6 tecnologias que não vão faltar em todas as lojas do futuro 0 544

As lojas do futuro serão bem diferentes dos pontos de venda que conhecemos atualmente. Elas integrarão tecnologias para criar experiências otimizadas, com as quais comprar se torna um prazer e pode durar o tempo que o cliente deseja.

Algumas delas visam agilizar as compras para que o usuário possa dar uma passadinha e resolver todas as suas demandas, enquanto outras pretendem transformar a aquisição de produtos numa forma de entretenimento e lucro, mantendo-o por mais tempo no ponto de venda.

Quer conhecer as principais delas? Confira a lista de tecnologias que varejistas têm à disposição para criar experiências adequadas ao perfil do consumidor pós-transformação digital!

1. Robótica

Embora a Inteligência Artificial ainda não seja avançada o suficiente para que todos os seus atendentes sejam substituídos por um robô, a robótica já faz parte do dia a dia de grandes varejistas, como a Amazon. Em muitos departamentos de estoque são robôs que ajudam a mover produtos das prateleiras e garantir que eles cheguem até os clientes.

Nos Estados Unidos, o Lowebot — da loja de DIY Lowe — é uma aposta que tem sido testada em São Francisco. Ele funciona como um quiosque de informações portátil que é capaz de conduzir todo o processo de venda e levar os clientes aos produtos que eles buscam.

O uso de menos pessoal dentro dos espaços não é só uma maneira de economizar. Isso qualifica o atendimento, reduz o erro humano e cria uma interação diferenciada com o consumidor.

2. Checkout fora do caixa

Ir até o caixa para fazer checkout pode, em breve, ser coisa do passado. A Panasonic tem trabalhado em cestas e carrinhos inteligentes, que são capazes de reconhecer todos os produtos adicionados a eles. Tratam-se de assistentes digitais híbridos, que escaneiam códigos de barra ou tags para somar os valores dos itens ali contidos.

Ao contrário dos serviços de self checkout que muitos estabelecimentos utilizam hoje nos EUA, não é preciso passar por um caixa, registrar cada um dos produtos e fazer o pagamento. O objetivo é reduz o tempo que o cliente passa em estabelecimentos onde ele busca uma experiência de compra ágil — os supermercados, por exemplo.

Na hora de realizar o pagamento, a cesta é adicionada no topo de um balcão, é recolhida e o sistema oferece cartão ou dinheiro como opções de pagamento. Então, os produtos são embalados em sacolas plásticas ou de papel, e o cliente pode ir para casa.

Podemos imaginar um futuro em que tudo estará mais bem integrado aos serviços de pagamento como o Apple Pay. Nesse cenário, as contas poderão ser enviadas diretamente para o cartão de crédito ou débito do usuário e confirmadas no smartphone enquanto o sistema embala cada produto.

3. Realidade virtual e aumentada

Realidade aumentada e virtual não são mais temas apenas para empresas de jogos. Elas começam a fazer parte do varejo com frequência e passam a ser uma ponte para a aquisição até de produtos que não se encontram nas prateleiras.

Aplicativos de RA utilizam sistemas de reconhecimento facial e vídeo em 3D para criar espelhos interativos, nos quais o cliente pode se ver com as roupas que deseja adquirir sem precisar experimentá-las.

A Space, empresa do Texas, desenvolveu outro uso para a tecnologia: com o seu sistema é possível transformar qualquer superfície 2D ou 3D em um touchscreen portátil.

4. Vitrines digitais e holografia

O perfil dos consumidores mudou e chamar a atenção deles nunca foi tão difícil. A maioria de nós está grande parte do tempo com o telefone em mãos e, raramente, passeia pelo shopping observando cada vitrine de perto. Por isso, foi preciso evoluir nesse sentido com o intuito de captar os transeuntes.

As vitrines digitais são painéis customizados para chamar a atenção de todos que passam. Eles podem ser interativos ou não, mas são muito mais eficientes do que os manequins. A experiência de compra começa com a visualização do que queremos adquirir e termina com a integração de outras tecnologias dentro da loja — os quiosques de autosserviço e os robôs que citamos no primeiro tópico.

5. Internet das Coisas

Os sensores da Internet das Coisas já fazem parte de muitos ambientes de compra. Em pouco tempo eles não servirão apenas para captar dados para os estabelecimentos. A personalização da experiência é uma das grandes novidades em relação a essa tecnologia.

A sincronia com câmeras e outros dispositivos no PDV permitirá saber o que um determinado cliente procura e como é possível dispor dos produtos de maneira mais eficaz. Já existe um sistema, desenvolvido pela Farfetch, que coleta informações e cria mapas automáticos para experiências mais prazerosas no ponto de venda.

6. Prateleiras inteligentes

As prateleiras inteligentes são uma novidade que transformará a loja do futuro em uma máquina de aquisição de dados, os quais podem ser alimentados em um sistema para trazer benefícios na tomada de decisão e na experiência de consumo. Elas são recursos eletrônicos que oferecem também vantagens para os clientes que as utilizam.

A ideia é bastante simples: painéis são atualizados em tempo real com preços, descontos e informações sobre os produtos dispostos ali. Todavia, oferecem uma perspectiva para o varejistas, contando o estoque e informando os trabalhadores do PDV sobre o que precisa ser reposto e quando.

Empresas como a rede de supermercados americana Kroger já integraram o recurso em seus estabelecimentos. As prateleiras inteligentes estão conectadas à internet e são integradas a tags RFID, que identificam todos os itens nas lojas.

Em pouco tempo veremos essas novidades sendo utilizadas para promover o que consta dentro do estabelecimento. Sincronizadas com sensores de movimento, elas poderão perceber quais produtos mais captam atenção dos consumidores e oferecer ofertas customizadas, por tempo limitado ou dar início a uma publicidade relacionada ao item em questão.

O resultado disso? Varejos mais lucrativos, que aproveitam as oportunidades no momento em que elas aparecem e conseguem abordar o consumidor de maneira automatizada.

O uso de tecnologia nas lojas do futuro tende a aumentar e mesmo pequenos estabelecimentos, em breve, possuirão pelo menos um dos recursos listados aqui. A sua empresa já começou a pensar em como a transformação digital mudará a experiência do shopper? Considere as nossas sugestões.

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5 livros para entender o comportamento do consumidor (+dicas bônus) 0 1856

livro comportamento do consumidor

Saber como o cliente se comporta diante dos desafios do dia a dia, das vitrines, das ofertas e de tudo mais que envolva tomadas de decisões é fundamental para traçar as melhores estratégias de marketing. Sabe por quê?

A resposta é simples: entendendo as reações do consumidor em determinadas situações, é possível prever suas escolhas e usar isso a favor de uma marca. Assim, você atrai e fideliza mais clientes.

Por esse motivo, separamos cinco livros sobre o comportamento do consumidor que mostram como ele influencia e é influenciado pelas inovações do varejo e do mercado nos dias de hoje. Continue a leitura e não perca as dicas de bônus no final!

1. Marketing 4.0

Nesse livro, o consultor, professor e “guru” do marketing Philip Kotler traz tudo de importante que aconteceu com o marketing nos últimos 50 anos. Trata-se de um guia prático, que orienta os profissionais da área a mudarem suas formas de pensar.

Segundo o autor, a expressão “Marketing 4.0” (que deu origem ao nome da obra) se refere à revolução digital em curso. Ainda que tal transformação beneficie o marketing digital, a estratégia tradicional, focada na TV e na imprensa, continuará ativa.

Sendo assim, o grande desafio das marcas será aliar os dois segmentos de maneira a envolver o público — que se encontra cada vez mais sem tempo — e alcançar o sucesso desejado.

2. A lógica do consumo

Nesse título, Martin Lindstrom trabalha o uso da psicologia no marketing, ou seja, o neuromarketing. Ele explica, a partir do resultado de pesquisas, por que o consumidor escolhe uma marca em vez de outra.

O autor analisou as reações do cérebro com aparelhos tecnológicos e chegou à conclusão de que a maioria das decisões é tomada inconscientemente. Lindstrom também notou que fatores externos, como a imagemo som e o cheiro, contribuem com o processo de persuasão e deixam a marca na memória do consumidor.

3. Por dentro da mente do consumidor

Com sua especialização em comportamento e psicologia do consumidor, o jornalista Philip Graves discute a importância de estudá-los em seu “habitat natural”, a exemplo de shoppings e supermercados. Para tanto, é preciso adotar a técnica de se colocar no lugar do outro e entender como funcionam suas tomadas de decisões, usando isso a favor da empresa.

O livro também usa o neuromarketing para demonstrar a relação das influências externas com o subconsciente nas decisões finais do público.

4. A alma do novo consumidor

A chegada da internet mudou a forma como os consumidores se comportam atualmente, certo? Esse livro aborda justamente a evolução do consumo, conduzindo o leitor a questionar se o seu trabalho acompanhou tal processo e está apto a enfrentar a rapidez do mundo virtual.

Os autores David Lewis e Darren Bridges discutem as diferenças de comportamento do consumidor antes e depois da massificação da internet e do e-commerce. Eles explicam como a geração atual se preocupa em analisar os produtos antes de comprar e o que determina suas escolhas.

A obra também aborda a importância de uma marca oferecer o “algo a mais” pelo qual os consumidores estão sempre em busca, da autenticidade e da preocupação de contar uma história.

5. How to Build Habit-Forming Products

Escrito por Nir Eyal, autor israelense, o livro ainda não conta com uma versão em português. Nele, o autor busca explicar como e por que alguns produtos caem no gosto do público, abordando questões sobre a experiência do usuário e o marketing de conteúdo, além de explorar aspectos que fazem os produtos serem bem-sucedidos.

Com essa leitura, você verá que algumas empresas conseguem tornar o consumo de seus produtos um hábito na vida das pessoas — como no caso de quem compra sempre a mesma marca de refrigerante e ao menos olha as demais opções disponíveis na prateleira. Isso cria uma enorme vantagem competitiva no mercado ao longo do tempo.

Bônus: dicas de sites, canais e eventos

Os livros são ótimas fontes de conhecimento, não há dúvidas. Mas variar os materiais consultados também pode ser muito interessante. A seguir, reunimos dicas de eventos, sites e canais do YouTube que agregarão ainda mais aos seus estudos.

Consumidor moderno

O Consumidor Moderno, que tem uma revista de mesmo nome, conta com um vasto conteúdo sobre inovação, tecnologia, estudos, pesquisas, experiência, comportamento e defesa do consumidor.

No Varejo

O site da revista No Varejo é uma ótima fonte para acessar dicas de gestão, vendas, finanças, inovação, e-commerce, distribuição, design e comportamento. Além disso, a página reúne as melhores tendências e práticas do mercado.

Sebrae

O canal do Sebrae produz diversos vídeos sobre educação empreendedora, orientação empresarial e casos de sucesso. O objetivo é ajudar os empreendedores na gestão de seus negócios e na obtenção dos melhores resultados.

Endeavor Brasil

No canal Endeavor Brasil, você encontra respostas às principais dúvidas sobre gestão, planejamento estratégico, marketing, finanças e crescimento para empreendedores e startups. Também são exibidas histórias de sucesso que vão inspirá-lo.

Euroshop

A maior feira de varejo internacional acontece a cada três anos, em cidades selecionadas do continente europeu. Seu propósito é ser uma verdadeira máquina de novas ideias, soluções, inovações e negócios, além de um ótimo lugar para aumentar o networking.

National Retail Federation (NRF)

Essa convenção varejista (a maior do mundo) ocorre em Nova Iorque. Nela, são analisadas e projetadas as tendências do mercado. As últimas edições do evento abordaram a inovação tecnológica e a valorização do humano, ressaltando a importância de usar a tecnologia para aproximar ainda mais os consumidores emocionalmente, em vez de distanciá-los.

Como vimos, os livros sobre o comportamento do consumidor são fundamentais para ter sucesso nas vendas, pois só assim é possível entender como ele pensa e qual a melhor forma de atraí-lo. Não deixe de ler as cinco obras citadas —  além de aproveitar as outras fontes de conhecimento das dicas bônus!

Gostou de saber como é importante entender o comportamento do consumidor e onde pesquisar sobre o assunto para melhorar o desempenho do negócio e aumentar suas vendas? Então, não deixe de nos seguir nas redes sociais: estamos no FacebookInstagramYoutube e Vimeo!

Marketing personalizado: faça seu cliente ter uma experiência única 0 732

ilustração demonstrando marketing personalizado

O marketing personalizado existe desde antes da internet, porém, ela transformou a forma como as empresas o fazem, já que passou a ser muito mais fácil conhecer o público-alvo de perto, beneficiando-se da troca de informações contínua que acontece no mundo virtual.

Com ele, é possível tornar única a experiência do cliente e, por isso, vem sendo usado por todas as organizações que buscam oferecer um diferencial e gerar mais lucros. Quer saber mais sobre o assunto e descobrir como fazer seus clientes se sentirem especiais e valorizados? Então, continue a leitura!

O que é marketing personalizado?

O marketing personalizado consiste em atrair potenciais clientes com mensagens, promoções e produtos diferenciados adaptados aos seus gostos e necessidades. É uma ferramenta muito eficaz na criação, produção, distribuição de conteúdo e publicidade pela internet e meios offline, como as chamadas, cartas etc.

Assim, o marketing não parece realmente marketing e o cliente se sente valorizado com um serviço de alto grau de personalização.

Ele também pode ser aplicado na fabricação dos próprios produtos em sistemas online, que permitem aos compradores fazer as escolhas de tamanho, cor etc.

O marketing personalizado promove uma relação de intimidade com o público-alvo e ela se torna mais transparente também. Com isso, novos clientes são alcançados e os antigos são fidelizados.

Além do aumento de clientes e fidelizações, o marketing personalizado é capaz de aumentar o reconhecimento de uma empresa e fazê-la ter um retorno do capital investido muito maior. De forma geral, a empresa aumenta suas vendas e alcança mais lucros com algo que os consumidores adoram: a personalização.

Como usar bem essa estratégia?

Para realizar um marketing personalizado que gere resultados positivos para a empresa, é necessário ajustá-lo ao seu público-alvo e seu setor de atuação. Esse tipo de marketing não deve deixar os consumidores com a sensação de estarem sendo vigiados, como é comum acontecer.

A seguir, cinco maneiras de usar o marketing personalizado, sem complicações, para atingir os objetivos da empresa. Confira!

Colete e use corretamente os dados dos consumidores

As questões de privacidade e ética online devem ser levadas a sério; por isso, as informações sobre os clientes devem ser coletadas de forma transparente e verdadeira. O uso indevido de dados pessoais pode trazer grandes danos ao seu negócio e colocar por água abaixo todo o esforço para realizar o marketing personalizado.

Antes de pedir, ofereça algo de valor ao seu cliente

A maioria das empresas, equivocadamente, imediatamente pede que os consumidores realizem alguma ação, como clicar, preencher, assinar etc., deixando-os incomodados e, de certa forma, invadindo sua privacidade. Por isso, o ideal é oferecer algo de valor,  como um conteúdo que impressione, antes de solicitar qualquer coisa ao cliente em potencial, gerando disposição nele e criando um bom relacionamento.

Portanto, no marketing personalizado, não ocorre a invasão da privacidade dos seus atuais e potenciais clientes. Primeiro, é oferecido algo de significado, e, após uma permissão, solicitando alguma coisa. O marketing de conteúdo é, sem dúvidas, uma ótima ferramenta para essa estratégia.

Mostre novidades para os clientes

Uma técnica muito usada pelas empresas é mostrar novamente os produtos que as pessoas já visitaram no site, mas não chegaram a comprá-los. Isso não costuma funcionar muito bem, já que os consumidores nem sempre estão interessados em rever produtos, pois preferem conhecer novos itens que também sejam do seu gosto.

A solução seria enviar por e-mail uma seleção personalizada, pensada especialmente para aquela pessoa, com produtos novos e alguns dos que foram visualizados.

Uma atitude também muito comum é mandar e-mail aos clientes com produtos similares aos que acabaram de adquirir. Isso é um erro, pois dá a entender que a empresa sequer sabe que o cliente comprou o que queria; além de ser inútil, pois os clientes não querem adquirir coisas iguais as que compraram.

Nesse caso, o ideal é exibir produtos que podem ser de interesse do cliente e que tenham a ver com o que comprou anteriormente, com preços compatíveis, mostrando que conhece o perfil de consumo daquele cliente.

Realize promoções em datas especiais

Elaborar promoções para datas comemorativas é indispensável, e no marketing personalizado a ideia é criá-las individualmente. Por exemplo, criar condições especiais para o cliente em seu aniversário de um ano de fidelidade com a empresa, ou no seu próprio aniversário, é uma ótima maneira de mostrar que sua empresa se importa!

Inclusive, as datas comemorativas nacionais são uma ótima forma de gerar leads por terem picos de tráfego excelentes nos sites. Assim, é possível ganhar escala automatizando os processos de marketing personalizado.

Essas atitudes estreitam a relação entre consumidor e marca, criando uma atmosfera de intimidade e uma experiência de compra melhor.

Enviar para menos pessoas dá mais resultado

Quando a empresa conhece seus clientes e suas particularidades, a sua comunicação se torna mais assertiva; assim, você consegue impactá-los com poucas palavras. Por isso, trocar uma newsletter que atira para todo os lados com mensagens e ofertas muito genéricas por uma que oferece produtos para uma quantidade menor de pessoas, mas que você sabe que agradará, é muito mais eficiente!

Qual é o público do marketing personalizado?

O marketing personalizado, hoje em dia, é ideal para pessoas que estão sempre conectadas na internet, fazem compras online, entram no e-mail e usam redes sociais frequentemente. Esses consumidores buscam experiências diferenciadas por estarem sempre por dentro das últimas novidades, além de serem muito exigentes e confiantes do que querem.

Veja a seguir três insights que ajudam no marketing personalizado:

  • o aparelho mais usado para acessar a internet é o smartphone: no mobile marketing, é possível se comunicar com o cliente com SMS marketing e oferecer serviços diferenciados pelo QR Code, por exemplo;
  • o Facebook permite campanhas orgânicas via notificação: para isso, o cliente precisa ter feito login no seu site com o Facebook e permitido que a empresa se comunique por meio de notificações. Isso deve ser usado de forma inteligente por ser um modo muito pessoal de comunicação com o cliente;
  • os clientes têm “hora para comprar”: cada consumidor pesquisa e compra em momentos diferentes do dia. Os e-mails personalizados, por exemplo, devem ser enviados quando o consumidor está mais propenso a abri-los.

Como vimos, o marketing personalizado é capaz de ofertar aos clientes produtos com alto grau de relevância, aumentando muito as chances de compra. Qualquer empresa que quer ter um bom relacionamento com os clientesmelhorar sua experiência de compra e ter um retorno financeiro maior precisa usar essa estratégia de marketing!

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