Como a vending machine se sustenta em cenários com ou sem crise 0 648

A vending machine está se mostrando uma alternativa segura para o varejo durante o período de isolamento social e evitar o contato físico com pessoas. Elas são mais higiênicas e por esse motivo, também, está havendo uma grande procura de modelos de máquinas para o mercado. Por exemplo, vending machine de máscaras cirúrgicas para atender a população já é uma realidade. Pelo menos na China, a fabricante TCN comercializa máquinas de venda automática com as máscaras, para as pessoas se protegerem do COVID-19. 

TCN vending machine mask

Na Eslováquia, a rede de farmácias Dr. Max, está transformando as vending machines de medicamentos em máquinas de venda de máscaras de proteção. Cada máquina da Dr. Max tem capacidade para 200 máscaras, e segundo a empresa, estão produzindo mais unidades para atender outras regiões durante a epidemia do coronavírus.

Dr. Max vending machine de máscaras de proteção
Vending machine da rede farmacêutica Dr. Max, na Eslováquia.

As vending machines trabalham 24h durante os 7 dias da semana. O que representa uma performance incrível, tanto em cenários com crise ou sem crise, são estáveis e permanecem com rendimento, pois sempre há procura por produtos. E no atual momento de crise pelo qual passamos são ótimas soluções para o mercado, onde o consumidor consegue encontrar produtos que estão em falta nas prateleiras – como a alternativa das vendas de máscaras de proteção – sem contar que são higienicamente mais seguras. Em Singapura, a rede de comidas por delivery, Chef-in-Box espalhou pela ilha as suas vending machines de refeições preparadas por chefs de cozinha, que fazem alimentos saudáveis e sem conservantes. O diferencial da vending machine do Chef-in-box é que a refeição já sai quente da máquina, pronta para o consumo. 

Vending Machine Chef in Box
Vending machine que serve refeições quentes, da Chef in Box, em Singapura.

Refletindo sobre o momento pós quarentena, o novo modo de consumo e comportamento que já estamos vivendo sob efeito coronavírus, a tecnologia nunca se fez tão presente e necessária para a humanidade. E com certeza, o varejo encontrará as saídas através das inovações tecnológicas para atender o novo consumidor com mais agilidade e expertise. O que nos espera? Vamos pensar além e começar a agir de acordo com os novos tempos. 

 

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A importância dos dados no varejo físico 0 130

Os dados entregam uma realidade mais próxima possível, com a finalidade de extrair informações quantitativas e qualitativas. São ferramentas capazes de formar opinião e meios importantes para a tomada de decisões mais assertivas. 

O Covid 19 chegou trazendo importantes lições para o mercado como um todo. Adaptabilidade e resiliência são características imprescindíveis para qualquer pessoa, corporação ou instituição sair mais forte das mudanças drásticas e imprevisíveis, consequências do que estamos vivendo. 

A mudança do comportamento e das necessidades das pessoas diante a essa realidade irá impactar diretamente nas configurações e aplicações do design e da arquitetura dos espaços públicos, privados, dos mobiliários, meios de transporte, etc. 

O design, como sempre, tem papel facilitador e universal para os usuários. E hoje deve ser pensando com ainda maior cuidado e atenção para minimizar os impactos de alteração da rotina de quem terá que voltar às atividades normais como trabalhar e fazer compras

Uma tendência que entendemos que continua a acontecer é a ampliação de espaços vazios aumentando distâncias entre usuários, criando barreiras físicas entre atendentes e consumidores e, consequentemente, minimizando proximidades no contato físico de todas as frentes. Projetos arquitetônicos deverão ter seus padrões mínimos repensados. Enquanto as adaptações devem ser feitas com o uso de tecnologia e automação

A maneira e frequência de como usaremos os espaços públicos e privados também tende a mudar, portanto, os espaços devem ser repensados para serem mais eficientes em menores escalas. Veja como os dados podem ajudar na missão de lidar com as novas formas de consumo e comportamento, uma vez que nos aproximamos, cada vez mais, para o cenário pós-pandemia e precisamos realizar as adaptações necessárias nos PDV’s para receber as pessoas com segurança. 

Estratégia

Os dados são a principal fonte para a estratégia. Mas antes de buscar dados e pensar em uma ação estratégica, é preciso saber qual ou quais são os seus objetivos. Levante uma lista das coisas que você precisa fazer: 

  • Melhorar o layout da loja;
  • Colocar pontos de atenção;
  • Saber quais produtos atraem mais o consumidor.

A partir dos seus objetivos, você conseguirá traçar a sua estratégia, coletando dados para definir o plano de ação que irá apontar: 

  • O melhor ponto de atenção dentro da loja para expor os principais produtos;
  • Como e onde os consumidores circulam mais dentro da loja, para melhorar o layout.

 Por meio da coleta de dados é possível observar padrões aparecendo e investir na sua estratégia. 

Sensores

Já sabemos da importância da tecnologia no PDV para auxiliar o varejo. E aqui vamos falar do uso de sensores de proximidade, que detectam movimento e podem gerar uma infinidade de dados. É basicamente uma tecnologia que faz a recepção e transmissão de sinais através de movimentos. 

Uma forma simples de utilizar os sensores para coletar dados é fazer a instalação na entrada principal das lojas, para identificar a porcentagem do fluxo de clientes versus a quantidade que efetuou a compra, de fato. E não é só isso, conseguimos muito mais! Estrategicamente, instalamos sensores em prateleiras, em mesas de exposição de produtos e até mesmo em displays holográficos de gôndola. Para obter dados reais, conseguimos combinar o medidor de fluxo da entrada com os sensores de métrica colocados nas mesas e produtos para gerar novos insights. 

É o caso da “Mesa inteligente”, projeto Alice Wonders para a Intel, onde nesse espaço o cliente pode experimentar todos os produtos disponíveis. Usando uma tela touch interativa, que apresenta perguntas sobre suas preferências e o que está precisando, e ao final indica o modelo de notebook mais adequado para você. Nesta mesa, há sensores IOT que transmitem dados sobre a proximidade e interação das pessoas com os produtos. 

Store-in-Store Intel, com mapa de calor granular e sensores IOT. (Projeto Alice Wonders)
Store-in-Store Intel, com mapa de calor granular e sensores IOT. (Projeto Alice Wonders)

Listamos abaixo o que é possível monitorar através de sensores para gerar dados em um PDV: 

  • Tempo de permanência 
  • Presença 
  • Jornada macro 
  • Horários por dia/ semana, dia/mês, datas comemorativas
  • Medir distância
  • Fluxo 

Analisar dados

Sistema proprietário de dados para gerar insights
Representação do sistema proprietário para gerar insights. Imagem meramente ilustrativa.

Os dados são fontes valiosas para a tomada de decisão. Porém, a análise de dados não é tarefa tão simples ou intuitiva, quanto parece. É preciso explorar o real potencial das informações a fim de criar soluções efetivas para um negócio de sucesso. Ou seja, para todas as suas questões, as respostas surgem em forma de dados.

Relatório que mostra o gráfico de movimento durante as horas do dia.
Relatório que mostra o gráfico de movimento durante as horas do dia.

A imagem acima apresenta a relação dos dados de um dos nossos clientes, localizado em um dos Shoppings de São Paulo, onde espera-se que o pico de movimento ocorra ao meio do dia (horário de almoço) e, também, mais no final do dia. Diferentemente do que mostram os dados do relatório, indicando o horário de pico durante às 16h. 

A grande questão é: o que extrair a partir dos dados? Os dados são capazes de indicar comportamentos para direcionar estratégias de campanhas de marketing, promoções, lançamentos de produtos. É importante combinar a experiência de BI (Business Intelligence) para gerar insights como ticket médio, nutrição da indústria 4.0 que pode produzir em maior escala os produtos que estão sendo mais consumidos e procurados nas lojas, por exemplo. 

Quer saber mais como os sensores podem gerar dados valiosos para melhorar a experiência do consumidor na sua loja? Entre em contato conosco e peça um orçamento. 

 

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O futuro é “as a Service” 0 169

Créditos: Photo by Charles Deluvio on Unsplash; Photo by Austin Distel on Unsplash; Photo by Charles Deluvio on Unsplash

Veja o grande potencial desse modelo de negócios, como se deu seu crescimento no mercado abrangendo vários nichos e oportunidades.

A cada década que passa, as pessoas gastam mais com serviços e menos em produtos. É o que aponta a Pesquisa de Despesas Atuais realizada pelo governo dos EUA, mostrada por essa matéria do The New York Times. 

Vamos analisar a nossa realidade, hoje praticamente tudo o que pensamos em consumir, não precisa necessariamente gastar comprando um objeto ou bens duráveis ou não duráveis. Por exemplo: 

Uber: car as a service 

Ifood: food delivery as a service

Netflix: show as a service 

Spotify: music as a service 

As assinaturas de plataformas de streaming entregam entretenimento como serviço, e são pagas mensalmente. Ifood e os outros apps de alimentação por delivery, são pagos pelo produto + o serviço de entrega. Uber, é pago o valor da quilometragem da corrida feita por um motorista, o qual prestou o serviço. Mesmo abrangendo diferentes áreas do mercado, funcionam sob a mesma forma: pagamento pelo serviço. Nos últimos anos esse segmento vem crescendo e hoje, percebemos uma explosão de ofertas e oportunidades de modelos de negócios. 

Principais tipos de “as a Service”

SaaSSoftware as a Service é uma plataforma programada para entregar um tipo de serviço específico, não precisa realizar nenhuma instalação de programa em máquinas. O seu uso é apenas online e você paga por uma assinatura mensal ou anual, para ter acesso a esse serviço, que pode ser desde um plano mais simples até mais completos, com mais recursos. 

Exemplos: 

Dropbox – armazenamento na nuvem

Monday – sistema de gestão

Slack – sistema de gestão 

Os aplicativos SaaS também são conhecidos como software baseado na Web, software sob demanda e software hospedado.  O termo “software como serviço” é considerado parte da nomenclatura da computação em nuvem, juntamente com infraestrutura como serviço (IaaS), plataforma como serviço (PaaS), desktop como serviço (DaaS), software de gerenciamento como serviço (MSaaS), back-end móvel como serviço (MBaaS), data center como serviço (DCaaS) e gerenciamento de tecnologia da informação como serviço (ITMaaS).

O mercado de SaaS é muito promissor e irá alavancar ainda mais o crescimento de todos os setores de software, nos próximos anos. Em um estudo recente da Gartner, diz que 46% das organizações indicaram que os serviços de TI e a consolidação de fornecedores estavam entre as três principais abordagens de otimização de custos mais eficazes.

IaaSInfraestrutura como Serviço são serviços online que fornecem APIs de alto nível usadas para desreferenciar vários detalhes de baixo nível da infraestrutura de rede subjacente, como recursos de computação física, localização, particionamento de dados, dimensionamento, segurança, backup, etc. Os provedores de nuvem IaaS fornecem esses recursos sob demanda a partir de seus grandes conjuntos de equipamentos instalados nos data centers. Para conectividade em área ampla, os clientes podem usar a Internet ou nuvens de operadora (redes privadas virtuais dedicadas).

Exemplos:

Oracle Cloud

Amazon Web Services 

Google Cloud

Microsoft Azure

IBM Cloud 

PaaSPlataforma as a Service ou plataforma de aplicativo como serviço (aPaaS) é uma categoria de serviços de computação em nuvem que fornece uma plataforma permitindo aos clientes desenvolver, executar e gerenciar aplicativos sem a complexidade de criar e manter uma infraestrutura normalmente associada ao desenvolvimento e lançamento de um aplicativo. 

Existem vários tipos de PaaS, incluindo público, privado e híbrido. O PaaS foi originalmente destinado a aplicativos em serviços de nuvem pública, antes de expandir para incluir opções privadas e híbridas.

Exemplos: 

Google App Engine

Apple Scale

Force.com

Amazon Web Service

GaaS – Game as a Service, podem ser chamados de “jogos vivos” ou “jogos ao vivo”, que contam com atualizações contínuas. A indústria de games lançou a ideia de jogos como serviços oferecendo modelos de assinatura de jogos, o que garante receitas contínuas. Recentemente, a Apple lançou a plataforma Arcade, um plano de assinatura de jogos ilimitados, com acesso a todos os dispositivos IOS. A Google também lançou o seu modelo de games por assinatura, o Stadia, que garante acesso instantâneo e ilimitado a uma coleção de jogos, sem precisar fazer atualizações, downloads ou instalações de jogos. 

Exemplos:

Apple Arcade

Google Stadia

EA Access

Xbox Game Pass

EaaS – Experience as a Service, é entregar experiência como serviço, significa transformar o produto em experiências para o cliente agregando valor a um serviço. Na prática, é feito um conjunto de ações que podem ser exploradas pela marca para estabelecer relações com o cliente. Na Alice Wonders desenvolvemos tecnologias para levar inovação ao varejo, através de experiências. Entenda mais sobre esse segmento em outro post do nosso blog, clique aqui

Vantagens 

  1. Atualizações frequentes capazes de corrigir falhas e vulnerabilidades, assim como agregar inovações tecnológicas para melhorar o sistema;
  2. Segurança de dados por criptografia, o acesso é feito por login e senha e ainda dispõe de fornecedor responsável por backups das informações;
  3. Acesso remoto que proporciona flexibilidade;
  4. Personalização;
  5. Entrega de métricas e indicadores, o que ajuda em avaliações e soluções para equipes;
  6. Custo fixo de plano ou assinatura;
  7. Atende nichos variados.

Além dessas vantagens, o custo de aquisição desses serviços são baixos e ainda proporciona a automatização dos negócios na rotina de trabalho, trazendo maior aproveitamento dos benefícios que o investimento em tecnologia pode trazer para a sua empresa. 

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