Inovação e tendências em trade marketing: saiba o que pode aumentar as suas vendas! 3 4951

Mulher comprando em loja com smartphone

Seu objetivo é vender mais? Então, é hora de começar a ficar atento para as inovações em trade marketing. Inclusive, trade marketing e aumento de vendas estão intimamente relacionados, porque o principal objetivo dessa estratégia é o de aumentar a demanda com o auxílio dos parceiros na cadeia varejista.

Em vez de confiar apenas na criação de necessidades junto ao consumidor, o trade marketing impulsiona o aumento de vendas com uma estratégia Business to Business, ou B2B, que consiste em incentivar a compra de produtos por outros varejistas, a fim de criar demanda e oferta constante para o consumidor final.

Neste post, vamos lhe mostrar os principais motivos para se investir em trade marketing, como ele se relaciona com o aumento de vendas e o que é possível fazer nos âmbitos da experiência do consumidor e tecnologia para que o objetivo de vender mais seja alcançado. Siga conosco, pois este guia completo vai desmistificar o trade marketing e mostrar as inovações e tendências que farão com que a sua marca venda mais!

Por que investir em trade marketing

Para começar a entender como trade marketing e aumento de vendas estão relacionados, precisamos explorar melhor o conceito. O trade marketing é a disciplina do marketing que é focada no aumento da demanda junto a parceiros e distribuidores, e não exatamente no consumidor. Falamos sempre aqui no blog de como experiência de consumo é importante e queremos deixar claro, logo de cara, que o trade marketing não ignora esse fator.

Todavia, trata-se de uma abordagem diferenciada e que pode trazer resultados incríveis para o seu negócio. É que, embora o trade marketing foque a cadeia de distribuição, ele também concentra parte dos seus esforços na necessidade contínua de administrar uma marca para que ela gere uma demanda constante.

A ideia é que, depois de construída a identificação com o consumidor, um varejista precisa garantir que os produtos de sua marca estão chegando a ele. Afinal, a experiência do shopper precisa ser enriquecida de várias maneiras e uma das principais estratégias nesse sentido é garantir que ele sempre tenha acesso a um produto pelo qual tenha preferência.

Só que, para fazer isso, o trade marketing trabalha junto com outros negócios, fortalecendo uma marca em detrimento das outras e certificando-se de que ela tem a exposição de que precisa para permanecer entre as preferências do cliente. Mas como é que uma empresa pode fazer isso?

Um dos principais recursos dentro do trade marketing é a oferta de benefícios para os parceiros de negócios. Esses benefícios podem ser tangíveis ou intangíveis, contanto que eles deem uma garantia para o parceiro de que é uma boa ideia continuar promovendo os produtos da marca A em detrimento da B.

Podemos dizer, então, que o trade marketing é o marketing que fazemos para influenciar outras marcas. Essa influência cria demanda para os produtos de uma empresa ao longo dos canais de distribuição e não exclusivamente no consumidor. Inferimos então que, ainda que o trade marketing seja uma tendência, ele está longe de ser uma novidade.

Os pontos focais do trade marketing — ou seja, as estratégias que ele utiliza — podem ser resumidos a uma melhoria nos canais de distribuição, à criação de displays inovadores, ao investimento em promoções e a um foco agressivo no preço. Com dados e informações que hoje estão disponíveis graças a recursos como o Big Data, o trade marketing fica melhor, mais efetivo e alinhado ao marketing das marcas.

Ainda está em dúvida quanto aos benefícios que o trade marketing pode trazer para a sua organização? Confira nos tópicos abaixo algumas das vantagens dele.

Trade marketing aproxima consumidores de uma marca

Um dos principais benefícios do trade marketing é como ele consegue aproximar os usuários finais de uma marca. Embora a estratégia seja voltada para outros negócios, o trade marketing tem como vantagem construir bons acordos entre varejistas e a manufatura. O resultado desses bons acordos são produtos mais bem colocados nos pontos de venda e marcas com maior visibilidade do que as outras.

Quando um negócio pratica o trade marketing de maneira eficiente, ele consegue aumentar as suas vendas, pois conquista uma melhor exposição nos PDVs. Por oferecer margens de lucro maiores para os parceiros B2B, os últimos sentem a necessidade de promover mais determinadas categorias e marcas do que outras. Consequentemente, quem pratica o trade marketing chega com melhores preços e de forma mais acessível aos potenciais clientes.

O que queremos dizer é que, embora o trade marketing não esteja obviamente focado no consumidor, é para ele que chegam os benefícios mais evidentes. Tais benefícios são o suficiente para promover uma marca com relação às outras e fazer com que ela se destaque, convertendo e fidelizando em uma proporção maior que a concorrência.

Fortalece a relação entre negócios

O trade marketing tem ainda outro papel: ele fortalece a relação entre dois negócios, no caso, quem produz e quem distribui um determinado item. Indústria e cadeia de distribuição desenvolvem um relacionamento mais próximo no trade marketing porque tornam-se interdependentes. Essa interdependência cria um vínculo no qual a troca de informações estratégicas entre ambos os negócios é mutuamente benéfica.

Por causa dessa troca, o trade marketing facilita a geração de valor, aumenta o giro nos estoques e faz com que clientes se movimentem mais nos pontos de venda. Essa movimentação, no geral, resulta em mais vendas e mais benefícios tanto para o varejista quanto para a indústria parceira.

Trade marketing aumenta o market share

Market share é como nos referimos à porção de mercado que é controlada por uma marca ou negócio específico. É interessante para os negócios expandirem seu market share, afinal, isso significa que eles vendem mais do que os seus concorrentes. Dentro do trade marketing e aumento de vendas, o market share é um dos objetivos, e é mais fácil conquistá-lo graças aos moldes da estratégia.

Com foco em negociações B2B mais vantajosas, colocar seus produtos em espaço de destaque no ponto de venda do varejista é menos complicado. O resultado é que as indústrias têm mais facilidade de evitar concentrações de mercado, ou seja, a ausência de seu produto em determinados espaços em benefício de uma marca concorrente.

O trade marketing pensa em maneiras de suprir as demandas de todos os envolvidos na cadeia de vendas, trazendo benefícios tanto para os varejistas quanto para as indústrias. É por isso que ele repensa a relação entre distribuidores e produtores, e concentra-se nisso para obtenção de resultados, como o aumento de vendas.

Conteúdo para PDV

Dentro do trade marketing, uma das táticas mais utilizadas para aumentar as vendas de uma determinada indústria é a criação de pontos de vendas diferenciados. Esses pontos de vendas são atrativos para os varejistas porque tornam suas lojas mais interessantes e atraem mais tráfego. Para as indústrias, porém, é que eles revelam o máximo de vantagens ajudando a converter com sucesso o maior número de pessoas possível.

Hoje, a criação de conteúdos interativos e dinâmicos para PDV é um dos focos do trade marketing e da inovação no varejo. A seguir, mostraremos como algumas dessas iniciativas estão impulsionando vendas ao redor do mundo.

Criando experiência no ponto de vendas

Muitas pessoas acreditam que o marketing termina quando o consumidor entra em uma loja. Afinal, que outras iniciativas poderiam mudar a sua opinião quando ele já se decidiu entre uma cadeia de varejistas e as concorrentes dela? Trata-se, porém, de um engano acreditar que as ações no ponto de vendas não têm o poder de influenciar a decisão de compras até o último instante.

Tendo em vista que é preciso continuar convencendo um consumidor da necessidade de adquirir um produto até o instante em que ele de fato o leva para casa, ações no PDV podem ter um impacto muito grande nas suas vendas. A metodologia de otimizar pontos de vendas e torná-los mais atrativos é parte das estratégias que podem diferenciar o seu trade marketing, porque, ao mesmo tempo, é vantajosa para as indústrias e para os vendedores.

Um dos recursos mais utilizados em PDV ao longo dos anos foi a criação de experiências. Inicialmente limitada a testes e demonstrações de produto, hoje, essas ações visam a tornar esse ambiente interativo e trazer o shopper para uma experiência única, capaz de convencê-lo de que a aquisição de um determinado item é a escolha certa.

Estamos mais propensos a fazer uma compra quando podemos experimentar o produto em questão. Então, não importa se você vende tecnologia ou alimentos. Criar uma experiência exclusiva na qual o usuário tem a oportunidade de interagir com o produto em questão e certificar-se de sua qualidade é uma das melhores coisas que se pode fazer para obter melhores resultados no PDV.

Marcas como a Whole Foods fazem isso o tempo todo. Ao instalar quiosques em que é possível experimentar os produtos da empresa, ela sobressai com relação aos concorrentes, pois permite que o cliente saiba exatamente o que está levando para casa. No momento de tomar uma decisão, essa informação é levada em conta e as vendas da marca se destacam.

O mesmo acontece nas lojas da Apple ao redor do mundo. A possibilidade de experimentar um produto e ver do que ele é capaz faz com que estejamos mais propensos a adquiri-lo.

Aumentando a interação no ponto de vendas com aplicativos exclusivos

Outra opção para melhorar os resultados no ponto de vendas é a criação de aplicativos exclusivos. Essa foi a alternativa adotada por marcas como a Target. Hoje, os consumidores estão mais motivados a comprar algo se conseguem garantir que estão fazendo o melhor negócio possível e, para explorar isso, a varejista norte-americana investiu em um recurso que permite automatizar a tarefa.

O app criado pela marca funciona como um “companheiro de compras” e tem capacidades que variam de acordo com o que está disponível em cada loja. O “Cartwheel App” confere sua localização e mostra as melhores ofertas de acordo com o perfil cadastro no aplicativo.

Várias outras marcas apostam nesse conceito e a Starbucks é uma delas. Utilizando-se de gamificação, a marca promove um jogo para quem frequenta as suas lojas, dando pontos conforme os clientes adquirem um produto ou outro. Ao final de um período, benefícios exclusivos como descontos e bebidas grátis tornam a experiência no ponto de vendas mais rica.

Otimizando o local de compra

Iniciativas de ponto de vendas podem trazer melhores resultados quando associadas a otimizações com relação ao local de compra. O espaço do varejista pode ser utilizado para promover uma marca e convencer o cliente de levar um produto para casa de várias maneiras. Não são apenas recursos como os aplicativos que guiam o usuário pela loja que tendem a obter resultados dessa natureza.

Consultores de vendas especializados — que interagem pontualmente com o consumidor ao longo de sua experiência de compra — podem obter resultados similares. Inclusive, mais de um ponto de vendas espalhado pelo espaço do varejista pode ajudá-lo a promover a sua marca e influenciar o processo de decisão do consumidor.

Trabalhando com trade marketing e aumento de vendas, você terá a oportunidade de se tornar um parceiro do vendedor. Dessa forma, torna-se possível aproveitar-se melhor do local de compra e desenvolver pontos de vendas que levam em consideração as especificidades de cada local.

Customização da experiência de compra

As experiências de compra personalizadas são uma inovação que está trazendo muitos resultados para as indústrias. Com auxílio de parceiros e, graças ao trade marketing, elas são um recurso incrível para aumentar a quantidade de vendas e promover a fidelização.

Quer entender como é possível criar essas experiências de compra personalizadas? Fique atento a algumas das ideias que selecionamos para ajudá-lo!

Pense além do aumento de vendas

Para que as iniciativas de customização da experiência de vendas funcionem, é preciso pensar nelas como mais que uma forma de aumentar as suas vendas. Caso os clientes tenham a impressão de que estão recebendo experiências personalizadas não porque a marca deseja desenvolver um relacionamento com eles, e sim porque tem objetivos de vendas a cumprir, eles podem se afastar delas.

Por isso, utilize de maneira astuta os dados objetivos com a inteligência de negócios. Informações de CRM e dados obtidos via Big Data podem fazer com que seja mais simples entregar interações significativamente melhores para os clientes, mas elas devem ser pensadas individualmente para serem consideradas personalizações. O que a sua marca deve buscar é oferecer com exclusividade exatamente o que seu consumidor busca, e não uma série de customizações que não geram valor para o consumidor final.

Use dados para entender as necessidades do consumidor

Na atualidade, temos acesso a uma miríade de dados que nos ajudam a compreender melhor o perfil do consumidor. Como ele interage com o site da sua marca, que iniciativas nas redes sociais geram engajamento e que produtos atraem mais sua atenção são todas informações às quais temos acesso para personalizar a experiência do consumidor.

Concentre-se nelas, inspirando-se em empresas bem-sucedidas como a Amazon. O que ela faz é entender o que as pessoas buscam e tentar encurtar a distância que as separa desses itens. Dessa forma, a marca consegue não apenas aumentar suas vendas, mas também mostrar que compreende as vontades que movem o seu cliente.

Explore as emoções do consumidor

Para desenvolver um relacionamento duradouro com o seu cliente, é preciso compreender qual é a relação emocional entre ele e uma marca. Para fazer isso, você precisa investir no desenvolvimento de mensagens que atinjam o consumidor em um nível pessoal.

Anúncios que levam em consideração o que você sabe sobre um cliente e customizam a mensagem da marca para endereçar exatamente essas necessidades são um dos recursos empregados nessas horas. Eles transformam experiências de compra passivas em algo muito mais significativo.

Trade marketing e aumento de vendas: o papel da tecnologia

O papel da tecnologia nas vendas e no marketing nunca foi tão relevante quanto agora. Todavia, o que sua empresa pode fazer hoje para começar a utilizar melhor os recursos que estão disponíveis e convencer clientes da necessidade de adquirir seus produtos? Mostraremos para você que é possível entender melhor o consumidor e aumentar suas vendas com o conhecimento adquirido.

Analise tudo que for possível

Como a maioria das campanhas de marketing é hoje feita com auxílio de ferramentas de automação e se conecta com o cliente em ambientes nos quais é fácil colher dados — como a internet —, é possível analisar muito melhor o nosso relacionamento com o consumidor. Softwares de marketing como o CRM tornam possível entender e acompanhar tudo, dos posts em mídias sociais até os e-mails que de fato são lidos pelo seu consumidor.

Acompanhar todos esses dados e analisá-los é o que lhe dará insights para fazer um marketing melhor. Com a tecnologia certa, é possível testar e experimentar quais são as iniciativas que mais trazem resultados para um negócio e coletar dados ao longo do processo, que o ajudarão a entender cada vez melhor o seu cliente.

Crie perfis e personas dos seus consumidores

Uma das melhores táticas para entender e melhorar as iniciativas de marketing de um negócio é o uso de personas. As personas são perfis semificcionais dos clientes de uma empresa que oferecem mais dados sobre eles do que geralmente temos acesso na criação de públicos-alvo. Personas tem nome, personalidade, gostam de coisas específicas e interagem com o seu negócio por um motivo.

Todas essas informações são fundamentais na criação de experiências de compra personalizadas e no desenvolvimento de produtos que atendem bem a todas as necessidades do cliente. Com os dados que você tem sobre o seu consumidor, obtidos de visitas ao seu website e às lojas que comercializam seus produtos, é possível criar personas precisas de quem adquire seus produtos. Utilize-as para desenvolver soluções e estratégias de marketing cada vez mais efetivas.

Invista em automação de marketing

Há muito que o seu time de marketing pode fazer melhor com soluções automatizadas, que criam gatilhos e ações específicas para cada interação do consumidor com a sua marca. Essas soluções vão maximizar os resultados que o seu departamento de marketing consegue obter, sem exigir o investimento na contratação de pessoal ou o desprendimento de muitas horas na interação com consumidores.

A automação de marketing pode aumentar a performance do departamento e ajudá-lo a organizar melhor os processos de negócios. Tarefas repetitivas como o envio de e-mails e a execução de follow-ups podem ser otimizadas com automação e trazer resultados incríveis para o negócio.

Ações para varejo e indústria aumentarem as vendas

Ainda em dúvida sobre quais ações indústria e varejo podem conduzir em conjunto para otimizar vendas e obter melhores resultados? Confira algumas das iniciativas que podem aumentar as vendas e transformar o relacionamento entre a sua marca e o consumidor.

Concentre-se em experiências interativas

Experiências de consumo interativas são uma das melhores alternativas para quem quer vender mais. Elas aproveitam-se do ponto de vendas para criar oportunidades de interação diferenciadas e atraem mais tráfego por isso. Recentemente, a Vigor lançou uma geladeira que, associada com telas inteligentes, permite que os clientes escolham o iogurte ideal antes mesmo de abri-las.

A iniciativa ajudou a gerar interesse nos produtos da marca e, como consequência, a economizar energia. Apenas depois de escolher o seu iogurte favorito os usuários o removiam da geladeira, mais propensos a estarem satisfeitos com o produto adquirido.

Acerte na logística

Ao trabalhar junto com um parceiro, uma marca tem a oportunidade de melhorar os processos logísticos. Isso significa que garantir a oferta de produtos com relação à demanda é mais fácil porque as informações são compartilhadas entre fornecedor e varejista. Quando os armazéns estão em sintonia com a distribuição, é menos provável que os clientes fiquem insatisfeitos com a indisponibilidade de um produto e a fidelização fica mais fácil.

Associar os seus dados aos dados do varejista vai ajudá-lo a oferecer experiências mais satisfatórias e a otimizar o processo de logística do negócio.

Invista em inteligência de negócios

Programas de fidelidade focados no varejo podem oferecer insights significativos para a inteligência de negócios. Eles são uma das estratégias que podem ser empregadas para obter melhores resultados, fornecendo dados sobre o consumo para as indústrias e vendedores e entregando vantagens exclusivas para os clientes.

Trabalhar lado a lado com um parceiro por meio de iniciativas de trade marketing é uma das melhores estratégias para aumentar as vendas de um negócio. Tecnologia, conteúdo exclusivo para pontos de vendas, a customização da experiência e o uso de dados também podem aumentar a lucratividade das indústrias e otimizar a cadeia de distribuição.

E aí, já está convencido de que trade marketing e aumento de vendas podem ser sinônimos? Entre em contato agora mesmo com um consultor da AliceWonders e descubra como o seu negócio pode se beneficiar disso!

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É o fim das lojas físicas? Confira 7 tendências para o futuro do varejo 0 1773

Especialistas ao redor do mundo afirmam que a pandemia do COVID-19 acelerou transformações digitais (e físicas) talvez esperadas apenas para a próxima década. Um exemplo disso foi o trabalho remoto que, segundo um estudo da McKinsey, levaria pouco mais de um ano para ser incrementado em tempos “normais”. Só que, com o decreto da quarentena em março de 2020, vimos escritórios inteiros migrarem para a casa de seus colaboradores em um período um pouco menor que o de 12 dias.

Parece insano, mas sabemos que essa não foi a única aceleração que a crise provocou na relação das pessoas com o mundo digital e físico. Os consumidores têm desenvolvido diferentes necessidades e comportamentos de consumo digital, que devem ser observados e absorvidos por grandes marcas nos próximos anos.

Logo, pode-se dizer que será o fim das lojas como conhecemos?

Confira a seguir 07 tendências que devem nortear o futuro do varejo físico, baseadas em pesquisas da NRF Retail’s Big Show 2021 e do 2020 Costumer Expectations Report.

1. Lojas pensadas para
produtos pessoas

Com o boom do e-commerce após o isolamento social, adquirir um produto ou serviço de sua loja favorita ficou a literalmente 1 clique de distância. Logo, as lojas físicas que desejam sobreviver ao pós-pandemia devem abrigar em seus estabelecimentos mais do que prateleiras infinitas e produtos de cores mil. 

Hoje, os consumidores buscam encontrar nas lojas espaços de experiência, convivência, interatividade e criação de memórias, rompendo as tradicionais relações de compra e venda que antes conhecíamos. 

A Kit Kat Chocolatory da Nestlé, localizada no Morumbi Shopping, é um perfeito exemplo de loja criada a partir do Experience Economy. Flagship desenvolvida pela agência inglesa FITCH, a Alice Wonders ficou responsável por desenvolver metade dos pontos de contato digitais e implementar 100% dos pontos de contato digitais da loja que embarca experiências como content wall, parede interativa, impressão de foto em um Kit Kat, Prateleira Infinita, cardápio digital, realidade virtual e mais, colocando o Brasil à frente de outros países em termos de tecnologia e inovação no PDV.

Mas isso significa que as lojas deixarão de ser locais voltados à vendas? Não necessariamente. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, 84% dos consumidores afirmam que tendem a gastar mais em lojas que ofereçam experiências de compra marcantes sejam elas recreativas, relaxantes, encantadoras ou informativas.

2. Tecnologias aliadas à experiência no PDV

Com consumidores cada vez mais digitais e hiperconectados, aliar tecnologia ao ponto de venda, além de impulsionar o visual merchandising da sua marca, ajuda a reter a atenção dos shoppers – que passam a ter não só os olhos, mas o tempo  cada vez mais disputado por lojas, apps, marcas concorrentes ou não.

Com o uso de Realidade Aumentada atrelada à experiências no varejo, por exemplo, é possível que os clientes experimentem roupas ou calçados de forma virtual, montem looks e até finalizem suas compras direto do provador. 

Outra tendência já utilizada por grandes empresas e startups ao redor do mundo é o uso de Inteligência Artificial para otimização do processo de compras, aperfeiçoamento do armazenamento e histórico de produtos, melhorias na gestão de estoque e estratégias baseadas em comportamento. 

Essas e outras tecnologias para ponto de venda não surgem para substituir as conexões humanas por completo, mas, sim, para somar na construção de experiências cada vez mais inovadoras, personalizadas e únicas.

3. Menos interrupções, mais “Do it yourself”

No varejo do futuro, os pontos de atrito entre lojas e consumidores parecem estar com os dias contados. 

Com a utilização de Bots, Apps, Telas e tecnologias como Scan-and-Show, as empresas agora apostam na diminuição de atritos entre vendedores e clientes, outorgando autonomia aos shoppers durante processos de atendimento, dúvidas e até mesmo de pagamento. 

Nesse último, conceitos como o cashless (menos dinheiro) e cardless (menos cartões) já vem sendo utilizados por marketplaces como Uber e Apple Pay, por exemplo. O modelo consiste em vincular os dados de pagamento ao gadget do consumidor, não sendo necessário apresentar o valor em espécie ou o cartão físico. Essa já é uma realidade também crescente em supermercados do Brasil, bastando ter o celular em mãos para debitar o valor de suas compras na saída.

4. Customer Centric: marcas atentas às preferências do consumidor

Empresas que seguem a tendência do Customer Centric, isto é, clientes no centro das decisões de negócio, buscam elaborar seu planejamento estratégico focado na melhor experiência dos usuários.

Suponhamos que você deseje abrir o primeiro ponto de atendimento da sua loja que, até então, era somente digital. Aplicando o conceito Customer Centric, você teria uma série de opções: desde avaliar a localização média de seus consumidores, até a elaboração de uma pesquisa com seus atuais clientes para sondar locais de suas preferências. Isso tornaria sua escolha muito mais acertada, baseando-se, sobretudo, na necessidade e vontade do seu consumidor.

O conceito já até tem sido percebido e bem avaliado pelos usuários. Segundo o 2020 Customer Expectations Report, cerca de 79% dos consumidores dizem que as empresas que colocam os clientes como o centro do negócio destacam-se mais do que as que apenas geram marketing personalizado.

5. Logística 4.0: aceleração de entregas

Com a pandemia, além de atentar-se às medidas protetivas nas lojas físicas, os comércios precisaram também se adaptar ao crescimento exponencial do e-commerce. 

Em alguns setores, as vendas online cresceram entre 30% e 40% ao longo de 2020, demandando novos esforços e adaptações logísticas entre grandes varejistas e empresas transportadoras. 

A tendência é que o perfil de consumidor – cada vez mais exigente e seletivo –, exija entregas cada vez mais rápidas, bem como o acompanhamento de todas as etapas de distribuição em tempo real

A falta de inteligência tecnológica nos projetos de distribuição pode acarretar em inadequação de estoques, gerenciamento manual ineficaz, baixa transparência e  falta de flexibilidade em logística. Mais um reforço sobre a importância do uso de dados no varejo do futuro.

5. Marcas aliadas a responsabilidade social

Intensificado pela crise global, o olhar dos consumidores agora passa a ser ainda mais atraído por marcas que compartilham valores ligados à sustentabilidade, transparência e responsabilidade.

Um exemplo de posicionamento estrategicamente conectado ao tema de negócio é a AMA, projeto da AMBEV que apostou na expertise da Alice Wonders para dar corpo e vida à iniciativa através de uma Vending Machine Interativa

Na aquisição de cada garrafa de água AMA, 100% do lucro é revertido para construção de poços artesianos em bairros e comunidades que sofrem com a falta de água. Logo, além de destacar a marca com tecnologia e inovação, a máquina lançava um convite à reflexão social, demonstrando seu impacto positivo enquanto entretia e encantava o consumidor no ato de compra.

7Data-Driven: empresas e marcas regidas por dados

Com o crescimento exponencial do conceito Data-Driven, ou seja, empresas e organizações guiadas estrategicamente por dados, sobressaem-se as marcas que sabem desmistificar o big data para compreender o comportamento do consumidor seja no e-commerce ou varejo físico. 

Um exemplo de marca que bem representa essa tendência é a Intel. Junto a Alice Wonders, desenvolveu uma Smart Store Interativa que revolucionou o varejo de laptops no Brasil.

Em um totem, os shoppers respondiam suas preferências e necessidades na hora de escolher um notebook. Ao final do questionário, por meio de luzes coloridas, eram direcionados aos modelos das categorias que mais possuíam sinergia com suas escolhas. Além de toda a coleta de dados que favorecia as recomendações adequadas, a Intel ainda mapeava o comportamento do cliente na loja, acessando insights poderosos como quais modelos foram os mais procurados, qual a média de tempo e distância em cada laptop, quais dias e horas da semana receberam mais movimento (e muito mais!). 

Viu só o poder dos dados na hora de tomar decisões estratégicas para aumentar engajamento e volume de vendas no seu PDV? É justamente essa a funcionalidade do Granometrics.io, tecnologia exclusiva da Alice Wonders que mapeia comportamento em espaços físicos, gerando insights que resultam em vendas qualificadas.

Qual dessas tendências você acredita ser a mais revolucionária para o setor varejista? Compartilhe sua opinião nos comentários! 

E se você também deseja inovar e destacar sua marca com Experiências Digitais no PDV,  entre em contato conosco e conheça nossas soluções personalizadas! 

 

 

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Jornada do cliente: aprenda a como guiar o seu público através do funil de vendas 0 880

Customer Journey Sprint

Um bom planejamento de marketing, quando bem estruturado, é capaz de gerar grandes resultados. E uma ótima forma de atuação para otimizar o desempenho de suas ações é fazer o uso do funil de vendas para a jornada do cliente. 

Dessa forma, você terá um direcionamento muito maior sobre quais decisões devem ser tomadas a respeito de todo e qualquer processo. 

Contudo, para que dê certo de forma efetiva, é preciso que você saiba realmente o significado destes termos e principalmente, qual a relação entre eles. 

Pensando nisso, preparamos este texto para que você aprenda sobre o funil de vendas e a jornada do cliente. Continue lendo e descubra! 

O que é um funil de vendas e por que este nome? 

O funil de vendas trata-se de uma estratégia utilizada pelas equipes de uma empresa responsáveis por acompanhar todo o processo de compra de um produto ou serviço. 

É através do funil de vendas que toda a experiência do usuário pode ser analisada, desde o momento em que ele descobre que tem um problema, até o momento que ele decide fazer uso daquilo que você oferece. 

A analogia feita com este objeto é devido o processo de venda. Geralmente, um grande número de pessoas são potenciais clientes e podem até se interessar pelo produto.

Contudo, o número de pessoas vai afunilando até chegar na pequena parte que de fato, concretiza a venda ou na contratação de um serviço. 

As empresas de diferentes segmentos utilizam esses dados para justamente aumentar o número de pessoas que chegam até o fundo do funil.

Por exemplo, consultórios de odontologia, de uma área que não tem como prioridade o marketing, também podem fazer uso do funil de vendas para entender como funciona a jornada do seu paciente até que ele de fato, chegue à clínica para realizar procedimentos como a colocação de aparelho dental transparente

Conheça as etapas do funil de vendas

O funil de vendas é dividido em três partes, de forma que cada estágio determina uma situação em que o potencial cliente esteja vivenciando. 
É a partir disso que os profissionais de marketing conseguem definir quais são as melhores ações a se fazer para que a pessoa chegue até a compra. Descubra quais são as etapas: 

  • Topo do funil (a descoberta): nesta primeira etapa, o consumidor ainda não sabe que tem um problema e nem está em busca de soluções. 
  • Meio do funil (a consideração): aqui, ele já descobriu que possui um problema e começa a pesquisar quais são as suas opções para resolver. 
  • Fundo do funil (a decisão): na última fase, o cliente decide por qual produto irá comprar, ele já entra na fase de orçamentos e fecha negócio com a empresa que oferecer o melhor custo-benefício. 

 

É essencial decifrar qual o estágio do funil o consumidor está. Pois você conseguirá oferecer um conteúdo que esteja alinhado com as suas necessidades. 

Vamos exemplificar?

Imagine que você tem um consultório odontológico e descobre que grande parte do seu público ainda se encontra no meio do funil. 

De nada adianta você criar textos com foco em soluções como “quanto custa um implante dentário?” sendo que o que ele está apenas começando a considerar a hipótese de um implante e suas pesquisas ainda estão girando em torno de “prótese sobre implante dentário”. 

São pequenos detalhes, mas no momento de estruturar um plano de ação, fazem toda a diferença. 

Além da internet

É importante ressaltar que este funil de vendas pode ser utilizado além da internet. Utilizar esta estratégia para levar as pessoas até os pontos de venda das lojas de varejo é uma maneira de aumentar os seus resultados.

Por exemplo, imagine que um varejista deseja converter as pessoas que estão no meio do funil para os PDVs. Uma solução é oferecer comunicações segmentadas sobre o determinado produto que estas pessoas estão em busca e oferecer descontos especiais em compras na loja física.

Dessa forma, além de suprir uma necessidade, você também irá gerar uma boa experiência para estes possíveis consumidores. Afinal, quem não gosta de receber promoções especiais, não é mesmo? 

Entendendo a jornada do cliente

A jornada do cliente é justamente todo o caminho que o consumidor trilha até realizar uma compra. Como podemos perceber, todo o seu escopo está fortemente ligado ao funil de vendas.

A jornada do cliente baseia-se no conjunto de informações dos clientes e o seu status para ofertar aquilo que ele precisa.

Saber qual o comportamento, o problema e quais são as possíveis soluções para os clientes é de fato, o pontapé inicial para lidar com as necessidades do cliente. 

Afinal, ter a noção de quais são as atitudes que o cliente toma, é essencial para que a relação desta pessoa com a empresa seja a melhor possível. 

As 4 etapas da jornada do cliente

 

  • Descoberta: o consumidor ainda não sabe de fato quais são os seus problemas, mas está em busca;
  • Reconhecimento do problema: aqui, o cliente descobre que tem um problema e deseja encontrar a solução;
  • Consideração: nesta etapa, o cliente já identificou quais são as opções de solução e está considerando algumas alternativas;
  • Decisão: por fim, o comprador já sabe como resolver o seu problema, já decidiu qual opção escolher e começa a escolher empresas q entregam o melhor custo-benefício em sua visão. 

 

Sabemos que decifrar qual é a jornada de um cliente nos dias de hoje não é uma tarefa fácil. Uma vez que o consumidor não procura mais as lojas para saber sobre o produto.

Antes, as pessoas só compravam um item depois de ter ido ao ponto de venda e pedir informações para os funcionários. Mas hoje, grande parte da população apenas lêem resenhas na internet. 

Por isso, é tão importante utilizar o funil de vendas. Dessa forma, é possível entender qual o estágio daquele potencial cliente e tomar as melhores decisões. 

Mas afinal, como colocar em prática?

Para colocar em prática tanto a jornada do cliente quanto o funil de vendas, é preciso fazer uso de algumas estratégias do marketing digital. 

Mas antes de tudo, é preciso saber com quem você tem que falar. Portanto, a primeira etapa deve ser a identificação de persona. 

Afinal, não basta ter um bom plano, se você não sabe quem será o seu destinatário, de nada adianta enviar a mensagem. 

Após a definição de quem será o alvo de suas ativações, chegou o momento de colocar as estratégias em prática. Vamos lá? 

Invista em bons conteúdos

O marketing de conteúdo é um dos mais utilizados e um dos melhores exemplos de como chamar a atenção dos consumidores de forma positiva. 

Utilizar blogs, redes sociais, e-mail marketing, aplicativos e tudo aquilo que gere leads é essencial para otimizar a jornada do cliente. 

Por isso, planejar um conteúdo de acordo com a fase da jornada e do funil é essencial. Afinal, mesmo que o seu foco seja a divulgação de um determinado produto, o tom de voz muda a cada etapa.

Você não deve oferecer ofertas especiais para uma pessoa que ainda nem decidiu se precisa ou não de uma solução.

O ideal é que você publique textos para os mais diversos status. Assim, será possível atingir o maior número de pessoas. 

Utilize as automações de marketing

Assim como boa parte das atividades diárias foram automatizadas, também é possível automatizar as tarefas de marketing para que haja uma otimização de tempo. 

Vamos utilizar o e-mail marketing como exemplo. Antes, era preciso enviar da própria caixa de e-mail e caso fosse necessário disparar layouts personalizados, levaria um dia inteiro até enviar um por um.

Atualmente, é possível disparar milhares de e-mails através de um único clique e ainda, criar versões personalizadas para grupos e listas distintas.

Invista em técnicas de SEO

O SEO serve para otimizar o mecanismo de busca de suas publicações. Através deste recurso, é possível que seus conteúdos tenham um melhor posicionamento nos buscadores.

Assim, o possível cliente irá te encontrar mais facilmente durante a sua jornada de compra. Outro ponto essencial do SEO é a melhoria da qualidade das publicações.

Por exemplo, um texto que está utilizando a hierarquia de informações e que possui links internos e externos, além de ganhar uma relevância maior nos buscadores como o Google, ter um texto bem estruturado auxilia na experiência do usuário. 

Não podemos nos esquecer da importância das palavras-chave. Elas são essenciais na definição de um bom ranqueamento. 

Para saber quais usar é preciso fazer uma pesquisa prévia e entender como que a sua persona pesquisa alguns temos. 

Vamos supor que quando o seu potencial cliente pesquisa sobre consultórios que fazem clareamento dental, ao invés de utilizar “consultórios que realizam clareamento”, eles optem por “clareamento consultório”.  A segunda opção é a que deve ser usada nos conteúdos. 

Considerações finais

Agora que você já sabe como guiar a jornada do seu cliente através do funil de vendas, certamente você tem uma maior noção da importância dessas estratégias e entendeu como elas caminham juntas, certo? 

Comece a utilizá-las no marketing da sua empresa e mesmo que o seu setor de atuação seja em lojas físicas, como pontos de venda de varejo, essas são estratégias que além de te ajudar na análise de público, também te auxilia na comunicação em diversos canais – o físico e o digital. 

Conteúdo produzido por Mayara Santos, redatora na empresa Vue Odonto

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