Transformação Digital no varejo: como inovar no PDV 0 1787

Transformação Digital no varejo. Photo by Joshua Earle on Unsplash

Nunca se falou tanto em Transformação Digital como agora, desde a chegada da quarentena pela pandemia do coronavírus. Este termo ficou bastante popular, chamando a atenção de profissionais e empreendedores. Mas, afinal, como implementar o processo de Transformação Digital no varejo? É adequado para os negócios ou serve apenas para empresas de tecnologia? Por ser um conceito amplo é normal existir dúvidas quanto a sua aplicação em empresas, sobretudo no varejo físico, onde o seu potencial ainda é pouco explorado. 

Gráfico Google Trends: para o termo Transformação Digital
Gráfico Google Trends: para o termo Transformação Digital

Antes de mais nada, precisamos entender o que significa Transformação Digital: é um processo que leva tecnologia para as empresas a fim de otimizar resultados, automatizar processos e melhorar o alcance. Esse processo interno pode demorar bastante tempo, dependendo do tamanho da empresa. Mas certamente modifica o mindset dos seus funcionários, que é refletido externamente, na satisfação dos clientes. 

Uma vez desenvolvida a Transformação Digital no contexto da empresa, o desafio se torna mantê-la e fazer crescer gradualmente, atingindo todas as áreas em um esforço coletivo para as equipes estarem alinhadas às novas mudanças de tempos em tempos. No varejo não é diferente. Levar tecnologia como experiência de compra para o cliente é uma forma escalável, a qual exige profissionais treinados para desenvolver técnicas e executar o melhor atendimento ao consumidor.

Continue lendo o post para saber mais sobre o assunto!

Processo disruptivo do varejo 

Como as pessoas compram e quais fatores influenciam em suas decisões? Entender o perfil do consumidor sempre foi a questão chave dos varejistas, e com a onda da pandemia e as mudanças drásticas de comportamentos, gerou novos desafios. Mas, vamos por partes. Entender como os diferentes canais que cercam o cliente para levá-lo a compra, pode ser o primeiro passo para começar a entender a jornada do consumidor.  

Hoje, as pessoas estão cercadas de fatores que influenciam as suas compras. Uma pessoa pode começar a sua busca por um produto na Internet e finalizar a compra em uma loja física, no entanto, isso não é garantia. Talvez ela vá até a loja para experimentar o produto e acabar comprando pelo site, porque o valor era menor e tinha frete grátis. Afinal, temos que levar em conta os múltiplos canais de vendas que existem, onde os consumidores podem acessar para comparar preços e vantagens.  

A disrupção digital ampliou a experiência do consumidor e a quantidade de opções para realizar compras. Isso não significa que o varejo físico irá desaparecer, pelo contrário, as empresas estão enfrentando os desafios de ressignificar seus espaços para fazer parte dessa rede simultânea de experiências. Só que com um diferencial: levar a melhor experiência as pessoas. Conseguir utilizar o que há de melhor no contato físico através da tecnologia para se diferenciar do espaço online. 

Estamos em um ecossistema que contribui para a experiência do cliente ser diversa e a tecnologia aumentou o número de influência de compra. Para começar a entender esse universo, podemos separar a disrupção digital em duas etapas. A primeira é destrinchar a experiência do cliente em duas vertentes: física e digital. A segunda é sobre as modalidades dos canais de venda: offline e online. 

Próximo passo é relacionar essas esferas e estabelecer as conexões. Embora cada dimensão vista separadamente seja um fator crítico de sucesso para os varejistas, é essencial compreender a interação entre elas, para chegar o mais próximo possível da nossa realidade do varejo hoje. É o que nos leva a identificar quatro modelos de varejo distintos que as empresas devem gerenciar proativamente para permanecerem competitivos. Vamos analisar a figura abaixo:  

Canais de Venda vs Costumer Experience
Créditos: Imagem/reprodução adaptada e traduzida, originalmente publicada no site European Business Review.

O quadrante 1 (o tradicional “Tijolo e Argamassa”) identifica o domínio principal da maioria dos varejistas tradicionais e ainda representa a maior parte das vendas no varejo atualmente. Nesse modelo, todo o processo ocorre dentro do ambiente físico e offline. A venda é concluída na loja e o cliente é influenciado, principalmente, por uma combinação de experiência na loja, eficácia da força de vendas, design da loja e meios de comunicação tradicionais. Por outro lado, no quadrante 2 (“Webrooming”), a experiência digital influencia principalmente a decisão de compra do cliente. No entanto, a compra final ainda ocorre em um canal offline. Por outro lado, no quadrante 3 (“Showrooming”), o cliente aproveita o canal de vendas físico para experimentar o produto em primeira mão. No entanto, o cliente compra o produto online, na maioria dos casos a um preço mais baixo. Finalmente, no quadrante 4, a maioria das atenções costuma se concentrar na ascensão do modelo “Puramente baseado na Internet”, com sua experiência digital e vendas online às custas do modelo tradicional de tijolo e argamassa.

Diminuir o abismo entre os canais digitais e os consumidores

Na primeira fase da pandemia todos os varejistas uniram seus esforços para diminuir o abismo que existia entre os canais digitais (e-commerce, apps de compra, etc) e os consumidores. Importante ressaltar que esse abismo agregava tanto consumidores quanto varejistas. Como falamos acima, as vendas no varejo físico ainda representam a maior porcentagem. Segundo dados internos do Google, em uma pesquisa feita sobre o crescimento de buscas por categoria e produto, o faturamento do varejo online no Brasil antes da pandemia representava apenas entre 4% a 6%, sendo que quase a metade das empresas brasileiras faturavam menos de 10% com vendas online. 

Google Academy
Fonte: Google Academy

Considerando este primeiro impacto da pandemia, analisado entre 15 de março a 15 de abril, representou um momento para as pessoas de: redução de riscos, através de buscas por proteção e segurança com a saúde (álcool gel, máscara, sabão e papel higiênico); abastecimento (alimentos); e entretenimento (aumento de buscas por livros e assinaturas de canais de streaming). Diante de buscas intensas de compras pela internet, o que os varejistas fizeram para diminuir os problemas em seus canais digitais que atrapalhavam as finalizações das vendas? 

Houve melhorias nos aplicativos, para oferecer vantagens de compras dentro do próprio app. Com a força de vendas direcionada para o digital, os vendedores passaram a trabalhar como consultores online, exercendo uma função de proximidade com o cliente (atendimento personalizado via chat e Whatsapp). Surgiram novas oportunidades para varejistas expandirem suas categorias e passaram a vender produtos diversos. Outra solução inteligente foi transformar as lojas físicas, que estavam fechadas, em centros de distribuição, dando apoio a parte logística e escoamento dos estoques. Vimos acontecer um movimento interessante com a abertura de Marketplace para pequenos varejos, com o apoio de grandes varejistas. Juntamente a ajustes no processo final de compra, como facilidade para trocas, mais opções de pagamentos e parcelamentos, assim como incentivo a meios de pagamento sem contato, como por exemplo, pagamento por carteira digital ou por aproximação. 

Todas esses ajustes e soluções fizeram a ponte necessária para aproximar os clientes das marcas a fim de melhorar a experiência de compra pelo digital. Então, podemos dizer que estamos de fato inseridos na Transformação Digital no varejo. No entanto, seguimos em constante modificação, quanto às mudanças de comportamento dos consumidores e suas necessidades.

Analisando o segundo impacto da quarentena nas pessoas e no varejo, no período entre 15 de abril a 01 de maio, o estudo interno do Google apontou duas novas frentes de buscas. Primeiro, de acordo com a pesquisa, as pessoas passaram por um momento de adaptação, o que fez aumentar as buscas por objetos para fazer Home Office, atividades físicas indoor, móveis e telas (TV, celulares, tablet). Esta última busca revela a necessidade de ter que dividir esses aparelhos com as outras pessoas da mesma casa. 

Segundo, o estudo mostrou que dentro desta nova rotina, surgiram novos gatilhos, que levaram a uma grande procura por consoles, moda e beleza, bem-estar. Interessante dizer que Moda foi a categoria que, até então, tinha praticamente desaparecido das buscas, e agora surge novamente, ao lado de Beleza, mas ambas com outros significados: enquanto moda aparece em buscas por roupas confortáveis, como pijamas, moletom, beleza surge como entretenimento, através do “do it yourself” – tutoriais e passo a passo de cuidados com a pele ou cabelo. 

Transformação Digital: presente e futuro

Quantas mudanças foram feitas em tão pouco tempo. No entanto, continuamos rumo a novas mudanças. O varejo físico de antes da pandemia é algo inimaginável atualmente. Para a reabertura completa das lojas, após a crise, espera-se que os varejistas entreguem mais às pessoas. É de extrema importância manter esse aceleramento que estamos tendo durante a pandemia. 

Para termos uma ideia dessa transformação, no estudo interno do Google revelou que a opção “Poder retirar na loja” apareceu em 20% das respostas que essa alternativa poderia melhorar a experiência de compra online. Ou seja, mesmo após a pandemia, esse costume ainda será importante para as pessoas e pode se tornar permanente. 

Transformação Digital no varejo

Transformação Digital no varejo

O que temos pela frente? Os varejistas precisam observar cuidadosamente o presente, principalmente as mudanças na jornada do consumidor e quais são os seus objetivos: dados que são apresentados em estudos; por isso, continue buscando referências em artigos e sites especializados em varejo. 

No PDV o que não poderá faltar são as pesquisas sobre o comportamento nos canais de venda: é uma grande oportunidade para o varejista trabalhar experiências digitais na loja física a fim de colher feedbacks do consumidor. 

Gostou deste conteúdo? Confira também Como transformar o PDV em ponto de relacionamento com o cliente e inscreva-se abaixo em nossa newsletter para receber as novidades do nosso blog diretamente em seu e-mail.

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Varejo Phygital: sinergia entre físico e digital veio para ficar? 0 53

Muito se fala sobre o futuro do varejo e como esse horizonte vai se desenhar mesmo com o digital estabilizado. Nessas discussões, um erro bastante comum é achar que as lojas físicas vão perder força com o passar do tempo. Não à toa, o conceito de varejo Phygital é um dos temas mais comentados no setor atualmente.

Não seria perfeito poder unir o melhor da experiência de venda online com o que há de mais consolidada nas vendas presenciais? Phygital trata isso não só como uma possibilidade, mas como uma realidade. Quase como uma fusão, as duas ideias de comércio são colocadas de maneira integrada e inteligente em prol da experiência perfeita.

Tratamos mais sobre esse assunto ao longo deste conteúdo. Continue lendo para entender melhor.

 

Do que se trata o conceito de varejo Phygital?

O varejo Phygital é uma ideia que integra as práticas executadas em pontos de venda com as estratégias utilizadas no meio digital. Assim, é possível ter experiências mais satisfatórias, unindo o que há de melhor nos dois mundos e entregando isso ao consumidor.

Ao analisarmos o termo Phygital, percebemos que ele é resultante da união de duas palavras do idioma inglês: Phy (de Physical) e gital (de digital). Ou seja, varejo físico e digital unidos. Por mais que o nome já traga uma ideia sobre o que se trata, se aprofundar melhor na ideia ajuda a saber, concretamente, como colocar a ideia em prática.

Vamos começar a entender essa ideia pensando em um fator único da experiência de consumo físico, que é avaliar um produto em mãos. Por mais que seja ótimo comprar online por conta da comodidade, você só toca na mercadoria quando ela chega em sua casa. Poder fazer isso presencialmente é algo decisivo para fechar uma compra.

Agora, vamos pensar em um benefício simples, mas que faz toda diferença das compras online: você não precisa enfrentar fila. Em lojas muito cheias, pode ser incômodo ter que esperar tempos prolongados para pagar pelo item.

O melhor de dois mundos?

Sim, na teoria e na prática, Phygital propõe o melhor dos dois mundos. De maneira geral, a proposta é digitalizar a experiência de compra no varejo físico de maneira inteligente. Com suporte da tecnologia, consumidores entram em lojas e encontram diversas possibilidades modernas e inovadoras de terem um momento mais cômodo. Tudo isso com base em interação e experiência personalizada ao consumidor.

Para que se possa ter uma ideia mais concreta do que seria uma loja em que o conceito Phygital é aplicado, esse estabelecimento contaria com recursos como:

  • app próprio de realidade aumentada caso o cliente queira projetar um produto que não está exposto ou experimentar uma roupa sem precisar ir a um provador, por exemplo;
  • totens interativos para autoatendimento, solicitando um item por meio de um tablet, ou até mesmo checando a disponibilidade deste produto de maneira mais autônoma e independente;
  • guichês de self checkout para evitar filas;
  • compras que podem ser feitas pela web, mas retiradas diretamente em uma loja, dispensando a necessidade de espera maior pela entrega em casa, como são as Guide Shops;
  • sistemas ERP capazes de integrar estoques da loja e e-commerce, facilitando a gestão logística e aumentando a precisão na informação mostrada ao consumidor.

Como a experiência é valorizada nesse conceito?

Vender não pode ser considerada a atividade principal de uma loja física nos dias de hoje. Até porque, se esse for seu objetivo único, a concorrência vai superar seu negócio facilmente. Sem a experiência, um negócio qualquer jamais vai alcançar um status de referência, seja lá qual for o setor.

No varejo Phygital, é preciso deixar de lado a ideia de ponto de venda e adotar o ponto de experiência. Isso significa que marcas não podem pensar apenas que têm um local para vender seus produtos, mas sim, uma oportunidade de causar uma ótima impressão no consumidor. Até porque, se não for assim, porque essas pessoas iriam no seu estabelecimento?

A jornada do consumidor mudou muito nos últimos anos. Uma de suas principais características é que hoje ela não é mais linear. Ou seja, as pessoas não seguem mais uma regra, um hábito. Quem hoje compra na internet, amanhã pode querer ir à sua loja. Nessa oportunidade, é fundamental ter uma experiência acima da média.

Portanto, marcas precisam sempre pensar em envolver, engajar e causar uma impressão única e incrível no consumidor. Pense da seguinte forma: sua marca é uma religião e sua loja é um templo, uma catedral. Toda a ideia da sua empresa tem grandes chances de fazer mais sentido e conquistar um consumidor quando essa pessoa vai até a loja. Essa é a chance de torná-la uma “fiel”. Neste caso, um consumidor fiel.

 

Lojas nativas digitais devem pensar em lojas físicas?

O grande avanço do digital nos últimos anos trouxe muitos questionamentos sobre o futuro do varejo. Os mais radicais chegaram a decretar: as lojas físicas estão com os dias contados. Porém, sabemos que isso não é verdade. Afinal, há um fator principal que faz as coisas mudarem constantemente: o comportamento de compra do consumidor.

Com a pandemia da covid-19 , ficou clara a ideia de que comprar online era não só uma possibilidade, mas também uma necessidade para muitos. Com o passar do tempo e o avanço da vacinação, pouco a pouco a vida de milhões foi voltando ao “antigo” normal. E então, comprar online segue sendo a única opção?

O longo período sem poder visitar lojas e ter uma experiência de compra física fez com que o consumidor médio sentisse a necessidade de retomar esse simples, mas importante hábito. Percebendo isso, marcas nativas do digital decretaram: ter uma loja física pode sim ser uma ótima ideia.

A carência da experiência física tem gerado um movimento de abertura de espaços físicos para reforçar a consciência de marca e a presença no mercado. Isso significa apenas um passo à frente, mas nenhum atrás. Ou seja, o digital segue com toda importância possível. Enquanto isso, os espaços físicos são lançados e, para ter o máximo de sucesso, têm o foco em gerar experiências destacadas.

Com tecnologia e inovação como bases, sempre com orientação à experiência de destaque do consumidor, o varejo Phygital é uma necessidade às marcas. Com certeza, esse conceito veio para ficar e já é a realidade do mercado.

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QR Code no PDV: 6 dicas de como usar para vender mais 0 45

O QR Code não é um recurso tecnológico exatamente novo, o que não significa também que não seja moderno. Por mais que exista há um bom tempo, seu uso nunca teve tanta aderência como atualmente. No varejo, há muitas formas de ter essa tecnologia como forma de gerar experiências mais qualificadas e gerar interações estrategicamente pensadas.

Seu consumidor está disposto a oferecer a informação que você deseja e acessar suas ações de marketing, é claro, desde que seja interessante para ele. Diante disso, os QR Codes podem ser a ponte entre essa pré-disposição do público e uma possibilidade de conversão que seu negócio projetou. Basta saber como usar a ferramenta.

Para ajudar, selecionamos algumas boas possibilidades que, além de serem eficazes, são de fácil aplicação no varejo físico. Veja as 7 melhores formas de usar o mecanismo e entenda a utilidade de cada uma delas.


1. Divulgue suas promoções e descontos

Consumidores nunca deixam de buscar condições diferenciadas para comprarem os produtos que desejam. Mesmo que determinado item não estivesse no radar dessas pessoas, um bom desconto, por exemplo, pode ser capaz de mudar o cenário.

Portanto, você precisa facilitar o acesso a essas ofertas, de preferência criando uma landing page para que seu consumidor chegue após usar um QR Code. Também é possível direcionar esse código para uma área de promoção no seu e-commerce.

O ideal é posicionar esses QR Codes que levam às ofertas da sua marca em alguns pontos estratégicos, podendo ser em totens de publicidade espalhados pela cidade ou em shoppings, Também é uma ótima ideia disponibilizar esse código, com um CTA avisando das ofertas, dentro da sua própria loja física.

2. Ofereça conteúdos adicionais e complementares

Boas estratégias de conteúdo têm capacidade de gerar os mais diversos tipos de ganhos ao seu negócio. Aqui, vale a ideia de que os dois lados ganham: enquanto seu consumidor tem acesso a um conteúdo de qualidade, você tem chances de gerar engajamento e conseguir leads.

O QR Code vai conectar o seu consumidor interessado a um conteúdo que pode estar no seu blog, no seu site, no canal da sua empresa no YouTube ou até mesmo nas redes sociais da marca. É fundamental, no entanto, que esse conteúdo seja apresentado de maneira interessante, gerando interesse no consumidor.

Disponibilize esse QR Code no seu PDV, sempre com CTAs convidando seu cliente  a entender mais sobre um assunto, conhecer um novo produto ou participar de qualquer outra experiência. Essa chamada para ação deve estar relacionada ao conteúdo ao qual a pessoa será redirecionada.

3. Use como mecanismo de captura de leads

Certamente você já viu por aí CTAs como “Cadastre-se para não perder nenhuma promoção e lançamento“. Esse tipo de estratégia serve para que você consiga captar o contato de um consumidor e, dessa forma, obter um lead que pode gerar compras no futuro.

Esse tipo de comunicação é bastante comum online, mas você também pode aplicar em um varejo físico, claro, usando o QR Code. A intenção é que esse código redirecione a pessoa para uma landing page com formulário, em que preencherá seus dados.

Mas lembre-se: é fundamental dar continuidade a isso. Se você se propõe a captar leads na sua loja física, é essencial alimentar sua base de contatos com ofertas, conteúdos e manter aproximação constante. Assim, você conquistará engajamento e conversões.

4. Ofereça uma nova forma de pagamento

Muito provavelmente, seu consumidor detesta pegar longas filas no seu ponto de venda. Portanto, sua estratégia de varejo deve considerar métodos de pagamento que evitem esse problema. O self checkout é um dos principais e pode ser feito com ajuda dos QR Codes. 

Por meio de totens de atendimento ou em pontos espalhados pela loja, posicione códigos que levem o seu consumidor a escanear um acesso que os levem diretamente a uma página de checkout. Assim, essas pessoas evitam pegar fila e a experiência em loja é muito mais satisfatória.

Para que isso funcione, lembre-se de que as embalagens dos produtos, ou as etiquetas dos itens, precisam ter um QR Code com informações e o preço. Assim, o próprio consumidor pode escanear cada produto e, ao fim, fazer o pagamento diretamente pelo smartphone.

5. Peça que o consumidor avalie a experiência

Uma boa experiência no varejo vai fazer com que seu cliente se sinta motivado em avaliar positivamente sua empresa. Portanto, é uma ótima ideia posicionar em alguns pontos da sua loja um incentivo para que as pessoas avaliem o estabelecimento e a experiência de compra.

Para isso, use QR Codes que vão direcionar seu consumidor para páginas de avaliação. Por lá, você pode usar a estratégia que quiser, como o método de pesquisa NPS. Se for possível avaliar, permita também comentários escritos adicionais.

Por mais que seja um recurso muito interessante, lembre-se de que pode gerar também feedbacks não tão positivos. Se a experiência em loja não é tão boa, seu consumidor vai relatar isso. De qualquer maneira, esses feedbacks ruins podem ser muito úteis como base para uma proposta de melhorias.

6. Faça links para suas redes sociais

Toda marca que se preze está em busca de um bom tráfego de consumidores para suas redes sociais. Certamente esse também é o caso da sua empresa, então é altamente recomendável usar os QR Codes para captar mais seguidores.

Pessoas satisfeitas com a experiência de compra em um PDV têm maior probabilidade de se interessarem por estarem próximas da sua marca. Hoje, é por meio das redes sociais que isso é possibilitado com maior facilidade e da maneira que o público gosta.

Portanto, não esqueça de convidar o público da sua loja para seguir a empresa nas redes sociais em que a marca está presente. Faça isso por meio de um código posicionado em pontos estratégicos do estabelecimento, redirecionando para esses perfis.

O QR Code no PDV pode cumprir com um papel realmente interessante, mesmo sendo uma tecnologia simples. Sua praticidade e possibilidades que gera faz com que seu uso seja praticamente obrigatório para gerar grandes oportunidades.

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