Reinvenção do varejo de moda na pandemia: soluções criativas e práticas 0 2954

Reinvenção do varejo de moda

Mais conforto e menos tendência é a regra de 2020 para a moda. O varejo de moda foi o setor que mais sofreu com as mudanças de comportamento do consumidor, em decorrência da crise do novo coronavírus. Nos últimos meses a moda vem se reinventando e para isso, o fator principal é o foco no cliente para conseguir aumentar as vendas. 

Um estudo do Google revelou que os hábitos e intenções de compra das pessoas durante a pandemia passou por 3 etapas: no primeiro momento priorizamos a aquisição de itens de proteção pessoal e as compras essenciais, como alimentos e produtos de limpeza; após esse período, as pessoas passaram pela fase de acomodação, comprando objetos para o lar, como utensílios de cozinha, eletrodomésticos, objetos para praticar atividades físicas indoor e para fazer home office; na terceira fase as prioridades mudaram, a forma de pensar passou a ser “eu preciso” e “eu mereço”. Ou seja, neste momento o comportamento do consumidor está voltado para o valor do cuidado e a preocupação de estar e sentir-se bem. 

Comportamento do consumidor na quarentena
Comportamento do consumidor na quarentena. Fonte: Dados internos do Google

É o que reflete diretamente nos produtos que estão sendo mais procurados, aqueles que entregam conforto. As pessoas estão comprando roupas mais largas, dando preferência para tecidos confortáveis, como moletons, principalmente no inverno, o que fez aumentar a procura por pantufas. 

Para atender aos novos comportamentos dos clientes e a tantas mudanças, o varejo de moda precisou ser resiliente. Continue lendo para descobrir as saídas que podem minimizar os efeitos da crise. 

Redes Sociais para educar 

O que toda marca deseja é entender o seu cliente, os seus problemas, as suas dores, para entregar o conteúdo certo para o cliente certo. E durante a quarentena as compras aconteceram, em sua maioria, no ambiente digital, o que acabou dificultando uma grande parcela das pessoas que nunca haviam realizado uma transação online antes. 

Para suprir este tipo de necessidade, a fim de educar os novos usuários digitais, algumas marcas usaram o poder dos influenciadores através de vídeos ensinando as pessoas a fazerem compras pelo site ou aplicativos, explicando como realizar trocas de produtos pelo site, e muitos outros conteúdos voltados para soluções de problemas de experiência do usuário

A saída para romper a barreira do físico e o digital é ensinando as pessoas, fazendo vídeos tutoriais, posts com instruções de uso, chat para tirar dúvidas. Usar um tom didático aproxima as pessoas e leva mais empatia. A transformação digital precisa chegar a todos para ser eficaz.  

A ressignificação da moda

Como dissemos acima, a procura por roupas confortáveis aumentou nos últimos meses – o que levou o jeans a ser deixado de lado. Atenta a essas oportunidades, a marca Havaianas aproveitou o momento oportuno para trazer de volta uma peça que já esteve em seu portfólio, e lançou a coleção de meias de dedo com diversas estampas e cores vivas. A novidade traz a solução criativa e prática para as pessoas usarem meias e poderem causar sandálias com mais facilidade e conforto. 

E não paramos por aí. O novo comportamento dos consumidores revela que as pessoas estão ainda mais preocupadas com a sustentabilidade

Por isso, peças customizadas estão em alta agora. O que acabou fazendo do upcycling deixar de ser um movimento alternativo da moda para entrar no gosto e no guarda-roupa dos quarenteners. Estamos passando por um processo na moda de levar ressignificado para as roupas como um ato de responsabilidade. 

Outro ponto relevante é o aumento do interesse pelo gosto de peças atemporais e mais versáteis. Além disso, com o agravante fator da diminuição do poder de compra das pessoas, que estão poupando suas economias no momento, acabou influenciando nas escolhas por peças que tenham mais qualidade e durabilidade

A tecnologia nos desfiles de moda

Na semana de moda de Milão deste ano, ocorrido no final de fevereiro e que na época o coronavírus já estava com altas taxas de contaminação na Europa, Giorgio Armani foi o primeiro a adotar o desfile a portas fechadas, sem platéia, sendo transmitido ao vivo pela internet. A partir desse fato, a indústria da moda se viu obrigada a usar toda a sua criatividade para levar suas coleções ao público, usando a tecnologia como ferramenta.

Mas quem gerou comoção de forma inusitada foi Anifa Mvuemba, diretora criativa da marca Hanifa, que apresentou o desfile da sua coleção inteira em 3D e conquistou a internet em uma live no IGTV oficial da marca. O impacto se deu pelo poder realista no movimento das peças, numa animação bem estruturada e muito bem feita. Por trás de toda a inovação do desfile, o que mais chama a atenção em aspecto de branding é o alcance que o evento tomou. 

Os desfiles transmitidos ao vivo pela internet atingem jornalistas, compradores e o público final, ou seja, torna acessível um evento que antes era extremamente seletivo. 

O impacto foi tão positivo que a semana de alta-costura inverno 2020/21 foi totalmente digital. Os grandes estilistas das marcas mais famosas do mundo foram além em inspirações, criatividade e inovação em suas apresentações. A maioria deles usaram uma dose de escapismo nas criações de suas coleções. 

Para citar alguns exemplos, o desfile espetáculo da grife Balmain aconteceu em um barco, e teve como passarela o rio Sena, em Paris, com transmissão ao vivo. A Valentino, em seu vídeo de apresentação da coleção, usou projeções mapeadas sobre as peças brancas, sugerindo a ideia de um diálogo entre o digital e o humano. 

Soluções para garantir a segurança dos clientes

Mesmo fazendo todo o processo online de exposição da coleção e do catálogo, há clientes que preferem visitar a loja para conferir as peças de perto nas araras do showroom. Por isso, é preciso estar preparado para receber as pessoas garantindo a segurança delas neste momento. 

Muitas marcas estão se organizando para fazer o Re-see com hora marcada, o agendamento é a melhor forma de garantir um ambiente seguro para que não haja aglomerações. Além de tudo, proporciona um atendimento exclusivo e atencioso, que faz toda a diferença para este cliente. 

É muito importante garantir a segurança dos consumidores em todas as etapas até no envio das peças. Para isso, as roupas antes de serem embaladas para a entrega precisam ser higienizadas com spray antisséptico, que funcionam como neutralizadores de partículas virais. Já existem no mercado esses produtos que têm eficiência comprovada contra o coronavírus. Se a sua marca possui este tipo de cuidado com os cliente, é um diferencial a mais entregar as roupas com um selo de segurança, não é mesmo? 

Aproveite os cases das marcas que citamos como exemplos neste artigo para extrair insights que possam ajudar o seu negócio e aposte na sua criatividade! Gostou deste conteúdo? Então, inscreva-se na nossa newsletter para receber as novidades do nosso blog diretamente em seu e-mail. 

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Varejo Phygital: sinergia entre físico e digital veio para ficar? 0 204

Muito se fala sobre o futuro do varejo e como esse horizonte vai se desenhar mesmo com o digital estabilizado. Nessas discussões, um erro bastante comum é achar que as lojas físicas vão perder força com o passar do tempo. Não à toa, o conceito de varejo Phygital é um dos temas mais comentados no setor atualmente.

Não seria perfeito poder unir o melhor da experiência de venda online com o que há de mais consolidada nas vendas presenciais? Phygital trata isso não só como uma possibilidade, mas como uma realidade. Quase como uma fusão, as duas ideias de comércio são colocadas de maneira integrada e inteligente em prol da experiência perfeita.

Tratamos mais sobre esse assunto ao longo deste conteúdo. Continue lendo para entender melhor.

 

Do que se trata o conceito de varejo Phygital?

O varejo Phygital é uma ideia que integra as práticas executadas em pontos de venda com as estratégias utilizadas no meio digital. Assim, é possível ter experiências mais satisfatórias, unindo o que há de melhor nos dois mundos e entregando isso ao consumidor.

Ao analisarmos o termo Phygital, percebemos que ele é resultante da união de duas palavras do idioma inglês: Phy (de Physical) e gital (de digital). Ou seja, varejo físico e digital unidos. Por mais que o nome já traga uma ideia sobre o que se trata, se aprofundar melhor na ideia ajuda a saber, concretamente, como colocar a ideia em prática.

Vamos começar a entender essa ideia pensando em um fator único da experiência de consumo físico, que é avaliar um produto em mãos. Por mais que seja ótimo comprar online por conta da comodidade, você só toca na mercadoria quando ela chega em sua casa. Poder fazer isso presencialmente é algo decisivo para fechar uma compra.

Agora, vamos pensar em um benefício simples, mas que faz toda diferença das compras online: você não precisa enfrentar fila. Em lojas muito cheias, pode ser incômodo ter que esperar tempos prolongados para pagar pelo item.

O melhor de dois mundos?

Sim, na teoria e na prática, Phygital propõe o melhor dos dois mundos. De maneira geral, a proposta é digitalizar a experiência de compra no varejo físico de maneira inteligente. Com suporte da tecnologia, consumidores entram em lojas e encontram diversas possibilidades modernas e inovadoras de terem um momento mais cômodo. Tudo isso com base em interação e experiência personalizada ao consumidor.

Para que se possa ter uma ideia mais concreta do que seria uma loja em que o conceito Phygital é aplicado, esse estabelecimento contaria com recursos como:

  • app próprio de realidade aumentada caso o cliente queira projetar um produto que não está exposto ou experimentar uma roupa sem precisar ir a um provador, por exemplo;
  • totens interativos para autoatendimento, solicitando um item por meio de um tablet, ou até mesmo checando a disponibilidade deste produto de maneira mais autônoma e independente;
  • guichês de self checkout para evitar filas;
  • compras que podem ser feitas pela web, mas retiradas diretamente em uma loja, dispensando a necessidade de espera maior pela entrega em casa, como são as Guide Shops;
  • sistemas ERP capazes de integrar estoques da loja e e-commerce, facilitando a gestão logística e aumentando a precisão na informação mostrada ao consumidor.

Como a experiência é valorizada nesse conceito?

Vender não pode ser considerada a atividade principal de uma loja física nos dias de hoje. Até porque, se esse for seu objetivo único, a concorrência vai superar seu negócio facilmente. Sem a experiência, um negócio qualquer jamais vai alcançar um status de referência, seja lá qual for o setor.

No varejo Phygital, é preciso deixar de lado a ideia de ponto de venda e adotar o ponto de experiência. Isso significa que marcas não podem pensar apenas que têm um local para vender seus produtos, mas sim, uma oportunidade de causar uma ótima impressão no consumidor. Até porque, se não for assim, porque essas pessoas iriam no seu estabelecimento?

A jornada do consumidor mudou muito nos últimos anos. Uma de suas principais características é que hoje ela não é mais linear. Ou seja, as pessoas não seguem mais uma regra, um hábito. Quem hoje compra na internet, amanhã pode querer ir à sua loja. Nessa oportunidade, é fundamental ter uma experiência acima da média.

Portanto, marcas precisam sempre pensar em envolver, engajar e causar uma impressão única e incrível no consumidor. Pense da seguinte forma: sua marca é uma religião e sua loja é um templo, uma catedral. Toda a ideia da sua empresa tem grandes chances de fazer mais sentido e conquistar um consumidor quando essa pessoa vai até a loja. Essa é a chance de torná-la uma “fiel”. Neste caso, um consumidor fiel.

 

Lojas nativas digitais devem pensar em lojas físicas?

O grande avanço do digital nos últimos anos trouxe muitos questionamentos sobre o futuro do varejo. Os mais radicais chegaram a decretar: as lojas físicas estão com os dias contados. Porém, sabemos que isso não é verdade. Afinal, há um fator principal que faz as coisas mudarem constantemente: o comportamento de compra do consumidor.

Com a pandemia da covid-19 , ficou clara a ideia de que comprar online era não só uma possibilidade, mas também uma necessidade para muitos. Com o passar do tempo e o avanço da vacinação, pouco a pouco a vida de milhões foi voltando ao “antigo” normal. E então, comprar online segue sendo a única opção?

O longo período sem poder visitar lojas e ter uma experiência de compra física fez com que o consumidor médio sentisse a necessidade de retomar esse simples, mas importante hábito. Percebendo isso, marcas nativas do digital decretaram: ter uma loja física pode sim ser uma ótima ideia.

A carência da experiência física tem gerado um movimento de abertura de espaços físicos para reforçar a consciência de marca e a presença no mercado. Isso significa apenas um passo à frente, mas nenhum atrás. Ou seja, o digital segue com toda importância possível. Enquanto isso, os espaços físicos são lançados e, para ter o máximo de sucesso, têm o foco em gerar experiências destacadas.

Com tecnologia e inovação como bases, sempre com orientação à experiência de destaque do consumidor, o varejo Phygital é uma necessidade às marcas. Com certeza, esse conceito veio para ficar e já é a realidade do mercado.

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QR Code no PDV: 6 dicas de como usar para vender mais 0 309

O QR Code não é um recurso tecnológico exatamente novo, o que não significa também que não seja moderno. Por mais que exista há um bom tempo, seu uso nunca teve tanta aderência como atualmente. No varejo, há muitas formas de ter essa tecnologia como forma de gerar experiências mais qualificadas e gerar interações estrategicamente pensadas.

Seu consumidor está disposto a oferecer a informação que você deseja e acessar suas ações de marketing, é claro, desde que seja interessante para ele. Diante disso, os QR Codes podem ser a ponte entre essa pré-disposição do público e uma possibilidade de conversão que seu negócio projetou. Basta saber como usar a ferramenta.

Para ajudar, selecionamos algumas boas possibilidades que, além de serem eficazes, são de fácil aplicação no varejo físico. Veja as 7 melhores formas de usar o mecanismo e entenda a utilidade de cada uma delas.


1. Divulgue suas promoções e descontos

Consumidores nunca deixam de buscar condições diferenciadas para comprarem os produtos que desejam. Mesmo que determinado item não estivesse no radar dessas pessoas, um bom desconto, por exemplo, pode ser capaz de mudar o cenário.

Portanto, você precisa facilitar o acesso a essas ofertas, de preferência criando uma landing page para que seu consumidor chegue após usar um QR Code. Também é possível direcionar esse código para uma área de promoção no seu e-commerce.

O ideal é posicionar esses QR Codes que levam às ofertas da sua marca em alguns pontos estratégicos, podendo ser em totens de publicidade espalhados pela cidade ou em shoppings, Também é uma ótima ideia disponibilizar esse código, com um CTA avisando das ofertas, dentro da sua própria loja física.

2. Ofereça conteúdos adicionais e complementares

Boas estratégias de conteúdo têm capacidade de gerar os mais diversos tipos de ganhos ao seu negócio. Aqui, vale a ideia de que os dois lados ganham: enquanto seu consumidor tem acesso a um conteúdo de qualidade, você tem chances de gerar engajamento e conseguir leads.

O QR Code vai conectar o seu consumidor interessado a um conteúdo que pode estar no seu blog, no seu site, no canal da sua empresa no YouTube ou até mesmo nas redes sociais da marca. É fundamental, no entanto, que esse conteúdo seja apresentado de maneira interessante, gerando interesse no consumidor.

Disponibilize esse QR Code no seu PDV, sempre com CTAs convidando seu cliente  a entender mais sobre um assunto, conhecer um novo produto ou participar de qualquer outra experiência. Essa chamada para ação deve estar relacionada ao conteúdo ao qual a pessoa será redirecionada.

3. Use como mecanismo de captura de leads

Certamente você já viu por aí CTAs como “Cadastre-se para não perder nenhuma promoção e lançamento“. Esse tipo de estratégia serve para que você consiga captar o contato de um consumidor e, dessa forma, obter um lead que pode gerar compras no futuro.

Esse tipo de comunicação é bastante comum online, mas você também pode aplicar em um varejo físico, claro, usando o QR Code. A intenção é que esse código redirecione a pessoa para uma landing page com formulário, em que preencherá seus dados.

Mas lembre-se: é fundamental dar continuidade a isso. Se você se propõe a captar leads na sua loja física, é essencial alimentar sua base de contatos com ofertas, conteúdos e manter aproximação constante. Assim, você conquistará engajamento e conversões.

4. Ofereça uma nova forma de pagamento

Muito provavelmente, seu consumidor detesta pegar longas filas no seu ponto de venda. Portanto, sua estratégia de varejo deve considerar métodos de pagamento que evitem esse problema. O self checkout é um dos principais e pode ser feito com ajuda dos QR Codes. 

Por meio de totens de atendimento ou em pontos espalhados pela loja, posicione códigos que levem o seu consumidor a escanear um acesso que os levem diretamente a uma página de checkout. Assim, essas pessoas evitam pegar fila e a experiência em loja é muito mais satisfatória.

Para que isso funcione, lembre-se de que as embalagens dos produtos, ou as etiquetas dos itens, precisam ter um QR Code com informações e o preço. Assim, o próprio consumidor pode escanear cada produto e, ao fim, fazer o pagamento diretamente pelo smartphone.

5. Peça que o consumidor avalie a experiência

Uma boa experiência no varejo vai fazer com que seu cliente se sinta motivado em avaliar positivamente sua empresa. Portanto, é uma ótima ideia posicionar em alguns pontos da sua loja um incentivo para que as pessoas avaliem o estabelecimento e a experiência de compra.

Para isso, use QR Codes que vão direcionar seu consumidor para páginas de avaliação. Por lá, você pode usar a estratégia que quiser, como o método de pesquisa NPS. Se for possível avaliar, permita também comentários escritos adicionais.

Por mais que seja um recurso muito interessante, lembre-se de que pode gerar também feedbacks não tão positivos. Se a experiência em loja não é tão boa, seu consumidor vai relatar isso. De qualquer maneira, esses feedbacks ruins podem ser muito úteis como base para uma proposta de melhorias.

6. Faça links para suas redes sociais

Toda marca que se preze está em busca de um bom tráfego de consumidores para suas redes sociais. Certamente esse também é o caso da sua empresa, então é altamente recomendável usar os QR Codes para captar mais seguidores.

Pessoas satisfeitas com a experiência de compra em um PDV têm maior probabilidade de se interessarem por estarem próximas da sua marca. Hoje, é por meio das redes sociais que isso é possibilitado com maior facilidade e da maneira que o público gosta.

Portanto, não esqueça de convidar o público da sua loja para seguir a empresa nas redes sociais em que a marca está presente. Faça isso por meio de um código posicionado em pontos estratégicos do estabelecimento, redirecionando para esses perfis.

O QR Code no PDV pode cumprir com um papel realmente interessante, mesmo sendo uma tecnologia simples. Sua praticidade e possibilidades que gera faz com que seu uso seja praticamente obrigatório para gerar grandes oportunidades.

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