O Direct to Consumer em crescimento entre as grandes marcas 0 1904

Direct to Consumer

 

A estratégia DTC está aumentando cada vez mais e transformando as formas de relacionamento com o consumidor final

Em um cenário onde temos um “novo consumidor” em ascensão, com perfil mais exigente, o DTC (Direct To Consumer) entrega experiências personalizadas e únicas, para aproximar e fidelizar esse público. Um dos objetivos é fazer o processo de compra ser parte da experiência do usuário, gerando o seu engajamento.

O que motivou as indústrias a adotarem o varejo direto? Listamos abaixo, cinco objetivos mais relevantes: 

 1. Fortalecer a imagem da empresa e construção da marca

As marcas que usam o DTC priorizam o marketing, o nome da marca e a experiência direta com o consumidor. Além disso, as redes sociais também contribuíram para aproximar o público com interação direta, promoções, engajamento e geração de dados.

 2. Promover experiência diferenciada ao cliente

Quando uma marca possui um PDV próprio, ela tem maior autonomia para criar ações em espaços físicos. As interações e experiências digitais atraem o público de forma diferenciada, despertam o interesse pela marca, produtos e geram vendas mais humanizadas. Como a nossa ação para a Colgate, feita em parceira com a Get2Market, responsável pela criação do projeto e a Creative Display pela fabricação. Levamos a nossa tecnologia a mais de 32 unidades distribuídas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Salvador, Curitiba e Manaus. Através do Lift & Learn, as pessoas puderam retirar os produtos do glorifier, acionando o conteúdo no display e desfrutar da animação customizada de leds, além de aprender dicas da dentista pelo cubo holográfico.

Store in store Colgate, por Alice Wonders
Store in store Colgate, no supermercado Extra, no Morumbi em São Paulo.

3. Portfólio mais amplo e completo 

Uma marca que tem o seu próprio espaço, e-commerce ou loja física, até pop-up stores, consegue mostrar todos os seus produtos disponíveis, além de oferecer produtos exclusivos, o que é uma grande estratégia. Assim, os pontos de revenda não entram em concorrência direta com os PDVS da marca. Recentemente, fomos convidados pela Nestlé, e desenvolvemos experiências digitais para a nova flagship Kit Kat Chocolatory. Na loja interativa, o consumidor encontra todos os novos sabores e tamanhos diferentes de Kit Kat. 

Loja Kit Kat Chocolatory, Alice Wonders
Loja Kit Kat Chocolatory, a primeira no mundo. Fica no Shopping Morumbi, em São Paulo.

4. Coletar dados dos consumidores

Hoje, as marcas possuem várias formas de entrar em contato direto com o consumidor para coletar dados: através do e-commerce, redes sociais, mídias off. Já a coleta de dados em pontos físicos ainda soa como novidade. Através da implantação de BI (Business Intelligence) nas lojas físicas pode ser construída uma ótima estratégia para vendas. Em um evento, Consumer Breakfast, a Intel apresentou um projeto Alice Wonders como novo modelo de venda para o varejo de laptop. Como resultados, conseguimos coletar dados que mostram ticket médio, número de interações, fluxo e qual modelo de laptop combina mais com as necessidades de cada consumidor, de forma personalizada.

Store in store Intel por Alice Wonders
Store-in-store Intel, no supermercado Extra.

5. Maior independência de outros canais de vendas

As marcas estão buscando cada vez menos dependência de pontos de revenda. Embora, não significa que irão abandonar o relacionamento com os canais já existentes. Marcas como Granado, Havaianas, Swift, Garoto, Nestlé, P&G, Adidas e Nike são alguns exemplos de DTC que deram certo. 

Direct to consumer é uma das estratégias de vendas mais fortes e eficientes do mercado para as grandes marcas. E levar experiências digitais incríveis e personalizadas ao público, é a melhor retenção. Gostou? Então, veja mais sobre Experiência de compra: como as lojas estão evoluindo para encantar o consumidor. 

 

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Parede interativa no PDV: a estratégia que falta para aumentar suas vendas 0 281

Já não é segredo para ninguém a importância de investir em experiências digitais nas lojas físicas para engajar o público. Dentre as diversas estratégias exploradas, a Parede Interativa da Alice Wonders é a experiência perfeita para marcas que desejam instruir e formar clientes sobre os principais benefícios e diferenciais da sua marca.

Além de apresentar informações relevantes de forma inovadora, a parede interativa reforça a imagem da marca da maneira que acreditamos ser a melhor possível para se fazer hoje: com marketing sensorial e experiências interativas. 

Estratégias como essa fazem, cada vez mais, sua marca entrar na cabeça do cliente – gerando resultados tanto imediatos como de longo prazo e aproximando o consumidor da marca.

Mas como fazer isso da maneira correta? Como se destacar da concorrência? Esse é um desafio que muitas marcas não conseguem superar, mesmo quando tentam usar a tecnologia. Há marcas que já chegaram a usar estratégias semelhantes à nossa parede interativa, contudo não obtiveram sucesso semelhante ao de nossos clientes. 

Por que isso acontece? O que define uma experiência interativa de sucesso? É exatamente isso que vamos te mostrar neste texto. Estamos aqui para que você não cometa o mesmo erro de outras marcas e entenda como a Parede Interativa da Alice pode ser uma ótima estratégia para o seu negócio.

Boa leitura!

O que é a parede interativa? 

Aqui na Alice Wonders, definimos parede interativa como uma experiência digital que promove a educação do shopper acerca de produtos, serviços e principais benefícios da marca.

Usamos a parede interativa no PDV com objetivo de impactar o cliente positivamente em prol da marca, ao passo que, trazemos uma informação relevante para o processo de compra, seja uma característica do produto, um benefício, etc.

Com isso, é válido ressaltar que a parede interativa é um elemento que não é a estratégia como um todo, mas faz parte da estratégia que você deve ter no seu PDV para alcançar mais vendas. 

E não é só mais uma parte da estratégia, mas uma das partes mais importantes, visto que a parede interativa será a principal responsável por elevar o nível de experiência do cliente em sua loja.

Você até pode ter um bom atendimento (e deve), e também pode ter um ambiente milimetricamente organizado, mas independente do quão bom seja a experiência que você já proporciona ao seu cliente, a parede interativa vai elevar brutalmente o nível da experiência do seu cliente, de tal forma que, os resultados virão através das vendas.

Nada melhor do que mostrarmos com resultados o quanto a parede interativa da Alice Wonders pode elevar a estratégia do seu negócio.

Parede Interativa: Cases de sucesso

Dois dos cases de mais sucesso que temos aqui na Alice Wonders com a parede interativa. Um dos projetos foi desenvolvido para a Gafisa, enquanto o outro foi uma “vitrine digital”, desenvolvida para o varejo de tecnologia Fast Shop.

Fast Shop: os benefícios da Casa Inteligente

A vitrine digital foi um projeto de parede interativa que criamos para a Fast Shop e a ideia era trazer a interatividade, porém sem o toque.

Na vitrine, haviam sensores “no touch” para que todos pudessem interagir sem medo. Quando o cliente aproximava as mãos, ele descobria as tecnologias da casa inteligente.

Além de tudo isso, vídeo Mapping e storytelling eram utilizados para entreter enquanto educava o público sobre as vantagens de uma casa inteligente.

Este foi um case de muito sucesso no PDV do cliente e apresentou grandes resultados em relação aos produtos da casa inteligente.

MOOV Gafisa: a região de cada empreendimento 

Neste projeto, idealizamos a parede interativa para o lançamento de um novo empreendimento da Gafisa. Com apenas um toque, os clientes podiam acessar toda a localização e as facilidades ao redor do empreendimento. 

Nossa tecnologia permitiu que as pessoas visualizassem onde teriam seu imóvel com sensação mais tangível em uma experiência dinâmica e inesquecível, resultando no aumento das vendas e sucesso imediato dos aptos..

Por que outras estratégias de interatividade não dão certo?

Você se lembra que no início do texto comentamos que muitas marcas utilizam a interatividade em seus PDVs, mas nunca dá certo? E que muitas até mesmo utilizam estratégias como a parede interativa e mesmo assim não têm resultados.

Pois bem, há um motivo muito claro – mas que é ignorado pelas empresas – para que isso ocorra. O motivo é simples: interatividade por interatividade não leva a lugar nenhum

Isso mesmo! A interatividade em si não gera vendas, o máximo que você vai conseguir fazer, isso se a interatividade for boa, é entreter o seu cliente. 

Mas acredito que esse não seja seu objetivo, não é mesmo? Você, assim como todos os seus concorrentes, não quer entreter, mas sim vender.

Então, você precisa de uma estratégia ao utilizar a parede interativa. Mas não qualquer estratégia, é fácil eu dizer que para dar certo precisa de estratégia e depois ir embora sem te mostrar como fazer.

O tempero da Alice

É certo que a estratégia é, de certa forma, personalizada, pois cada negócio tem o seu perfil, está em seu momento de vida e levam públicos diferentes, e é neste que está o segredo do jogo.

Diante das variadas formas de personalização que você pode aplicar no seu negócio, o principal é onde envolve o público.

No caso da parede interativa, ela deve ser 100% personalizada para ele. 

Do que o seu público gosta? O que assiste? Qual conteúdo consome? Prefere ler ou ver vídeos? Informações como essas, por exemplo, são importantes na hora de montar a estratégia, pois para encantar o cliente, você precisa saber do que ele gosta e para fazer ele comprar, você precisa ativar o gatilho de compra, através do encantamento e engajamento com marca.

A estratégia ganha ainda mais força se o cliente já tem uma necessidade por seu produto ou serviço.

O foco é impactar positivamente o público. Até porque – cá entre nós – no mundo em que vivemos hoje, com as relações comerciais e marcas que estão cada vez mais tomando atitudes que visam seduzir o consumidor, as empresas que não buscam inovar em estratégias e formas de se comunicar e, principalmente, se apresentar de forma personalizada ao público, acabam ficando para trás.

A Alice Wonders é diferente

Aqui na Alice, buscamos trazer a experiência ideal, que vai colocar a sua marca na cabeça do consumidor. São diversos profissionais extremamente capacitados e com amplo Know how de marketing, inovação e tecnologia.

Entre em contato com um de nossos consultores para mais informações.

 

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Varejo Phygital: sinergia entre físico e digital veio para ficar? 0 267

Muito se fala sobre o futuro do varejo e como esse horizonte vai se desenhar mesmo com o digital estabilizado. Nessas discussões, um erro bastante comum é achar que as lojas físicas vão perder força com o passar do tempo. Não à toa, o conceito de varejo Phygital é um dos temas mais comentados no setor atualmente.

Não seria perfeito poder unir o melhor da experiência de venda online com o que há de mais consolidada nas vendas presenciais? Phygital trata isso não só como uma possibilidade, mas como uma realidade. Quase como uma fusão, as duas ideias de comércio são colocadas de maneira integrada e inteligente em prol da experiência perfeita.

Tratamos mais sobre esse assunto ao longo deste conteúdo. Continue lendo para entender melhor.

 

Do que se trata o conceito de varejo Phygital?

O varejo Phygital é uma ideia que integra as práticas executadas em pontos de venda com as estratégias utilizadas no meio digital. Assim, é possível ter experiências mais satisfatórias, unindo o que há de melhor nos dois mundos e entregando isso ao consumidor.

Ao analisarmos o termo Phygital, percebemos que ele é resultante da união de duas palavras do idioma inglês: Phy (de Physical) e gital (de digital). Ou seja, varejo físico e digital unidos. Por mais que o nome já traga uma ideia sobre o que se trata, se aprofundar melhor na ideia ajuda a saber, concretamente, como colocar a ideia em prática.

Vamos começar a entender essa ideia pensando em um fator único da experiência de consumo físico, que é avaliar um produto em mãos. Por mais que seja ótimo comprar online por conta da comodidade, você só toca na mercadoria quando ela chega em sua casa. Poder fazer isso presencialmente é algo decisivo para fechar uma compra.

Agora, vamos pensar em um benefício simples, mas que faz toda diferença das compras online: você não precisa enfrentar fila. Em lojas muito cheias, pode ser incômodo ter que esperar tempos prolongados para pagar pelo item.

O melhor de dois mundos?

Sim, na teoria e na prática, Phygital propõe o melhor dos dois mundos. De maneira geral, a proposta é digitalizar a experiência de compra no varejo físico de maneira inteligente. Com suporte da tecnologia, consumidores entram em lojas e encontram diversas possibilidades modernas e inovadoras de terem um momento mais cômodo. Tudo isso com base em interação e experiência personalizada ao consumidor.

Para que se possa ter uma ideia mais concreta do que seria uma loja em que o conceito Phygital é aplicado, esse estabelecimento contaria com recursos como:

  • app próprio de realidade aumentada caso o cliente queira projetar um produto que não está exposto ou experimentar uma roupa sem precisar ir a um provador, por exemplo;
  • totens interativos para autoatendimento, solicitando um item por meio de um tablet, ou até mesmo checando a disponibilidade deste produto de maneira mais autônoma e independente;
  • guichês de self checkout para evitar filas;
  • compras que podem ser feitas pela web, mas retiradas diretamente em uma loja, dispensando a necessidade de espera maior pela entrega em casa, como são as Guide Shops;
  • sistemas ERP capazes de integrar estoques da loja e e-commerce, facilitando a gestão logística e aumentando a precisão na informação mostrada ao consumidor.

Como a experiência é valorizada nesse conceito?

Vender não pode ser considerada a atividade principal de uma loja física nos dias de hoje. Até porque, se esse for seu objetivo único, a concorrência vai superar seu negócio facilmente. Sem a experiência, um negócio qualquer jamais vai alcançar um status de referência, seja lá qual for o setor.

No varejo Phygital, é preciso deixar de lado a ideia de ponto de venda e adotar o ponto de experiência. Isso significa que marcas não podem pensar apenas que têm um local para vender seus produtos, mas sim, uma oportunidade de causar uma ótima impressão no consumidor. Até porque, se não for assim, porque essas pessoas iriam no seu estabelecimento?

A jornada do consumidor mudou muito nos últimos anos. Uma de suas principais características é que hoje ela não é mais linear. Ou seja, as pessoas não seguem mais uma regra, um hábito. Quem hoje compra na internet, amanhã pode querer ir à sua loja. Nessa oportunidade, é fundamental ter uma experiência acima da média.

Portanto, marcas precisam sempre pensar em envolver, engajar e causar uma impressão única e incrível no consumidor. Pense da seguinte forma: sua marca é uma religião e sua loja é um templo, uma catedral. Toda a ideia da sua empresa tem grandes chances de fazer mais sentido e conquistar um consumidor quando essa pessoa vai até a loja. Essa é a chance de torná-la uma “fiel”. Neste caso, um consumidor fiel.

 

Lojas nativas digitais devem pensar em lojas físicas?

O grande avanço do digital nos últimos anos trouxe muitos questionamentos sobre o futuro do varejo. Os mais radicais chegaram a decretar: as lojas físicas estão com os dias contados. Porém, sabemos que isso não é verdade. Afinal, há um fator principal que faz as coisas mudarem constantemente: o comportamento de compra do consumidor.

Com a pandemia da covid-19 , ficou clara a ideia de que comprar online era não só uma possibilidade, mas também uma necessidade para muitos. Com o passar do tempo e o avanço da vacinação, pouco a pouco a vida de milhões foi voltando ao “antigo” normal. E então, comprar online segue sendo a única opção?

O longo período sem poder visitar lojas e ter uma experiência de compra física fez com que o consumidor médio sentisse a necessidade de retomar esse simples, mas importante hábito. Percebendo isso, marcas nativas do digital decretaram: ter uma loja física pode sim ser uma ótima ideia.

A carência da experiência física tem gerado um movimento de abertura de espaços físicos para reforçar a consciência de marca e a presença no mercado. Isso significa apenas um passo à frente, mas nenhum atrás. Ou seja, o digital segue com toda importância possível. Enquanto isso, os espaços físicos são lançados e, para ter o máximo de sucesso, têm o foco em gerar experiências destacadas.

Com tecnologia e inovação como bases, sempre com orientação à experiência de destaque do consumidor, o varejo Phygital é uma necessidade às marcas. Com certeza, esse conceito veio para ficar e já é a realidade do mercado.

Curtiu saber mais sobre este assunto? Então siga-nos nas redes sociais e acompanhe novidades e tendências em Tecnologia, Inovação & Varejo!

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