8 livros para entender a importância da experiência do cliente 0 78

Em qualquer área e em qualquer momento da vida, dicas de livros são sempre muito bem-vindas. Mas isso pode ser ainda melhor quando falamos de desenvolvimento profissional e melhoria dos serviços prestados no varejo.

Entre as exigências desse mercado, a experiência do cliente é um dos fatores que mais têm inspirado o aprendizado. E um ponto positivo diante disso é a grande quantidade de obras literárias que trazem conceitos importantes que tratam sobre o assunto.

O ponto de partida para uma boa experiência do cliente é compreender o comportamento do consumidor. Depois disso, o trabalho se concentra em moldar tudo que diz respeito ao seu negócio varejista para tornar essa interação entre cliente e loja a mais satisfatória possível.

Para te ajudar nessa missão, aqui vão 8 livros que serão importantes no processo!

1. The Experience Economy – Joseph Pine II, James H. Gilmore

The Experience Economy é uma das mais importantes obras já publicadas sobre a experiência do cliente. O livro traz um olhar de destaque sobre a importância de ter um olhar inovador sobre a forma como os varejistas se relacionam com seus clientes.

A obra traz um destaque especial para um ponto importante do cenário atual: a disputa pela atenção do consumidor é cada vez maior. Em contrapartida, o tempo despendido por essas pessoas só reduz. Afinal, há muitas interações e gatilhos que captam o foco, o que faz com que seja preciso se destacar cada vez mais, algo que requer expertise.

2. O Poder dos Momentos – Chip Heat, Dan Heat

O encantamento do cliente é uma capacidade única que nem toda experiência é capaz de projetar. E se seu negócio falha nesse momento, pode ser que nunca consiga criar conexões e gerar engajamento. O Poder dos Momentos aborda essa necessidade e mostra como ter impacto acima da média nessas interações é fundamental.

Com essa premissa, os autores da obra contam histórias e detalham cases de sucesso de empresários que conseguiram transformar pequenos momentos em fatos históricos. Assim, você conseguirá entender quais bases conceituais foram utilizadas e então, poderá pensar como replicá-las dentro do contexto do seu negócio atual.

3. A Experiência Apple – Carmine Gallo

A Apple nunca quis que seus consumidores fossem apenas pontuais. E isso fica bastante claro quando vemos pessoas com várias gerações do iPhone, por exemplo. Mas é importante saber que isso começa bem no início do funil, mais especificamente, quando um consumidor vai até uma unidade da Apple Store, a loja oficial da marca.

Por lá, tudo é incrível, desde o atendimento até as palestras e workshops oferecidos gratuitamente. O processo de atendimento e guia até a tomada de decisão é feito com uma abordagem de consultoria, muito mais do que venda. E tudo isso pode ser visto detalhadamente em A Experiência Apple. Sem dúvidas, um ótimo livro!

4. Guiados Pelo Encantamento – O Método Mercedes-Benz – Joseph Michelli

Assim como a Apple tem seu próprio método de encantamento e fidelização no varejo de eletrônicos, a alemã Mercedes-Benz age de forma única no mercado automotivo. Luxo e sofistifação são bases da marca, mas há mais por trás disso. Para chegar ao topo, houve um intenso e aprofundado trabalho de entendimento do cliente e suas necessidades.

O livro traz o entendimento da marca sobre um processo que vai desde a identificação das exigências do consumidor médio até o estabelecimento de um método de recompensas a clientes fiéis. Tudo isso, sem deixar de encantar e tratar o consumidor como um membro de um clube exclusivo. Afinal, estamos falando da Mercedes-Benz!

5. O Jeito Disney de Encantar os Clientes – Richard Branson

Quem já teve a oportunidade de vivenciar um dia nos parques da Disney, em Orlando, EUA, já consegue entender de primeira do que se trata esse encantamento. Por lá, tudo é projetado para ser único, envolvente e, principalmente, parte de uma experiência que você lembrará por toda sua vida. E é claro, tudo isso estrategicamente planejado.

O livro trará os bastidores da empresa, mostrando quais são os conceitos aplicados na gestão do negócio e no atendimento ao cliente. Você entenderá como o ambiente Disney é projetado para despertar sentimentos e fazer com que isso seja convertido em consumo, mas ainda assim, sem perder toda a magia que os estúdios constroem a cada nova obra lançada.

6. Guia do Relacionamento e Customer Experience – Roberto Madruga

Customer Experience é, sem dúvidas, uma das bases do sucesso de negócios no mundo atual. Mais do que atender bem e gerar vendas, esse conceito projeta o envolvimento e o engajamento do consumidor. A partir desse bom relacionamento, construído com feeling e análises especializadas, varejistas podem crescer consideravelmente no mercado.

A obra tem uma abordagem bastante técnica do assunto, trazendo um olhar sobre questões como a jornada do cliente, KPIs de vendas, o impacto do uso do CRM nas empresas, metodologias de atendimento, estratégias omnichannel entre outros pontos. Por isso, é um ótimo livro para aprender mais e revisar as bases do atendimento ao consumidor.

7. Storybrand – Donald Miller

Storybrand é um livro que preza pela necessidade de criar mensagens claras para alcançar clientes e fazer essas pessoas entenderem o que seu negócio deseja na relação com elas. Na verdade, Storybrand é a metodologia criada por Donald Miller com o foco em projetar uma ideia praticamente irresistível acerca de um produto ou serviço.

Basicamente, a obra mostra como é possível criar histórias únicas de branding, capacitando empresas a se tornarem extremamente interessantes no imaginário do cliente. Mas isso vai além: é necessário trabalhar em conjunto a experiência do consumidor, para aí sim, criar o cenário perfeito de engajamento seguido de vendas.

8. Sucesso do cliente – Como as empresas inovadoras estão reduzindo o cancelamento e aumentando a receita recorrente – Nick Metha, Dan Steinman, Lincoln Murphy

O ciclo de vida do cliente é mais do que somente um conceito amplamente difundido no varejo. Essa ideia é realmente algo que precisa ser colocado em prática. Assim, você consegue renovar as relações, fazendo com que um cliente fidelizado não deixe, em algum momento, de ser um consumidor ativo da sua empresa.

Nesta obra, além disso, os autores mostram como tornar consumidores verdadeiros advogados da sua marca. Em abordagens inovadoras, grandes empresas têm conseguido isso com maior facilidade, o que passa por uma visão de negócio bem estabelecida. O livro é quase um manual sobre como conquistar isso com a devida eficácia.

E aí, curtiu essas dicas de livros? A gente espera que seu negócio cresça bastante e que seu consumidor esteja cada vez mais encantado com as experiências que você projeta a ele diariamente no seu espaço físico.

Quer mais dicas como estas e acompanhar outros conteúdos importantes sobre o varejo? Então acompanhe a Alice Wonders nas redes sociais! Facebook | Instagram | YouTube | Vimeo

 

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Previous Article

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Metaverso: o que é e como ele impacta o futuro do varejo? 0 203

Novas tecnologias e possibilidades do universo digital surgem em tamanho volume que deixam muitos de nós confusos. Um dos principais entre os últimos tópicos da categoria se chama Metaverso. O que para muitas pessoas é algo difícil de tangibilizar, para outras, especialmente empresas, é uma oportunidade incrível de vender produtos e serviços.

Não há, atualmente, ambiente digital em que não seja possível posicionar uma empresa estrategicamente, nem que seja para gerar consciência de marca e criar relacionamento com o público. Com o metaverso, é possível fazer isso e também vender produtos. Tudo depende de como o negócio consegue explorar as possibilidades oferecidas.

Conhecer mais sobre o metaverso, o que de fato é e quais tecnologias sustentam esse espectro é fundamental. Esses e outros pontos você conhece ao longo deste post. Acompanhe!

O que é o metaverso?

Metaverso é um conceito tecnológico que trata sobre uma realidade paralela que acontece totalmente em ambiente digital. Nesse universo não concreto, mas acessível por meios como a internet e games, é possível se conectar e se fazer presente como pessoa, empresa, marca e até mesmo como personagem.

A ideia de metaverso não é exatamente algo novo. Universos paralelos sempre existiram em games, nos quais sempre foi possível a imersão e a interação enquanto jogador, por meio de um personagem, por exemplo. Essa concepção também esteve presente em filmes de ficção científica por diversas vezes na história do cinema.

A grande diferença é que, atualmente, temos cada vez mais possibilidades de estarmos dentro desses universos paralelos, isso graças à transformação digital. Essa facilidade de conexão, aliada ao desenvolvimento de ambientes de maneira avançada, fez com que oportunidades de mercado pudessem ser detectadas.

Enquanto para alguns o metaverso segue sendo apenas um ambiente de lazer e diversão, para muitas empresas é uma oportunidade de posicionamento e lucro. Talvez esse tenha sido o fator principal para impulsionar essa tendência e torná-la algo ainda mais relevante.

As tecnologias

Como um grande universo digital paralelo, o metaverso só é possibilitado graças às tecnologias que o fazem existir e também às que permitem que nós, usuários, possamos interagir e imergir nesses ambientes.

Entre essas tecnologias pilares para os universos digitais estão:

  • realidade aumentada;
  • realidade mixada;
  • blockchain;
  • reconhecimento facial;
  • inteligência artificial;
  • NFT;
  • smart contracts;
  • criptoativos.

Como o metaverso aparece no cotidiano?

Um dos pontos que mais merecem destaque quando tratamos sobre metaverso é a convergência entre vida real e universo digital. Hoje, muito do que somos em nossas vidas pode ser replicado, com as devidas limitações, em ambientes paralelos e remotos. E é assim que o metaverso tem estado mais presente no cotidiano da sociedade.

Na pesquisa Into the Metaverse, desenvolvida pela Wunderman Thompson, alguns dados chamam atenção e mostram como estamos cada vez mais dependentes da tecnologia como recurso para realizarmos tarefas e atividades. Por exemplo, o estudo apontou que 93% das pessoas entrevistadas afirmam que a tecnologia é essencial ao nosso futuro.

Diante disso, você consegue ver seu cotidiano acontecendo naturalmente sem ajuda da tecnologia? De acordo com a pesquisa, 76% das pessoas enxergam recursos e ferramentas como essenciais para o dia a dia.

Sabendo dessa relação que a sociedade tem com a tecnologia, as empresas já têm introduzido o metaverso na vida das pessoas de maneira natural. Bons exemplos são:

  • ações de marketing feitas para games (por exemplo, grandes marcas de material esportivo têm presença forte em jogos de futebol, como o Fifa, mais famoso entre eles);
  • NFTs (muitas marcas já têm comercializado artigos colecionáveis em formato de NFT);
  • criptomoedas já são aceitas por uma série de e-commerces;
  • empresas têm criado salas de reuniões e espaços virtuais para que funcionários possam criar seus avatares e interagirem nesses ambientes, aproximando pessoas mesmo em modelos de trabalho remotos;
  • o uso de óculos de realidade virtual para proporcionar experiências multissensoriais na hora de apresentar projetos de imóveis, test-drive de carros, entre outras possibilidades.

Marcas não têm investido nessa maior ocupação do digital, incluindo o metaverso, à toa. A pesquisa da Wunderman Thompson apontou também que 81% das pessoas ouvidas acreditam que a presença nesses ambientes é tão importante quanto em espaços físicos, como lojas.

Quais são os possíveis produtos desse universo?

O metaverso como possibilidade estratégica para marcas ainda é algo em expansão. As marcas ainda vão testar possibilidades, lançar produtos que vão dar certo e também vão errar em algumas oportunidades. Portanto, ainda há muito a ser explorado ao longo dos próximos anos.

Hoje, já há alguns produtos e oportunidades de negócio que ganharam mais atenção e trouxeram respostas rápidas para as empresas. Falamos mais sobre os principais na sequência.

Propriedade de itens digitais (digital ownership)

Ser proprietário de algo único, colecionável e transferível apenas em relações comerciais é algo que tem dado muito certo quando falamos de metaverso. Essa ideia de valor deu origem a produtos como criptomoedas, NFTs e acessórios e skins (muitas vezes de grifes famosas) para serem usados em games e em ambientes de metaverso.

Lazer e bem-estar (connected wellbeing)

A medicina também já utiliza o metaverso como ferramenta de tratamentos terapêuticos. Com ajuda de jogos orientados para essa finalidade, a categoria connected wellbeing propõe atividades para pessoas que tratam stress, problemas com o sono e questões gerais de saúde mental.

Relações e interações digitais (digital relationship)

As relações digitais vêm já há bastante tempo por meio das redes sociais e, principalmente, pelos games. São recursos que trazem interação e aproximação entre pessoas.

Meta Business

Esta é uma categoria mais abrangente que trata de atividades de marcas que trabalham para capitalizar ações dentro do metaverso. A ideia é criar itens e experiências que gerem brand awareness e consumo concreto. Isso acontece por meio de possibilidades como:

  • anúncios em jogos;
  • experiências de realidade aumentada no varejo;
  • venda de produtos digitais.

O metaverso está muito mais presente em nossa realidade do que podemos imaginar. A tendência é que, gradativamente, suas possibilidades e recursos sejam ainda mais acessíveis e pertinentes ao dia a dia de grande parte dos usuários do digital. Por enquanto, conhecer mais sobre as possíveis ações, sobretudo para as marcas, é essencial para sair na frente dos concorrentes.

Curtiu saber mais sobre o assunto? Aproveite e saiba como você pode inovar na hora de fazer ações digitais de ativação de marca!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Salas Imersivas: venda mais com experiências sensoriais 0 250

Propor experiências em PDV tem se tornado um desafio para as lojas. Competir com o digital é uma realidade dura, mas é inegável que a presença física proporciona explorar oportunidades únicas. Uma delas são as salas imersivas, que baseiam interações com o público por meio da imersão sensorial.

Você já deve ter visto algumas dessas experiências em exposições, ativações de marcas e ações de marketing feitas em shoppings e em grandes lojas. A ideia é simples: envolver o consumidor em uma relação mais aprofundada do que somente olhar uma vitrine ou assistir a um comercial. O resultado dessa interação vai afetar diretamente o engajamento e o desejo de consumo.

Vamos tratar ao longo deste conteúdo o poder das salas imersivas, o que faz com que elas sejam especiais e como podem ser utilizadas em diversos segmentos de negócio.

O que são salas imersivas?

As salas imersivas são espaços em que os visitantes podem interagir e participar de alguma ação de marketing nas quais estão profundamente envolvidos com a proposta da campanha. Nessas salas, são explorados todos os sentidos: audição, tato, olfato, paladar e visão, juntos ou com apenas alguns desses em combinação.

Nessas salas, a imersão acontece quando o consumidor é exposto a diversos estímulos e oportunidades de interação sem nenhuma interrupção por um fator externo. Justamente para possibilitar isso, as experiências são conduzidas em salas especiais, em que há o foco em se concentrar nas sensações propostas pelas campanhas.

É importante destacar que a base das salas imersivas é um conceito amplamente conhecido e utilizado: o marketing sensorial. Essa prática consiste em gerar engajamento, identificação e uma percepção positiva em relação a marcas por meio de vídeos, cheiros, músicas, gostos e experiências de toque.

Quais tipos de experiências as salas imersivas podem proporcionar?

As salas imersivas podem ter vários tipos de experiências do tipo. Algumas focam apenas em linhas sensoriais específicas, enquanto outras mesclam as possibilidades para gerar momentos ainda mais impactantes a quem participa dessas ações. Entenda algumas dessas possibilidades de imersão sensorial a seguir.

Projeções Mapeadas

As projeções mapeadas dentro de salas podem gerar a sensação de que o consumidor está em alguma paisagem ou ao lado de pessoas que, na verdade, estão sendo projetadas. Da mesma forma, é possível projetar elementos menores, como produtos.

A ideia com as projeções é fazer uma reprodução fiel, geralmente nas paredes e no teto da sala em questão, gerando assim a sensação de imersão na pessoa que está lá dentro. É uma ótima possibilidade para transportar pessoas para cenários, por exemplo.

Playlists

As playlists ajudam a tornar essa experiência da sala imersiva ainda mais sensorial. Afinal, a música é um dos elementos mais ricos dentro da projeção de uma ideia de marca. Não à toa as empresas têm seus jingles e escolhem trilhas sonoras para suas ações.

Uma boa playlist pode ajudar a gerar essa sensação de imersão ainda maior, gerando ainda uma associação posterior à marca, quando o consumidor escutar novamente determinada música.

Telões 360º

Os telões em 360º ocupam as paredes dessas salas com a missão de reproduzir vídeos e animações que tornem a experiência mais ilustrada e viva. Por ser uma tela contínua, a experiência com esse mecanismo obriga as pessoas a girarem para consumir todo o conteúdo.

Esse estímulo à movimentação, ainda que seja natural por conta da disposição dos telões, é uma forma de fazer o consumidor participar e interagir com a sala. É uma oportunidade de projetar sua marca de maneira enriquecedora e interessante.

Painéis interativos

Os painéis interativos podem ser combinados com telões e outros tipos de mecanismos sensoriais dentro das salas imersivas. O foco desse recurso é dar ao consumidor a autonomia de executar a experiência da maneira que bem entender.

Com esses painéis, as pessoas podem projetar imagens, buscar informações e selecionar detalhes relacionados à experiência em que estão imersas. Isso gera um engajamento maior e, no fim das contas, torna a oportunidade ainda mais interessante para quem está dentro da sala imersiva.

Realidade aumentada e virtual

A realidade virtual é um recurso muito visto em games, mas que já está sendo utilizado em experiências sensoriais diversas. Nas salas, muitas vezes, as pessoas são conduzidas apenas para aproveitarem um espaço vazio em que possam se movimentar para explorar o universo e possibilidades que é transmitido no visor de VR.

Já a realidade aumentada é uma tecnologia que permite projetar reproduções 3D, com o uso de periféricos como smartphone (e sua câmera) para simular objetos virtuais em ambientes físicos, por exemplo. Este é um recurso que já vem sendo usado há anos em diversas indústrias e também pode ser aplicado em salas imersivas.

Quais mercados podem fazer uso das salas imersivas?

As salas podem ser pensadas para os mais variados mercados, desde que a experiência sensorial em si seja realmente relevante. É fundamental que as interações e o que é mostrado a quem participa dessas atividades tenha relação direta com o produto e a marca, gerando a real sensação de participação e exploração.

Alguns mercados se destacam nas possibilidade de uso das salas imersivas, mais especificamente estes:

  • imobiliário: salas que projetam um apartamento mobiliado que possa ser explorado por cada cômodo;
  • automotivo: salas que simulam a experiência de dirigir um carro;
  • gastronômico: uma ótima ideia de sala imersiva é um local em que o consumidor entra, pode assistir uma receita ser preparada e ainda seja estimulado por uma experiência olfativa em que sinta o cheiro da comida em questão;
  • museus: as salas podem permitir que o visitante seja imerso em uma determinada época ou em algum cenário histórico explorado em uma exposição;
  • moda e beleza: com totens interativos ou uso de realidade aumentada, por exemplo, os clientes podem provar peças digitalmente e ainda saber mais sobre as especificidades de cada produto.  

As salas imersivas propõem um mundo de possibilidades para projetar experiências incríveis nos mais variados setores de mercado. Ao aliar a ideia de interação e ativação de marca com a tecnologia correta, os resultados de engajamento e vendas naturalmente terão uma subida satisfatória.

Curtiu saber mais sobre este assunto? Então siga-nos nas redes sociais e acompanhe novidades e tendências em Tecnologia, Inovação & Varejo (@_alicewonders).

 

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Most Popular Topics

Editor Picks

Send this to a friend