5 motivos para investir em uma Vending Machine 0 4648

Vending Machines Interativas, por Alice Wonders

Tendência no mundo todo, a vending machine é uma grande facilitadora na hora de realizar compras. A praticidade serve tanto para o consumidor quanto para o comerciante. É um potencial investimento, ainda mais agora com as mudanças de hábitos e formas de consumo, num cenário onde a tecnologia se mostra ainda mais essencial no varejo. 

O Japão conta com mais de 5 milhões de vending machines, na Europa são 3 milhões e nos EUA, 3,5 milhões. Enquanto no Brasil, esse segmento aparece com aproximadamente 100 mil máquinas, que movimentam R$ 700 milhões, segundo a Associação Brasileira de Vendas Automáticas (ABVA). Se você já tem interesse de investir em uma vending machine, a hora é agora! 

Veja as vantagens desse negócio em potencial:

Variedade de produtos

Existem várias categorias de vending machine, desde diversos tipos de alimentos, bebidas, livros até eletrônicos. As máquinas de café, por exemplo, podem servir diversas opções de sabores. Recentemente, desenvolvemos uma tecnologia para máquinas automatizadas de café que servem bebidas geladas. As nossas máquinas possuem um painel interativo para o usuário avaliar as bebidas, deixando a sua nota (de 1 a 5 estrelas) para análise de dados. 

Máquina Hackeada/ Vending Machine
Máquinas Hackeadas de bebidas geladas para a Nestlé, por Alice Wonders.

Oportunidade de negócio

As vending machines são instaladas em locais estratégicos com alta circulação de pessoas, estão presentes em estações de metrô, centros empresariais, como escritórios, hospitais, clínicas, além de serem ótimas para eventos. Outra vantagem, é que não necessitam de nenhuma ação de marketing para divulgação em massa. Pode ser uma oportunidade de vendas extras, complementando serviços e produtos dentro do seu comércio. 

Ótimo custo-benefício

Pense que você não terá despesas com aluguel caro de ponto comercial e contratação de funcionários. O funcionamento da vending machine é 24h por dia e totalmente automático.

Visando economia e tranquilidade para você e para o consumidor, que terá mais variedade de produtos e uma experiência de compra rápida e fácil. 

Manutenção

Há duas opções de aquisição de uma vending machine: você pode comprar ou alugar a máquina. A vantagem do aluguel é que você terá todos os serviços de manutenção disponíveis sempre que precisar e sem dor de cabeça. Todo o suporte técnico é de responsabilidade da empresa contratada, que oferece uma equipe especializada e você pode contar, também, com aparelhos novos de tempos em tempos. A sua única preocupação será no abastecimento da máquina e precificação dos produtos.

Encontre o seu mercado

Se você ainda não sabe onde e quais produtos investir em uma vending machine, comece fazendo uma pesquisa de mercado para saber qual segmento é mais rentável. As máquinas de bebidas enlatadas e alimentos, como pacotes de salgadinhos, biscoitos e chocolates, são as mais famosas. 

Tecnologia e design

Para grandes empresas a opção de vending machine também é uma ótima alternativa para entregar tecnologia e inovação no varejo. Foi o caso da AMBEV, que apostou na nossa expertise para dar corpo e vida ao projeto AMA. Desenvolvemos a Vending Machine Interativa não apenas para destacar a marca, mas para criar uma relação emocional no ato da compra. A máquina é um convite à reflexão sobre o tema do negócio social, demonstrando seu impacto positivo na prática a cada venda enquanto entretém o consumidor.

AMA AMBEV, Vending Machine Interativa, por Alice Wonders
Vending Machine Interativa para a AMBEV, por Alice Wonders.

Vending machine é uma ótima solução tecnológica de varejo, com ótimo custo-benefício, baixo investimento e com estimativa de crescimento no mercado. Entre em contato conosco para fazer um orçamento, podemos ajudar sua empresa a realizar projetos incríveis! 

 

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A nova jornada do cliente: Como reinventar a experiência de compra do consumidor? 0 1859

A nova jornada do cliente

A jornada do cliente vem sofrendo alterações desde o início da pandemia e varejistas estão buscando novas formas de chegar até aos seus consumidores nos últimos meses. Processos e modos de lidar com as pessoas foram modificados, e precisamos acompanhar as novas tendências para permanecer no jogo. 

Hoje temos uma variedade de canais e novas abordagens para falar diretamente com o cliente. Graças a tecnologia conseguimos expandir o alcance em escala global. No entanto, algo se perdeu no meio de tanta evolução digital, e agora precisamos reformular estratégias se quisermos entender o cliente e suas necessidades. E o melhor caminho é atribuir uma abordagem individual e personalizada

Pode parecer impossível agir dessa maneira hoje em dia, mas se olharmos como as marcas passaram a se comportar, percebemos que atualmente elas lutam para realmente “conhecer” seus clientes, ao passo que, os seus clientes formam relacionamentos mais fracos com elas: isso afeta diretamente os resultados financeiros através da perda de engajamento, menor retenção e menor lealdade à marca. Seja qual for o tamanho e o nicho da marca, as pessoas hoje estão mais rigorosas em suas escolhas, temos um consumidor exigente e com muitas expectativas – e muitas marcas estão errando o alvo, ou no mínimo, tentando voltar a mirar no centro. 

Continue lendo para entender melhor como construir uma nova jornada do cliente. 

Como implementar uma sólida jornada do cliente atualmente

Falamos em outro texto sobre os diferentes Canais de Vendas vs Experiência do Consumidor, confira aqui. É importante entender como funciona hoje os pontos de contato com o cliente até as formas de finalização da compra. 

Desde o advento do telefone até a ascensão dos canais digitais, a experiência do cliente está acontecendo em uma ampla variedade de pontos de contato. Isso é ótimo para os clientes, pois oferece a eles a liberdade de interagir com suas marcas favoritas como e quando quiserem.

Dados indicam que 81% dos compradores realizam pesquisas online antes de comprar. No próprio mapa da relação de Canais de Vendas vs Experiência do Consumidor mostra que uma parte dos consumidores começa a sua jornada pela internet e só concluem a compra após pesquisar sobre o produto e a marca. E a compra, não necessariamente, será online. 

O que você precisa agora para construir a jornada do cliente é entender quais são as necessidades das pessoas atualmente neste cenário em que estamos vivendo, para começar a listar: 

  • Quais canais de pesquisas e vendas estão gerando mais impacto no seu negócio?
  • Como e quando o consumidor está sendo impactado hoje? 
  • Como o seu produto é vendido? E como as pessoas podem chegar até o seu produto?
  • O seu cliente está voltando? Se sim, com qual frequência?
  • Como está sendo construído esse relacionamento? É uma troca? Ou somente um lado está entregando mais? 

Veja, mesmo com uma lista de perguntas ainda é complexo estabelecer uma jornada do cliente atualmente, devido a vários fatores que levam a incertezas. Rastrear clientes em todos os canais e criar uma única fonte de verdade não é tarefa fácil, pode até resultar em experiências de marca desconexas. Por exemplo, é comum ver locais físicos que não podem devolver compras feitas online ou vendedores de lojas físicas que não conseguem acessar as informações do cliente na web.

Felizmente, existem novas ferramentas que ajudam as empresas a acompanhar melhor todas essas informações dos clientes nos pontos de contato. É possível acessar essas informações de cada canal para criar perfis mais fortes de clientes, resultando em campanhas mais inteligentes e mais unificadas que proporcionam uma experiência de marca verdadeiramente consistente – independentemente de como os clientes interagem com as marcas.

O que contribui para a construção de uma trajetória sólida é o relacionamento com o cliente. Entregar experiências são pontos-chaves para manter o contato mais próximo e real. Extrair dados e relacioná-los com o seu objetivo é a forma mais segura para achar o caminho. Fuja de achismos, de superficialidade e generalização quando se trata de pesquisa de mercado e atendimento. Quanto mais próximo de entender o comportamento do consumidor, mais chances a marca tem de entregar o que ele precisa. 

A experiência do cliente sempre girou em torno de uma jornada contínua. A ascensão de novos pontos de contato pode ter acrescentado um novo nível de complexidade, ainda mais agora com a quarentena e o isolamento social, mas novas ferramentas permitem que as marcas voltem a alinhar suas jornadas de clientes.

O que faz uma ótima experiência para o cliente? 

Já falamos em um outro texto sobre como criar experiências relacionando a jornada do cliente, afinal as duas coisas estão extremamente ligadas, você pode conferir aqui. Precisamos agora pensar em melhorar as experiências, entendendo o novo comportamento do consumidor. Para isso, é necessário buscar as boas práticas antigas e atualizá-las com os recursos e ferramentas que possuímos hoje. 

Talvez soa um pouco contraditório, porque no começo do texto falamos para abandonar métodos antigos. Mas, se quisermos pensar em estratégias individuais, precisamos analisar como os antigos comerciantes lidavam com os seus clientes. Pois algumas boas interações individuais do passado foram esquecidas na pressa de alcançar mais e mais clientes. 

Levar experiência não é nada novo, em outra época com menos recursos tecnológicos, proprietários de empresas conheciam as necessidades específicas de cada cliente, o que os dava a oferecer todo um diferencial, construindo relacionamentos duradouros. A única estratégia acessível era a abordagem individual e o atendimento às pessoas da sua localidade. Isso permitia um tratamento mais próximo. Afinal, as pessoas gostam de se sentirem importantes e terem um relacionamento individual com as marcas, e apreciam isso. Essa apreciação gera o reconhecimento de marca. 

Dados revelam que 26% dos clientes dizem que confiança e consistência são os principais fatores nos relacionamentos comerciais. Ao que tudo indica é que a experiência do cliente de hoje é uma batalha antiga junto a novas ferramentas. Mesmo se uma marca atende a um nicho específico ou a milhões de clientes em potencial em todo o mundo, os clientes exigem uma experiência de qualidade e não se contentam com menos. 

Embora a experiência do cliente possa ser um novo desafio para o varejo no atual momento de mudanças no comércio, sabemos que é uma prática antiga. O grande e novo desafio é saber combinar as ferramentas de marketing mais recentes com a forma de levar experiências únicas, individuais e memoráveis. Os varejistas podem reinventar as estratégias da nova jornada do cliente e deixá-las ainda mais atraentes. Aproveite essas ferramentas e embarque em uma nova jornada do cliente. Todo momento importa.

A importância da personalização 

A personalização está de volta! Mas em uma nova roupagem, claro. É possível personalizar a experiência do cliente, mesmo em grandes escalas, através das ferramentas de marketing de segmentação de audiência, que entregam dados de comportamentos aos profissionais para extrair insights e gerar conteúdos relevantes e bem direcionados. 

Porque é tão importante usar a personalização como estratégia? Vai um exemplo bem simples e direto: chega de oferecer cortadores de grama para quem mora no 20 andar de um prédio. A personalização pode aumentar resultados. Por exemplo, segmentar visitantes do site entregando conteúdo específico do setor, pode resultar em 34% mais conversões. A personalização pode ser tanto em levar conteúdos relevantes até enviar sugestões de produtos – que atendam às necessidades de cada perfil de cliente -, todas as combinações geram melhorias na experiência do consumidor. 

Com o aumento da inteligência artificial, do volume e diversidade de ferramentas de software para o marketing e da ciência de dados, a importância da personalização orientada a dados continuará a crescer e será cada vez mais importante para o varejo. E não estamos falando apenas de dados no e-commerce. As lojas físicas passarão por um processo de transformação digital extremamente necessária para sobreviverem ao mundo pós pandemia, em que estamos nos aproximando. 

Podemos olhar também para as soluções de ERP e CRM que capacitam as empresas a criar uma melhor experiência para seus clientes. Eles podem visar clientes em potencial com mais eficiência, fornecer as informações certas no momento certo e melhorar a visibilidade do relacionamento com os clientes. No entanto, tudo começa com a relação e até a integração dos sistemas e dos dados que cada um entrega. Se essa ação conjunta não existir, poderá afetar negativamente a relevância das iniciativas. Ou seja, quebrar as barreiras entre os sistemas de engajamento e sistemas de registro permitirá que as marcas conduzam melhor as experiências. 

Embora o uso de novas ferramentas permitam elevar o alcance a nível global, devemos observar a importância de valorizar a comunidade local. O foco da comunidade – responsável pelo sucesso de qualquer negócio inicial – ainda é fundamental e é mais importante do que nunca adotar o contexto da localização para oferecer experiências relevantes aos clientes em diferentes regiões. É um retorno ao foco da “comunidade em primeiro lugar”, sem sacrificar a escala global, e levar em conta que 49% dos clientes desejam receber informações personalizadas com base em sua localização imediata. Portanto, atender ao público local de maneira eficaz e eficiente é uma ótima estratégia para levar experiências personalizadas ao cliente. 

Gostou deste conteúdo? A Alice Wonders é especialista em criar experiências únicas e personalizadas para as marcas estarem cada vez mais próximas dos seus clientes. Entre em contato para criarmos coisas incríveis! E não deixe de se inscrever em nossa newsletter para receber as novidades diretamente no seu e-mail.

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Transformação Digital no varejo: como inovar no PDV 0 1431

Transformação Digital no varejo. Photo by Joshua Earle on Unsplash

Nunca se falou tanto em Transformação Digital como agora, desde a chegada da quarentena pela pandemia do coronavírus. Este termo ficou bastante popular, chamando a atenção de profissionais e empreendedores. Mas, afinal, como implementar o processo de Transformação Digital no varejo? É adequado para os negócios ou serve apenas para empresas de tecnologia? Por ser um conceito amplo é normal existir dúvidas quanto a sua aplicação em empresas, sobretudo no varejo físico, onde o seu potencial ainda é pouco explorado. 

Gráfico Google Trends: para o termo Transformação Digital
Gráfico Google Trends: para o termo Transformação Digital

Antes de mais nada, precisamos entender o que significa Transformação Digital: é um processo que leva tecnologia para as empresas a fim de otimizar resultados, automatizar processos e melhorar o alcance. Esse processo interno pode demorar bastante tempo, dependendo do tamanho da empresa. Mas certamente modifica o mindset dos seus funcionários, que é refletido externamente, na satisfação dos clientes. 

Uma vez desenvolvida a Transformação Digital no contexto da empresa, o desafio se torna mantê-la e fazer crescer gradualmente, atingindo todas as áreas em um esforço coletivo para as equipes estarem alinhadas às novas mudanças de tempos em tempos. No varejo não é diferente. Levar tecnologia como experiência de compra para o cliente é uma forma escalável, a qual exige profissionais treinados para desenvolver técnicas e executar o melhor atendimento ao consumidor.

Continue lendo o post para saber mais sobre o assunto!

Processo disruptivo do varejo 

Como as pessoas compram e quais fatores influenciam em suas decisões? Entender o perfil do consumidor sempre foi a questão chave dos varejistas, e com a onda da pandemia e as mudanças drásticas de comportamentos, gerou novos desafios. Mas, vamos por partes. Entender como os diferentes canais que cercam o cliente para levá-lo a compra, pode ser o primeiro passo para começar a entender a jornada do consumidor.  

Hoje, as pessoas estão cercadas de fatores que influenciam as suas compras. Uma pessoa pode começar a sua busca por um produto na Internet e finalizar a compra em uma loja física, no entanto, isso não é garantia. Talvez ela vá até a loja para experimentar o produto e acabar comprando pelo site, porque o valor era menor e tinha frete grátis. Afinal, temos que levar em conta os múltiplos canais de vendas que existem, onde os consumidores podem acessar para comparar preços e vantagens.  

A disrupção digital ampliou a experiência do consumidor e a quantidade de opções para realizar compras. Isso não significa que o varejo físico irá desaparecer, pelo contrário, as empresas estão enfrentando os desafios de ressignificar seus espaços para fazer parte dessa rede simultânea de experiências. Só que com um diferencial: levar a melhor experiência as pessoas. Conseguir utilizar o que há de melhor no contato físico através da tecnologia para se diferenciar do espaço online. 

Estamos em um ecossistema que contribui para a experiência do cliente ser diversa e a tecnologia aumentou o número de influência de compra. Para começar a entender esse universo, podemos separar a disrupção digital em duas etapas. A primeira é destrinchar a experiência do cliente em duas vertentes: física e digital. A segunda é sobre as modalidades dos canais de venda: offline e online. 

Próximo passo é relacionar essas esferas e estabelecer as conexões. Embora cada dimensão vista separadamente seja um fator crítico de sucesso para os varejistas, é essencial compreender a interação entre elas, para chegar o mais próximo possível da nossa realidade do varejo hoje. É o que nos leva a identificar quatro modelos de varejo distintos que as empresas devem gerenciar proativamente para permanecerem competitivos. Vamos analisar a figura abaixo:  

Canais de Venda vs Costumer Experience
Créditos: Imagem/reprodução adaptada e traduzida, originalmente publicada no site European Business Review.

O quadrante 1 (o tradicional “Tijolo e Argamassa”) identifica o domínio principal da maioria dos varejistas tradicionais e ainda representa a maior parte das vendas no varejo atualmente. Nesse modelo, todo o processo ocorre dentro do ambiente físico e offline. A venda é concluída na loja e o cliente é influenciado, principalmente, por uma combinação de experiência na loja, eficácia da força de vendas, design da loja e meios de comunicação tradicionais. Por outro lado, no quadrante 2 (“Webrooming”), a experiência digital influencia principalmente a decisão de compra do cliente. No entanto, a compra final ainda ocorre em um canal offline. Por outro lado, no quadrante 3 (“Showrooming”), o cliente aproveita o canal de vendas físico para experimentar o produto em primeira mão. No entanto, o cliente compra o produto online, na maioria dos casos a um preço mais baixo. Finalmente, no quadrante 4, a maioria das atenções costuma se concentrar na ascensão do modelo “Puramente baseado na Internet”, com sua experiência digital e vendas online às custas do modelo tradicional de tijolo e argamassa.

Diminuir o abismo entre os canais digitais e os consumidores

Na primeira fase da pandemia todos os varejistas uniram seus esforços para diminuir o abismo que existia entre os canais digitais (e-commerce, apps de compra, etc) e os consumidores. Importante ressaltar que esse abismo agregava tanto consumidores quanto varejistas. Como falamos acima, as vendas no varejo físico ainda representam a maior porcentagem. Segundo dados internos do Google, em uma pesquisa feita sobre o crescimento de buscas por categoria e produto, o faturamento do varejo online no Brasil antes da pandemia representava apenas entre 4% a 6%, sendo que quase a metade das empresas brasileiras faturavam menos de 10% com vendas online. 

Google Academy
Fonte: Google Academy

Considerando este primeiro impacto da pandemia, analisado entre 15 de março a 15 de abril, representou um momento para as pessoas de: redução de riscos, através de buscas por proteção e segurança com a saúde (álcool gel, máscara, sabão e papel higiênico); abastecimento (alimentos); e entretenimento (aumento de buscas por livros e assinaturas de canais de streaming). Diante de buscas intensas de compras pela internet, o que os varejistas fizeram para diminuir os problemas em seus canais digitais que atrapalhavam as finalizações das vendas? 

Houve melhorias nos aplicativos, para oferecer vantagens de compras dentro do próprio app. Com a força de vendas direcionada para o digital, os vendedores passaram a trabalhar como consultores online, exercendo uma função de proximidade com o cliente (atendimento personalizado via chat e Whatsapp). Surgiram novas oportunidades para varejistas expandirem suas categorias e passaram a vender produtos diversos. Outra solução inteligente foi transformar as lojas físicas, que estavam fechadas, em centros de distribuição, dando apoio a parte logística e escoamento dos estoques. Vimos acontecer um movimento interessante com a abertura de Marketplace para pequenos varejos, com o apoio de grandes varejistas. Juntamente a ajustes no processo final de compra, como facilidade para trocas, mais opções de pagamentos e parcelamentos, assim como incentivo a meios de pagamento sem contato, como por exemplo, pagamento por carteira digital ou por aproximação. 

Todas esses ajustes e soluções fizeram a ponte necessária para aproximar os clientes das marcas a fim de melhorar a experiência de compra pelo digital. Então, podemos dizer que estamos de fato inseridos na Transformação Digital no varejo. No entanto, seguimos em constante modificação, quanto às mudanças de comportamento dos consumidores e suas necessidades.

Analisando o segundo impacto da quarentena nas pessoas e no varejo, no período entre 15 de abril a 01 de maio, o estudo interno do Google apontou duas novas frentes de buscas. Primeiro, de acordo com a pesquisa, as pessoas passaram por um momento de adaptação, o que fez aumentar as buscas por objetos para fazer Home Office, atividades físicas indoor, móveis e telas (TV, celulares, tablet). Esta última busca revela a necessidade de ter que dividir esses aparelhos com as outras pessoas da mesma casa. 

Segundo, o estudo mostrou que dentro desta nova rotina, surgiram novos gatilhos, que levaram a uma grande procura por consoles, moda e beleza, bem-estar. Interessante dizer que Moda foi a categoria que, até então, tinha praticamente desaparecido das buscas, e agora surge novamente, ao lado de Beleza, mas ambas com outros significados: enquanto moda aparece em buscas por roupas confortáveis, como pijamas, moletom, beleza surge como entretenimento, através do “do it yourself” – tutoriais e passo a passo de cuidados com a pele ou cabelo. 

Transformação Digital: presente e futuro

Quantas mudanças foram feitas em tão pouco tempo. No entanto, continuamos rumo a novas mudanças. O varejo físico de antes da pandemia é algo inimaginável atualmente. Para a reabertura completa das lojas, após a crise, espera-se que os varejistas entreguem mais às pessoas. É de extrema importância manter esse aceleramento que estamos tendo durante a pandemia. 

Para termos uma ideia dessa transformação, no estudo interno do Google revelou que a opção “Poder retirar na loja” apareceu em 20% das respostas que essa alternativa poderia melhorar a experiência de compra online. Ou seja, mesmo após a pandemia, esse costume ainda será importante para as pessoas e pode se tornar permanente. 

Transformação Digital no varejo

Transformação Digital no varejo

O que temos pela frente? Os varejistas precisam observar cuidadosamente o presente, principalmente as mudanças na jornada do consumidor e quais são os seus objetivos: dados que são apresentados em estudos; por isso, continue buscando referências em artigos e sites especializados em varejo. 

No PDV o que não poderá faltar são as pesquisas sobre o comportamento nos canais de venda: é uma grande oportunidade para o varejista trabalhar experiências digitais na loja física a fim de colher feedbacks do consumidor. 

Gostou deste conteúdo? Confira também Como transformar o PDV em ponto de relacionamento com o cliente e inscreva-se abaixo em nossa newsletter para receber as novidades do nosso blog diretamente em seu e-mail.

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