Tendências de mercado: como serão os shoppings do futuro? 0 4703

mulheres fazendo compras em loja de shopping

Os shoppings do futuro trarão tendências de mercado em vários aspectos em razão da mudança na forma de pensar e consumir das pessoas, principalmente da geração Millennial, que está repensando o consumo de bens materiais e gastos excessivos.

Por isso, os shoppings precisam se reinventar para atender as necessidades atuais que permanecerão futuramente.

Além disso, as pessoas não estão mais interessadas em visitar um lugar monótono que só serve para fazer compras e, às vezes, ir ao cineminha. Elas querem mais! Mais entretenimento, mais interação, mais cultura, mais sustentabilidade.

Existe também a preocupação social em relação aos shoppings precisarem ser mais acessíveis, deixando de ser essa bolha que existe alheia à população e à cultura da região.

Por isso, fizemos este post com as principais tendências que os shoppings do futuro devem adotar para se adaptarem às necessidades dos seus visitantes — não mais apenas consumidores. Confira!

Espaços com formatos mais flexíveis

No futuro, o conceito de que os shoppings se resumem somente a lugares para fazer compras será reinventado. Espaços com formatos flexíveis, onde as pessoas não estarão apenas como consumidoras e sim como qualquer um em busca de diferentes experiências pessoais e convivência, vão ser criados.

Haverá investimento para melhorar o ambiente digital e criar mais serviços pessoais, aumentando o leque de opções de atendimento, tais como centros de arte, salas para concertos, salão de beleza, barbearia, academias etc.

Imagine um shopping que aproveita totalmente a energia solar, trabalha com o reaproveitamento de água, tem mais áreas verdes do que estacionamentos e proporciona um lugar perfeito para o convívio de família e amigos, com área gastronômica completa. Pois essa é a imagem ideal de um shopping do futuro!

O conceito das Guide Shop

Já imaginou como seria fazer compras no shopping e depois de experimentar e escolher os produtos, recebê-los em casa? O Guide Shop será uma tendência do mercado, principalmente em lojas de peças de vestuário. Ele promete revolucionar a experiência de compra dos consumidores, levando as lojas virtuais para a rotina deles, com a diferença de que poderão ver e experimentar o que estão consumindo.

Em um shopping onde os consumidores têm a oportunidade de visitar várias lojas em um lugar só, o Guide Shop entra facilitando o vai e vem dessas pessoas, que não precisarão carregar suas compras em seu passeio. Não é incrível?

Compra na internet e retira na loja

Os shoppings estão perdendo espaço para as lojas virtuais, devido aos preços elevados e seu formato pouco atrativo. Porém, eles podem adotar uma estratégia oposta ao Guide Shop: as lojas físicas podem se fundir com o e-commerce em um modelo de vendas em que os clientes escolhem os produtos na internet e os buscam na loja, ganhando tempo em sua rotina diária.

Mas você deve estar se perguntando: por que as pessoas pensariam em comprar pela internet e buscar o produto no shopping, em vez de receber em casa?

Com uma boa estratégia de marketing e um espaço físico renovado, é possível atrair novos clientes para esse modelo de vendas. De modo que, ao buscar seu(s) produto(s) na loja, o cliente entra em contato com outros itens em um espaço físico diferenciado, aumentando as chances de comprar mais.

Atendimento personalizado e conexão com os clientes

Por mais que a tecnologia avance, o ideal não é que os robôs passem a atender os clientes como nos filmes futuristas, pois nada se compara ao atendimento feito por pessoas reais extremamente qualificadas para interagir com os consumidores, não é mesmo?

Nos shoppings do futuro, haverá um perfeito equilíbrio entre as novas tecnologias e os profissionais qualificados, sendo essa a melhor alternativa para encantar os clientes e reduzir os custos da empresa. Já existem ferramentas digitais que aumentam a produtividade e a eficiência dos atendentes, permitindo o acesso a um computador ou smartphone para auxiliar os clientes em algum problema, o que torna os processos bem mais rápidos durante o atendimento.

A junção de várias tecnologias integradas às vendas no varejo, como internet, inteligência artificial e análise de dados, será usada para otimizar a experiência do consumidor com atendimentos customizados baseados em seus interesses e necessidades. A interação dos lojistas com os clientes será muito bem estudada, para promover o melhor atendimento ao consumidor de todos os tempos.

As inovações serão desde sinalizadores indicando a disponibilidade de Wi-fi, garantindo a conectividade dos clientes, até a criação de aplicativos dirigidos aos dispositivos móveis, especialmente smartphones, que são amplamente usados pelas pessoas de hoje em dia. Elas têm, literalmente, o mundo em suas mãos.

Softwares de realidade aumentada

A tecnologia será uma grande aliada dos shoppings do futuro. A partir de softwares, é possível maximizar a experiência do consumidor durante as compras. As vitrines virtuais por exemplo, permitem ao cliente “experimentar” peças de vestuário se posicionando em frente a uma tela que mostra a roupa no corpo da pessoa.

Há vários exemplos de empresas que já usam a tecnologia da realidade aumentada para melhorar a experiência dos clientes e fidelizá-los. A marca japonesa de maquiagem Shiseido, por exemplo, disponibiliza aos seus clientes um espelho digital que aplica os produtos em seus rostos no “reflexo” do espelho, facilitando a escolha dos produtos pelos consumidores. Além disso, o espelho digital recomenda maquiagens prontas que combinam com o rosto dos clientes. Muito inovador, não é?

Como vimos neste post, os shoppings tradicionais precisam se reinventar para uma adaptação ao estilo de vida digital e mais consciente dos consumidores. O próprio EUA, que tem seus shoppings como símbolo do capitalismo no país, está buscando inovar nesses espaços para evitar que seus estabelecimentos sejam fechados, como já está acontecendo!

No Brasil, os shoppings estão operando com mais da metade de suas lojas vagas. A saída para os centros comerciais do país não fecharem é que eles entrem na era tecnológica e invistam nas novas tendências de mercado.

Se é isso que você quer para a sua empresa, entre em contato com a Alice Wonders para saber como criar espaços mais atraentes para seus clientes e se tornar relevante no seu meio!

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Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 321

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

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Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 203

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

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