer outra experiência. Essa chamada para ação deve estar relacionada ao conteúdo ao qual a pessoa será redirecionada.

3. Use como mecanismo de captura de leads

Certamente você já viu por aí CTAs como “Cadastre-se para não perder nenhuma promoção e lançamento“. Esse tipo de estratégia serve para que você consiga captar o contato de um consumidor e, dessa forma, obter um lead que pode gerar compras no futuro.

Esse tipo de comunicação é bastante comum online, mas você também pode aplicar em um varejo físico, claro, usando o QR Code. A intenção é que esse código redirecione a pessoa para uma landing page com formulário, em que preencherá seus dados.

Mas lembre-se: é fundamental dar continuidade a isso. Se você se propõe a captar leads na sua loja física, é essencial alimentar sua base de contatos com ofertas, conteúdos e manter aproximação constante. Assim, você conquistará engajamento e conversões.

4. Ofereça uma nova forma de pagamento

Muito provavelmente, seu consumidor detesta pegar longas filas no seu ponto de venda. Portanto, sua estratégia de varejo deve considerar métodos de pagamento que evitem esse problema. O self checkout é um dos principais e pode ser feito com ajuda dos QR Codes. 

Por meio de totens de atendimento ou em pontos espalhados pela loja, posicione códigos que levem o seu consumidor a escanear um acesso que os levem diretamente a uma página de checkout. Assim, essas pessoas evitam pegar fila e a experiência em loja é muito mais satisfatória.

Para que isso funcione, lembre-se de que as embalagens dos produtos, ou as etiquetas dos itens, precisam ter um QR Code com informações e o preço. Assim, o próprio consumidor pode escanear cada produto e, ao fim, fazer o pagamento diretamente pelo smartphone.

5. Peça que o consumidor avalie a experiência

Uma boa experiência no varejo vai fazer com que seu cliente se sinta motivado em avaliar positivamente sua empresa. Portanto, é uma ótima ideia posicionar em alguns pontos da sua loja um incentivo para que as pessoas avaliem o estabelecimento e a experiência de compra.

Para isso, use QR Codes que vão direcionar seu consumidor para páginas de avaliação. Por lá, você pode usar a estratégia que quiser, como o método de pesquisa NPS. Se for possível avaliar, permita também comentários escritos adicionais.

Por mais que seja um recurso muito interessante, lembre-se de que pode gerar também feedbacks não tão positivos. Se a experiência em loja não é tão boa, seu consumidor vai relatar isso. De qualquer maneira, esses feedbacks ruins podem ser muito úteis como base para uma proposta de melhorias.

6. Faça links para suas redes sociais

Toda marca que se preze está em busca de um bom tráfego de consumidores para suas redes sociais. Certamente esse também é o caso da sua empresa, então é altamente recomendável usar os QR Codes para captar mais seguidores.

Pessoas satisfeitas com a experiência de compra em um PDV têm maior probabilidade de se interessarem por estarem próximas da sua marca. Hoje, é por meio das redes sociais que isso é possibilitado com maior facilidade e da maneira que o público gosta.

Portanto, não esqueça de convidar o público da sua loja para seguir a empresa nas redes sociais em que a marca está presente. Faça isso por meio de um código posicionado em pontos estratégicos do estabelecimento, redirecionando para esses perfis.

O QR Code no PDV pode cumprir com um papel realmente interessante, mesmo sendo uma tecnologia simples. Sua praticidade e possibilidades que gera faz com que seu uso seja praticamente obrigatório para gerar grandes oportunidades.

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Como a Realidade Aumentada pode solucionar problemas nos negócios 0 2602

Realidade aumentada

Com o avanço da transformação digital no varejo, a busca por novas tecnologias para aproximar pessoas e marcas vem aumentando. A Realidade Aumentada é uma das ferramentas que elevam a experiência do consumidor a um outro patamar. 

Como saber se a Realidade Aumentada pode ajudar nos seus negócios e se é a solução mais indicada para resolver os seus problemas? Vamos mostrar diferentes formas de utilizar essa tecnologia citando exemplos de marcas que fazem da Realidade Aumentada uma ótima estratégia de marketing. Continue conosco para saber mais. 

Funcionalidade e aplicação da Realidade Aumentada

A Realidade Aumentada surgiu para “unir” o real com o digital. A integração dos dois espaços possibilita criar interação com o usuário para que ele reaja de maneira mais próxima com o produto através de telas (smartphones, tablets, TVs).

A aplicação da tecnologia funciona com o processamento de dados integrados por uma rede de softwares, câmeras e outras informações transmitidas por textos, ícones e até sons. O acesso a RA pode ser feito por um aplicativo que usa a câmera do celular para gerar o conteúdo específico, e mostra a imagem digital ampliada na tela do dispositivo. 

Diferença entre Realidade Aumentada e Realidade Virtual

Muitas pessoas confundem RA com Realidade Virtual, porém são coisas distintas. Enquanto a Realidade Aumentada promove a interação do real com o digital por meio de uma tela, a Realidade Virtual é uma imersão 360º ao mundo digital, que pode ser feita por óculos de VR ou smartphone. 

Realidade Virtual vs Realidade aumentada
À esquerda, um exemplo de Realidade Virtual, com uma pessoa usando um óculos VR imersa à outra realidade. À direita um exemplo de Realidade aumentada, com o jogo Pokémon Go, que virou febre mundial.

Com a Realidade Virtual, você é transportado para um outro universo, totalmente digital, como se você não estivesse presente no seu ambiente. Diferente da proposta da RA, que faz a interação dos dois ambientes.  

Exemplos de Realidade Aumentada em nosso cotidiano 

Apesar de parecer uma novidade ou até mesmo ser apresentada como uma tecnologia futurista, a Realidade aumentada já existe há bastante tempo. Por exemplo, na década de 90 alguns modelos de aviões de caça mostravam em uma tela objetos que estavam em seu campo de visão, identificando alguns como possíveis alvos. Abaixo, listamos diferentes exemplos do uso da tecnologia Realidade aumentada para criar conteúdos. Confira:

Gamification

O exemplo mais clássico é o jogo Pokémon Go (como mencionamos no exemplo acima). O jogo para smartphone causou uma tremenda febre em seu lançamento, espalhou as criaturas do desenho animado pelos cantos das cidades. As pessoas saem à caça desses seres nas ruas direcionando a câmera do celular e interagindo pela tela. 

Em formato semelhante, a franquia dos cinemas Jurassic Park, criou o jogo Jurassic World: Alive, em RA, para promover o lançamento do sexto filme, “Jurassic World: Reino Ameaçado”. 

A Lego® tem uma linha incrível de jogos em Realidade aumentada, Hidden Side, para a criançada (e adultos também, óbvio!) se divertirem com o real e o digital ao mesmo tempo. 

Filtros do Instagram Stories, Snapchat e TikTok

Quem nunca se divertiu com os filtros das redes sociais? Nada mais são do que o uso da Realidade Aumentada para puro entretenimento. As marcas que sabem aproveitar o boom dos filtros e criar engajamento nas redes com os seguidores, sai na frente em alcance e reconhecimento de marca. Uma ótima oportunidade de branding

Mercado Imobiliário

A Alice Wonders criou o aplicativo de Realidade Aumentada do empreendimento Athos Paraíso, da construtora Trisul. Através do aplicativo as pessoas podem visitar, virtualmente, os ambientes do apartamento decorado em tamanho real, assim como as áreas em comum do condomínio, e tudo isso sem sairem do conforto de seus lares. É uma ótima oportunidade e solução para o mercado imobiliário, principalmente agora em tempos de prevenção e isolamento social. 

Casa e Decoração 

Imagine que você queira pintar as paredes da sua casa, mas está em dúvida quanto às cores. A marca de tintas Coral tem um aplicativo que usa a Realidade Aumentada para testar todas as cores do catálogo na sua casa. Basta escolher a tonalidade da tinta e mirar a câmera do celular para a parede que a simulação é feita na tela do smartphone. 

Outro exemplo de RA para decoração de casas é o aplicativo Ikea Place, varejista de móveis e acessórios. Criado em parceria com a Apple, lançado em 2017, o app permite que os usuários apontem a câmera do celular para o espaço desejado e visualizem, virtualmente, como os móveis ficariam dentro de suas casas. 

Estes são alguns exemplos de como usar a Realidade Aumentada como soluções para o marketing: mais oportunidades de vendas, interação com o público certo, alcance em divulgação, lançamento de produtos e muito mais! 

Aproveite os cases das marcas que citamos neste artigo para extrair insights que podem ajudar o seu negócio. E aposte na expertise da Alice Wonders para realizar os seus projetos! Entre em contato conosco e faça uma cotação agora mesmo! 

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