Marketing de varejo: o que seus resultados querem dizer? 5 4012

ROI : Return on investment word lettering typography design illustration with line icons and ornaments in blue theme

Ampliar as vendas e antecipar as tendências é um desafio para muitos gerentes de marketing. Para complicar, eles ainda precisam comprovar o sucesso das estratégias para as partes interessadas.

Contudo, se você faz uma análise efetiva dos números do marketing de varejo, fica bem mais fácil inovar no negócio e apresentar a evolução dessas ações para a diretoria. Exatamente por isso, neste artigo mostraremos como analisar os resultados com precisão.

Além disso, falaremos sobre os benefícios que o mapeamento desses números pode trazer para a sua empresa. Então, quer entender melhor o que dizem os seus resultados no marketing de varejo? Siga com a leitura e confira!

Afinal, como analisar os resultados das suas estratégias?

As maiores redes de varejo do mercado se preocupam em aumentar as vendas constantemente — ou recuperar uma queda ocasionada por algum fator específico. A grande dúvida que fica é: qual técnica utilizar para medir os dados e ter sucesso nas estratégias?

A resposta para essa questão é bem simples: defina métricas!

As métricas são medidores utilizados para mapear o desempenho das ações de marketing, seja para quantificar as tendências, as variáveis do negócio, o comportamento do consumidor ou outros resultados que precisam ser analisados.

Enfim, agora que você já está por dentro do assunto, vejamos algumas métricas importantes para o seu negócio!

Quais são as principais métricas para o marketing de varejo?

Antes de mais nada, é preciso ressaltarmos que existe uma grande variedade de métricas, e que cada uma delas se adéqua ao tipo do negócio. Neste texto, como o assunto é o marketing de varejo, vamos focar nas métricas relacionadas a vendas e relacionamento.

Veja, então, as 4 que separamos:

1. ROI (retorno sobre o investimento)

Embora o ROI possa ser calculado de várias maneiras, no marketing de varejo ele ajuda a entender qual é o retorno obtido por cada um dos seus investimentos nas lojas — em outras palavras: ver se a conta fecha no PDV.

Para encontrar o resultado do ROI, é preciso dividir o faturamento pelo investimento total em marketing. Se você investiu R$ 10.000,00 e teve um faturamento de R$ 100.000,00, por exemplo, o seu ROI foi de R$ 10,00.

Ou seja, para cada 1 real investido, a empresa teve um lucro de R$ 10,00 — isso representa que 10% do faturamento foi destinado ao marketing. E, se esse resultado for analisado no varejo (que, normalmente, reserva entre 1% e 8% do faturamento para investimentos em marketing) percebemos que o número precisa ser melhorado.

Para tanto, tenha em mente que o ROI pode ser utilizado para analisar toda a estratégia ou mesmo cada ação pontual de marketing. Assim você saberá, com exatidão, em que investir mais e o que precisa ser eliminado para potencializar os resultados.

2. CAC (custo de aquisição de clientes)

No conceito geral, o CAC é a métrica utilizada para saber quanto a empresa gasta para conquistar cada novo cliente. Para o caso específico do marketing de varejo, algumas variáveis influenciam nesse valor. Entre elas, podemos citar:

  • a sazonalidade;
  • o nível de competitividade do mercado;
  • o patrimônio da marca.

Além disso, é fundamental que o profissional de marketing saiba analisar quais fatores ajudam a diminuir o custo de aquisição por cliente. Assim, ficará muito mais fácil provar que as ações estão aumentando as vendas e diminuindo os custos para o negócio — ou seja, que o marketing é uma fonte de receita, não de gastos.

3. Taxa de Conversão

A taxa de conversão é uma métrica muito utilizada por e-commerces. No entanto, ela também pode ser aplicada ao marketing de varejo para analisar a relação entre o número de vendas concluídas e a quantidade de clientes que visitaram o PDV e se interessam pelos produtos.

O principal objetivo dessa métrica é mapear a eficiência tanto do PDV quanto da equipe de vendas para, assim, definir estratégias de captação e fidelização dos potenciais clientes que ainda não realizaram compras na sua empresa.

4. Faturamento por PDV

Uma análise de benchmark, somada ao faturamento por PDV, ajuda a compreender a efetividade de cada uma das lojas físicas da empresa, em comparação a outros pontos comerciais concorrentes.

Se o profissional de marketing detectar que a métrica está abaixo da média de mercado, por exemplo, isso indica que ele pode tomar uma das seguintes medidas:

  • potencializar estratégias de marketing para destacar o negócio — com planejamento, é claro;
  • fechar o PDV — que trabalha integralmente — nos horários de menor movimento (essa medida pode exigir a demissão de colaboradores).

A segunda alternativa pode parecer radical, mas, se a métrica mostra que o seu PDV está abaixo da média do mercado, isso é sinal de que a concorrência está sendo mais efetiva que você. Logo, algo precisa ser feito para reduzir o prejuízo.

Bom, saber analisar as métricas é importante, mas de nada adiantará se você não conhece os benefícios que elas podem trazer para a sua empresa, não é mesmo? Por isso, falaremos sobre esse assunto no próximo tópico.

Que tipo de benefícios podem ser obtidos por esses dados?

Todas as métricas apontadas aqui ajudam a melhorar a sua estratégia de marketing e apoiam a sua apresentação de resultados para as partes interessadas. Agora, vejamos como elas podem beneficiar o setor de marketing e a empresa, como um todo:

  • favorecem o aumento da receita de marketing;
  • ajudam a diminuir os gastos para atrair clientes;
  • fortalecem a empresa em relação aos concorrentes;
  • aumentam a eficiência na conversão dos clientes;
  • ajudam a encontrar insights para oferecer experiências relevantes aos consumidores;
  • auxiliam na fidelização dos clientes.

Diante disso, utilize o potencial de cada uma dessas métricas e entenda o que elas querem dizer sobre os acertos e erros na gestão do marketing! Formulando estratégias eficazes, corrija as falhas em processos de vendas, posicionamento de marca e no atendimento ao cliente no PDV.

Enfim, gostou deste artigo? Entendeu o que os seus resultados no marketing de varejo querem dizer? Sobrou alguma dúvida? Deixe o seu comentário aqui no post contando pra gente o que as métricas têm mostrado!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Previous ArticleNext Article

Como criar experiências perfeitas? Inspire-se com a loja da Apple! 0 395

Vender é apenas o fim de uma jornada repleta de etapas. Para chegar lá, é necessário oferecer um ciclo de interações satisfatórias que vão compor o que chamamos de experiência de consumo. Quanto mais qualificada a sua, maiores as chances de gerar engajamento e relevância para sua marca, chegando até às vendas como resultado natural.

Para construir essa ideia completa de relação com o consumidor, é fundamental considerar alguns pontos essenciais, contemplados pelo conceito de Matriz de Experiência. Esses pilares capacitam marcas a envolver pessoas por meio de elementos diversos que vão criar a melhor percepção possível sobre a empresa.

Mas como construir isso da maneira certa? Explicamos ao longo deste post, que tratará sobre experiência de consumo, o que é esse conceito e como aplicá-lo com a ajuda da matriz. Acompanhe!

Qual é o poder da experiência de consumo para as marcas?

Bom preço, produto de qualidade e valor agregado. Esses são, certamente, os valores que mais saltavam aos olhos de um consumidor na hora de escolher uma empresa ao longo dos últimos anos. Ainda que sejam detalhes essenciais, não ocupam mais as primeiras posições na lista de prioridades do público.

Talvez para uma parcela dos consumidores ainda seja fundamental um produto ter o preço baixo, mas certamente, essa característica divide importância com outras. Afinal, do que adianta comprar um item que custa pouco, mas ser mal atendido na loja da marca? São questões inegociáveis para quem é cliente e deseja ter uma boa relação com marcas.

Esses detalhes que vão além das questões mais básicas são itens inegociáveis na hora de compor uma experiência de consumo perfeita. Nesse sentido, fica claro que as marcas precisam pensar em todas as etapas, desde as ações de marketing que vão atrair pessoas até o pós-venda.

A experiência de consumo ideal é aquela que gera no consumidor o sentimento de que tudo funciona muito bem, que a marca é atrativa e de que algo o faz querer comprar. Pode ser que essa pessoa nem mesmo saiba o que gera nela o desejo de consumo, mas no seu subconsciente há a certeza de que aquela marca é a escolha certa.

O que gera essa sensação nada mais é do que a experiência de consumo. Quando feito da maneira certa, esse conjunto de técnicas envolve mais facilmente, engaja o consumidor, gera vendas e fideliza.

O que é a matriz de experiência?

Para que haja esse envolvimento completo do cliente e que essa pessoa se sinta pronta não só para consumir, mas também para comprar de maneira fiel e recorrente, é necessário investir em alguns pilares. Essas bases conceituais, quando são aplicadas em conjunto, resultam na matriz de experiência.

O conceito alia quatro estruturas fundamentais que devem ser colocadas em prática ao pensar em experiência de consumo:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • Estética;
  • Escapismo.

A proposta é que, na execução da estratégia de experiência, esses pilares possam convergir, mas não necessariamente de maneira simultânea. O desequilíbrio, pensado para conduzir o consumidor da maneira mais adequada em cada etapa da jornada do cliente, é o que vai entregar exatamente o que cada pessoa espera.

Esse conceito pode ser melhor compreendido por meio da representação gráfica dessa matriz:

Como você pode ver, as etapas de entretenimento e de educação são voltadas para a absorção da ideia de produtos, conceito dos serviços e como o que é vendido soluciona problemas. Já os pilares de estética e escapismo são projetados para imersão do consumidor na ideia de marca, algo constantemente feito em espaços físicos de varejo.

Como funcionam os pilares da matriz de experiência?

Cada um desses pilares têm uma função bastante específica na hora de envolver o consumidor dentro da experiência de consumo. Entenda melhor esses papéis e como são concretizados em ações e ideias.

Entretenimento

O entretenimento consiste em captar a atenção do consumidor que está no varejo e fazer com que essa pessoa consiga ser imersa na ideia de marca e produto de maneira lúdica. A interação é também muito importante para gerar um momento mais leve e que vai permitir que o consumidor consiga ter a percepção pretendida sobre a marca

Educação

Todo consumidor precisa ser educado para que possa conhecer mais sobre o produto que a marca oferece. Nos espaços de varejo, educar pode ser feito das mais diferentes formas. Isso vai desde painéis interativos em que o cliente aprende de maneira autônoma até a o atendimento tradicional feito por um vendedor bem preparado

Estética

Uma boa identidade visual, uma decoração sofisticada e um ambiente que tem uma estética alinhada à identidade de marca criam uma percepção aprofundada sobre a empresa. É fundamental que as lojas sejam preparadas para gerar essa imersão.

Escapismo

A ideia de escapismo no varejo consiste na capacidade de ambientes em gerarem um deslocamento da realidade. Na prática, são locais que proporcionam uma imersão mais qualificada, ou até mesmo que sejam únicos e inovadores. Esses locais são marcantes e despertam a percepção de modernismo e sofisticação no consumidor.

O que a Apple pode nos ensinar sobre experiência de consumo?

Um dos maiores cases de sucesso do mundo, sem dúvidas, é a Apple, com suas flagships, as lojas conceitos. Espalhadas pelo mundo todo, uma delas é considerada a grande referência da marca, a da Quinta Avenida, em Nova York. Por lá, os quatro pilares da matriz de experiência podem ser não só observados, como vivenciados.

Começando pelo entretenimento, na programação da loja está a atividade Today at Apple, um fórum diário e gratuito que traz debates, apresentações e palestras sobre variados temas dos mais diversos universos.

Imagem: Apple

No pilar educação, a loja da Quinta Avenida se destaca pelo seu staff altamente capacitado, extenso e plural, com pessoas de mais de 30 idiomas distintos. Há ainda dois tipos de equipes de especialistas para ajudar sobre produtos, funcionalidades e gadgets da empresa: Geniuses e Creative Pros.

Imagem: Apple

A estética aplicada na loja traz muito da ideia de design da Apple: simples, funcional e bonito. Isso se reflete em um espaço amplo, totalmente sofisticado e com diversos ambientes com a cara da marca.

Imagem: Apple

Por fim, a ideia de escapismo é aplicada com um dos maiores atrativos da unidade Apple da Quinta Avenida: o cubo luminoso. A construção inovadora pode ser visitada pelos clientes da loja e explorada em uma experiência de imersão total que foi reformado completamente em 2019.

Imagem: Apple

Com uma compreensão perfeita da matriz de experiência, a Apple da Quinta Avenida mostra como é possível convergir os pilares com perfeição.

Criar experiências perfeitas é um desafio para lojas que querem ter muito mais do que um bom produto. Fidelizar e ser referência precisa ser um objetivo de quem deseja liderar o mercado. Para isso, contemplar os pilares da matriz, assim como a Apple faz, é fundamental.

A Alice Wonders pode ajudar a sua marca a proporcionar experiências perfeitas para seu consumidor com Tecnologia, Inovação e Dados. Conheça nossos cases, inspire-se e saiba mais!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 261

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Most Popular Topics

Editor Picks

Send this to a friend