Experiências digitais e outras soluções: indo além da inovação no PDV 0 2402

experiências digitais na loja

Você já deve ter notado que, hoje em dia, o perfil do consumidor muda cada vez mais rápido, não é verdade? A tecnologia tem evoluído mais rápido do que em qualquer outro período da história da civilização e isso tem afetado diretamente nosso comportamento, como nos relacionamos e, é claro, como consumimos.

Sendo assim, experiências digitais têm se tornado parte do meio corporativo por conta do forte peso na linguagem de comunicação que elas proporcionam, permitindo que os clientes sejam beneficiados e até mesmo possam interagir durante o processo de compra, vivenciando uma experiência única com a marca.

Portanto, neste artigo mostraremos o que são experiências digitais, alguns exemplos de aplicação no varejo e como podem trazem inovação ao PDV. Acompanhe a leitura para saber mais sobre o assunto!

O que são experiências digitais?

Experiências digitais, no contexto de marketing para o varejo, é todo o conjunto de ações ferramentas e metodologias que os dois setores têm utilizado para promover experiências únicas ao consumidor, por meio da digitalização de ações, técnicas, peças publicitárias, projetos de automação, entre outros conceitos.

Como as experiências digitais têm sido promovidas no varejo?

Agora que você já sabe o que são experiências digitais, mostraremos alguns exemplos de aplicações que têm sido implementadas no varejo.

Projetos de automação

A automação, de forma resumida, é o desenvolvimento de um sistema capaz de controlar diversas atividades sem a interferência humana. Um projeto de automação permite que processos e máquinas sejam controlado por meio de dispositivos móveis, como smartphones, tablets e computadores.

Todo o trabalho manual é substituído pela mecanização, que possibilita a realização de atividades repetitivas, difíceis ou monótonas para as pessoas, desde simples tarefas do cotidiano como acender ativar o alarme da residência, acender o forno ou ativar o sistema de regagem do jardim (usando o celular), até o controle de processos e dados altamente complexos no setor industrial.

No contexto do varejo, a automação pode é usada para proporcionar conforto ao consumidor, reduzir custos e dar credibilidade à marca. Muitas lojas têm investido em tecnologias para dar autonomia ao cliente durante a compra, minimizando o tempo de espera no atendimento — uma exigência básica do perfil do consumidor digital — e reduzindo custos logísticos.

Por exemplo, a etiqueta do código de barras em um produto, juntamente ao totem de consulta, em que o consumidor pode conferir os preços das mercadorias sem o auxílio de um funcionário.

Marketing de Guerrilha

Marketing de guerrilha é conhecido por promover produtos e serviços por meio de metodologias nada convencionais. Uma estratégia alternativa, criada para gerar experiências memoráveis no consumidor.

Uma campanha de marketing de guerrilha bem sucedida não exige grandes investimentos financeiros, já que o mais importante é o uso de criatividade e energia sobre o projeto. Por isso, muitas vezes esse tipo de ação é realizada em lugares com grande circulação de pessoas, como praias, parques e shopping centers.

O markerting de guerrilha é dividido em diversas categorias, como a intervenção urbana na publicidade que, por sua vez, utiliza técnicas teatro invisível, performance e flash mob para se comunicar.

Intervenção urbana

Também conhecida como “arte urbana”, é uma vertente de marketing de guerrilha que é aplicada em locais grandes e se dialoga com o público-alvo diretamente. Nesse aspecto, a interação humana é realizada por meio de ações de performance, teatro invisível e flash mob.

Performance

O humano é a ferramenta de comunicação. Cantores, comediantes, atletas, comunicadores e todo o tipo de artista ou personalidade são utilizados em shows, eventos, passeatas, instalações e qualquer outro tipo de ação que atraia olhares, para conquistar seu público-alvo por meio de campanhas inovadoras.

Teatro invisível

Em ações invisíveis, o cliente não percebe que está participando e, portanto, não cria barreiras contra a oferta do produto ou serviço. Dito isso, essa estratégia e baseada em dois fundamentos:

  • observações das reações do público a produtos e serviços que não foram lançados ou ainda não conhecidos;
  • utilização de mensagens, ações ou temas indiretamente ligados ao produto para atrair a atenção do público, gerando comentários que promoverão a marca por meio do “boca-a-boca” das redes sociais (marketing viral).

Flash Mob

Tratam-se de aglomerações de pessoas em locais públicos que acontecem de forma instantânea, para promover uma ação inusitada, que foi combinada previamente, dispersando-se de forma tão rápida quanto foi reunida.

A vantagem é que pode ser realizada em qualquer lugar e sob qualquer circunstância. Em geral, a expressão é aplicada a reuniões e eventos organizados pelas mídias sociais. Sem dúvida, é uma potente ferramenta de marketing que pode ser aplicada com inteligência no PDV, atingindo o público de maneira inesperada e lúdica.

Como essas novas experiências digitais impactam o consumidor?

Experiência é a relação emocional que o cliente desenvolve com uma marca, diferente de um sentido físico, como o olfato. O consumidor não se conecta emocionalmente com a marca porque sentiu o cheiro de madeira em uma loja de móveis, por exemplo, mas sim porque aquele aroma o fez se lembrar inconscientemente de uma memória positiva, como uma casa de árvore na infância.

A intenção é — por intermédio de tecnologias para gerar experiências digitais no PDV — fazer o consumidor se sentir dentro da casa de árvore. Isso é gerar uma experiência de consumo positiva.

Por que proporcionar experiências digitais aos seus clientes?

É preciso entender que o ponto de venda (PDV) não é somente um estabelecimento físico no qual o consumidor escolhe o produto que quer levar, paga por ele e vai embora. É fundamental reconhecer que o PDV é o mais forte canal de comunicação da empresa, pois é a oportunidade do cliente e a marca se conectarem emocionalmente.

Dito isso, as experiências digitais são ótimos mecanismos para se trabalhar no ponto de venda, pois são capazes de atingir os mais altos padrões de exigência do consumidor moderno, como:

  • agilidade por meio da digitalização de processos;
  • experiência de compra positiva e humanizada;
  • desburocratização do atendimento;
  • interatividade.

Sem mencionar os benefícios às questões logísticas internas das empresas, como o controle de estoque, o aumento da produtividade da equipe, a redução de custos, etc. Em outras palavras, experiências digitais são ferramentas que agregam valor ao marketing e ao operacional da organização.

Como você pôde conferir neste conteúdo, à medida que a tecnologia evoluir, soluções cada vez mais inovadoras em projetos de automação para o varejo serão desenvolvidas para proporcionar experiências digitais consumidor.

Quer saber mais sobre como a AliceWonders pode ajudar a sua empresa a promover experiências digitais impactantes aos clientes? Então entre em contato com a gente para que possamos mostrar!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Previous ArticleNext Article

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Salas Imersivas: venda mais com experiências sensoriais 0 186

Propor experiências em PDV tem se tornado um desafio para as lojas. Competir com o digital é uma realidade dura, mas é inegável que a presença física proporciona explorar oportunidades únicas. Uma delas são as salas imersivas, que baseiam interações com o público por meio da imersão sensorial.

Você já deve ter visto algumas dessas experiências em exposições, ativações de marcas e ações de marketing feitas em shoppings e em grandes lojas. A ideia é simples: envolver o consumidor em uma relação mais aprofundada do que somente olhar uma vitrine ou assistir a um comercial. O resultado dessa interação vai afetar diretamente o engajamento e o desejo de consumo.

Vamos tratar ao longo deste conteúdo o poder das salas imersivas, o que faz com que elas sejam especiais e como podem ser utilizadas em diversos segmentos de negócio.

O que são salas imersivas?

As salas imersivas são espaços em que os visitantes podem interagir e participar de alguma ação de marketing nas quais estão profundamente envolvidos com a proposta da campanha. Nessas salas, são explorados todos os sentidos: audição, tato, olfato, paladar e visão, juntos ou com apenas alguns desses em combinação.

Nessas salas, a imersão acontece quando o consumidor é exposto a diversos estímulos e oportunidades de interação sem nenhuma interrupção por um fator externo. Justamente para possibilitar isso, as experiências são conduzidas em salas especiais, em que há o foco em se concentrar nas sensações propostas pelas campanhas.

É importante destacar que a base das salas imersivas é um conceito amplamente conhecido e utilizado: o marketing sensorial. Essa prática consiste em gerar engajamento, identificação e uma percepção positiva em relação a marcas por meio de vídeos, cheiros, músicas, gostos e experiências de toque.

Quais tipos de experiências as salas imersivas podem proporcionar?

As salas imersivas podem ter vários tipos de experiências do tipo. Algumas focam apenas em linhas sensoriais específicas, enquanto outras mesclam as possibilidades para gerar momentos ainda mais impactantes a quem participa dessas ações. Entenda algumas dessas possibilidades de imersão sensorial a seguir.

Projeções Mapeadas

As projeções mapeadas dentro de salas podem gerar a sensação de que o consumidor está em alguma paisagem ou ao lado de pessoas que, na verdade, estão sendo projetadas. Da mesma forma, é possível projetar elementos menores, como produtos.

A ideia com as projeções é fazer uma reprodução fiel, geralmente nas paredes e no teto da sala em questão, gerando assim a sensação de imersão na pessoa que está lá dentro. É uma ótima possibilidade para transportar pessoas para cenários, por exemplo.

Playlists

As playlists ajudam a tornar essa experiência da sala imersiva ainda mais sensorial. Afinal, a música é um dos elementos mais ricos dentro da projeção de uma ideia de marca. Não à toa as empresas têm seus jingles e escolhem trilhas sonoras para suas ações.

Uma boa playlist pode ajudar a gerar essa sensação de imersão ainda maior, gerando ainda uma associação posterior à marca, quando o consumidor escutar novamente determinada música.

Telões 360º

Os telões em 360º ocupam as paredes dessas salas com a missão de reproduzir vídeos e animações que tornem a experiência mais ilustrada e viva. Por ser uma tela contínua, a experiência com esse mecanismo obriga as pessoas a girarem para consumir todo o conteúdo.

Esse estímulo à movimentação, ainda que seja natural por conta da disposição dos telões, é uma forma de fazer o consumidor participar e interagir com a sala. É uma oportunidade de projetar sua marca de maneira enriquecedora e interessante.

Painéis interativos

Os painéis interativos podem ser combinados com telões e outros tipos de mecanismos sensoriais dentro das salas imersivas. O foco desse recurso é dar ao consumidor a autonomia de executar a experiência da maneira que bem entender.

Com esses painéis, as pessoas podem projetar imagens, buscar informações e selecionar detalhes relacionados à experiência em que estão imersas. Isso gera um engajamento maior e, no fim das contas, torna a oportunidade ainda mais interessante para quem está dentro da sala imersiva.

Realidade aumentada e virtual

A realidade virtual é um recurso muito visto em games, mas que já está sendo utilizado em experiências sensoriais diversas. Nas salas, muitas vezes, as pessoas são conduzidas apenas para aproveitarem um espaço vazio em que possam se movimentar para explorar o universo e possibilidades que é transmitido no visor de VR.

Já a realidade aumentada é uma tecnologia que permite projetar reproduções 3D, com o uso de periféricos como smartphone (e sua câmera) para simular objetos virtuais em ambientes físicos, por exemplo. Este é um recurso que já vem sendo usado há anos em diversas indústrias e também pode ser aplicado em salas imersivas.

Quais mercados podem fazer uso das salas imersivas?

As salas podem ser pensadas para os mais variados mercados, desde que a experiência sensorial em si seja realmente relevante. É fundamental que as interações e o que é mostrado a quem participa dessas atividades tenha relação direta com o produto e a marca, gerando a real sensação de participação e exploração.

Alguns mercados se destacam nas possibilidade de uso das salas imersivas, mais especificamente estes:

  • imobiliário: salas que projetam um apartamento mobiliado que possa ser explorado por cada cômodo;
  • automotivo: salas que simulam a experiência de dirigir um carro;
  • gastronômico: uma ótima ideia de sala imersiva é um local em que o consumidor entra, pode assistir uma receita ser preparada e ainda seja estimulado por uma experiência olfativa em que sinta o cheiro da comida em questão;
  • museus: as salas podem permitir que o visitante seja imerso em uma determinada época ou em algum cenário histórico explorado em uma exposição;
  • moda e beleza: com totens interativos ou uso de realidade aumentada, por exemplo, os clientes podem provar peças digitalmente e ainda saber mais sobre as especificidades de cada produto.  

As salas imersivas propõem um mundo de possibilidades para projetar experiências incríveis nos mais variados setores de mercado. Ao aliar a ideia de interação e ativação de marca com a tecnologia correta, os resultados de engajamento e vendas naturalmente terão uma subida satisfatória.

Curtiu saber mais sobre este assunto? Então siga-nos nas redes sociais e acompanhe novidades e tendências em Tecnologia, Inovação & Varejo (@_alicewonders).

 

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

É o fim das lojas físicas? Confira 7 tendências para o futuro do varejo 0 2052

Especialistas ao redor do mundo afirmam que a pandemia do COVID-19 acelerou transformações digitais (e físicas) talvez esperadas apenas para a próxima década. Um exemplo disso foi o trabalho remoto que, segundo um estudo da McKinsey, levaria pouco mais de um ano para ser incrementado em tempos “normais”. Só que, com o decreto da quarentena em março de 2020, vimos escritórios inteiros migrarem para a casa de seus colaboradores em um período um pouco menor que o de 12 dias.

Parece insano, mas sabemos que essa não foi a única aceleração que a crise provocou na relação das pessoas com o mundo digital e físico. Os consumidores têm desenvolvido diferentes necessidades e comportamentos de consumo digital, que devem ser observados e absorvidos por grandes marcas nos próximos anos.

Logo, pode-se dizer que será o fim das lojas como conhecemos?

Confira a seguir 07 tendências que devem nortear o futuro do varejo físico, baseadas em pesquisas da NRF Retail’s Big Show 2021 e do 2020 Costumer Expectations Report.

1. Lojas pensadas para
produtos pessoas

Com o boom do e-commerce após o isolamento social, adquirir um produto ou serviço de sua loja favorita ficou a literalmente 1 clique de distância. Logo, as lojas físicas que desejam sobreviver ao pós-pandemia devem abrigar em seus estabelecimentos mais do que prateleiras infinitas e produtos de cores mil. 

Hoje, os consumidores buscam encontrar nas lojas espaços de experiência, convivência, interatividade e criação de memórias, rompendo as tradicionais relações de compra e venda que antes conhecíamos. 

A Kit Kat Chocolatory da Nestlé, localizada no Morumbi Shopping, é um perfeito exemplo de loja criada a partir do Experience Economy. Flagship desenvolvida pela agência inglesa FITCH, a Alice Wonders ficou responsável por desenvolver metade dos pontos de contato digitais e implementar 100% dos pontos de contato digitais da loja que embarca experiências como content wall, parede interativa, impressão de foto em um Kit Kat, Prateleira Infinita, cardápio digital, realidade virtual e mais, colocando o Brasil à frente de outros países em termos de tecnologia e inovação no PDV.

Mas isso significa que as lojas deixarão de ser locais voltados à vendas? Não necessariamente. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, 84% dos consumidores afirmam que tendem a gastar mais em lojas que ofereçam experiências de compra marcantes sejam elas recreativas, relaxantes, encantadoras ou informativas.

2. Tecnologias aliadas à experiência no PDV

Com consumidores cada vez mais digitais e hiperconectados, aliar tecnologia ao ponto de venda, além de impulsionar o visual merchandising da sua marca, ajuda a reter a atenção dos shoppers – que passam a ter não só os olhos, mas o tempo  cada vez mais disputado por lojas, apps, marcas concorrentes ou não.

Com o uso de Realidade Aumentada atrelada à experiências no varejo, por exemplo, é possível que os clientes experimentem roupas ou calçados de forma virtual, montem looks e até finalizem suas compras direto do provador. 

Outra tendência já utilizada por grandes empresas e startups ao redor do mundo é o uso de Inteligência Artificial para otimização do processo de compras, aperfeiçoamento do armazenamento e histórico de produtos, melhorias na gestão de estoque e estratégias baseadas em comportamento. 

Essas e outras tecnologias para ponto de venda não surgem para substituir as conexões humanas por completo, mas, sim, para somar na construção de experiências cada vez mais inovadoras, personalizadas e únicas.

3. Menos interrupções, mais “Do it yourself”

No varejo do futuro, os pontos de atrito entre lojas e consumidores parecem estar com os dias contados. 

Com a utilização de Bots, Apps, Telas e tecnologias como Scan-and-Show, as empresas agora apostam na diminuição de atritos entre vendedores e clientes, outorgando autonomia aos shoppers durante processos de atendimento, dúvidas e até mesmo de pagamento. 

Nesse último, conceitos como o cashless (menos dinheiro) e cardless (menos cartões) já vem sendo utilizados por marketplaces como Uber e Apple Pay, por exemplo. O modelo consiste em vincular os dados de pagamento ao gadget do consumidor, não sendo necessário apresentar o valor em espécie ou o cartão físico. Essa já é uma realidade também crescente em supermercados do Brasil, bastando ter o celular em mãos para debitar o valor de suas compras na saída.

4. Customer Centric: marcas atentas às preferências do consumidor

Empresas que seguem a tendência do Customer Centric, isto é, clientes no centro das decisões de negócio, buscam elaborar seu planejamento estratégico focado na melhor experiência dos usuários.

Suponhamos que você deseje abrir o primeiro ponto de atendimento da sua loja que, até então, era somente digital. Aplicando o conceito Customer Centric, você teria uma série de opções: desde avaliar a localização média de seus consumidores, até a elaboração de uma pesquisa com seus atuais clientes para sondar locais de suas preferências. Isso tornaria sua escolha muito mais acertada, baseando-se, sobretudo, na necessidade e vontade do seu consumidor.

O conceito já até tem sido percebido e bem avaliado pelos usuários. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, cerca de 79% dos consumidores dizem que as empresas que colocam os clientes como o centro do negócio destacam-se mais do que as que apenas geram marketing personalizado.

5. Logística 4.0: aceleração de entregas

Com a pandemia, além de atentar-se às medidas protetivas nas lojas físicas, os comércios precisaram também se adaptar ao crescimento exponencial do e-commerce. 

Em alguns setores, as vendas online cresceram entre 30% e 40% ao longo de 2020, demandando novos esforços e adaptações logísticas entre grandes varejistas e empresas transportadoras. 

A tendência é que o perfil de consumidor – cada vez mais exigente e seletivo –, exija entregas cada vez mais rápidas, bem como o acompanhamento de todas as etapas de distribuição em tempo real

A falta de inteligência tecnológica nos projetos de distribuição pode acarretar em inadequação de estoques, gerenciamento manual ineficaz, baixa transparência e  falta de flexibilidade em logística. Mais um reforço sobre a importância do uso de dados no varejo do futuro.

5. Marcas aliadas a responsabilidade social

Intensificado pela crise global, o olhar dos consumidores agora passa a ser ainda mais atraído por marcas que compartilham valores ligados à sustentabilidade, transparência e responsabilidade.

Um exemplo de posicionamento estrategicamente conectado ao tema de negócio é a AMA, projeto da AMBEV que apostou na expertise da Alice Wonders para dar corpo e vida à iniciativa através de uma Vending Machine Interativa

Na aquisição de cada garrafa de água AMA, 100% do lucro é revertido para construção de poços artesianos em bairros e comunidades que sofrem com a falta de água. Logo, além de destacar a marca com tecnologia e inovação, a máquina lançava um convite à reflexão social, demonstrando seu impacto positivo enquanto entretia e encantava o consumidor no ato de compra.

7Data-Driven: empresas e marcas regidas por dados

Com o crescimento exponencial do conceito Data-Driven, ou seja, empresas e organizações guiadas estrategicamente por dados, sobressaem-se as marcas que sabem desmistificar o big data para compreender o comportamento do consumidor seja no e-commerce ou varejo físico. 

Um exemplo de marca que bem representa essa tendência é a Intel. Junto a Alice Wonders, desenvolveu uma Smart Store Interativa que revolucionou o varejo de laptops no Brasil.

Em um totem, os shoppers respondiam suas preferências e necessidades na hora de escolher um notebook. Ao final do questionário, por meio de luzes coloridas, eram direcionados aos modelos das categorias que mais possuíam sinergia com suas escolhas. Além de toda a coleta de dados que favorecia as recomendações adequadas, a Intel ainda mapeava o comportamento do cliente na loja, acessando insights poderosos como quais modelos foram os mais procurados, qual a média de tempo e distância em cada laptop, quais dias e horas da semana receberam mais movimento (e muito mais!). 

Viu só o poder dos dados na hora de tomar decisões estratégicas para aumentar engajamento e volume de vendas no seu PDV? É justamente essa a funcionalidade do Granometrics.io, tecnologia exclusiva da Alice Wonders que mapeia comportamento em espaços físicos, gerando insights que resultam em vendas qualificadas.

Qual dessas tendências você acredita ser a mais revolucionária para o setor varejista? Compartilhe sua opinião nos comentários! 

E se você também deseja inovar e destacar sua marca com Experiências Digitais no PDV,  entre em contato conosco e conheça nossas soluções personalizadas! 

 

 

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Most Popular Topics

Editor Picks

Send this to a friend