Como fazer a coleta de informações no PDV? Descubra aqui! 1 4334

Young woman using a smartphone while standing by her motorbike in the shopping district of a city, with a fashion store window with manikins in the background.

A coleta de informações no PDV é tão importante para o varejo contemporâneo quanto outras iniciativas, como o investimento em inovação. Inclusive, é ela que torna possível e vantajoso que uma empresa dê início a estratégias de modernização do ponto de vendas, ações de trade marketing e consiga uma mensuração aperfeiçoada de indicadores como o ROI.

Mas por que a coleta de informações no PDV é especialmente importante se estamos tão conectados com nossos consumidores e podemos obter dados sobre seus hábitos em múltiplas fontes?

Por mais que um negócio tenha acesso a uma porção de informações do shopper — graças a sua presença em mídias sociais ou ao fato de que, além dos canais tradicionais, também possuem e-commerces — há uma diferença crucial entre os dados coletados on e offline.

No modelo offline podemos entender melhor como a experiência de compra é compreendida pelo consumidor e temos a chance de observá-lo em ação. Esses diferenciais fazem com que a coleta de informações no PDV seja um passo relevante para varejistas.

Hoje vamos lhe mostrar como coletar esses dados e o que cada um deles lhe dirá sobre os seus clientes. Pronto para aprender conosco? Então comece já a leitura!

Entenda os fatores que diferenciam seu consumidor

Para que você consiga fazer com que a coleta de informações no PDV se torne algo realmente útil para o negócio, é preciso começar a pensá-la muito antes da implementação.

É que os tipos de dados que são solicitados do cliente (e a forma como eles são requeridos) fazem total diferença nos seus resultados. Não adianta nada criar grandes planilhas com perguntas e respostas sobre o ponto de vendas que são pouco úteis para a inteligência de mercado.

Antes mesmo de implementar soluções que demandam respostas dos clientes, é preciso saber o que perguntar. Quais dados são mais valiosos para qualificar a experiência do shopper? Como eles serão utilizados pela sua empresa para entender qual o próximo passo?

Determinar o que perguntar de seus clientes é tão importante quanto fazer essas perguntas no momento certo. E quando acertamos nesse ponto temos muito mais facilidade de engajar nossos visitantes e tornar significativas suas interações e feedback.

Realize pesquisas de comportamento de consumo no local

Para a coleta de dados no PDV funcionar ela precisa dispor dos recursos mais adequados. Por isso, quando falamos em realizar pesquisas de comportamento no ponto de vendas não estamos necessariamente requisitando que sejam respondidos questionários. Avaliar o comportamento de consumo no local é empregar as tecnologias mais adequadas para obter as informações que são valiosas para o negócio.

Você pode, por exemplo, monitorar o tráfego que passa pela sua loja e obter ideias a partir desse dado. Ou realizar testes com relação à forma como dispõe os produtos em sua prateleira e observar a resposta dos seus visitantes. Não é preciso ficar limitado a um tablet e respostas de múltipla escolha que reduzem as impressões sobre o ponto de vendas a uma série de possibilidades predeterminadas.

Busque compreender o comportamento do seu usuário enquanto ele ainda está dentro da loja e disponha de todas as técnicas que estiverem ao seu alcance para isso.

Utilize a tecnologia para melhorar a coleta de informações

Obviamente temos de endereçar o papel da tecnologia na coleta de informações. Hoje temos muitas inovações que ajudam o varejista a entender melhor o seu papel na vida dos clientes e obter feedback. O importante é que a sua escolha de tecnologia para fazer isso não influa na maneira como o consumidor interage no ponto de vendas.

Algumas empresas optam por totens que coletam informação antes do cliente deixar a loja. Outras utilizam os cupons com estímulos para o envio de opiniões anônimas sobre o atendimento. Pesquisas por SMS e aplicativos também podem ser uma ótima ideia.

Incentive a atualização de cadastros

Uma coisa é certa: dados limpos são imprescindíveis para a obtenção de insights que façam a diferença para uma empresa. E eles começam com frequentes atualizações cadastrais, que permitem que as informações compiladas por uma empresa sejam sempre úteis. Não adianta nada ter uma porção de cadastros em que constam endereços antigos, pois o seu marketing sofrerá com isso.

Invista em estratégias que facilitem e estimulem a manutenção de dados atualizados em seu banco. São eles que realmente elevarão o ROI da coleta de informações no PDV.

Ofereça vantagens para quem participa de pesquisas

Estamos muito mais propensos a ceder informações, ainda que elas se reduzam a nossa percepção sobre uma experiência. Quando um restaurante oferece um bônus na próxima refeição ou mesmo uma sobremesa gratuita para que participemos de uma pesquisa é muito mais provável que o façamos. O mesmo é válido para o varejo.

Faça com que a troca de informações entre o cliente e a sua loja seja realmente vantajosa. Dessa forma, obter dados no ponto de vendas será muito mais fácil.

Organize as informações de que dispõe

Lembra que mencionamos a importância dos dados limpos e como você deve investir nas atualizações cadastrais? O mesmo é válido para a forma como, internamente, são organizados os bancos de dados de um negócio. Dispor de uma porção de informações que não pode ser acessada com agilidade ou que não esteja armazenada com segurança vai trazer desafios e pode criar riscos para a empresa.

O melhor é buscar uma solução para administrar os seus dados e organizá-los de uma forma que eles possam ser úteis para sua loja. Assim você completa uma boa coleta de informações, que começa com a pré-seleção dos dados mais relevantes para a empresa e termina na criação de blocos de informação acionáveis e que contribuirão positivamente para a tomada de decisões.

Monitore seus concorrentes

Pensou que já tinha definido uma estratégia de coleta de informações no PDV perfeita? Fique atento para não esquecer da concorrência. Mesmo quando realizamos pesquisas em nossas próprias lojas, temos uma oportunidade e tanto de conhecer a percepção do nosso consumidor sobre outros empreendimentos.

Lembre-se disso e busque aproveitar-se da oportunidade para apontar os diferenciais entre a sua marca e as demais. Detecte falhas e reconheça suas vantagens para que todas essas informações coletadas no ponto de vendas realmente ofereçam vantagem competitiva para o seu negócio.

Para conseguir fazer a coleta de informações no PDV da maneira mais adequada e obter os retornos esperados é preciso contar com a ajuda de quem tem experiência no assunto. Por isso, convidamos você a entrar em contato agora mesmo conosco. Nossos especialistas poderão ajudá-lo a desenvolver uma estratégia perfeita para maximizar seus resultados!

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Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 395

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 261

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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