O novo Visual Merchandising: confira a opinião de especialistas 0 2663

O novo Visual Merchandising

Veja como os profissionais de Visual Merchandising estão lidando com o momento de fechamento do comércio e o processo de preparação para a reabertura das lojas físicas. 

Muito se discute sobre como será o “novo normal” e o comportamento das pessoas quando tivermos a reabertura do comércio físico. Algumas lojas na Europa e na Ásia vêm experimentando a abertura de suas portas para o público ainda que com bastante restrições. No entanto, a reação das pessoas está se mostrando o oposto do que se esperava. Há casos em que chegam a formar filas gigantescas e sem o devido distanciamento de um metro e meio, gerando aglomerações, ou seja, ignorando as recomendações de contingenciamento. Alguns vídeos chegaram a viralizar na internet mostrando o descuido de ambas as partes: das marcas e das pessoas. 

No primeiro momento da quarentena, quando houve o fechamento das portas do varejo físico, o comércio digital aumentou as vendas significativamente. As marcas voltaram a atenção para o universo online. Compras pela internet não são uma novidade, porém, passamos a usar de forma intensa nos últimos meses e acompanhamos processos de melhorias nas plataformas de e-commerce. Muito do que está sendo feito para otimizar as compras online, vem de estratégias do “varejo físico no que diz a construção de jornadas envolventes, que despertam o desejo e aproximam o consumidor do universo da marca”, nos disse em entrevista, Camila Salek (sócia-fundadora da Vimer, agência de Visual Merchandising). 

Logo em seguida, todos os profissionais do varejo físico passaram a encarar o grande desafio de planejar a reabertura das portas. Para o Coordenador de Visual Merchandising do Grupo Brascol, Daniel Marques, no momento estamos passando pela fase de entender e trabalhar uma “Projeção de futuro: se preparar, organizar a loja e os projetos futuros”. 

Daniel relata que hoje a sua equipe está contribuindo no processo logístico. A equipe de vendas continua dentro da loja (mesmo fechada), focada em agilizar as vendas dos produtos que estavam parados nas prateleiras. “O nosso desafio é deixar tudo organizado dentro da loja, para os profissionais de vendas encontrarem os produtos com mais facilidade para realizar as entregas”. É uma forma de reorganização da loja, mesmo estando fechada. Inclusive, este processo também tem sido feito em outras grandes varejistas de vestuário, que realizam as entregas das compras online com os produtos saindo das lojas mais próximas do cliente.  

A coordenadora e professora de pós graduação de Design de Interiores no IED, Cintia Lie, nos contou que tem acompanhado o trabalho de colegas da área de VM se diversificando no seu dia a dia, para expor os produtos a fim de manter o contato com os clientes. 

“Tenho visto o trabalho de um colega que está indo para a loja física realizar as produções, organizando os produtos dentro da loja e em seguida, ele faz vídeos mostrando as técnicas que usou neste trabalho. É uma forma envolvente e intimista de emocionar o cliente. Outro colega passou a fazer vídeos explicando como foi o processo de todo o trabalho dele dentro da loja em projetos passados. Ele explica como foi feita a organização, a iluminação e a importância de cada coisa, como tipos de material que foram mais condizentes para usar naquele projeto… Acho isso super importante, porque tem conteúdo e agrega”, conta Cintia.  

Desafios 

Sabemos que os principais papéis do VM é chamar a atenção do cliente para dentro da loja física, potencializar e organizar os produtos nos espaços da loja estrategicamente para o cliente se encantar. No entanto, este profissional agora carrega novos desafios e preocupações em relação a saúde e bem-estar do cliente. Lie explica que é preciso repensar o layout da loja, para aumentar o espaços de um produto e outro para as pessoas não esbarrarem e correrem o risco de contaminação. Outro ponto importante é pensar nas demarcações de distanciamento em filas e balcões de atendimento. Além de escolher quais produtos deverão ganhar mais destaque, uma vez que os estoques estão parados ou cheios e vem chegando mercadoria nova, este será um grande desafio, conclui.

Camila nos conta que na agência Vimer todos estão descobrindo que não existe o “impossível”. “A agilidade e a praticidade têm impulsionado as trocas apesar de qualquer distância e a tecnologia tem sido muito relevante por agregar um mindset disruptivo que vai muito além do próprio uso de devices. Estamos vendo uma crescente da digitalização como meio de facilitar e alavancar experiências em todos os setores, a visão analógica está com os seus dias contados!” E como uma forma de continuar oferecendo recursos e soluções para as marcas, a agência está disponibilizando uma condição especial (3 meses de uso gratuito) para o uso da ferramenta RetailMind (criada em parceria com a Peek Technology). Um software de inteligência artificial que permite o gerenciamento de ações no PDV à distância.

Os principais desafios que Daniel e sua equipe estão buscando é em adaptar a estrutura física das lojas, “As pessoas estão preocupadas com a questão da aglomeração. Tudo tem que estar funcionando dentro das normas de distanciamento. A nossa preocupação maior é com o bem-estar de saúde do cliente e que a loja esteja preparada para recebê-lo. Outro desafio é pensar como vai funcionar, a partir de agora, as experimentações de roupas”. A marca Zara, com o retorno cauteloso das suas lojas físicas, implementou um sistema de colocar em quarentena as peças que foram experimentadas pelos clientes que não chegaram a comprar. Precisamos pensar que provar roupas agora começará a criar um desconforto nas pessoas. Daniel citou o exemplo da marca O Boticário, que criou um aplicativo com AR para provar maquiagens. Usar essas tecnologias para o cliente poder experimentar os produtos com segurança, sem expor a riscos de contágio, é uma solução viável. “Precisamos criar formas de solucionar esses problemas, que podem ser um abismo entre o ponto físico e as pessoas”.

Afinal, o que esperar do comportamento dos consumidores na reabertura das portas?

Temos diferentes tipos de perfis de consumidores, e com a volta das lojas físicas, não haverá um comportamento só, é o que afirma Cintia Lie. A tecnologia vem ganhando seu espaço de importância no varejo, inovação é uma estratégia eficiente para a marca falar com o cliente. Porém, Lie alerta que é preciso ser cauteloso: se uma loja não investia em recursos de tecnologia e inovação antes da quarentena e na reabertura do comércio físico faz um grande investimento apenas com o intuito de vender, pode causar estranhamento aos clientes ou até ser visto como uma ofensa. 

Estamos passando por um momento bastante delicado no mundo inteiro. A maioria das grandes marcas estão se posicionando, prestando algum tipo de ajuda e apoio para a sociedade. Com certeza, esse tipo de ação está sendo valorizado como reconhecimento de marca. O que precisamos agora é preocupar em ajudar, ter consciência e responsabilidade social. “O consumidor pode se ofender com o quanto foi gasto na reforma, sendo que ele está ciente que aquela marca não ajudou quem está precisando, fazendo doações em campanhas, por exemplo”, explica Lie. 

Compartilhando a mesma linha de pensamento, Daniel Marques acredita que teremos uma sensibilidade no retorno, e ações que demonstram ostentação são fortemente descartadas. “Precisamos proporcionar acolhimento na reabertura. Estamos passando por um período difícil, e quando voltarmos para a loja esperamos ser bem atendidos. As marcas criaram um posicionamento no digital que demonstrou carinho com as pessoas neste momento, gerando proximidade. E quando for reabrir a loja física, por quê será diferente? Colocando placas de promoção e preços, sendo agressivo na comunicação, não será o melhor caminho. A tecnologia agora é mais para solucionar questões do que para chamar a atenção”, afirma Daniel. 

 No entanto, há ações que podem ser feitas, mas sem exuberância e sair do contexto. Para a professora Lie, ainda não se sabe realmente como vai ser de fato. “Temos uma noção através do comportamento que está acontecendo na Europa e Ásia, porém, são contextos econômicos diferentes do Brasil. O que podemos pensar, em questão de tecnologia, é que esteja ligada a utilidade básica e rápida, aplicada à situação de cuidado, reconstrução e empatia, desta forma será muito bem-vinda. Se for só pelo caráter estético e superficial, as pessoas podem recusar”, explica. 

Em Amsterdã, vemos o que pode ser uma das mais criativas medidas de contenção e prevenção até o momento. O restaurante vegano Mediamatic Eten criou uma solução peculiar ao organizar as mesas (que antes ficavam expostas ao lado de fora do restaurante, que fica a beira de um canal) dentro de estufas de vidro. O local pôde reabrir as suas portas para receber as pessoas, proporcionando segurança e conforto a todos. Saiba mais sobre este e outros exemplos. 

Restaurante vegano Mediamatic Eten.
Foto Reprodução: Restaurante vegano Mediamatic Eten, em Amsterdã.

Segundo a Camila Salek, o primeiro passo será preparar a loja e os colaboradores que estarão em contato direto com o público e adotar as medidas necessárias para a manutenção de um ambiente seguro e receptivo. E compartilha um estudo desenvolvido pela Vimer, que traz dicas para esta retomada que poderá ser um excelente guia neste momento. Clique aqui para conferir o material.

A importância do VM neste momento é fundamental para reabrir as lojas de forma inteligente e segura, seguindo o que chamamos de “cultura da distância”, como cita Salek. Enquanto profissionais do varejo, precisamos ter a consciência da responsabilidade social e procurar facilitar a jornada do consumidor. As pessoas estão mais atentas e não querem perder tempo dentro das lojas para fazer as suas compras. Em supermercados os itens básicos estão mais a vista, sendo fáceis de encontrar. A grande missão é trazer soluções, saber como oferecer o produto para o cliente e ao mesmo tempo mostrar o que é essencial para ele naquele momento. Ou seja, facilitar o processo da experiência de compra e não tornar mais estressante do já está. 

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Varejo Phygital: sinergia entre físico e digital veio para ficar? 0 204

Muito se fala sobre o futuro do varejo e como esse horizonte vai se desenhar mesmo com o digital estabilizado. Nessas discussões, um erro bastante comum é achar que as lojas físicas vão perder força com o passar do tempo. Não à toa, o conceito de varejo Phygital é um dos temas mais comentados no setor atualmente.

Não seria perfeito poder unir o melhor da experiência de venda online com o que há de mais consolidada nas vendas presenciais? Phygital trata isso não só como uma possibilidade, mas como uma realidade. Quase como uma fusão, as duas ideias de comércio são colocadas de maneira integrada e inteligente em prol da experiência perfeita.

Tratamos mais sobre esse assunto ao longo deste conteúdo. Continue lendo para entender melhor.

 

Do que se trata o conceito de varejo Phygital?

O varejo Phygital é uma ideia que integra as práticas executadas em pontos de venda com as estratégias utilizadas no meio digital. Assim, é possível ter experiências mais satisfatórias, unindo o que há de melhor nos dois mundos e entregando isso ao consumidor.

Ao analisarmos o termo Phygital, percebemos que ele é resultante da união de duas palavras do idioma inglês: Phy (de Physical) e gital (de digital). Ou seja, varejo físico e digital unidos. Por mais que o nome já traga uma ideia sobre o que se trata, se aprofundar melhor na ideia ajuda a saber, concretamente, como colocar a ideia em prática.

Vamos começar a entender essa ideia pensando em um fator único da experiência de consumo físico, que é avaliar um produto em mãos. Por mais que seja ótimo comprar online por conta da comodidade, você só toca na mercadoria quando ela chega em sua casa. Poder fazer isso presencialmente é algo decisivo para fechar uma compra.

Agora, vamos pensar em um benefício simples, mas que faz toda diferença das compras online: você não precisa enfrentar fila. Em lojas muito cheias, pode ser incômodo ter que esperar tempos prolongados para pagar pelo item.

O melhor de dois mundos?

Sim, na teoria e na prática, Phygital propõe o melhor dos dois mundos. De maneira geral, a proposta é digitalizar a experiência de compra no varejo físico de maneira inteligente. Com suporte da tecnologia, consumidores entram em lojas e encontram diversas possibilidades modernas e inovadoras de terem um momento mais cômodo. Tudo isso com base em interação e experiência personalizada ao consumidor.

Para que se possa ter uma ideia mais concreta do que seria uma loja em que o conceito Phygital é aplicado, esse estabelecimento contaria com recursos como:

  • app próprio de realidade aumentada caso o cliente queira projetar um produto que não está exposto ou experimentar uma roupa sem precisar ir a um provador, por exemplo;
  • totens interativos para autoatendimento, solicitando um item por meio de um tablet, ou até mesmo checando a disponibilidade deste produto de maneira mais autônoma e independente;
  • guichês de self checkout para evitar filas;
  • compras que podem ser feitas pela web, mas retiradas diretamente em uma loja, dispensando a necessidade de espera maior pela entrega em casa, como são as Guide Shops;
  • sistemas ERP capazes de integrar estoques da loja e e-commerce, facilitando a gestão logística e aumentando a precisão na informação mostrada ao consumidor.

Como a experiência é valorizada nesse conceito?

Vender não pode ser considerada a atividade principal de uma loja física nos dias de hoje. Até porque, se esse for seu objetivo único, a concorrência vai superar seu negócio facilmente. Sem a experiência, um negócio qualquer jamais vai alcançar um status de referência, seja lá qual for o setor.

No varejo Phygital, é preciso deixar de lado a ideia de ponto de venda e adotar o ponto de experiência. Isso significa que marcas não podem pensar apenas que têm um local para vender seus produtos, mas sim, uma oportunidade de causar uma ótima impressão no consumidor. Até porque, se não for assim, porque essas pessoas iriam no seu estabelecimento?

A jornada do consumidor mudou muito nos últimos anos. Uma de suas principais características é que hoje ela não é mais linear. Ou seja, as pessoas não seguem mais uma regra, um hábito. Quem hoje compra na internet, amanhã pode querer ir à sua loja. Nessa oportunidade, é fundamental ter uma experiência acima da média.

Portanto, marcas precisam sempre pensar em envolver, engajar e causar uma impressão única e incrível no consumidor. Pense da seguinte forma: sua marca é uma religião e sua loja é um templo, uma catedral. Toda a ideia da sua empresa tem grandes chances de fazer mais sentido e conquistar um consumidor quando essa pessoa vai até a loja. Essa é a chance de torná-la uma “fiel”. Neste caso, um consumidor fiel.

 

Lojas nativas digitais devem pensar em lojas físicas?

O grande avanço do digital nos últimos anos trouxe muitos questionamentos sobre o futuro do varejo. Os mais radicais chegaram a decretar: as lojas físicas estão com os dias contados. Porém, sabemos que isso não é verdade. Afinal, há um fator principal que faz as coisas mudarem constantemente: o comportamento de compra do consumidor.

Com a pandemia da covid-19 , ficou clara a ideia de que comprar online era não só uma possibilidade, mas também uma necessidade para muitos. Com o passar do tempo e o avanço da vacinação, pouco a pouco a vida de milhões foi voltando ao “antigo” normal. E então, comprar online segue sendo a única opção?

O longo período sem poder visitar lojas e ter uma experiência de compra física fez com que o consumidor médio sentisse a necessidade de retomar esse simples, mas importante hábito. Percebendo isso, marcas nativas do digital decretaram: ter uma loja física pode sim ser uma ótima ideia.

A carência da experiência física tem gerado um movimento de abertura de espaços físicos para reforçar a consciência de marca e a presença no mercado. Isso significa apenas um passo à frente, mas nenhum atrás. Ou seja, o digital segue com toda importância possível. Enquanto isso, os espaços físicos são lançados e, para ter o máximo de sucesso, têm o foco em gerar experiências destacadas.

Com tecnologia e inovação como bases, sempre com orientação à experiência de destaque do consumidor, o varejo Phygital é uma necessidade às marcas. Com certeza, esse conceito veio para ficar e já é a realidade do mercado.

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QR Code no PDV: 6 dicas de como usar para vender mais 0 309

O QR Code não é um recurso tecnológico exatamente novo, o que não significa também que não seja moderno. Por mais que exista há um bom tempo, seu uso nunca teve tanta aderência como atualmente. No varejo, há muitas formas de ter essa tecnologia como forma de gerar experiências mais qualificadas e gerar interações estrategicamente pensadas.

Seu consumidor está disposto a oferecer a informação que você deseja e acessar suas ações de marketing, é claro, desde que seja interessante para ele. Diante disso, os QR Codes podem ser a ponte entre essa pré-disposição do público e uma possibilidade de conversão que seu negócio projetou. Basta saber como usar a ferramenta.

Para ajudar, selecionamos algumas boas possibilidades que, além de serem eficazes, são de fácil aplicação no varejo físico. Veja as 7 melhores formas de usar o mecanismo e entenda a utilidade de cada uma delas.


1. Divulgue suas promoções e descontos

Consumidores nunca deixam de buscar condições diferenciadas para comprarem os produtos que desejam. Mesmo que determinado item não estivesse no radar dessas pessoas, um bom desconto, por exemplo, pode ser capaz de mudar o cenário.

Portanto, você precisa facilitar o acesso a essas ofertas, de preferência criando uma landing page para que seu consumidor chegue após usar um QR Code. Também é possível direcionar esse código para uma área de promoção no seu e-commerce.

O ideal é posicionar esses QR Codes que levam às ofertas da sua marca em alguns pontos estratégicos, podendo ser em totens de publicidade espalhados pela cidade ou em shoppings, Também é uma ótima ideia disponibilizar esse código, com um CTA avisando das ofertas, dentro da sua própria loja física.

2. Ofereça conteúdos adicionais e complementares

Boas estratégias de conteúdo têm capacidade de gerar os mais diversos tipos de ganhos ao seu negócio. Aqui, vale a ideia de que os dois lados ganham: enquanto seu consumidor tem acesso a um conteúdo de qualidade, você tem chances de gerar engajamento e conseguir leads.

O QR Code vai conectar o seu consumidor interessado a um conteúdo que pode estar no seu blog, no seu site, no canal da sua empresa no YouTube ou até mesmo nas redes sociais da marca. É fundamental, no entanto, que esse conteúdo seja apresentado de maneira interessante, gerando interesse no consumidor.

Disponibilize esse QR Code no seu PDV, sempre com CTAs convidando seu cliente  a entender mais sobre um assunto, conhecer um novo produto ou participar de qualquer outra experiência. Essa chamada para ação deve estar relacionada ao conteúdo ao qual a pessoa será redirecionada.

3. Use como mecanismo de captura de leads

Certamente você já viu por aí CTAs como “Cadastre-se para não perder nenhuma promoção e lançamento“. Esse tipo de estratégia serve para que você consiga captar o contato de um consumidor e, dessa forma, obter um lead que pode gerar compras no futuro.

Esse tipo de comunicação é bastante comum online, mas você também pode aplicar em um varejo físico, claro, usando o QR Code. A intenção é que esse código redirecione a pessoa para uma landing page com formulário, em que preencherá seus dados.

Mas lembre-se: é fundamental dar continuidade a isso. Se você se propõe a captar leads na sua loja física, é essencial alimentar sua base de contatos com ofertas, conteúdos e manter aproximação constante. Assim, você conquistará engajamento e conversões.

4. Ofereça uma nova forma de pagamento

Muito provavelmente, seu consumidor detesta pegar longas filas no seu ponto de venda. Portanto, sua estratégia de varejo deve considerar métodos de pagamento que evitem esse problema. O self checkout é um dos principais e pode ser feito com ajuda dos QR Codes. 

Por meio de totens de atendimento ou em pontos espalhados pela loja, posicione códigos que levem o seu consumidor a escanear um acesso que os levem diretamente a uma página de checkout. Assim, essas pessoas evitam pegar fila e a experiência em loja é muito mais satisfatória.

Para que isso funcione, lembre-se de que as embalagens dos produtos, ou as etiquetas dos itens, precisam ter um QR Code com informações e o preço. Assim, o próprio consumidor pode escanear cada produto e, ao fim, fazer o pagamento diretamente pelo smartphone.

5. Peça que o consumidor avalie a experiência

Uma boa experiência no varejo vai fazer com que seu cliente se sinta motivado em avaliar positivamente sua empresa. Portanto, é uma ótima ideia posicionar em alguns pontos da sua loja um incentivo para que as pessoas avaliem o estabelecimento e a experiência de compra.

Para isso, use QR Codes que vão direcionar seu consumidor para páginas de avaliação. Por lá, você pode usar a estratégia que quiser, como o método de pesquisa NPS. Se for possível avaliar, permita também comentários escritos adicionais.

Por mais que seja um recurso muito interessante, lembre-se de que pode gerar também feedbacks não tão positivos. Se a experiência em loja não é tão boa, seu consumidor vai relatar isso. De qualquer maneira, esses feedbacks ruins podem ser muito úteis como base para uma proposta de melhorias.

6. Faça links para suas redes sociais

Toda marca que se preze está em busca de um bom tráfego de consumidores para suas redes sociais. Certamente esse também é o caso da sua empresa, então é altamente recomendável usar os QR Codes para captar mais seguidores.

Pessoas satisfeitas com a experiência de compra em um PDV têm maior probabilidade de se interessarem por estarem próximas da sua marca. Hoje, é por meio das redes sociais que isso é possibilitado com maior facilidade e da maneira que o público gosta.

Portanto, não esqueça de convidar o público da sua loja para seguir a empresa nas redes sociais em que a marca está presente. Faça isso por meio de um código posicionado em pontos estratégicos do estabelecimento, redirecionando para esses perfis.

O QR Code no PDV pode cumprir com um papel realmente interessante, mesmo sendo uma tecnologia simples. Sua praticidade e possibilidades que gera faz com que seu uso seja praticamente obrigatório para gerar grandes oportunidades.

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