Gerenciamento por categoria: como dar mais poder ao shopper? 0 1235

mulheres fazendo compras

O mercado está a cada dia mais competitivo, e isso tem feito com que empresas varejistas e atacadistas procurem por ferramentas, metodologias e soluções estratégicas para lidar com as mudanças no comportamento dos consumidores e otimizar a cadeia logística. Entre elas, podemos citar o gerenciamento por categoria como uma das mais importantes.

Você sabe o que é o GC, por que ele é tão importante tanto para aumentar as vendas quanto para fidelizar consumidores e como aplicá-lo em sua loja? Então, acompanhe a leitura do artigo de hoje para saber mais sobre o assunto!

O que é gerenciamento por categoria?

Gerenciamento por categoria, de forma simplificada, consiste em uma metodologia utilizada para otimizar a organização dos produtos no varejo, conforme as diferentes necessidades do consumidor.

Uma maneira simples de ilustrar isso é pensar em qual é a forma como você organiza os itens na cozinha de sua casa. Os talheres estão divididos por tipos? Os copos ficam no armário dos alimentos? E quanto aos pratos? É muito provável que, com a intenção de facilitar o processo de cozinhar e comer, você organize esses objetos da melhor maneira possível, correto?

Como funciona?

O gerenciamento por categoria funciona de modo semelhante. Seu objetivo é encontrar as categorias nas quais os produtos se encaixem melhor em um ponto de venda (PDV) para que possam vender mais, aprimorar a gestão do estoque e melhorar a relação com os fornecedores.

Entre outras questões, o método leva em consideração, principalmente:

  • o perfil dos consumidores: classe social, faixa etária, sexo, etc:
  • as preferências no momento da compra;
  • o histórico de consumo das categorias listadas.

Por exemplo, quem compra cookies integrais, em geral, são pessoas com uma faixa etária de 36 a 50 anos e com um poder aquisitivo superior. Essa mercadoria se enquadra na categoria “mercearia doce” e está relacionada aos biscoitos saudáveis, integrais, orgânicos, lactose e/ou glúten.

Dessa forma, é interessante expor esse tipo de item lado a lado e investir em uma estratégia de cross merchandising com sucos, café, chás e bebidas prontas.

Enfim, o gerenciamento por categoria é uma ferramenta indispensável para o varejo, independentemente de qual seja o segmento de atuação no mercado ou porte do estabelecimento.

Como aplicar o gerenciamento por categoria?

Agora que você já sabe o que é o gerenciamento por categoria e por que ele é indispensável em estabelecimentos varejistas, mostraremos algumas práticas simples para aplicá-lo em sua loja.

Faça parceria com seus fornecedores

Os fabricantes têm muito conhecimento sobre as categorias em um mercado, já que são eles que produzem as mercadorias, realizam pesquisas e possuem informações minuciosas sobre o comportamento do setor. O que faz com que dominem os dados estrategicamente e conheçam o público-alvo como ninguém.

Você pode contar com todo esse conhecimento ao fazer parcerias e realizar técnicas de merchandising, como a distribuição de amostras ou uma grande promoção que pode render ótimos resultados, por exemplo.

Pense como se fosse um cliente

Antes de mais nada, você conhece bem o funcionamento da sua empresa? Então, para que possa se colocar no lugar do cliente que entra em sua loja, responda as seguintes perguntas:

  • quais caminhos você percorreria para chegar até um determinado produto que deseja?
  • quais produtos são os geradores de visita?
  • qual é o setor mais importante para você?
  • quais mercadorias você espera encontrar junto a uma mesma categoria?

Conhecer as particularidades da sua loja mais profundamente é uma prática muito proveitosa. Embora um ou outro produto possa parecer insignificante — em termos de faturamento — é possível que faça com que mais clientes entrem no estabelecimento.

Lembre-se de que a apresentação não deve ser deixada em segundo plano, já que ela também tem um papel fundamental no processo como um todo. Por isso, aposte em embalagens personalizadas e outras diversas estratégias para atrair a atenção do consumidor.

Considere a mistura de produtos

Outro fator crucial para o sucesso de uma empresa varejista é o sortimento de itens. Ou seja, quanto mais diversificado for o seu catálogo de mercadorias, maiores as chances de atrair consumidores.

Um bom mix de produtos pode ser considerado como um diferencial competitivo, até mesmo mais bem visto do que os preços baixos, pela perspectiva do cliente, pois ele pode preferir ir a um único estabelecimento que tenha todas as mercadorias que ele procura, mesmo que um ou outro produto custe um pouco mais, do que ir a uma loja que não tem variedade.

Conheça o shopper

O shopper é o responsável pela parte expressiva do faturamento da loja, diferente do consumidor, que é o cliente final do produto. Por exemplo, fraldas para bebê são feitas para serem usadas por bebês, mas quem as compra são os pais e as mães.

Não entender como essa figura lida com a segmentação pode trazer muitas dificuldades para que você implemente o gerenciamento por categoria de maneira bem-sucedida.

Portanto, procure compreender ao máximo como se dão as decisões de seus shoppers mais recorrentes e, além disso, faça um tracejamento de seus perfis. Se os clientes são da classe A e B, por exemplo, o sortimento deve contemplar produtos mais sofisticados para atender as necessidades desse grupo.

Faça um monitoramento de dados

Por fim, deve ser realizado um constante monitoramento de dados, como quantidade, volume de compra e frequência, já que são importantes medidas utilizadas para fazer a avaliação das estratégias usadas no PDV.

A partir dessas informações, é possível analisar as métricas obtidas e saber de que forma as categorias estão funcionando na prática. Afinal, o frequente acompanhamento da gestão por categoria é necessário para mostrar quais resultados a metodologia está proporcionando para suas vendas.

Como você pôde conferir neste conteúdo, o gerenciamento por categoria reúne um conjunto de práticas indispensáveis para o sucesso de um estabelecimento varejista, independentemente de qual seja seu porte ou atuação no mercado.

Para isso, é fundamental conhecer o perfil de seu público-alvo e se colocar na perspectiva deles, quando entram na loja em busca de mercadorias que satisfaçam suas necessidades.

Existe alguma dúvida sobre como o gerenciamento por categoria pode dar mais poder ao shopper que ainda não foi sanada? Você tem experiências sobre o assunto e deseja compartilhar com a gente? Então deixe o seu comentário!

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Como um ambiente interfere na experiência do cliente 0 800

O relacionamento com os clientes tem crescido cada vez mais, isso porque, as marcas entenderam que cuidar de quem compra, é tê-lo comprando sempre e mais do que isso, indicando o seu negócio.

Mas além disso, o consumidor também está mudado. Ele sabe que no mercado existem diversos lugares que proporcionam o mesmo produto ou serviço, portanto, escolhe pelo que mais lhe agrada e apresenta benefícios.

O que é a experiência?

Em primeiro lugar, é importante saber o que é a experiência de compra do cliente. Trata-se da assimilação que o cliente faz com o ambiente enquanto está nele realizando suas compras.

Não se trata somente de produtos ou serviços. Geralmente, envolve elementos físicos e emocionais, podendo ser eles positivos ou então negativos.

Os momentos de cativo, de simpatia, de alegria e também bem-estar precisam fazer parte do ambiente para que de fato, a experiência do cliente possa ser considerada boa.

Um case interessante de experiência do cliente foi o da Intel para o hipermercado Extra, em que um espaço interativo para conhecer e poder experimentar os computadores da marca, de modo que o cliente conseguisse escolher o modelo que mais combinasse com a sua realidade.

Quando ideias como essa são pensadas a fim de proporcionar ao cliente algo inovador e que ele nunca parou para pensar, é o que de fato o conquista.

O ambiente físico

Começando pelo local. Quando se trata de uma loja física, os clientes quando escolhem ir para comprar algum produto ao invés de realizar a compra pela internet, é porque de fato gostam do ambiente.

O primeiro contato é o que fica, por isso o consumidor volta. Portanto, se a sua loja é agradável, proporciona os elementos necessários que o cliente pode precisam enquanto está ali, como água, cadeiras, petiscos, entre outros, as chances dele voltar são grandes.

A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte.

Um outro ponto interessante tem relação com a música. Não é a toa que elas estão nos ambientes de compra. Geralmente são pensadas para agradar o cliente, mas é preciso entender quem ele é e o que provavelmente escuta.

O ambiente digital

Mas quando falamos sobre ambientes digitais, também é preciso atenção. O próprio cenário digital já proporciona ao cliente uma experiência de compra diferenciada.

Pense em uma empresa que faz a venda online de máquina de solda. Se o cliente tem todas as informações sobre a máquina à disposição, além de dicas de instalação, além dos contatos necessários em caso de dúvidas, ele não vai ter preocupações em comprar.

O processo de agilidade é um dos pontos que faz com que o ambiente seja admirado pelo cliente, além de lugares seguros, de fácil navegação e com um design bonito e convidativo.

Sintonia dos ambientes

A diferença de experiência que cada um proporciona é muito importante, mas fazer com que eles trabalhem em sintonia é o ponto chave.

A empresa que conta com um ambiente físico e um digital, precisa harmonizar os atendimentos, os designs e toda comunicação.

Se uma estação de tratamento de água conta com um site bem instruído, com valores, locais de atuação, tipos de serviço, horários de atendimento, entre outros, precisa que todas essas informações também estejam presentes com os funcionários no espaço físico.

O cliente que precisa desse tipo de processo, vai assimilar os dois ambientes e consegue sentir segurança e verdade. Bom atendimento físico e bom atendimento online.

O encantamento do consumidor

Quando se aposta em ações que de fato toquem o cliente, os resultados são certeiros e na grande maioria das vezes positivo.

Sanar dúvidas, conhecer as necessidades das pessoas que busca pelos produtos ou serviços, prestar um bom atendimento, são questões que os fazem o cliente se aproximar cada vez mais.

Por isso, se você tem um negócio, seja ele do segmento que for, desde os mais comuns como roupas, alimentos, máquinas, ou até os mais diferentes, como venda ou aluguel de tendas para eventos, passeio com cães, entre outros, preste o melhor atendimento.

A experiência do seu cliente, faz a diferença no seu negócio e mostra que o crescimento de uma marca se dá através dos detalhes identificados, transformados e colocados em prática.

Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

 

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Afinal, como oferecer diferentes experiências digitais aos clientes? 0 1203

experiências digitais

Você sabia que pode mudar o modo como o cliente interage com o seu negócio por meio de experiências digitais? Nos últimos anos, nos familiarizamos com novas tecnologias, como as assistentes virtuais (Siri e Google Assistant), e passamos a incluí-las em nosso dia a dia.

No entanto, boa parte das experiências que os varejistas proporcionam aos seus clientes continuou igual. Dessa forma, é hora de avaliar as implicações da transformação digital na rotina dos consumidores e trazê-las para dentro do seu estabelecimento.

Pensando nisso, mostraremos a seguir 6 formas de como oferecer experiências digitais aos seus clientes. Quer melhorar a gestão do seu negócio e aumentar seus resultados em vendas? Então continue a leitura!

1. Sincronize as lojas físicas e online

Sua empresa também vende pela internet? Se não, essa realidade precisa mudar. Por mais que varejistas ganhem trazendo o consumidor para a loja, eles não podem oferecer apenas essa modalidade de compra se planejam estar em primeiro lugar entre os clientes.

A maioria de nós já compra pela web e, segundo o SPC Brasil, 74% dos internautas incluem o celular em seus processos de compra. Por isso, uma loja online ou aplicativo podem ajudar a sua empresa a vender mais.

No entanto, a loja online não precisa estar desconectada da loja física. Digitalizar o processo de compra e permitir que o consumidor recolha os produtos no PDV (ponto de venda) é uma das alternativas para integrar esses dois universos.

A faixa etária do público do seu estabelecimento vai influenciar as decisões que você deve tomar aqui. De acordo com a mesma pesquisa citada, jovens entre 18 e 34 anos são os que mais utilizam smartphones para adquirir produtos.

Assim, se eles constituem uma fatia considerável dos seus lucros, comece a pensar hoje mesmo em como integrar a loja física e a virtual.

2. Considere a experiência em pequenas telas

Quase nunca estamos na frente do computador quando nos lembramos de algo que queremos comprar. Assim, ganham as empresas que preparam os seus websites para receber visitantes de qualquer dispositivo.

As páginas responsivas funcionam com a mesma qualidade no PC, no tablet ou no celular — carregam rapidamente e dispõem de todas as informações de que um cliente precisa para tomar a decisão de compra. Se o seu e-commerce ainda não tem essa adaptação, procure fazê-la o mais rápido possível.

3. Invista em guide shopping

Guide shopping é uma modalidade de compra diferente daquela que a sua marca já oferece. Consiste na criação de lojas experimentais, nas quais os clientes podem conhecer e provar os produtos, mas que não precisam manter grandes estoques, pois as compras são enviadas diretamente para a residência do consumidor.

Essa é uma oportunidade de vivenciar a loja digital no mundo físico. O apelo desses estabelecimentos é enorme porque eles oferecem preços mais competitivos do que os das lojas tradicionais e equiparáveis aos obtidos em vendas pela internet.

É possível inovar com o conceito, agregando uma equipe de vendedores eficiente e bem treinada, capaz de montar exposições de produtos exclusivas para os visitantes e de ajudá-los a definir qual produto melhor atende às suas expectativas.

A reserva de peças é feita automaticamente e o cliente paga na hora. No entanto, pode optar por um modelo ou cor diferente do que escolheu no PDV, por exemplo.

4. Redefina a experiência de checkout

Comprar no PDV pode ser muito divertido, mas filas de espera e processos de pagamento demorados fazem com que os clientes prefiram levar as aquisições para a internet.

Esse é um dos motivos pelos quais a sua empresa pode se beneficiar ao investir no autosserviço. Quiosques de pagamento agilizam os serviços, criam uma interação diferenciada entre clientes e estabelecimento e dão mais poder aos shoppers.

Conforme mostrou uma pesquisa americana, um dos principais motivos que impedem a conversão em vendas é a demora para sair da loja com um produto em mãos. Cerca de oito minutos já são o suficiente para que alguém deixe de levar um produto nos Estados Unidos.

Não temos uma pesquisa similar no Brasil, mas podemos estimar números não muito diferentes por aqui. Portanto, ao melhorar a experiência de checkout dos seus clientes, você aumentará seus resultados em vendas.

5. Crie um aplicativo que funcione no mundo real

Abraçar a tecnologia não significa levar todo o processo de compras para a internet. A sua empresa pode criar uma interação interessante dentro da loja se oferecer um aplicativo que transforma as compras em algo mais simples. É isso que marcas têm feito fora do país.

Funciona assim: os clientes tiram fotos dos produtos que mais lhe agradaram por meio de um app baixado no próprio PDV. Então, navegam por todo o espaço sem precisar carregar um carrinho ou pensar no quanto gastaram, já que essas informações estão na palma de suas mãos. Ao sair, fazem o pagamento e recolhem os produtos no caixa.

Esses apps também funcionam como guias, diminuindo a necessidade de vendedores disponíveis no PDV. Eles oferecem informações sobre os produtos fotografados sem a necessidade de interagir com alguém ou ser interrompido enquanto procura uma peça.

Isso faz com que os clientes passem mais tempo dentro do estabelecimento, notando produtos que antes poderiam não lhes interessar e aumentando o seu ticket médio.

6. Integre as informações da sua loja

Muitas vezes compramos produtos na internet e queremos fazer a troca deles no shopping. Entretanto, esse processo pode ser bastante complicado. Lojas que não integram suas informações oferecem uma péssima experiência para quem tenta realizar uma troca dessa maneira.

Se os sistemas utilizados no e-commerce e no ponto de venda não conversam entre si, o consumidor sairá frustrado desse atendimento ou perderá um tempo valioso nele. Mesmo o call center da empresa deve ter visualização completa do status de um pedido para proporcionar interações de qualidade.

Preocupe-se em sincronizar os dados dos múltiplos canais que você possui para atender melhor e aumentar a satisfação do shopper.

Assim, você deve se perguntar: que tipo de experiência de compra o seu consumidor tem hoje? É a partir daí que você deve começar a pensar em como aprimorar as interações que ele encontra no PDV e fora dele.

Conhecendo melhor o seu público-alvo, será possível não só entender o quanto ele está satisfeito com o que recebe, mas também projetar novidades que farão com que ele se sinta ainda mais próximo e mais bem atendido pela sua marca.

Nem todas as experiências digitais precisam ser complexas. Plataformas que conectam o que acontece na internet com a loja física já são o suficiente para que sua empresa dê o primeiro passo quando o assunto é transformação digital.

Gostou dos nossos exemplos de experiências digitais que você pode oferecer aos seus clientes? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude seus amigos a ficarem por dentro do assunto!

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