Esteja preparado para lidar com as variações no poder de compra do consumidor 0 3363

poder de compra

Muitas mudanças nas vendas dos produtos podem ser explicadas por alterações no poder de compra do consumidor. Prever esse tipo de flutuação nem sempre é tarefa fácil — por isso, é importante aprender como reagir a cada uma delas.

Neste post, você vai ver um pouco sobre como o consumidor lida com o poder de compra, além de quais são os fatores que influenciam nas variações e como lidar com elas. Preparado? Então, vamos lá!

Como o consumidor lida com o poder de compra?

A primeira coisa que você precisa saber sobre o poder de compra é que ele raramente diz respeito apenas a alterações na economia. Por exemplo, digamos que o seu cliente receba um salário específico para realizar determinada tarefa.

Um fator como a inflação pode diminuir o poder de compra do cliente. Mas isso não é uma regra geral. Se a renda do cliente aumenta em uma proporção similar ao aumento de preços, ele pode continuar o mesmo.

E não apenas isso — mesmo em períodos com economia mais próspera, se a renda do cliente diminui, a tendência é a queda do poder de compra.

Quais são os fatores que influenciam no poder de compra?

Muitas coisas podem reduzir ou aumentar o poder de compra do cliente. A seguir, listamos algumas que você deve considerar. Confira!

Inflação e efeito renda

Em linhas gerais, a inflação é o aumento geral, acumulativo e contínuo de preços. Geralmente é calculada por indicadores específicos, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

E o que a inflação indica? Imagine que você tenha uma renda de 2.500 reais por mês e os seus gastos mensais são em média de 2.100. Se a inflação fizer com que os 2.100 se tornem 2.200, você perdeu 100 reais do seu poder de compra.

Isso traz alguns efeitos colaterais para o bolso do cliente, desde juros mais altos e investimentos menos rentáveis até dificuldades na hora de obter crédito bancário. O nome disso é “efeito renda”, e diz respeito à variação indireta da renda a partir das mudanças de preço.

Informalidade e desemprego

O desemprego e a informalidade são fatores constantes na diversificação do poder de compra. Isso porque o crescimento da renda se torna mais lento — além de, em alguns casos, o salário reduzir consideravelmente.

Já os empregos com carteira assinada tendem a aumentar o consumo, levando em conta a redução do risco de ser demitido. E o que isso significa? Na prática, que o poder de compra das pessoas sob regime de CLT aumenta de forma considerável.

Investimentos privados

Os investimentos privados são aqueles que são feitos pelas empresas com o intuito de expandir a sua atuação e conseguir retorno financeiro. Nesse caso, esse é um dos fatores responsáveis por aumentar o poder de compra.

Muito do sucesso desses investimentos tem relação com as taxas de juros e com as chances desses investimentos serem promissores, isto é, do quão favoráveis estão as condições de mercado.

Balança comercial

Esse é um termo que você provavelmente já ouviu nos noticiários. E qual é seu significado? A resposta é simples. Em linhas gerais, a balança comercial diz respeito à diferença entre o que entra e o que sai do país.

Sabe aqueles rankings de investimentos que aparecem nos jornais, classificando um país com determinada nota? Então, ele dá pistas sobre como a balança comercial está.

Como lidar com as variações do poder de compra?

Muitas variações no poder de compra são imprevisíveis e incontroláveis. No entanto, existem estratégias que você pode adotar para lidar com isso. A seguir, listamos algumas:

Estratégias de precificação

Lembra de quando falamos que a inflação influencia no preço do produto — e, por consequência, no poder de compra? Então, isso significa que um dos fatores mais importantes em sua mudança é o próprio preço.

Por isso, é importantíssimo usar boas estratégias de precificação na hora de lidar com as variações. Procure pôr na ponta do lápis fatores como persona, concorrência, oferta, demanda, valor da marca, indicadores socioeconômicos, e por aí vai.

Promoções

Se o poder de compra do seu público reduziu, as promoções podem ajudar a aumentar a taxa de conversão — principalmente se os valores forem compatíveis com a capacidade financeira atual.

Por isso, as promoções devem ser realistas e estrategicamente elaboradas. É importante elaborá-las como se fossem uma campanha particular de marketing. E o que isso quer dizer?

Imagine que você decide criar um novo preço para o produto “X”. Nesse caso, você não leva em conta apenas o preço final. Outros elementos como público-alvo, definição de objetivos, demonstração de valor, estipulamento de prazos e uso de gatilhos de escassez também devem ser levados em conta.

Planos de marketing flexíveis

Um plano de marketing engessado, que não se molda ao mercado, costuma deixar as empresas despreparadas para lidar com as variações. O fator essencial para que uma campanha mais flexível seja feita é a comunicação com os clientes.

Se você não conversa com os seus clientes, dificilmente vai saber o que se passa com a carteira deles.

Pós-venda

A única maneira de convencer um cliente a ficar com a sua empresa em períodos de dificuldade é criando um relacionamento duradouro. É assim que se conquista a confiança nos momentos em que o poder de compra for reduzido.

O pós-venda serve para reforçar o relacionamento com o cliente depois que a compra foi efetivada. Assim, você garante que o público volte a comprar de você, já que faz com que o processo de busca de alternativas (não necessariamente tão confiáveis) não valha a pena.

Entender as variações do poder de compra do consumidor, como você pôde ver, é uma excelente forma de lidar com os períodos de baixa demanda e usá-los para favorecer a sua empresa.

Procure se manter bem informado e acompanhar os noticiários para saber se a economia se mantém boa das pernas. Existem inúmeras publicações especializadas em tendências do mercado — acompanhá-las regularmente é importante.

E você? Quer saber mais sobre como aumentar o consumo do seu público? Então, leia nosso post sobre guide shop!

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Tendências para o varejo em 2020 0 1401

Para ficar por dentro do que está em tendência e apostar no varejo, vamos pontuar a nossa visão acima dos temas mais relevantes apresentados na NRF Retail’s Big Show deste ano, a principal feira do setor. Iremos falar sobre o que estamos acompanhando e vendo dar certo no varejo no Brasil e no mundo. 

Um assunto que nunca sai de moda é como entender o perfil do consumidor e o que está por trás disso. E para traçar o perfil do seu consumidor real, com o objetivo de converter as suas vendas, o melhor passo é a captação de dados

Gerar e analisar os dados

Adote esta regra: dados em primeiro lugar. Captar dados no varejo não se restringe apenas ao ecommerce. Investir em tecnologia no PDV, hoje, é algo super rentável que pode ser a base das suas estratégias de vendas. 

Com a interação via sensores, capazes de mensurar, por exemplo, o tempo de permanência de uma pessoa em frente à gôndola, conseguimos ver na prática a relação: fluxo x conversão. Os dados gerados a partir dos sensores, quando bem posicionados em pontos estratégicos, indicam uma série de informações precisas e únicas. Basta que você saiba trabalhar em cima desses dados para alcançar seus objetivos. 

Gôndola TRESemmé, por Alice Wonders
Holografia de gôndola TRESemmé, realizado por Alice Wonders. Obteve 180 mil interações e mais de 25 mil pessoas impactadas.

A inovadora holografia no PDV da TRESemmé com sensores, permitiu extrair dados indicando resultados de cerca de 3600 interações por dia, além de chamar a atenção de mais de 25 mil pessoas por mais de 5 segundos na frente da holografia. A nossa tecnologia cria a possibilidade de transmitir vídeos similares a campanhas de TV, que passa todas as informações necessárias e ainda promove a sensação dos produtos estarem flutuando em frente aos consumidores, resultando experiência única e diferencial.

Criar experiências únicas

Engajar o consumidor e conectá-lo a um nível emocional é uma excelente estratégia. Apesar de não ser mais novidade, essa pauta voltou a chamar atenção este ano na NRF, o que reforça a ideia de continuar apostando em gerar experiências únicas ao consumidor. 

Você já deve ter percebido que a tecnologia está cada vez mais integrando aspectos humanos, justamente para levar emoções e sensações às pessoas. É o que chamam de “varejo humanológico”, ou seja, a tecnologia a favor da humanização nas relações de compra, venda e experiência. 

Se você conseguir criar uma memória no seu consumidor através da experiência, você já conseguiu uma retenção. 

Colocar produtos à prova 

Oferecer testes do seu produto tem a ver, também, com levar experiências ao consumidor. Como as lojas pop-ups que distribuem amostras grátis, degustação ou até mesmo disponibilizam um produto como provador. Ter essa oportunidade é algo imensurável para os clientes, que retribuem com feedbacks construtivos para a sua marca e eleva o nível de satisfação. 

Além disso, a sua loja física pode oferecer produtos exclusivos, ou sob medida. Quanto mais se sentir único e especial, mais chances tem desse consumidor de se fidelizar com a sua marca. Outra vantagem de produzir produtos exclusivos, é diminuir a quantidade de estoques. Pense nisso!

Personalização dos espaços 

Investimento no espaço e em novos equipamentos – seja na decoração da loja ou em tecnologia – costuma ser um investimento de capital a longo prazo (de dez a quinze anos). Em um outro post aqui no nosso blog falamos sobre a importância da personalização dos espaços físicos e como um ambiente interfere na experiência do cliente. Confira!

“A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte”.

Vitrine infinita Di Santini, projeto criado por Alice Wonders.
Vitrine infinita Di Santini, criada por Alice Wonders. Projeto que une experiências digitais e espaços físicos.

Curtiu as dicas e já quer aplicar as tendências na sua marca? Entre em contato conosco para ajudá-lo a realizar projetos incríveis. 

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Flagship KitKat Chocolatory 0 1319

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

Gostou? Clique aqui e confira nossos outros cases.

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