Por que melhorar a experiência digital em espaços corporativos? 0 1108

Existem vários motivos para você começar a pensar em melhorar a experiência digital em espaços corporativos. O primeiro, e maior deles, é o fato de que inovação pode ajudá-lo a vender mais. A necessidade de atualização tecnológica hoje nos parece cada vez mais natural.

Mesmo porque já se utiliza a tecnologia em todos os aspectos da vida. Diminuímos a ida ao banco ao adotar o internet banking. Da mesma forma, começamos a nos relacionar mais por meio dos nossos dispositivos móveis — provavelmente você até tem um grupo de WhatsApp com seus amigos ou familiares, em que trocam áudios ou mensagens com qualidade e menor custo.

Avanços como esses tornaram a nossa vida mais fácil por um motivo óbvio: eles qualificaram a experiência de uso em todas as esferas das nossas rotinas. Esse também é o objetivo de uma estratégia digital: qualificar nossas relações com as marcas e aumentar a praticidade com que executamos afazeres, assim, ela também tem seu lugar nos espaços corporativos.

Pensando nisso, vamos lhe mostrar algumas das possibilidades que a sua loja tem para transformar a experiência digital em espaços corporativos em uma realidade.

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial é utilizar máquinas para realizar tarefas complexas, que dependem de um tipo de aprendizado similar ao realizado pela mente humana. O conceito, no varejo, vem sendo explorado de diversas formas em todo o ciclo de vida do produto e também na melhoria dos serviços prestados. Inteligência Artificial é, simultaneamente, um instrumento que as empresas podem empregar para criar itens, para distribuí-los e para convencer o cliente e converter vendas.

Mas há uma miríade de recursos de Inteligência Artificial e, muitas vezes, um varejista tem dificuldade em imaginar como eles podem funcionar para a sua empresa. Vamos contemplar, aqui, alguns dos principais usos da tecnologia neste contexto.

Pepper Bot

Primeiro, devemos falar de atendimento ao cliente e de aplicações de CRM inteligente. Estas, bem representadas pelo Pepper Bot — um desenvolvimento conjunto do banco japonês SoftBank e da especialista em robótica francesa Aldebaran — podem ser otimizadas e automatizadas a ponto de entender sentimentos. É isso que o Pepper faz no ponto de venda.

Ele interage, como parte da experiência digital em espaços corporativos, diretamente com clientes e executa o papel de um ser humano. Auxiliando com dúvidas, orientando com relação a compras e entretendo consumidores. Graças a isso, o Pepper trouxe resultados impressionantes para as empresas que o adotaram.

Foi percebido um aumento de 98% nas interações com o consumidor, 20% no tráfego nas lojas e 300% em renda. O efeito, que pode advir da curiosidade, não deixa de ser incrível e uma evidência de que os consumidores gostariam de ver a tecnologia nos espaços do varejo.

Watson

Sua loja não precisa adquirir um robô como o Pepper para se beneficiar da Inteligência Artificial. Softwares como o Watson, da IBM, trazem a computação cognitiva para mais perto dos negócios e funcionam como assistentes virtuais completos, capazes de ajudar seus clientes até mesmo a escolherem presentes.

Basta introduzir informações no computador dentro de uma série de parâmetros pré-definidos e ver a mágica acontecer. A tecnologia então listará uma série de presentes que são ideais para aquele perfil de consumidor, com uma taxa de acerto bastante elevada.

A vantagem do Watson é que ele pode ser adaptado ao sistema que melhor atenda seus prospects. Em websites de e-commerce ele pode ajudá-lo a escolher o modelo de jaqueta ideal para o seu corpo, com base nas suas medidas. Com a vantagem de processar milhões de solicitações ao mesmo tempo e sem nenhum tipo de atraso.

Assistentes holográficos

Assistentes holográficos são outra forma criativa de utilizar a Inteligência Artificial e fazer a experiência digital em espaços corporativos acontecer. Sabe como em grandes shows artistas por vezes utilizam hologramas para interagir com aqueles ídolos que já não estão mais entre nós?

Bem, um assistente holográfico funciona quase que da mesma maneira. Mas ele não está limitado ao que um artista fez, falou ou cantou no passado. Mais ou menos como Siri e Cortana, o assistente holográfico é capaz de gerar interações únicas e especialmente criadas para responder às solicitações dos clientes.

Hikari

Com um aparelho cilíndrico, contendo alto-falantes embutidos, é muito simples ter acesso a uma assistente virtual como a Hikari. Desenvolvida por uma empresa japonesa, a novidade possui também câmeras, sensores de temperatura e movimento e microfones, para que possa interagir da maneira mais pessoal possível com clientes.

O resultado é uma assistente digital que não descansa, sabe responder a todas as perguntas que um consumidor pode fazer e que pode acompanhar adultos e crianças proporcionando uma experiência de compra diferenciada.

Armazenamento de dados em nuvem

O armazenamento de dados na nuvem, por sua vez, não é nenhuma novidade e é provável que o seu negócio já o esteja utilizando. Caso você tenha um Gmail ou uma conta no Dropbox, o conceito já é parte da sua própria experiência digital. Mas você sabe como ele pode otimizar o relacionamento com o cliente no varejo?

Associado à Inteligência Artificial e até mesmo a essas assistentes digitais holográficas, armazenamento em nuvem é basicamente o “cérebro” por trás das aplicações. Ele coloca tantas informações quanto necessário à disposição dessas aplicações de computador para que elas saibam exatamente como se comportar com relação ao seu cliente.

A vantagem é a que a nuvem não tem limites, ou seja, não é preciso expandir seu hardware quando há informações demais a serem armazenadas ou se preocupar com backups. Tudo isso é feito automaticamente ou com alguns cliques. O armazenamento em nuvem dá acesso aos dados, sobre clientes, produtos, serviços, logística e vendas, que você precisa, 24 h por dia e 7 dias por semana.

Dentro do panorama atual do varejo ele é necessário para se manter as operações eficientes e obter o máximo dos dados coletados. Ademais, ainda funciona como a espinha dorsal na adoção de outras tecnologias como as citadas nos tópicos anteriores.

Melhorar a experiência digital com auxílio da tecnologia fará com que a sua marca se torne mais próxima dos clientes, mais capaz de atender suas demandas e mais ágil ao fazer tudo isso. Também diferenciará seus produtos e serviços e proporcionará experiências de compra mais ricas. Tudo isso, somado, é um grande investimento se o seu objetivo é vender mais ou fazê-lo com maior eficiência.

Investir na experiência digital em espaços corporativos, com auxílio de recursos como a Inteligência Artificial e os assistentes holográficos é uma ótima ideia. Conhece alguém que poderia se beneficiar desse conhecimento? Compartilhe este texto nas suas redes sociais!

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Tendências para o varejo em 2020 0 1400

Para ficar por dentro do que está em tendência e apostar no varejo, vamos pontuar a nossa visão acima dos temas mais relevantes apresentados na NRF Retail’s Big Show deste ano, a principal feira do setor. Iremos falar sobre o que estamos acompanhando e vendo dar certo no varejo no Brasil e no mundo. 

Um assunto que nunca sai de moda é como entender o perfil do consumidor e o que está por trás disso. E para traçar o perfil do seu consumidor real, com o objetivo de converter as suas vendas, o melhor passo é a captação de dados

Gerar e analisar os dados

Adote esta regra: dados em primeiro lugar. Captar dados no varejo não se restringe apenas ao ecommerce. Investir em tecnologia no PDV, hoje, é algo super rentável que pode ser a base das suas estratégias de vendas. 

Com a interação via sensores, capazes de mensurar, por exemplo, o tempo de permanência de uma pessoa em frente à gôndola, conseguimos ver na prática a relação: fluxo x conversão. Os dados gerados a partir dos sensores, quando bem posicionados em pontos estratégicos, indicam uma série de informações precisas e únicas. Basta que você saiba trabalhar em cima desses dados para alcançar seus objetivos. 

Gôndola TRESemmé, por Alice Wonders
Holografia de gôndola TRESemmé, realizado por Alice Wonders. Obteve 180 mil interações e mais de 25 mil pessoas impactadas.

A inovadora holografia no PDV da TRESemmé com sensores, permitiu extrair dados indicando resultados de cerca de 3600 interações por dia, além de chamar a atenção de mais de 25 mil pessoas por mais de 5 segundos na frente da holografia. A nossa tecnologia cria a possibilidade de transmitir vídeos similares a campanhas de TV, que passa todas as informações necessárias e ainda promove a sensação dos produtos estarem flutuando em frente aos consumidores, resultando experiência única e diferencial.

Criar experiências únicas

Engajar o consumidor e conectá-lo a um nível emocional é uma excelente estratégia. Apesar de não ser mais novidade, essa pauta voltou a chamar atenção este ano na NRF, o que reforça a ideia de continuar apostando em gerar experiências únicas ao consumidor. 

Você já deve ter percebido que a tecnologia está cada vez mais integrando aspectos humanos, justamente para levar emoções e sensações às pessoas. É o que chamam de “varejo humanológico”, ou seja, a tecnologia a favor da humanização nas relações de compra, venda e experiência. 

Se você conseguir criar uma memória no seu consumidor através da experiência, você já conseguiu uma retenção. 

Colocar produtos à prova 

Oferecer testes do seu produto tem a ver, também, com levar experiências ao consumidor. Como as lojas pop-ups que distribuem amostras grátis, degustação ou até mesmo disponibilizam um produto como provador. Ter essa oportunidade é algo imensurável para os clientes, que retribuem com feedbacks construtivos para a sua marca e eleva o nível de satisfação. 

Além disso, a sua loja física pode oferecer produtos exclusivos, ou sob medida. Quanto mais se sentir único e especial, mais chances tem desse consumidor de se fidelizar com a sua marca. Outra vantagem de produzir produtos exclusivos, é diminuir a quantidade de estoques. Pense nisso!

Personalização dos espaços 

Investimento no espaço e em novos equipamentos – seja na decoração da loja ou em tecnologia – costuma ser um investimento de capital a longo prazo (de dez a quinze anos). Em um outro post aqui no nosso blog falamos sobre a importância da personalização dos espaços físicos e como um ambiente interfere na experiência do cliente. Confira!

“A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte”.

Vitrine infinita Di Santini, projeto criado por Alice Wonders.
Vitrine infinita Di Santini, criada por Alice Wonders. Projeto que une experiências digitais e espaços físicos.

Curtiu as dicas e já quer aplicar as tendências na sua marca? Entre em contato conosco para ajudá-lo a realizar projetos incríveis. 

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Flagship KitKat Chocolatory 0 1319

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

Gostou? Clique aqui e confira nossos outros cases.

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