Ativação de marca: tudo o que você precisa saber para inovar 0 2217

caderno com desenho de marca

Que tal entender melhor o conceito de ativação de marca? Nada mais é que uma das várias disciplinas do marketing e compreende os esforços necessários para gerar ações determinadas nos consumidores por meio de experiências e interações específicas.

Ela tem como propósito fazer com que aqueles shoppers em potencial sejam levados à próxima etapa da jornada de compra e, para isso, utiliza-se de recursos específicos que costumam ser bem-sucedidos nesse sentido.

Os principais recursos utilizados em ativações de marca são conexões emocionais entre empresa e cliente e a criação de experiências extraordinárias, capazes de fazê-los mudar de ideia e conduzir à aquisição. Mas a ativação de marca pode vir em várias formas e modelos, como promoções, marketing de experiência, campanhas digitais, shopper marketing e até na oferta de amostras grátis.

Quer descobrir de uma vez por todas o que é ativação de marca, como a inovação é importante nessa área e para que servem essas campanhas? Este artigo vai ajudá-lo a sanar todas essas dúvidas e ainda mostrará o funcionamento de famosas campanhas de ativação de marca, a lógica do marketing experiencial e como desenvolver um plano perfeito Pronto para aprender? Então comece já a sua leitura!

O conceito de ativação de marca

O conceito de ativação de marca, em si, não é difícil de compreender. É a prática que se torna um desafio para as empresas, principalmente quando são novidade no mercado.

Colocar um novo empreendimento em contato com os seus consumidores em potencial exige muita inteligência de mercado e o direcionamento de uma série de esforços, que podem ser particularmente complicados para as marcas criadas há pouco tempo porque elas não têm um relacionamento sobre o qual se basear na hora de determinar as estratégias mais vantajosas na ativação de marca.

É que ativação, em si, é um processo que começa quando os usuários conseguem reconhecer o valor oferecido por um empreendimento e encontram um papel em sua vida para os produtos ali originados. Ou seja, é um processo de criação de experiências que determina que, a partir de uma interação em particular, o nosso relacionamento com uma empresa passa a ser mais do que o mero reconhecimento de sua existência.

O cliente que passa por uma ativação de marca bem-sucedida constrói impressões, memória e emoções relacionadas àquele dia e os carrega pela vida inteira. Essas impressões guiam a sua decisão de compra quando de frente às prateleiras e são também um ótimo lugar para começar a fidelização. Por isso dizemos que a ativação de marca é, essencialmente, a tarefa de gerar valor — e você, como empreendedor, está ciente de que essa não é a tarefa mais fácil do mundo.

Uma das estratégias que mais nos ajudam nessa jornada é conhecer a experiência de compra e construir um marketing experiencial capaz de diferenciá-la. Por isso, dentro das disciplinas do marketing, temos uma especializada na ativação de marcas, que reúne conceitos e atividades características que nos ajudam a sermos um sucesso nessa geração de valor supracitada.

Marketing de ativação

É o braço do marketing dedicado à ativação, como o próprio nome já indica. Gira em torno de executar o mix de marketing de forma a gerar os melhores resultados possíveis para o negócio. Marketing de ativação é a criação de experiências e interações exclusivas, capazes de deixar claro para os consumidores em potencial quais são os benefícios de escolher ou migrar para uma marca e, em algumas instâncias, mostrar exatamente o que estão perdendo ao não fazer isso.

Um marketing de ativação eficiente vai permitir que o seu negócio lucre mais e atinja os seus objetivos estratégicos porque é condicionado à obtenção de retornos. Entretanto, visto que as apostas são altas quando o assunto é marketing de ativação, é de se esperar que a disciplina tenha uma porção de desafios a serem superados.

Um deles é como o nosso mercado muda e evolui constantemente, exigindo que as marcas estejam preparadas para responder a isso e ressignificar as experiências e valores que deixam evidentes para o seu consumidor.

Na atualidade, recursos como o data-driven marketing têm tornado menos complexa a ativação de marcas. Baseando as ações e iniciativas de uma empresa nos dados a que ela tem acesso e mensurando com mais precisão os resultados de cada um desses esforços, o data-driven marketing tem colaborado para ativações bem-sucedidas porque permite que entendamos exatamente o que estamos fazendo durante o processo.

Entender o que é marketing de ativação, todavia, também passa por entender o que ele não é: iniciativas tradicionais de comunicação e a oferta de um bom serviço ao cliente, por exemplo, não se qualificam como estratégicas nesse campo que dá destaque para as experiências que uma marca pode proporcionar ao seu mercado.

O papel da inovação na ativação de marca

Encantar o consumidor é um dos princípios fundamentais da ativação de marketing e essa característica é o suficiente para diferenciá-lo de outras técnicas aplicadas pelo seu time. Hoje, temos uma série de recursos disponíveis para que a tarefa do encantamento seja menos complexa para as empresas.

A utilização de ferramentas como a realidade aumentada e os hologramas, por exemplo, são formas inteligentes de chamar a atenção do consumidor e trazê-lo para o universo da sua marca, nem que seja por alguns instantes.

O destaque deste tópico é o encantamento inicial proporcionado por tecnologias como essa. Ou seja, a forma como marcas podem empregar determinadas ferramentas para tirar o consumidor da sua rotina e promover sua interação com um empreendimento em particular.

Há inúmeros exemplos de como a inovação pode ser utilizada na ativação de marca e, para esclarecer melhor esse ponto, vamos lhe mostrar alguns cases de sucesso encontrados ao redor do mundo.

Lipton Iced Tea

A Lipton foi uma das primeiras marcas a inovar no marketing de ativação e por isso merece destaque aqui. Com um escorregador de mais de 100 metros instalado na cidade de Londres, a marca convidou os transeuntes a utilizar uma maneira diferente para se transportar para os seus trabalhos e atividades de lazer. O inflável, instalado durante o verão, encorajava as pessoas a parar suas rotinas para se divertir um pouco — e foi um sucesso!

Colorido com o amarelo da marca e instalado ao lado de uma das mais famosas estações de metrô do mundo, a King’s Cross, ele permitia que a marca se beneficiasse do intenso tráfego de pessoas para atrair a atenção de novos consumidores. E, como o chá é uma tradição para os britânicos, a oferta da bebida se tornava ainda mais atraente para aplacar o calor típico da época.

Esse é um exemplo de como inovar não é algo que exige, necessariamente, o uso de novas tecnologias. Uma boa ideia pode ser tão vantajosa para o seu marketing de ativação quanto o mais moderno dos sensores de Internet das Coisas.

Beam Suntory

Mas já que o assunto é a inovação, não podemos ignorar como recursos específicos disponíveis na atualidade podem transformar a relação de consumidores com produtos tradicionais. E essa foi a aposta da Beam Suntory, uma marca de bourbon comumente encontrada em lojas duty free nos aeroportos.

Para a ativação que citamos aqui, o aeroporto de Frankfurt foi o escolhido e a Beam Suntory criou uma estação em que era possível experimentar seus produtos e explorar todos os sentidos. Um filme sobre a marca era transmitido e pipoca foi distribuída gratuitamente para cativar quem passava por ali. A experiência, todavia, ficava completa quando o cliente era convidado a provar o bourbon e utilizar uma tela touchscreen para escolher o produto ideal e deixar a sua opinião.

A iniciativa tomou repercussão ainda maior por ser promovida nas mídias sociais da marca. Sozinha, gerou material o suficiente para atingir mais de dois milhões de consumidores globalmente.

IHeartRadio

A IHeartRadio queria atingir melhor os jovens e resolveu, para isso, criar uma máquina que oferecia merchandising gratuito, mas estava inteiramente conectada à internet e utilizava as informações dos usuários de redes sociais como chave para liberar os prêmios. Com uma câmera e link direto para o Instagram, o quiosque passou por diversas universidades americanas e entregou camisetas grátis para aqueles que compartilharam mensagens interagindo com os promocionais da marca.

A campanha de ativação não foi exatamente inédita, todavia: assim como tantas outras, baseou-se no nosso vício em redes sociais para pegar uma carona e promover a marca. Criando uma experiência interativa difícil de se esquecer (e com fotos que poderiam facilmente lembrar os consumidores, se esse fosse o caso), a IHeartRadio gerou mais de cinco milhões de impressões online e passou a figurar entre as marcas favoritas dos jovens a partir dali.

A inovação é uma das formas mais eficientes que uma marca tem para criar experiências que se destacam. Por isso, é tão relevante para o marketing de ativação, que se baseia em experiências exclusivas para consolidar um produto ou serviço na mente dos clientes.

Para que serve a ativação de uma marca

Como o trade marketing e outras inovações do comércio varejista, a ativação de marca funciona simultaneamente em várias frentes e tem como objetivo promover uma marca específica em detrimento de outras. Essa promoção serve para aumentar as vendas, consolidar uma posição no mercado ou transformá-la em sinônimo de um produto ou solução específica.

Por isso, a ativação é uma das pautas mais importantes para os negócios. Junto com outros recursos, como uma forte presença nas mídias sociais, ela serve para gerar awareness e material suficiente para que um negócio se beneficie dela por muito tempo. De uma boa ativação podem vir centenas de milhares de reais em propaganda gratuita, porque se trata da construção de experiências tão significativas que acabam se tornando notícias relevantes.

Você já deve ter notado, em um momento ou outro, o quanto a sua marca gasta se promovendo. Seja com anúncios pagos nas redes sociais ou com páginas de jornais e revistas, o gasto de mídia é um dos mais penosos para os departamentos de marketing.

Uma boa ativação, por outro lado, é uma oportunidade de economizar nessa área gerando mídia espontânea, quer pelo compartilhamento de uma campanha nas redes sociais ou pela movimentação extraordinária de pessoas em torno de uma atividade fora do comum.

A ativação de marca serve para consolidar, na mente do consumidor e do público, uma impressão positiva de determinado negócio. Por isso mesmo falamos em geração de valor sempre que nos referimos à ativação de marca ao longo deste artigo. Os principais resultados de uma ativação não são necessariamente vendas no local, mas sim a construção de um relacionamento duradouro com as pessoas que puderam participar dessa experiência e até com aquelas que a assistiram à distância.

Campanha de ativação de marca

marketing de varejo tem muito a se beneficiar das campanhas de ativação de marca. E é por isso que vamos lhe mostrar, nos tópicos a seguir, alguns exemplos criativos de como essa experiência imersiva pode trazer novos consumidores para a sua marca e funciona a favor da geração de valor.

Todos os cases citados aqui são de responsabilidade da Alice Wonders. O nosso objetivo, portanto, é mostrar que também no Brasil as ativações de marca dão o que falar e fazem toda a diferença nos resultados das empresas.

Assim como aconteceu com os cases citados anteriormente, todas as menções neste tópico aumentaram o ROI dos negócios e possibilitaram a aquisição de novos clientes.

Ações e exemplos de ativação de marca

Um dos nossos cases favoritos é o da Colgate. O lançamento de sua nova escova branqueadora foi um sucesso e a ativação da marca tomou conta de cerca de 80 lojas em todo o país, nas quais era possível interagir de forma única com o produto e conhecer as suas possibilidades.

Utilizando realidade virtual, a Alice Wonders construiu uma ponte para outro mundo no qual era possível entender como o produto funcionava e quais os seus benefícios. Conteúdos de entretenimento também foram integrados a esse universo virtual para amplificar os resultados da marca.

A ação chamava a atenção dos consumidores e os cativava emocionalmente, convidando-os a explorar melhor os produtos da Colgate.

Ativação de marca em eventos e criativas

Dentre os cases de ativação em eventos a sala interativa da Tegra é outra predileta. Com projeção mapeada, realidade aumentada e depoimentos exclusivos de moradores, a empresa conseguiu uma experiência imersiva, na qual era dada a oportunidade aos usuários de experimentar a cidade de São Paulo e ver a evolução de seus bairros com o passar do tempo.

Toda a interação era controlada por sensores, que mediam automaticamente a reação do público ao que estava sendo exposto. Esse é um dos exemplos de como a tecnologia e uma boa ideia podem fazer toda a diferença na ativação de marca.

Agência de ativação de marca

Agora que você já viu esses cases é hora de se perguntar: será que a sua marca consegue fazer uma ativação tão boa contando apenas com os funcionários que já tem? Na maioria dos casos a resposta para essa pergunta é negativa.

Mesmo em se tratando de empresas de grande porte as ativações de marca geralmente são de responsabilidade de agências especializadas, que podem dedicar tempo, recursos e expertise para gerar experiências únicas para os consumidores.

Contar com um parceiro na criação de iniciativas de ativação é uma boa ideia porque ele traz consigo anos de trabalho e uma porção de resultados para mostrar. Além disso, agências de ativação dispõem de todos os recursos necessários para medir com a máxima precisão os impactos de uma ação específica, deixando bem claro quanto valor foi gerado para o seu negócio e como.

Ao pensar em estratégias de ativação, reconheça a possibilidade de contar com um parceiro, que o ajudará a conseguir os resultados esperados e trará opções inovadoras para que a da sua marca saia tão bem quanto em seus planos.

Ativação de marcas e marketing experiencial

A ativação de marca, quando aliada ao marketing experiencial, funciona muito melhor — mas aqui é preciso frisar que ambas essas coisas não são sinônimas. Embora o marketing experiencial possa fazer parte da ativação, diz respeito a todas as atividades interativas que têm como intuito vender um produto.

É, portanto, possível fazer marketing experiencial sem fazer uma ativação de marca. Já o contrário não é verdadeiro. As ativações de marca bem-sucedidas têm todas em comum a geração de interesse, na qual um produto ou experiência é utilizado como atrativo. No geral, isso sempre resulta em marketing experiencial.

Quando utilizamos esse recurso, que é atrelado à geração de memórias e experiências positivas para o cliente, temos mais facilidade na hora de mostrar o valor de um produto e estabelecer um lugar para ele no mercado. Por isso o marketing experiencial é tão associado às ativações, ainda que ambos não signifiquem exatamente a mesma coisa.

Para entender melhor, pense nos exemplos a seguir: um test-drive é um tipo de ativação de marca, porque permite que se experimente um produto e comprove que as características anunciadas com relação a ele são verdadeiras. Trata-se de um tipo tradicional de marketing experiencial e também de uma forma de ativar marcas.

Por outro lado, quando provamos um perfume em uma loja especializada estamos participando de marketing experiencial, mas não necessariamente de uma ativação. O ato de provar o produto é uma forma de nos dar um referencial para a decisão de compra e não precisa estar atrelado a uma ativação para se fazer necessário.

Plano de ativação de marca

Para criar um plano de ativação de marca bem-sucedido é preciso seguir alguns princípios. Abaixo você confere os principais e vê como funcionam na prática.

Tenha um plano

Para a ativação de marca funcionar é preciso ter um plano. Quais são os objetivos que deve cumprir? Você consegue quantificá-los?

Quanto mais preciso for o plano desenvolvido para uma ativação maiores são as chances de ela funcionar. É um bom planejamento que vai orientar a tomada de decisões e permitirá que a equipe envolvida no projeto consiga entender exatamente que tipo de abordagem é a mais acertada.

Entenda seu público-alvo

Business Intelligence e Big Data são duas tecnologias que podem ser niveladas para ajudar a sua empresa a realizar uma ativação de marca de sucesso. Ambas permitem que as informações acumuladas sobre clientes e clientes em potencial sejam processadas em alta velocidade e gerem insights acionáveis. É uma boa contar com ambos os recursos se quiser bons resultados em sua campanha de ativação.

Quanto mais você puder saber a respeito dos clientes para os quais a ativação se destina, melhores se tornam as chances de obter resultados grandiosos. Faça o dever de casa e levante tantos dados quanto possível sobre o público para o qual a marca deve gerar valor.

Conheça a competição

Inteligência de mercado é útil para um negócio em vários momentos — e a ativação é um deles. Utilize-a para conhecer melhor a concorrência e entender exatamente que tipos de iniciativas funcionam para que gerem valor para seus respectivos públicos-alvo.

Essas informações ajudarão você a filtrar ideias boas de ideias ruins e a construir uma ativação de marca mais eficiente.

Confira os recursos disponíveis

Quanto será investido pela sua marca na ativação? De que tecnologias, especialidades e ferramentas a equipe envolvida no processo dispõe? Para conseguir o melhor ROI é preciso saber exatamente quanto será investido em um projeto e essa informação é parte de uma ativação de marca bem-feita.

Monitore em tempo real

Para conseguir calcular o ROI, porém, você precisará medir com o máximo de atenção possível os retornos oferecidos pela sua campanha de ativação.

Por isso, empregue recursos que permitam receber feedback imediato dos participantes e que consigam indicar exatamente quantas pessoas são impactadas pela sua iniciativa. Eles comprovarão a eficácia ou o fracasso de uma ativação de marca e serão bons indicadores das próximas ações para alavancar seu marketing.

Gostou de entender melhor o conceito de ativação de marca e como você pode fazer uma com sucesso? Ainda tem dúvidas se aplicar tudo isso sozinho será fácil? Então entre em contato com a Alice Wonders agora mesmo e conte com a ajuda de especialistas em ativação que elevarão sua marca para outro patamar!

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Marketing personalizado: faça seu cliente ter uma experiência única 0 377

ilustração demonstrando marketing personalizado

O marketing personalizado existe desde antes da internet, porém, ela transformou a forma como as empresas o fazem, já que passou a ser muito mais fácil conhecer o público-alvo de perto, beneficiando-se da troca de informações contínua que acontece no mundo virtual.

Com ele, é possível tornar única a experiência do cliente e, por isso, vem sendo usado por todas as organizações que buscam oferecer um diferencial e gerar mais lucros. Quer saber mais sobre o assunto e descobrir como fazer seus clientes se sentirem especiais e valorizados? Então, continue a leitura!

O que é marketing personalizado?

O marketing personalizado consiste em atrair potenciais clientes com mensagens, promoções e produtos diferenciados adaptados aos seus gostos e necessidades. É uma ferramenta muito eficaz na criação, produção, distribuição de conteúdo e publicidade pela internet e meios offline, como as chamadas, cartas etc.

Assim, o marketing não parece realmente marketing e o cliente se sente valorizado com um serviço de alto grau de personalização.

Ele também pode ser aplicado na fabricação dos próprios produtos em sistemas online, que permitem aos compradores fazer as escolhas de tamanho, cor etc.

O marketing personalizado promove uma relação de intimidade com o público-alvo e ela se torna mais transparente também. Com isso, novos clientes são alcançados e os antigos são fidelizados.

Além do aumento de clientes e fidelizações, o marketing personalizado é capaz de aumentar o reconhecimento de uma empresa e fazê-la ter um retorno do capital investido muito maior. De forma geral, a empresa aumenta suas vendas e alcança mais lucros com algo que os consumidores adoram: a personalização.

Como usar bem essa estratégia?

Para realizar um marketing personalizado que gere resultados positivos para a empresa, é necessário ajustá-lo ao seu público-alvo e seu setor de atuação. Esse tipo de marketing não deve deixar os consumidores com a sensação de estarem sendo vigiados, como é comum acontecer.

A seguir, cinco maneiras de usar o marketing personalizado, sem complicações, para atingir os objetivos da empresa. Confira!

Colete e use corretamente os dados dos consumidores

As questões de privacidade e ética online devem ser levadas a sério; por isso, as informações sobre os clientes devem ser coletadas de forma transparente e verdadeira. O uso indevido de dados pessoais pode trazer grandes danos ao seu negócio e colocar por água abaixo todo o esforço para realizar o marketing personalizado.

Antes de pedir, ofereça algo de valor ao seu cliente

A maioria das empresas, equivocadamente, imediatamente pede que os consumidores realizem alguma ação, como clicar, preencher, assinar etc., deixando-os incomodados e, de certa forma, invadindo sua privacidade. Por isso, o ideal é oferecer algo de valor,  como um conteúdo que impressione, antes de solicitar qualquer coisa ao cliente em potencial, gerando disposição nele e criando um bom relacionamento.

Portanto, no marketing personalizado, não ocorre a invasão da privacidade dos seus atuais e potenciais clientes. Primeiro, é oferecido algo de significado, e, após uma permissão, solicitando alguma coisa. O marketing de conteúdo é, sem dúvidas, uma ótima ferramenta para essa estratégia.

Mostre novidades para os clientes

Uma técnica muito usada pelas empresas é mostrar novamente os produtos que as pessoas já visitaram no site, mas não chegaram a comprá-los. Isso não costuma funcionar muito bem, já que os consumidores nem sempre estão interessados em rever produtos, pois preferem conhecer novos itens que também sejam do seu gosto.

A solução seria enviar por e-mail uma seleção personalizada, pensada especialmente para aquela pessoa, com produtos novos e alguns dos que foram visualizados.

Uma atitude também muito comum é mandar e-mail aos clientes com produtos similares aos que acabaram de adquirir. Isso é um erro, pois dá a entender que a empresa sequer sabe que o cliente comprou o que queria; além de ser inútil, pois os clientes não querem adquirir coisas iguais as que compraram.

Nesse caso, o ideal é exibir produtos que podem ser de interesse do cliente e que tenham a ver com o que comprou anteriormente, com preços compatíveis, mostrando que conhece o perfil de consumo daquele cliente.

Realize promoções em datas especiais

Elaborar promoções para datas comemorativas é indispensável, e no marketing personalizado a ideia é criá-las individualmente. Por exemplo, criar condições especiais para o cliente em seu aniversário de um ano de fidelidade com a empresa, ou no seu próprio aniversário, é uma ótima maneira de mostrar que sua empresa se importa!

Inclusive, as datas comemorativas nacionais são uma ótima forma de gerar leads por terem picos de tráfego excelentes nos sites. Assim, é possível ganhar escala automatizando os processos de marketing personalizado.

Essas atitudes estreitam a relação entre consumidor e marca, criando uma atmosfera de intimidade e uma experiência de compra melhor.

Enviar para menos pessoas dá mais resultado

Quando a empresa conhece seus clientes e suas particularidades, a sua comunicação se torna mais assertiva; assim, você consegue impactá-los com poucas palavras. Por isso, trocar uma newsletter que atira para todo os lados com mensagens e ofertas muito genéricas por uma que oferece produtos para uma quantidade menor de pessoas, mas que você sabe que agradará, é muito mais eficiente!

Qual é o público do marketing personalizado?

O marketing personalizado, hoje em dia, é ideal para pessoas que estão sempre conectadas na internet, fazem compras online, entram no e-mail e usam redes sociais frequentemente. Esses consumidores buscam experiências diferenciadas por estarem sempre por dentro das últimas novidades, além de serem muito exigentes e confiantes do que querem.

Veja a seguir três insights que ajudam no marketing personalizado:

  • o aparelho mais usado para acessar a internet é o smartphone: no mobile marketing, é possível se comunicar com o cliente com SMS marketing e oferecer serviços diferenciados pelo QR Code, por exemplo;
  • o Facebook permite campanhas orgânicas via notificação: para isso, o cliente precisa ter feito login no seu site com o Facebook e permitido que a empresa se comunique por meio de notificações. Isso deve ser usado de forma inteligente por ser um modo muito pessoal de comunicação com o cliente;
  • os clientes têm “hora para comprar”: cada consumidor pesquisa e compra em momentos diferentes do dia. Os e-mails personalizados, por exemplo, devem ser enviados quando o consumidor está mais propenso a abri-los.

Como vimos, o marketing personalizado é capaz de ofertar aos clientes produtos com alto grau de relevância, aumentando muito as chances de compra. Qualquer empresa que quer ter um bom relacionamento com os clientesmelhorar sua experiência de compra e ter um retorno financeiro maior precisa usar essa estratégia de marketing!

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Varejo de luxo no Brasil: perspectivas e desafios 0 684

varejo de luxo no brasil

Para uma empresa se consolidar no mercado de luxo é preciso muito trabalho. Inclusive, levam-se anos para uma empresa desse setor ser, de fato, reconhecida e respeitada pelo público de alto padrão. Para entender, basta lembrar que as maiores marcas de luxo não estão a menos de algumas boas décadas no mercado.

Assim, fica fácil perceber que, quem arrisca investir nesse mercado, terá um longo caminho a percorrer rumo ao sucesso. Pensando nisso, trouxemos, neste post, um panorama de como anda o varejo de luxo no Brasil e como se destacar! Confira!

Como se comporta o consumidor de luxo no Brasil?

A crise política do país impactou diretamente as vendas de itens de luxo, inclusive entre os clientes que não foram afetados pela situação econômica. Sendo assim, muitos consumidores continuam com um alto poder aquisitivo, mas optam por adotar um consumo menos ostensivo e mais moderado.

A maioria dos compradores de luxo de hoje buscam adquirir produtos que, além de serem mega desejáveis e bonitos, sejam de marcas que tem um conceito sólido por trás e que imprimam um estilo de vida. Dessa forma, a marca e o cliente compartilham seus valores e ideias, construindo uma relação de identidade e lealdade.

Com o passar do tempo, coisas que antes eram consideradas luxuosas, como motoristas particulares, se tornaram cotidianas para a atual geração de consumidores. Já que podem pedir, por aplicativo, um motorista que vai esperá-lo na porta da loja quando acabar as compras.

Portanto, as expectativas que os consumidores têm em relação ao luxo é muito alta e continua aumentando, tornando-os extremamente exigentes e seletivos na escolha das marcas. Além disso, o consumidor de luxo dá preferência à proximidade com os vendedores e o atendimento personalizado, segundo a especialista do varejo de luxo, Manu Berger.

Quais são as perspectivas e desafios para o setor?

Apesar do momento econômico instável no qual o Brasil está passando, o mercado de luxo está com muita força e continua apresentando crescimento. Alguns fatores que impulsionam as compras de luxo no país, e não no exterior, são o dólar alto, regras de compra e as possibilidades de parcelamento.

Em contrapartida, as facilidades que as companhias aéreas oferecem para viagens internacionais, principalmente com destino à Miami e Nova York, afetam diretamente o varejo de luxo no Brasil, por ele deixar de ser a única possibilidade de acesso às marcas internacionais pelos consumidores.

A “concorrência” com as companhias aéreas é tão grande que, segundo pesquisas do The Boston Consulting Group (BCG), o Brasil lidera, junto com a Rússia e a China, o ranking de compras de luxo feitas fora do país de origem. Segundo a mesma pesquisa, os millennials serão os principais responsáveis pelo crescimento, de cerca de 37%, do setor de luxo nos próximos seis anos e apresentarão metade desse mercado.

Isso nos mostra que, o varejo de luxo no Brasil precisa se adaptar ao novo consumidor e não só aos compradores tradicionais. A geração millennial busca por experiências diferenciadas, que impactam e tornam o momento de consumo mais agradável e relevante.

Como o varejo de luxo deve se adaptar às mudanças?

Como foi dito, o consumidor de luxo atual está em busca de experiências, portanto, se existem empresas oferecendo produtos iguais, a preferência será por quem oferece a melhor experiência de compra, concorda? Para isso, as marcas precisam desenvolver relações individuais, com ênfase nos jovens e turistas, implantando abordagens eficientes que forneçam experiências inovadoras. Veja, a seguir, as principais transformações que ele deve ter:

Mudanças no ponto de venda

O PDV deve se transformar em um local de relacionamento. É cada vez mais necessário que as lojas se tornem lugares onde os clientes se sintam em casa, proporcionando experiências inovadoras e proporcionando um diálogo verdadeiro com eles.

O atendimento no varejo de luxo sempre foi o diferencial para os clientes, mas agora, mais do que nunca, ele precisa ser reinventado para se adaptar aos desejos dos novos consumidores. Nas lojas da Apple, por exemplo, os atendentes são mediadores entre os clientes e os produtos, a estratégia é parecer que estão ali mais para informar que para vender, criando uma experiência de compra muito mais relevante.

Outro ponto importante para inovar no varejo de luxo no Brasil e melhorar a experiência do consumidor, é usar tecnologias no PDV que atrairão e ajudarão a reter os clientes por mais tempo na loja. As vitrines digitais, por exemplo, são tendências que podem ser usadas no varejo de luxo e aumentar o tom de riqueza do local.

Faça a sua marca ser acessível e imersiva

O mercado de luxo não é mais exclusividade das pessoas de alto poder aquisitivo, pois, é muito comum, hoje, que alguns clientes juntem dinheiro por meses especialmente para adquirir algum produto de marca famosa. Empresas que oferecem um parcelamento maior saem na frente dos concorrentes. Além disso, o marketing da loja deve se preocupar em mostrar o quanto ela pode ser acessível para todos.

O luxo moderno também deve transmitir um estilo de vida, criando uma experiência global, na qual os produtos fazem parte. Uma forte narrativa de marca combinada com a tecnologia dá aos consumidores pontos de entrada acessíveis, onde “não é necessário comprar”, para a experiência de marca em cada ponto de contato e de preço.

Canais alinhados

O receio das falsificações é um dos motivos de algumas marcas de luxo estarem pouco presentes no e-commerce. Porém, já não é mais possível separar o mundo físico do virtual, pois as pessoas transitam por eles normalmente, por isso, as inovações das plataformas digitais devem ser vistas como aliadas.

Além disso, o consumidor moderno é altamente seletivo e usa a tecnologia para tomar decisões de compra a partir de inúmeros canais, as lojas online crescem a cada dia mais e é um ótimo segmento para as marcas de luxo.

Neste post, vimos que é importante mudar as estratégias de venda do varejo de luxo do Brasil, à medida na qual o perfil dos consumidores e a definição de luxo mudam. Além disso, com as mídias sociais, os produtos e serviços se tornaram acessíveis para as massas, levantando novos desafios para as empresas que querem ser um diferencial.

O varejo de luxo no Brasil tem um grande potencial de crescimento, mas, para isso, precisa contar com algumas mudanças para se adaptar ao comportamento do consumidor de luxo moderno, como a geração dos millennals.

Gostou do post? Então, agora, descubra como entender o estilo de vida do consumidor e traçar um perfil de consumo, para se comunicar da forma certa com seus clientes e oferecer produtos relevantes!

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