O novo Visual Merchandising: confira a opinião de especialistas 0 4897

O novo Visual Merchandising

Veja como os profissionais de Visual Merchandising estão lidando com o momento de fechamento do comércio e o processo de preparação para a reabertura das lojas físicas. 

Muito se discute sobre como será o “novo normal” e o comportamento das pessoas quando tivermos a reabertura do comércio físico. Algumas lojas na Europa e na Ásia vêm experimentando a abertura de suas portas para o público ainda que com bastante restrições. No entanto, a reação das pessoas está se mostrando o oposto do que se esperava. Há casos em que chegam a formar filas gigantescas e sem o devido distanciamento de um metro e meio, gerando aglomerações, ou seja, ignorando as recomendações de contingenciamento. Alguns vídeos chegaram a viralizar na internet mostrando o descuido de ambas as partes: das marcas e das pessoas. 

No primeiro momento da quarentena, quando houve o fechamento das portas do varejo físico, o comércio digital aumentou as vendas significativamente. As marcas voltaram a atenção para o universo online. Compras pela internet não são uma novidade, porém, passamos a usar de forma intensa nos últimos meses e acompanhamos processos de melhorias nas plataformas de e-commerce. Muito do que está sendo feito para otimizar as compras online, vem de estratégias do “varejo físico no que diz a construção de jornadas envolventes, que despertam o desejo e aproximam o consumidor do universo da marca”, nos disse em entrevista, Camila Salek (sócia-fundadora da Vimer, agência de Visual Merchandising). 

Logo em seguida, todos os profissionais do varejo físico passaram a encarar o grande desafio de planejar a reabertura das portas. Para o Coordenador de Visual Merchandising do Grupo Brascol, Daniel Marques, no momento estamos passando pela fase de entender e trabalhar uma “Projeção de futuro: se preparar, organizar a loja e os projetos futuros”. 

Daniel relata que hoje a sua equipe está contribuindo no processo logístico. A equipe de vendas continua dentro da loja (mesmo fechada), focada em agilizar as vendas dos produtos que estavam parados nas prateleiras. “O nosso desafio é deixar tudo organizado dentro da loja, para os profissionais de vendas encontrarem os produtos com mais facilidade para realizar as entregas”. É uma forma de reorganização da loja, mesmo estando fechada. Inclusive, este processo também tem sido feito em outras grandes varejistas de vestuário, que realizam as entregas das compras online com os produtos saindo das lojas mais próximas do cliente.  

A coordenadora e professora de pós graduação de Design de Interiores no IED, Cintia Lie, nos contou que tem acompanhado o trabalho de colegas da área de VM se diversificando no seu dia a dia, para expor os produtos a fim de manter o contato com os clientes. 

“Tenho visto o trabalho de um colega que está indo para a loja física realizar as produções, organizando os produtos dentro da loja e em seguida, ele faz vídeos mostrando as técnicas que usou neste trabalho. É uma forma envolvente e intimista de emocionar o cliente. Outro colega passou a fazer vídeos explicando como foi o processo de todo o trabalho dele dentro da loja em projetos passados. Ele explica como foi feita a organização, a iluminação e a importância de cada coisa, como tipos de material que foram mais condizentes para usar naquele projeto… Acho isso super importante, porque tem conteúdo e agrega”, conta Cintia.  

Desafios 

Sabemos que os principais papéis do VM é chamar a atenção do cliente para dentro da loja física, potencializar e organizar os produtos nos espaços da loja estrategicamente para o cliente se encantar. No entanto, este profissional agora carrega novos desafios e preocupações em relação a saúde e bem-estar do cliente. Lie explica que é preciso repensar o layout da loja, para aumentar o espaços de um produto e outro para as pessoas não esbarrarem e correrem o risco de contaminação. Outro ponto importante é pensar nas demarcações de distanciamento em filas e balcões de atendimento. Além de escolher quais produtos deverão ganhar mais destaque, uma vez que os estoques estão parados ou cheios e vem chegando mercadoria nova, este será um grande desafio, conclui.

Camila nos conta que na agência Vimer todos estão descobrindo que não existe o “impossível”. “A agilidade e a praticidade têm impulsionado as trocas apesar de qualquer distância e a tecnologia tem sido muito relevante por agregar um mindset disruptivo que vai muito além do próprio uso de devices. Estamos vendo uma crescente da digitalização como meio de facilitar e alavancar experiências em todos os setores, a visão analógica está com os seus dias contados!” E como uma forma de continuar oferecendo recursos e soluções para as marcas, a agência está disponibilizando uma condição especial (3 meses de uso gratuito) para o uso da ferramenta RetailMind (criada em parceria com a Peek Technology). Um software de inteligência artificial que permite o gerenciamento de ações no PDV à distância.

Os principais desafios que Daniel e sua equipe estão buscando é em adaptar a estrutura física das lojas, “As pessoas estão preocupadas com a questão da aglomeração. Tudo tem que estar funcionando dentro das normas de distanciamento. A nossa preocupação maior é com o bem-estar de saúde do cliente e que a loja esteja preparada para recebê-lo. Outro desafio é pensar como vai funcionar, a partir de agora, as experimentações de roupas”. A marca Zara, com o retorno cauteloso das suas lojas físicas, implementou um sistema de colocar em quarentena as peças que foram experimentadas pelos clientes que não chegaram a comprar. Precisamos pensar que provar roupas agora começará a criar um desconforto nas pessoas. Daniel citou o exemplo da marca O Boticário, que criou um aplicativo com AR para provar maquiagens. Usar essas tecnologias para o cliente poder experimentar os produtos com segurança, sem expor a riscos de contágio, é uma solução viável. “Precisamos criar formas de solucionar esses problemas, que podem ser um abismo entre o ponto físico e as pessoas”.

Afinal, o que esperar do comportamento dos consumidores na reabertura das portas?

Temos diferentes tipos de perfis de consumidores, e com a volta das lojas físicas, não haverá um comportamento só, é o que afirma Cintia Lie. A tecnologia vem ganhando seu espaço de importância no varejo, inovação é uma estratégia eficiente para a marca falar com o cliente. Porém, Lie alerta que é preciso ser cauteloso: se uma loja não investia em recursos de tecnologia e inovação antes da quarentena e na reabertura do comércio físico faz um grande investimento apenas com o intuito de vender, pode causar estranhamento aos clientes ou até ser visto como uma ofensa. 

Estamos passando por um momento bastante delicado no mundo inteiro. A maioria das grandes marcas estão se posicionando, prestando algum tipo de ajuda e apoio para a sociedade. Com certeza, esse tipo de ação está sendo valorizado como reconhecimento de marca. O que precisamos agora é preocupar em ajudar, ter consciência e responsabilidade social. “O consumidor pode se ofender com o quanto foi gasto na reforma, sendo que ele está ciente que aquela marca não ajudou quem está precisando, fazendo doações em campanhas, por exemplo”, explica Lie. 

Compartilhando a mesma linha de pensamento, Daniel Marques acredita que teremos uma sensibilidade no retorno, e ações que demonstram ostentação são fortemente descartadas. “Precisamos proporcionar acolhimento na reabertura. Estamos passando por um período difícil, e quando voltarmos para a loja esperamos ser bem atendidos. As marcas criaram um posicionamento no digital que demonstrou carinho com as pessoas neste momento, gerando proximidade. E quando for reabrir a loja física, por quê será diferente? Colocando placas de promoção e preços, sendo agressivo na comunicação, não será o melhor caminho. A tecnologia agora é mais para solucionar questões do que para chamar a atenção”, afirma Daniel. 

 No entanto, há ações que podem ser feitas, mas sem exuberância e sair do contexto. Para a professora Lie, ainda não se sabe realmente como vai ser de fato. “Temos uma noção através do comportamento que está acontecendo na Europa e Ásia, porém, são contextos econômicos diferentes do Brasil. O que podemos pensar, em questão de tecnologia, é que esteja ligada a utilidade básica e rápida, aplicada à situação de cuidado, reconstrução e empatia, desta forma será muito bem-vinda. Se for só pelo caráter estético e superficial, as pessoas podem recusar”, explica. 

Em Amsterdã, vemos o que pode ser uma das mais criativas medidas de contenção e prevenção até o momento. O restaurante vegano Mediamatic Eten criou uma solução peculiar ao organizar as mesas (que antes ficavam expostas ao lado de fora do restaurante, que fica a beira de um canal) dentro de estufas de vidro. O local pôde reabrir as suas portas para receber as pessoas, proporcionando segurança e conforto a todos. Saiba mais sobre este e outros exemplos. 

Restaurante vegano Mediamatic Eten.
Foto Reprodução: Restaurante vegano Mediamatic Eten, em Amsterdã.

Segundo a Camila Salek, o primeiro passo será preparar a loja e os colaboradores que estarão em contato direto com o público e adotar as medidas necessárias para a manutenção de um ambiente seguro e receptivo. E compartilha um estudo desenvolvido pela Vimer, que traz dicas para esta retomada que poderá ser um excelente guia neste momento. Clique aqui para conferir o material.

A importância do VM neste momento é fundamental para reabrir as lojas de forma inteligente e segura, seguindo o que chamamos de “cultura da distância”, como cita Salek. Enquanto profissionais do varejo, precisamos ter a consciência da responsabilidade social e procurar facilitar a jornada do consumidor. As pessoas estão mais atentas e não querem perder tempo dentro das lojas para fazer as suas compras. Em supermercados os itens básicos estão mais a vista, sendo fáceis de encontrar. A grande missão é trazer soluções, saber como oferecer o produto para o cliente e ao mesmo tempo mostrar o que é essencial para ele naquele momento. Ou seja, facilitar o processo da experiência de compra e não tornar mais estressante do já está. 

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Salas Sensoriais: transformando as experiências no Ponto de Venda (PDV) 0 1467

Sala imersiva Dior

Hoje vamos falar sobre uma ferramenta incrível que pode mudar completamente a experiência de compra dos seus clientes: as salas sensoriais para pontos de venda.

Um Novo Conceito em Experiência de Compra

Você está sempre buscando maneiras de se destacar do mar de concorrência do varejo, certo? Uma das maneiras de conseguir isso é oferecendo uma experiências personalizadas e envolventes para seus clientes, e aqui é onde as salas sensoriais entram em cena.

As salas sensoriais são espaços projetados para envolver os clientes em uma experiência imersiva, ativando todos os seus sentidos: visão, audição, tato, olfato e paladar. 

Todos os cinco sentidos entram em jogo, tornando a experiência de compra algo verdadeiramente memorável. Vejamos a seguir alguns exemplos de como utilizar cada sentido:

Visão

Você pode utilizar salas sensoriais com iluminação, cores e efeitos visuais para criar uma atmosfera específica. 

Imagine, por exemplo, que você tem uma loja de móveis. Que tal uma sala sensorial que simula diferentes tipos de iluminação diurna e noturna? Dessa forma, seus clientes podem ver como os móveis parecem em várias condições de luz.

  • A Tok&Stok, referência em móveis e decoração, utiliza a experiência visual em suas lojas para que os clientes possam se imaginar usando os móveis em suas próprias casas. Ambientes são montados com os produtos da loja, simulando salas, cozinhas, quartos, escritórios, entre outros. A iluminação é pensada para destacar os produtos e criar uma atmosfera acolhedora.

Audição

Música ou outros sons podem ser usados para criar um ambiente relaxante e acolhedor.

Por exemplo, se você tem uma loja de equipamentos de camping, sons da natureza, como o canto dos pássaros ou o som de chuva caindo em uma tenda, podem aumentar a experiência sensorial dos seus clientes e fazer com que se sintam mais conectados ao ambiente de camping.

Loja Centro Nacional
A Livraria Cultura é um exemplo de empresa que utiliza a experiência auditiva para criar um ambiente mais agradável. As suas lojas costumam ter uma trilha sonora suave tocando ao fundo, criando um ambiente relaxante que convida os clientes a passarem mais tempo na loja.

Tato

Você pode criar salas sensoriais envolvendo experiências com tato dos clientes.

Se você tem uma loja de roupas, que tal disponibilizar diferentes tecidos e texturas para os clientes tocarem? É uma maneira incrível deles se conectarem com os seus produtos.

  • A Natura, famosa marca de cosméticos, permite que os clientes experimentem muitos de seus produtos em suas lojas físicas. Eles podem sentir a textura dos cremes, loções e maquiagens, aplicando-os diretamente na pele. Isso ajuda a criar uma conexão mais profunda com os produtos e permite que os clientes escolham os itens que melhor atendem às suas necessidades e preferências.

Olfato

O olfato é um sentido poderoso, muitas vezes subestimado para criação de experiências de compra.

Porém, você pode utilizá-lo para criar sensações e ambientes que condizem com os seus produtos. Por exemplo:

  • Algumas lojas, como cafeterias, já usam o cheiro de café para criar um ambiente mais acolhedor.
  • Imagine entrar em uma loja de roupas e sentir o cheiro de tecidos recém-lavados. Isso definitivamente melhoraria a experiência de compra.
  • O Pão de Açúcar cria uma experiência olfativa através do aroma de pães e bolos sendo assados na padaria interna. Ao entrar na loja, o cliente é envolvido por esses cheiros deliciosos, o que cria uma atmosfera acolhedora e estimula a compra de produtos da padaria.

Um perfeito exemplo de Sala Sensorial é a ativação de Dior no Hotel Sephora, desenvolvida pela Alice Wonders. Para uma imersão multissensorial e encantadora no espaço exclusivo da marca, criamos projeções mapeadas que deram vida ao lançamento do J’adore Eau de Parfum, a mais nova fragrância da marca. Confira:

Paladar

Por último, mas certamente não menos importante, temos o paladar.

Em algumas lojas, principalmente as que vendem alimentos ou bebidas, você pode oferecer degustações para os clientes. 

  • O pão de Açúcar combina a experiência sensorial do olfato com o paladar, oferecendo também degustações de vinhos, queijos, pães e outros produtos em suas lojas. Isso não apenas permite que os clientes experimentem antes de comprar, mas também cria uma experiência de compra mais envolvente e agradável.
  • Outra empresa que adota essa prática é a Cacau Show, rede de lojas de chocolates, que costuma oferecer amostras de seus produtos, permitindo que os clientes apreciem o sabor antes de decidir pela compra.

O Impacto das Salas Sensoriais no PDV

Agora que já falamos sobre como envolver e estimular cada um dos 5 sentidos dos clientes no PDV, que tal entendermos quais são os benefícios de unificar tudo isso em Salas Sensoriais para a sua marca? 

O principal objetivo de uma sala sensorial em um ponto de venda é criar uma experiência única e memorável para o cliente.

Além disso, você não apenas diferencia sua loja da concorrência, mas também incentiva os clientes a retornarem. É uma estratégia ganha-ganha!

Veja alguns dos vários benefícios ao criar experiências sensoriais na sua loja:

Benefícios da experiência sensorial para as marcas

A experiência sensorial ajuda as marcas a se destacarem da concorrência, a aumentar a percepção de valor dos produtos e a criar uma conexão emocional com os clientes.

Criação de uma Conexão Emocional

Quando envolvemos os cinco sentidos em uma experiência de compra, estamos indo além do simples ato de vender um produto. Estamos criando uma conexão emocional com o cliente.

Sabemos que emoções fortes estão ligadas às memórias mais duradouras, então, ao proporcionar uma experiência memorável e emocionalmente carregada, estamos incentivando a fidelidade do cliente e garantindo que ele lembre da nossa marca no futuro.

Diferenciação no Mercado

No mundo do varejo competitivo de hoje, é vital que a sua marca se destaque.

As salas sensoriais podem proporcionar uma vantagem única, diferenciando sua marca dos concorrentes. Oferecer uma experiência imersiva e multissensorial é uma maneira poderosa de destacar-se e criar uma identidade única para a sua marca.

Valor Agregado

A experiência sensorial agrega valor à compra do cliente, tornando-a mais do que uma simples transação.

O cliente não está apenas levando para casa um produto, mas uma experiência completa que envolveu todos os seus sentidos. Isso pode justificar um preço mais alto e aumentar as margens de lucro para a sua marca.

Aumento do Tempo de Permanência na Loja

Ao proporcionar uma experiência sensorial envolvente, os clientes tendem a permanecer por mais tempo na loja. Isso ocorre porque estão imersos em um ambiente que estimula os seus sentidos.

Consequentemente, a ampliação desse tempo de visita aumenta as chances de os clientes descobrirem mais produtos que lhes agradem, aumentando assim, a probabilidade de gerar mais vendas. 

Estimula o Boca a Boca

Criar uma experiência de compra única e inesquecível faz com que os clientes sintam vontade de compartilhá-la com amigos e familiares.

É aí que entra em cena o valioso marketing “boca a boca”, que amplifica a visibilidade da sua marca de maneira genuína e pessoal.

Conclusão

Investir em experiências sensoriais para os pontos de venda é uma estratégia para transformar a maneira como seus clientes interagem com sua marca.

Ao criar um ambiente de compra que envolve todos os sentidos, você proporciona uma experiência de varejo mais rica, atraente e memorável.

Isso não apenas aumenta as suas chances de vendas e o tempo de permanência na loja, mas também impulsiona o valioso marketing “boca a boca”, ajudando a ampliar a visibilidade da sua marca.

Porém é importante que seja realizado um estudo para conhecer bem o seu público e oferecer experiências que se alinhem às suas expectativas e desejos. Para isso você pode contar com a nossa ajuda.

Entre em contato conosco e saiba como você pode criar experiências únicas para seus clientes e elevar o potencial do seu negócio.

FAQ – As pessoas também perguntam:

  • O que são salas sensoriais para pontos de venda? Salas sensoriais são espaços especialmente projetados para envolver os sentidos do cliente, proporcionando uma experiência de imersiva, encantadora e única. Isso envolve o uso de técnicas e tecnologias para estimular a visão, audição, tato, olfato e paladar dos clientes.
  • Por que devo considerar a experiência sensorial no varejo? A experiência sensorial pode melhorar significativamente a experiência dos clientes e aumentar vendas. Ao envolver os sentidos, os clientes tendem a passar mais tempo na loja, aumentando as chances de fazerem compras. Além disso, uma experiência única e memorável pode levar os clientes a compartilharem sua experiência com outras pessoas, impulsionando o marketing “boca a boca”.
  • Quais tipos de setores no varejo podem se beneficiar das experiências sensoriais? Qualquer tipo de setor no varejo pode se beneficiar das experiências sensoriais. Seja uma loja de móveis que utiliza diferentes cenários de iluminação para mostrar seus produtos, ou uma padaria que usa o aroma de pães frescos para atrair os clientes, as possibilidades são quase ilimitadas.
  • Como posso implementar a experiência sensorial na minha loja? Há diversas estratégias para introduzir a experiência sensorial em sua loja, as quais podem ser adaptadas de acordo com a natureza do seu negócio e o perfil do seu público-alvo. Por exemplo, você pode explorar a iluminação e a decoração para criar um ambiente que realça os atributos dos seus produtos e favoreça a interação dos seus clientes. Você pode incluir espaços temáticos, iluminação estratégica para destacar produtos específicos, e escolher cores e materiais que provocam determinadas emoções ou sensações.

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White Box: o holograma realista e interativo para O Boticário LAB 0 2129

Em comemoração ao Dia dos Namorados, O Boticário lançou a “Central do Amor”, uma campanha interativa com holograma realista no O Boticário LAB do Morumbi Shopping estrelada por Marcela Mc Gowan, médica, influenciadora e ex-participante do BBB.

A influencer encarnou a “guru do amor” em uma White Box, tecnologia holográfica hiper-realista desenvolvida pela Alice Wonders em parceria com a Estúdio Like, para oferecer conselhos amorosos e orientar os consumidores na hora de escolherem os presentes ideais.

Na prática, o atendimento acontecia por meio de um interface digital e interativa com diferentes opções de status e dicas de presentes para marcar o Dia do Amor.

👇🏻 Assista abaixo:

A experiência se tornou ainda mais completa no dia 10 de junho, em que consumidores da flagship puderam interagir com a influenciadora via holograma – em tempo real! E não é que teve até pedido de casamento?

⏯ Veja como foi:

O holograma em qualidade 4K, ideal para promover experiências interativas em lojas, vitrines e eventos, funciona com projeções em vidros transparentes, que criam a ilusão de que os objetos são tridimensionais e estão flutuando no ar.

Essa solução holográfica também pode ser criada a partir de imagens de pessoas pré-gravadas ou em tempo real, sendo ideais para manequins ou até mesmo reuniões virtuais.

A tecnologia, que foi apontada como uma das principais tendências nas maiores feiras de varejo do mundo – como a NRF Retail’s Big Show e a EuroShop Trade Fair – agora, chega para impactar também o varejo brasileiro.

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