Por que melhorar a experiência digital em espaços corporativos? 0 234

Existem vários motivos para você começar a pensar em melhorar a experiência digital em espaços corporativos. O primeiro, e maior deles, é o fato de que inovação pode ajudá-lo a vender mais. A necessidade de atualização tecnológica hoje nos parece cada vez mais natural.

Mesmo porque já se utiliza a tecnologia em todos os aspectos da vida. Diminuímos a ida ao banco ao adotar o internet banking. Da mesma forma, começamos a nos relacionar mais por meio dos nossos dispositivos móveis — provavelmente você até tem um grupo de WhatsApp com seus amigos ou familiares, em que trocam áudios ou mensagens com qualidade e menor custo.

Avanços como esses tornaram a nossa vida mais fácil por um motivo óbvio: eles qualificaram a experiência de uso em todas as esferas das nossas rotinas. Esse também é o objetivo de uma estratégia digital: qualificar nossas relações com as marcas e aumentar a praticidade com que executamos afazeres, assim, ela também tem seu lugar nos espaços corporativos.

Pensando nisso, vamos lhe mostrar algumas das possibilidades que a sua loja tem para transformar a experiência digital em espaços corporativos em uma realidade.

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial é utilizar máquinas para realizar tarefas complexas, que dependem de um tipo de aprendizado similar ao realizado pela mente humana. O conceito, no varejo, vem sendo explorado de diversas formas em todo o ciclo de vida do produto e também na melhoria dos serviços prestados. Inteligência Artificial é, simultaneamente, um instrumento que as empresas podem empregar para criar itens, para distribuí-los e para convencer o cliente e converter vendas.

Mas há uma miríade de recursos de Inteligência Artificial e, muitas vezes, um varejista tem dificuldade em imaginar como eles podem funcionar para a sua empresa. Vamos contemplar, aqui, alguns dos principais usos da tecnologia neste contexto.

Pepper Bot

Primeiro, devemos falar de atendimento ao cliente e de aplicações de CRM inteligente. Estas, bem representadas pelo Pepper Bot — um desenvolvimento conjunto do banco japonês SoftBank e da especialista em robótica francesa Aldebaran — podem ser otimizadas e automatizadas a ponto de entender sentimentos. É isso que o Pepper faz no ponto de venda.

Ele interage, como parte da experiência digital em espaços corporativos, diretamente com clientes e executa o papel de um ser humano. Auxiliando com dúvidas, orientando com relação a compras e entretendo consumidores. Graças a isso, o Pepper trouxe resultados impressionantes para as empresas que o adotaram.

Foi percebido um aumento de 98% nas interações com o consumidor, 20% no tráfego nas lojas e 300% em renda. O efeito, que pode advir da curiosidade, não deixa de ser incrível e uma evidência de que os consumidores gostariam de ver a tecnologia nos espaços do varejo.

Watson

Sua loja não precisa adquirir um robô como o Pepper para se beneficiar da Inteligência Artificial. Softwares como o Watson, da IBM, trazem a computação cognitiva para mais perto dos negócios e funcionam como assistentes virtuais completos, capazes de ajudar seus clientes até mesmo a escolherem presentes.

Basta introduzir informações no computador dentro de uma série de parâmetros pré-definidos e ver a mágica acontecer. A tecnologia então listará uma série de presentes que são ideais para aquele perfil de consumidor, com uma taxa de acerto bastante elevada.

A vantagem do Watson é que ele pode ser adaptado ao sistema que melhor atenda seus prospects. Em websites de e-commerce ele pode ajudá-lo a escolher o modelo de jaqueta ideal para o seu corpo, com base nas suas medidas. Com a vantagem de processar milhões de solicitações ao mesmo tempo e sem nenhum tipo de atraso.

Assistentes holográficos

Assistentes holográficos são outra forma criativa de utilizar a Inteligência Artificial e fazer a experiência digital em espaços corporativos acontecer. Sabe como em grandes shows artistas por vezes utilizam hologramas para interagir com aqueles ídolos que já não estão mais entre nós?

Bem, um assistente holográfico funciona quase que da mesma maneira. Mas ele não está limitado ao que um artista fez, falou ou cantou no passado. Mais ou menos como Siri e Cortana, o assistente holográfico é capaz de gerar interações únicas e especialmente criadas para responder às solicitações dos clientes.

Hikari

Com um aparelho cilíndrico, contendo alto-falantes embutidos, é muito simples ter acesso a uma assistente virtual como a Hikari. Desenvolvida por uma empresa japonesa, a novidade possui também câmeras, sensores de temperatura e movimento e microfones, para que possa interagir da maneira mais pessoal possível com clientes.

O resultado é uma assistente digital que não descansa, sabe responder a todas as perguntas que um consumidor pode fazer e que pode acompanhar adultos e crianças proporcionando uma experiência de compra diferenciada.

Armazenamento de dados em nuvem

O armazenamento de dados na nuvem, por sua vez, não é nenhuma novidade e é provável que o seu negócio já o esteja utilizando. Caso você tenha um Gmail ou uma conta no Dropbox, o conceito já é parte da sua própria experiência digital. Mas você sabe como ele pode otimizar o relacionamento com o cliente no varejo?

Associado à Inteligência Artificial e até mesmo a essas assistentes digitais holográficas, armazenamento em nuvem é basicamente o “cérebro” por trás das aplicações. Ele coloca tantas informações quanto necessário à disposição dessas aplicações de computador para que elas saibam exatamente como se comportar com relação ao seu cliente.

A vantagem é a que a nuvem não tem limites, ou seja, não é preciso expandir seu hardware quando há informações demais a serem armazenadas ou se preocupar com backups. Tudo isso é feito automaticamente ou com alguns cliques. O armazenamento em nuvem dá acesso aos dados, sobre clientes, produtos, serviços, logística e vendas, que você precisa, 24 h por dia e 7 dias por semana.

Dentro do panorama atual do varejo ele é necessário para se manter as operações eficientes e obter o máximo dos dados coletados. Ademais, ainda funciona como a espinha dorsal na adoção de outras tecnologias como as citadas nos tópicos anteriores.

Melhorar a experiência digital com auxílio da tecnologia fará com que a sua marca se torne mais próxima dos clientes, mais capaz de atender suas demandas e mais ágil ao fazer tudo isso. Também diferenciará seus produtos e serviços e proporcionará experiências de compra mais ricas. Tudo isso, somado, é um grande investimento se o seu objetivo é vender mais ou fazê-lo com maior eficiência.

Investir na experiência digital em espaços corporativos, com auxílio de recursos como a Inteligência Artificial e os assistentes holográficos é uma ótima ideia. Conhece alguém que poderia se beneficiar desse conhecimento? Compartilhe este texto nas suas redes sociais!

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Relacionamento no PDV: veja como criar vínculos com o consumidor 0 31

mulher mostrando opções de consumo no PDV

Um dos erros cometidos por muitos varejistas é não aproveitar as oportunidades de conhecer melhor o consumidor e de estreitar os vínculos com ele. Há momento melhor para isso do que quando o cliente resolver fazer uma visita? No post de hoje você entenderá a importância do relacionamento no PDV e também aprenderá algumas estratégias essenciais para fortalecê-lo e conquistar seus clientes. Confira!

O que o PDV pode proporcionar

Ainda que PDV seja abreviação de ponto de venda, isso não significa que a venda é única relação que você deve estabelecer com o seu cliente nesse local. Você já deve ter percebido que, dependendo do ramo do negócio, grande parte das visitas que você recebe não têm a venda como resultado.

Isso não significa que essas visitas devem ser improdutivas. Muito pelo contrário, são uma oportunidade de conhecer as necessidades do seu público, bem como as expectativas que ele cria em relação à sua marca. Dados importantíssimos para elaborar estratégias de marketing mais precisas no futuro.

Outra situação que precisa ser ressaltada é aquela na qual a visita é o primeiro contato do público com a sua marca, quando os clientes em potencial descobrem que a sua loja existe e o que ela pode oferecer. Nesses casos, proporcionar uma experiência de compra memorável dará uma ótima primeira impressão e aumentará as chances de fidelizar esses clientes.

No caso dos shoppers — aqueles clientes em potencial que aparecem no ponto de venda para avaliar o custo-benefício dos produtos ou serviços que o seu negócio oferece —, o PDV se torna o lugar decisivo da compra e, portanto, deve transmitir a confiança necessária para convencê-lo a se tornar um consumidor.

Estratégias para melhorar o relacionamento no PDV

Sabendo disso, trouxemos seis estratégias que ajudarão você a transformar o relacionamento no PDV em um momento mais produtivo para a sua loja e em uma experiência mais agradável para o consumidor, fortalecendo a sua marca. Veja só!

Levantar dados do perfil de consumo

É muito importante coletar e analisar os dados sobre o ticket médio das compras, a quantidade média de peças, os itens mais comprados etc. Informações desse tipo ajudarão você a medir os resultados das ações no PDV anteriores e também a replanejá-las, se for o caso.

Com o auxílio da tecnologia correta, você também pode descobrir quais são os principais percursos realizados pelos clientes dentro da sua loja, identificando assim como o layout está guiando a visita e também quais são os itens que mais chamam a atenção, ainda que não sejam comprados.

Conhecer o consumidor

A visita também é o momento perfeito para encontrar um canal de comunicação com o consumidor por meio de cadastros que incluam, por exemplo, o número do telefone ou o endereço de e-mail. Fundamentais para estabelecer contato com o consumidor e sugerir produtos e serviços no futuro que o convençam a aparecer na sua loja novamente.

Outros dados que também são importantes: gênero, idade, classe social etc. Identificar traços como esses do público que aparece no ponto de venda ajudam a aferir os resultados das estratégias de marketing executadas até então. Será que elas estão atingindo quem você esperava?

Afinar o atendimento

O atendimento no seu ponto de venda precisa ser humano, personalizado e encantador.

Os seus vendedores devem se comunicar de forma a passar para o consumidor que o interesse deles não é apenas de vender, mas, principalmente, de ajudá-lo a encontrar uma solução para o seu problema. Nesse sentido, eles devem se mostrar empáticos e interessados na busca do cliente.

Além disso, eles devem ser capazes de identificar rapidamente as necessidades de cada cliente para apresentar os produtos ou serviços adequados. Isso transmitirá credibilidade para o consumidor que, dessa forma, confiará mais na sua marca.

Falando em confiança, a sua equipe precisa conhecer muito bem o que a sua marca está oferecendo, de modo a estar preparada para responder às perguntas dos clientes. Só assim eles se sentirão seguros em adquirir os seus produtos ou serviços, sabendo que não vão se arrepender mais tarde.

O vendedor fala pela marca e, por isso, tem um papel muito importante no estabelecimento de um vínculo emocional entre a sua empresa e o consumidor. A partir desse vínculo, o cliente sentirá vontade de retornar e comprar novamente.

Nada disso pode ser atingido sem que se acompanhe de perto a performance da equipe e sem um treinamento adequado que deixe clara para os vendedores a experiência que você pretende oferecer e como eles podem contribuir para tanto.

Reproduzir a essência da marca

Nem tudo em um relacionamento amoroso precisa ser dito, não é mesmo? Da mesma forma, no relacionamento da sua marca com o cliente, parte da essência da sua empresa será transmitida no atendimento, mas outra grande parte pelo visual e pelo design do ponto de venda.

Por meio das instalações, das cores, da trilha sonora e de outros elementos que compõe a ambientação da loja, a sua marca deve ser capaz de transmitir os seus principais valores, permitindo assim que o cliente encontre autenticidade e personalidade e seja capaz de se identificar.

Inovar com tecnologia e interação

Outra tendência de ação no PDV é o uso de tecnologias digitais mescladas com a experiência real da visita e da compra na loja física. Isso porque esse tipo tecnologia tem como princípio a interação e a personalização da experiência, o que torna a experiência de compra mais memorável para o cliente.

Um exemplo disso é o uso de realidade aumentada no design da loja. Por exemplo, telas que oferecem informações adicionais sobre os itens que o cliente está escolhendo ou aplicativos que permitem verificar, com o auxílio de um smartphone, variações de um mesmo produto.

Aplicando as cinco estratégias acima, você, com certeza, tornará a visita uma experiência inconfundível para o seu público-alvo e o relacionamento no PDV, por sua vez, ajudará a sua marca a se destacar da concorrência.

Uma vez que a construção desse laço com o cliente no ponto de venda gera bastante impacto na experiência de compra, vale a pena aprender também sobre como as lojas têm evoluído nesse quesito para encantar o consumidor. Boa leitura!

Perfil de consumo: por que entender o estilo de vida do consumidor? 0 37

mulher descobrindo produtos dentro da loja

Uma vez que no varejo a relação entre a empresa e o consumidor final é bastante estreita, o número de vendas depende da capacidade da marca de conquistá-lo. Sendo assim, é muito importante compreender seus hábitos, desejos e expectativas para traçar um perfil de consumo capaz de orientar as ações da empresa e melhorar a experiência do consumidor.

Pensando nisso, trouxemos informações valiosas sobre os motivos de se estudar o consumidor, como ele tende a se comportar hoje em dia e também damos exemplos de marcas que souberam incorporar esse conhecimento nos seus produtos, serviços e estratégias de marketing. Confira!

A importância de conhecer o perfil de consumo

Seja qual for o segmento, estão sempre surgindo empresas para competir pela sua parcela no mercado. Algumas delas pegam as veteranas desprevenidas ao chegar com ideias inovadoras e implantar mudanças em etapas da compra que não haviam sido exploradas até então.

Por isso, a sua empresa não pode se acomodar. Para se destacar da concorrência, além de oferecer produtos e serviços de qualidade, é muito importante atentar para o comportamento do consumidor e descobrir como adequar-se melhor às suas expectativas.

Dessa forma, vocês serão capazes de oferecer uma experiência de compra compatível ao perfil de consumo do cliente, deixando-o mais confortável. Isso se refletirá no aumento da quantidade de itens por compra e na fidelização do consumidor.

Há diversos fatores que influenciam esse comportamento: classe social, idade, valores e crenças, estilo de vida e até as experiências de compra anteriores em outras marcas. Uma vez que diferentes combinações desses fatores produzem diferentes perfis de consumo, quanto mais conhecimento você tiver sobre cada um deles, melhor.

As tendências de comportamento do consumidor

À medida que o tempo passa e a sociedade se transforma, muda também a relação das pessoas com o consumo e o que elas esperam dessa experiência. Portanto, é importante ficar de olho nas transformações do mundo para manter a sua marca atualizada.

Resumimos quatro tendências que têm transformado o perfil de consumo e para os quais você deve atentar ao planejar as próximas estratégias de marketing. Veja a seguir.

Mobilidade

Podemos ainda não ter nos transformado nos cyborgs dos filmes de ficção científica, mas já estamos completamente dependentes de aparelhos eletrônicos móveis, em especial os smartphones, para realizar atividades básicas da nossa rotina.

Esses aparelhos de certa forma aumentam os usos e a potência dos nossos sentidos. Desse modo, não apenas permitem a comunicação a distância como também aumentam as possibilidades da interação face a face com o ambiente — por exemplo, no caso da realidade aumentada.

Sendo assim, oferecer a possibilidade de comprar ou de interagir com a marca e seus produtos por meio dos smartphones é uma inovação mais que bem-vinda no ponto de venda.

Autenticidade

O consumir do século XXI quer consumir não apenas os produtos e serviços, mas também os valores e a personalidade da marca. Portanto, é muito importante marcar presença nas redes sociais e se comunicar com o consumidor.

Nesse sentido, é muito importante pensar bem no que falar. Valores, convicções e posições políticas devem ser escolhidas e expostas tendo sempre em mente as expectativas do público-alvo. Sendo assim, assuntos polêmicos nos quais há muita discordância entre os consumidores devem ser evitados.

Identidade

Por conta da globalização, do aumento das possibilidades de consumo e da quantidade de informação facilmente disponível, as pessoas são capazes de construir identidades cada vez mais específicas e diferenciadas.

Por isso, produtos e serviços mais personalizados, se feitos da forma correta, vão atingir determinados tipos de consumidor de forma mais certeira do que aqueles que não se embasaram numa pesquisa de comportamento.

Por outro lado, também faz-se cada vez mais importante pensar nas demandas de diferentes grupos e se possível, consultar especialistas antes de propor determinadas estratégias para garantir que elas não desrespeitem ninguém.

Sustentabilidade

A preocupação com o meio ambiente está em pauta já há muito tempo e ainda hoje é uma meta para muita gente. No entanto, a sustentabilidade atual é verificada de acordo outros fatores que não apenas os níveis de poluição ou o respeito às leis ambientais.

O consumidor se preocupa, por exemplo, se o processo de fabricação dos produtos envolveu testes em animais ou se ele respeitou a dignidade dos trabalhadores envolvidos. Sendo assim, manter a sua marca em dia com critérios desse tipo e expor essa competência fará você conquistar a confiança do público.

Marcas que se valem do perfil de consumo

Algumas empresas já estão se valendo dessas tendências para melhorar a imagem da sua marca enquanto empregadora perante o consumidor — estratégia conhecida como employer branding. É o caso, por exemplo, da Leroy Merlin, que tem feito convênios com instituições de ensino superior para conseguir descontos para os seus funcionários.

Além de passar uma boa imagem para a sociedade, ela também transforma as relações de trabalho para motivar os seus funcionários a desempenhar bem suas funções e a permanecer na empresa, diminuindo a rotatividade.

A Urban Outfitters, por sua vez, resolveu investir em tecnologia. Utilizando técnicas de geomarketing, a loja de roupas elaborou uma estratégia para atingir o seu público: lançou anúncios de um look para festas noturnas para as redes sociais de mulheres que frequentavam os bares e casas noturnas em determinadas regiões.

Muito eficaz, a estratégia gerou um aumento das vendas de 146% e elevou a taxa de conversão em 75%. Isso aconteceu porque, a partir de um estudo da identidade e do estilo de vida do seu principal consumidor, a empresa utilizou a tecnologia móvel para criar uma campanha de marketing segmentada e efetiva.

Esperamos que as dicas e os exemplos de hoje inspirem a sua equipe a conhecer melhor o consumidor e a promover experiências marcantes nos pontos de venda de acordo com o perfil de consumo que vocês pretendem atingir.

E a sua empresa? Já está atenta ao comportamento do seu público? Comente aqui embaixo o que você já descobriu de interessante sobre os seus clientes ou mesmo estratégias adotadas para adequar a experiência de compra às expectativas dos consumidores.

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